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Q2290505 Atualidades
De acordo com pesquisas do campo das políticas culturais no Brasil, duas experiências que ocorreram nos anos 1930 do século XX inauguraram as políticas culturais no nosso país. São elas: 
Alternativas
Q2290504 Atualidades
A Lei n.º 13.018, de 22 de julho de 2014, institucionalizou qual programa implementado por política pública de cultura?
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Q2289864 Arquivologia
Sobre as disposições gerais estabelecidas no Decreto n.º 7.724/2012, assinale a alternativa correta. 
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Q2289863 Legislação Federal
A Lei n.º 12.527/2011 dispõe que é dever de órgãos e entidades públicas promoverem a divulgação de informações de interesse coletivo ou geral por eles produzidas ou custodiadas, sendo obrigatória a divulgação em sites oficiais na internet. Com relação aos requisitos que as páginas oficiais na internet devem atender, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2289862 Legislação Federal
A Lei n.º 12.527/2011 regula o acesso a informações previsto na Constituição Federal e compreende o direito de obter
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Q2289861 Ética na Administração Pública
Considerando o Decreto n.º 1.171, conhecido como Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, quanto ao que é vedado ao servidor público, analise as alternativas a seguir:
1) usar de artifícios para procrastinar ou dificultar o exercício regular de direito por qualquer pessoa, causando-lhe dano moral ou material; 2) alterar ou deturpar o teor de documentos que deva encaminhar para providências; 3) pleitear, solicitar, provocar, sugerir ou receber qualquer tipo de ajuda financeira, gratificação, prêmio, comissão, doação ou vantagem de qualquer espécie, para si, familiares ou qualquer pessoa, para o cumprimento da sua missão ou para influenciar outro servidor para o mesmo fim; 4) permitir que perseguições, simpatias, antipatias, caprichos, paixões ou interesses de ordem pessoal interfiram no trato com o público, com os jurisdicionados administrativos ou com colegas hierarquicamente superiores ou inferiores.
É vedado ao servidor público:
Alternativas
Q2289860 Direito Administrativo
Luana, servidora pública federal, saiu de sua residência e, a caminho do trabalho, foi atropelada por um carro quando sofreu diversas fraturas. Luana foi socorrida e precisou passar por algumas cirurgias. Analisando o caso narrado e com base na Lei n.º 8.112/1990, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2289859 Direito Administrativo
A Lei n.º 8.112/1990 traz alguns regramentos específicos sobre a possibilidade de acumulação de cargos públicos. Acerca desse tema, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2289858 Direito Administrativo
Considerando o teor da Lei n.º 8.112/1990, ao servidor em estágio probatório, não poderá ser concedida licença
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Q2289857 Direito Administrativo
Considerando a Lei n.º 8.112/1990, o servidor que for demitido ou destituído de cargo em comissão poderá retornar ao serviço público federal, mesmo que tenha cometido 
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Q2289856 Direito Administrativo
Com base na Lei n.º 8.112/1990, sobre os adicionais de insalubridade e periculosidade, assinale a afirmativa correta. 
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Q2289855 Direito Administrativo
Joaquim é servidor público federal de um hospital de sua cidade e trabalha na área de ortopedia, com operação direta e permanente de Raios X. Considerando essas atribuições e especificidades de seu cargo, analise as assertivas a seguir, quanto às férias do servidor.
1) Joaquim gozará 20 (vinte) dias consecutivos de férias, por semestre de atividade profissional. 2) Joaquim fará jus a trinta dias de férias, que podem ser acumuladas, até o máximo de dois períodos. 3) O pagamento da remuneração de férias será efetuado até 5 (cinco) dias antes do início do respectivo período. 4) Joaquim não poderá, em qualquer hipótese, acumular férias.
Estão corretos, apenas:
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Q2289850 Raciocínio Lógico
Quais das afirmações seguintes são equivalentes?
1) Ana não é mais velha do que Susana. 2) Susana é mais jovem do que Ana. 3) Susana é, pelo menos, tão velha quanto Ana. 4) Ana não é mais nova do que Susana.
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Q2289849 Português
TEXTO 4


Desde muito cedo, de criancinhas a adolescentes, aprendemos na escola uma porção de lições de língua portuguesa. Do “bê a bá”, lá dos primeiros anos da alfabetização, até as orações subordinadas mais terrificantes do ensino médio, somos sempre levados a crer que, se aprendemos só o português na escola, então essa é a única língua falada no país. Reside aí, no entanto, um mito gigantesco!

O que queremos dizer é que, embora hoje se ensine somente o português e algumas outras línguas estrangeiras na escola, nosso país é multilíngue! E esse multilinguismo tem raízes muito profundas e antigas, que remontam à história da própria colonização e implantação do português no Brasil.

Como sabemos, antes da chegada dos portugueses às terras brasileiras, já vivia aqui um sem-número de indígenas. Há estimativas, por exemplo, de que vivia no Brasil à época do “descobrimento” uma população estimada entre seis e nove milhões de indígenas, que falavam perto de 1.200 línguas. Dá para ver, portanto, que muito antes da colonização, o Brasil já era um país multilíngue, local onde conviviam povos falantes de línguas muito diversas e cenário de um intenso intercâmbio linguístico.

E as línguas indígenas resistem até hoje: são faladas atualmente, aqui no Brasil, cerca de 170 línguas indígenas, de diferentes povos, de diferentes regiões do país, e não apenas aquelas línguas instrumentalizadas pelo ensino escolar. Essa história de que nosso país é monolíngue, portanto, não passa de um mito capenga, uma birutice sem fim, fruto de um processo de genocídio e silenciamento dos povos indígenas e de suas línguas, que já dura mais de cinco séculos.


Paulo Henrique de Felipe e Wilmar da Rocha D'Angelis. Disponível em:
http://www.roseta.org.br/2019/02/21/linguas-indigenas-e-diversidade-linguistica-no-brasil.Acesso em 20 set. 23. Excerto adaptado.
Segundo os autores do Texto 4, “Essa história de que nosso país é monolíngue […] não passa de um mito capenga…”. No contexto em que se insere, a ideia de “mito capenga” significa mito 
Alternativas
Q2289848 Português
TEXTO 4


Desde muito cedo, de criancinhas a adolescentes, aprendemos na escola uma porção de lições de língua portuguesa. Do “bê a bá”, lá dos primeiros anos da alfabetização, até as orações subordinadas mais terrificantes do ensino médio, somos sempre levados a crer que, se aprendemos só o português na escola, então essa é a única língua falada no país. Reside aí, no entanto, um mito gigantesco!

O que queremos dizer é que, embora hoje se ensine somente o português e algumas outras línguas estrangeiras na escola, nosso país é multilíngue! E esse multilinguismo tem raízes muito profundas e antigas, que remontam à história da própria colonização e implantação do português no Brasil.

Como sabemos, antes da chegada dos portugueses às terras brasileiras, já vivia aqui um sem-número de indígenas. Há estimativas, por exemplo, de que vivia no Brasil à época do “descobrimento” uma população estimada entre seis e nove milhões de indígenas, que falavam perto de 1.200 línguas. Dá para ver, portanto, que muito antes da colonização, o Brasil já era um país multilíngue, local onde conviviam povos falantes de línguas muito diversas e cenário de um intenso intercâmbio linguístico.

E as línguas indígenas resistem até hoje: são faladas atualmente, aqui no Brasil, cerca de 170 línguas indígenas, de diferentes povos, de diferentes regiões do país, e não apenas aquelas línguas instrumentalizadas pelo ensino escolar. Essa história de que nosso país é monolíngue, portanto, não passa de um mito capenga, uma birutice sem fim, fruto de um processo de genocídio e silenciamento dos povos indígenas e de suas línguas, que já dura mais de cinco séculos.


Paulo Henrique de Felipe e Wilmar da Rocha D'Angelis. Disponível em:
http://www.roseta.org.br/2019/02/21/linguas-indigenas-e-diversidade-linguistica-no-brasil.Acesso em 20 set. 23. Excerto adaptado.
Releia o trecho: “Essa história de que nosso país é monolíngue, portanto, não passa de um mito capenga, uma birutice sem fim […]”. Com o conectivo destacado, os autores do Texto 4 sinalizam ao leitor que estão
Alternativas
Q2289847 Português
TEXTO 4


Desde muito cedo, de criancinhas a adolescentes, aprendemos na escola uma porção de lições de língua portuguesa. Do “bê a bá”, lá dos primeiros anos da alfabetização, até as orações subordinadas mais terrificantes do ensino médio, somos sempre levados a crer que, se aprendemos só o português na escola, então essa é a única língua falada no país. Reside aí, no entanto, um mito gigantesco!

O que queremos dizer é que, embora hoje se ensine somente o português e algumas outras línguas estrangeiras na escola, nosso país é multilíngue! E esse multilinguismo tem raízes muito profundas e antigas, que remontam à história da própria colonização e implantação do português no Brasil.

Como sabemos, antes da chegada dos portugueses às terras brasileiras, já vivia aqui um sem-número de indígenas. Há estimativas, por exemplo, de que vivia no Brasil à época do “descobrimento” uma população estimada entre seis e nove milhões de indígenas, que falavam perto de 1.200 línguas. Dá para ver, portanto, que muito antes da colonização, o Brasil já era um país multilíngue, local onde conviviam povos falantes de línguas muito diversas e cenário de um intenso intercâmbio linguístico.

E as línguas indígenas resistem até hoje: são faladas atualmente, aqui no Brasil, cerca de 170 línguas indígenas, de diferentes povos, de diferentes regiões do país, e não apenas aquelas línguas instrumentalizadas pelo ensino escolar. Essa história de que nosso país é monolíngue, portanto, não passa de um mito capenga, uma birutice sem fim, fruto de um processo de genocídio e silenciamento dos povos indígenas e de suas línguas, que já dura mais de cinco séculos.


Paulo Henrique de Felipe e Wilmar da Rocha D'Angelis. Disponível em:
http://www.roseta.org.br/2019/02/21/linguas-indigenas-e-diversidade-linguistica-no-brasil.Acesso em 20 set. 23. Excerto adaptado.
Segundo informações do Texto 4,
Alternativas
Q2289846 Português
TEXTO 4


Desde muito cedo, de criancinhas a adolescentes, aprendemos na escola uma porção de lições de língua portuguesa. Do “bê a bá”, lá dos primeiros anos da alfabetização, até as orações subordinadas mais terrificantes do ensino médio, somos sempre levados a crer que, se aprendemos só o português na escola, então essa é a única língua falada no país. Reside aí, no entanto, um mito gigantesco!

O que queremos dizer é que, embora hoje se ensine somente o português e algumas outras línguas estrangeiras na escola, nosso país é multilíngue! E esse multilinguismo tem raízes muito profundas e antigas, que remontam à história da própria colonização e implantação do português no Brasil.

Como sabemos, antes da chegada dos portugueses às terras brasileiras, já vivia aqui um sem-número de indígenas. Há estimativas, por exemplo, de que vivia no Brasil à época do “descobrimento” uma população estimada entre seis e nove milhões de indígenas, que falavam perto de 1.200 línguas. Dá para ver, portanto, que muito antes da colonização, o Brasil já era um país multilíngue, local onde conviviam povos falantes de línguas muito diversas e cenário de um intenso intercâmbio linguístico.

E as línguas indígenas resistem até hoje: são faladas atualmente, aqui no Brasil, cerca de 170 línguas indígenas, de diferentes povos, de diferentes regiões do país, e não apenas aquelas línguas instrumentalizadas pelo ensino escolar. Essa história de que nosso país é monolíngue, portanto, não passa de um mito capenga, uma birutice sem fim, fruto de um processo de genocídio e silenciamento dos povos indígenas e de suas línguas, que já dura mais de cinco séculos.


Paulo Henrique de Felipe e Wilmar da Rocha D'Angelis. Disponível em:
http://www.roseta.org.br/2019/02/21/linguas-indigenas-e-diversidade-linguistica-no-brasil.Acesso em 20 set. 23. Excerto adaptado.
Qual a principal ideia veiculada pelo Texto 4?
Alternativas
Q2289845 Português
TEXTO 3

Existe um falar certo e um falar errado?

De fato, não há uma oposição categórica entre fala popular e fala culta, ocorrendo em muitos casos um compartilhamento de propriedades. Em certos casos, a preferência culta exclui fortemente a preferência popular; em situações informais, diminui a distância entre essas variedades, e o falante culto pode aproximar-se bastante da execução popular, ainda que não em todos os casos.

As variedades populares flutuam de acordo com a região geográfica, mas as variedades cultas são um pouco mais homogêneas, sobretudo em sua forma escrita. Em conclusão, o que temos são variedades linguísticas de uma mesma língua, não duas línguas diferentes.

Como todo mundo está cansado de saber, o modo certo não deriva de nada intrínseco ao português. Não há formas ou construções intrinsecamente erradas, nem intrinsecamente certas, com exceção da grafia das palavras, que é a única matéria linguística sujeita a uma legislação explícita. Assim, o certo ou errado deriva apenas de uma contingência social. Como em todas as comunidades sempre se atribui a determinada classe um prestígio, uma ascendência sobre as demais classes que compõem essa comunidade, a classe de prestígio atua na língua. Mas não atua apenas na língua. Ela dita igualmente as normas de comportamento, o estilo da roupa, o gosto por certo tipo de música. Entra nessa lista a escolha de determinadas variedades linguísticas, dentre aquelas que estão à disposição dos falantes.


Disponível em: https://www.museudalinguaportuguesa.org.br/wpcontent/uploads/2017/09/Saber-uma-li%CC%81ngua-e%CC%81-separar-o-certo-do-errado.pdf.
Acesso em 20 set. 23. Excerto adaptado.
De acordo com o Texto 3, “a grafia das palavras é a única matéria linguística sujeita a uma legislação explícita”. A “legislação” vigente recomenda que: 
1) palavras como “cajú” e “caquí” sejam grafadas com acento agudo. 2) não sejam acentuadas palavras com dupla vogal, como “voo” e “leem”. 3) não sejam grafadas com trema palavras como “frequência”, “linguiça” e “arguição”. 4) monossílabos tônicos como “cá”, “nó” e “fé” sejam acentuados.
Estão corretas: 
Alternativas
Q2289844 Português
TEXTO 3

Existe um falar certo e um falar errado?

De fato, não há uma oposição categórica entre fala popular e fala culta, ocorrendo em muitos casos um compartilhamento de propriedades. Em certos casos, a preferência culta exclui fortemente a preferência popular; em situações informais, diminui a distância entre essas variedades, e o falante culto pode aproximar-se bastante da execução popular, ainda que não em todos os casos.

As variedades populares flutuam de acordo com a região geográfica, mas as variedades cultas são um pouco mais homogêneas, sobretudo em sua forma escrita. Em conclusão, o que temos são variedades linguísticas de uma mesma língua, não duas línguas diferentes.

Como todo mundo está cansado de saber, o modo certo não deriva de nada intrínseco ao português. Não há formas ou construções intrinsecamente erradas, nem intrinsecamente certas, com exceção da grafia das palavras, que é a única matéria linguística sujeita a uma legislação explícita. Assim, o certo ou errado deriva apenas de uma contingência social. Como em todas as comunidades sempre se atribui a determinada classe um prestígio, uma ascendência sobre as demais classes que compõem essa comunidade, a classe de prestígio atua na língua. Mas não atua apenas na língua. Ela dita igualmente as normas de comportamento, o estilo da roupa, o gosto por certo tipo de música. Entra nessa lista a escolha de determinadas variedades linguísticas, dentre aquelas que estão à disposição dos falantes.


Disponível em: https://www.museudalinguaportuguesa.org.br/wpcontent/uploads/2017/09/Saber-uma-li%CC%81ngua-e%CC%81-separar-o-certo-do-errado.pdf.
Acesso em 20 set. 23. Excerto adaptado.
No Texto 3, o autor relativiza a noção de
Alternativas
Q2289843 Português
TEXTO 3

Existe um falar certo e um falar errado?

De fato, não há uma oposição categórica entre fala popular e fala culta, ocorrendo em muitos casos um compartilhamento de propriedades. Em certos casos, a preferência culta exclui fortemente a preferência popular; em situações informais, diminui a distância entre essas variedades, e o falante culto pode aproximar-se bastante da execução popular, ainda que não em todos os casos.

As variedades populares flutuam de acordo com a região geográfica, mas as variedades cultas são um pouco mais homogêneas, sobretudo em sua forma escrita. Em conclusão, o que temos são variedades linguísticas de uma mesma língua, não duas línguas diferentes.

Como todo mundo está cansado de saber, o modo certo não deriva de nada intrínseco ao português. Não há formas ou construções intrinsecamente erradas, nem intrinsecamente certas, com exceção da grafia das palavras, que é a única matéria linguística sujeita a uma legislação explícita. Assim, o certo ou errado deriva apenas de uma contingência social. Como em todas as comunidades sempre se atribui a determinada classe um prestígio, uma ascendência sobre as demais classes que compõem essa comunidade, a classe de prestígio atua na língua. Mas não atua apenas na língua. Ela dita igualmente as normas de comportamento, o estilo da roupa, o gosto por certo tipo de música. Entra nessa lista a escolha de determinadas variedades linguísticas, dentre aquelas que estão à disposição dos falantes.


Disponível em: https://www.museudalinguaportuguesa.org.br/wpcontent/uploads/2017/09/Saber-uma-li%CC%81ngua-e%CC%81-separar-o-certo-do-errado.pdf.
Acesso em 20 set. 23. Excerto adaptado.
No Texto 3, podemos observar uma clara intenção do autor de mostrar a inter-relação que há entre
Alternativas
Respostas
1081: D
1082: C
1083: D
1084: C
1085: B
1086: A
1087: D
1088: E
1089: C
1090: E
1091: D
1092: B
1093: C
1094: A
1095: B
1096: C
1097: E
1098: D
1099: B
1100: E