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Sobre a organização político-administrativa do Brasil, analise as afirmativas:
I. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios possuem autonomia.
II. O Distrito Federal pode ser dividido em municípios.
III. A autonomia dos entes federados abrange a capacidade de se auto-organizarem, legislarem e se autoadministrarem.
Está correto o que se afirma em:
Analise e assinale a opção que apresenta a classificação correta da palavra destacada abaixo:
“E você era a princesa que eu fiz coroar.” (Chico Buarque)
Analise:
“O bolo foi feito por mim.”
Assinale a opção que apresenta a classificação correta dos termos em destaque da oração acima:
Analise e assinale a opção que apresenta a classificação correta da oração abaixo:
“Meus pais já sabem quanto custa o imóvel.”
Analise:
“Hoje, o dia acordou feliz.”
Assinale a alternativa que possui a figura de linguagem presente na oração acima:
Analise e assinale a opção que apresenta a classificação correta dos termos em destaque da oração abaixo:
“Ele julgou o livro bem-escrito.”
Assinale a alternativa que apresenta a classificação correta da oração abaixo:
“Fiz o bolo conforme você ensinou.”
Leia e responda as questões:
Oito horas diárias de estudos e exercícios físicos: como era a rotina da concurseira que se tornou a juíza federal mais jovem do Brasil
Luísa Militão Vicente Barroso foi aprovada em concurso da Justiça Federal e tomou posse aos 25 anos. Antes disso, ela havia sido aprovada em outros dois concursos públicos.
A juíza federal mais jovem do Brasil, Luísa Militão Vicente Barroso, divide sua trajetória de conquistas em concursos públicos com os seguidores em uma rede social. Por lá, ela conta como era a rotina para conseguir aprovação no concurso do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) e também em outros dois concursos.
Foram três anos de muita dedicação, 'disciplina e fé', como escreveu em um dos seus posts. Após se formar em Direito na Universidade Federal de Viçosa no começo de 2021, Luísa passou a se dividir entre os estudos e o trabalho na Promotoria de Justiça de Inhapim, cidade onde nasceu.
Mas, ao perceber que precisava aumentar a carga horária de estudos, a concurseira deixou o trabalho na promotoria, passou a advogar somente para cumprir o requisito da prática jurídica e elaborou um plano de estudos: 8 horas diárias, divididas entre videoaulas e leituras, além de manter uma rotina de exercícios físicos.
Aos fins de semana, os estudos continuavam, mas de outra forma. Aos sábados e domingos, Luísa praticava o que aprendeu durante a semana, realizando simulados.
Foi em 2025, quando completou 25 anos, que vieram os frutos dos anos de dedicação: aprovada no Ministério Público da Bahia (MPBA), na Defensoria Pública de Minas Gerais e no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1). Este último concurso foi a realização do grande sonho: tornar-se juíza federal.
“Estou infinitamente realizada com a aprovação no TRF1. Quanta honra poder regressar a esse tribunal magnífico, onde tive a alegria de estagiar ainda na graduação, entre 2019 e 2020, uma das experiências mais felizes da minha vida, que me fez ficar apaixonada pela Justiça Federal”, comemorou em uma postagem feita em rede social.
(https://g1.globo.com/mg/zona-damata/noticia/2025/04/28/dedicacao-exclusiva-aos-estudose-exercicios-fisicos-como-era-a-rotina-da-concurseira-quese-tornou-a-juiza-federal-mais-jovem-dobrasil.ghtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=sharebar-mobile&utm_campaign=materias)
Analise e assinale a alternativa correta:
“Foram três anos de muita dedicação, 'disciplina e fé', como escreveu em um dos seus posts.”
Leia e responda as questões:
Oito horas diárias de estudos e exercícios físicos: como era a rotina da concurseira que se tornou a juíza federal mais jovem do Brasil
Luísa Militão Vicente Barroso foi aprovada em concurso da Justiça Federal e tomou posse aos 25 anos. Antes disso, ela havia sido aprovada em outros dois concursos públicos.
A juíza federal mais jovem do Brasil, Luísa Militão Vicente Barroso, divide sua trajetória de conquistas em concursos públicos com os seguidores em uma rede social. Por lá, ela conta como era a rotina para conseguir aprovação no concurso do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) e também em outros dois concursos.
Foram três anos de muita dedicação, 'disciplina e fé', como escreveu em um dos seus posts. Após se formar em Direito na Universidade Federal de Viçosa no começo de 2021, Luísa passou a se dividir entre os estudos e o trabalho na Promotoria de Justiça de Inhapim, cidade onde nasceu.
Mas, ao perceber que precisava aumentar a carga horária de estudos, a concurseira deixou o trabalho na promotoria, passou a advogar somente para cumprir o requisito da prática jurídica e elaborou um plano de estudos: 8 horas diárias, divididas entre videoaulas e leituras, além de manter uma rotina de exercícios físicos.
Aos fins de semana, os estudos continuavam, mas de outra forma. Aos sábados e domingos, Luísa praticava o que aprendeu durante a semana, realizando simulados.
Foi em 2025, quando completou 25 anos, que vieram os frutos dos anos de dedicação: aprovada no Ministério Público da Bahia (MPBA), na Defensoria Pública de Minas Gerais e no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1). Este último concurso foi a realização do grande sonho: tornar-se juíza federal.
“Estou infinitamente realizada com a aprovação no TRF1. Quanta honra poder regressar a esse tribunal magnífico, onde tive a alegria de estagiar ainda na graduação, entre 2019 e 2020, uma das experiências mais felizes da minha vida, que me fez ficar apaixonada pela Justiça Federal”, comemorou em uma postagem feita em rede social.
(https://g1.globo.com/mg/zona-damata/noticia/2025/04/28/dedicacao-exclusiva-aos-estudose-exercicios-fisicos-como-era-a-rotina-da-concurseira-quese-tornou-a-juiza-federal-mais-jovem-dobrasil.ghtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=sharebar-mobile&utm_campaign=materias)
I. O uso da calculadora e do cálculo mental, frequentes na vida cotidiana da população brasileira, representa práticas sociais que devem ser incorporadas e valorizadas no currículo escolar, pois refletem saberes culturais relevantes.
II. A análise de práticas culturais, como estratégias de cálculo em encartes de supermercado, reforça que o ensino de matemática deve priorizar o cálculo manual, desconsiderando o uso da calculadora e outras mídias tecnológicas.
III. A matemática oral e o uso da calculadora, entendidas como práticas que são constituídas pelo e constituintes do social e do cultural, devem ser articuladas e incorporadas ao currículo, para enriquecer o ensino e torná-lo mais significativo.
IV. O uso da calculadora e do cálculo mental na escola, embora frequente em contextos socioculturais mais vulneráveis, contribui para a exclusão e para a desmotivação dos alunos na aprendizagem da matemática escolar, a qual deve priorizar conteúdos abstratos ao invés de reproduzir as práticas cotidianas já vivenciadas pelos aprendizes.
Está(ão) correta(s) a(as) afirmação(ões):
( ) A leitura e a escrita desempenham papel fundamental no processo de resolução de problemas, auxiliando na interpretação de enunciados e no registro de estratégias e soluções.
( ) A prática da resolução de problemas deve ser realizada somente após os alunos terem dominado os algoritmos básicos, pois seu objetivo principal é consolidar o conhecimento já adquirido.
( ) O processo de resolver problemas estimula a autonomia, a autoconfiança e a persistência, habilidades essenciais não apenas para a matemática, mas para outras áreas do conhecimento.
( ) A resolução de problemas deve pautar-se em exercícios que privilegiem apenas um método de busca de solução, para que os alunos sejam conduzidos a seguir um raciocínio linear e, assim, dominar plenamente a habilidade matemática.
A ordem correta é:
I. Antes mesmo de se apropriarem do sistema alfabético, as crianças que participam de práticas de leitura e produção de textos aprendem características dos gêneros textuais, estratégias de compreensão leitora com também conhecimentos convencionais sobre os atos de ler e escrever.
II. A criança ainda não alfabetizada, ao participar de situações em que o professor ou um colega mais experiente lê textos, avança no aprendizado das características dos gêneros textuais, das estratégias de compreensão leitora e das convenções sobre leitura e escrita.
III. A participação da criança em situações de produção coletiva de textos, em que o professor atua como escriba, ou em atividades de escrita ainda não convencional, não contribui para o desenvolvimento de habilidades de letramento.
IV. A conjugação de práticas de letramento com o ensino da escrita alfabética exige atenção para que o cuidado com o ensino do sistema de escrita alfabética não seja negligenciado, evitando o erro de acreditar que apenas ler e produzir textos levaria à alfabetização espontânea.
Está(ão) correta(s) a(as) afirmação(ões):