Questões de Concurso
Comentadas para agente comunitário de saúde
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Uso excessivo de telas na infância pode causar atraso de fala
Atualmente, muitas crianças passam grande parte do tempo livre se expondo a telas como forma de diversão. No entanto, o uso excessivo de aparelhos eletrônicos pode causar diversos prejuízos para o desenvolvimento delas.
No caso das crianças com idade abaixo de 2 anos, o ideal é não utilizar telas. Segundo a professora do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da UFMG, Lígia Pertence, essa recomendação é da Sociedade Brasileira de Pediatria e se deve ao fato de os eletrônicos nessa idade provocarem diversos prejuízos na aquisição de habilidades motoras e cognitivas.
"Nós vemos, nitidamente, um atraso de fala, por exemplo, nas crianças que usam telas em uma faixa etária jovem. Isso é importante, porque as pessoas acham que a criança adquire a fala escutando músicas ou outras coisas. E não é assim. A fala é uma interação [...] A gente adquire a fala interagindo", explica a especialista, que foi a convidada do Saúde com Ciência desta semana.
Além do prejuízo cognitivo, as habilidades motoras, como correr, pular e até mesmo empilhar ou montar objetos, também ficam afetadas com o uso excessivo de telas. Segundo Lígia Pertence, esse desenvolvimento acontece com a repetição.
Já nas faixas etárias maiores, a criança precisa se movimentar. Ficar muito tempo em frente aos eletrônicos causa mais sedentarismo para esse grupo. "A atividade física é muito importante para o desenvolvimento e para a prevenção de distúrbios metabólicos, como obesidade, hipertensão e diabetes. Hoje em dia, a gente já tem visto uma frequência bem alta desses distúrbios nas crianças. Além disso, a atividade estimula fatores de crescimento", afirma a professora.
Como aproveitar o tempo livre aos finais de semana sem as telas?
As famílias podem propor atividades e passeios para divertir as crianças longe das telas. Tanto para aquelas que forem viajar, quanto as que forem ficar na própria cidade, o recomendado é interagir com a criança e, se puder, explorar e conhecer novos lugares. Entre eles, museus, praças, clubes e até campos de futebol ou quadras próximas podem ser ótimas opções. O importante é estar junto com elas, como afirma a professora Lígia Pertence.
"Tem muita gente que acha que as coisas têm que ser muito arquitetadas, ter uma super brincadeira ou algo especial. E as crianças não são assim. Podem brincar de brincadeiras culturais, como pega-pega, brincadeiras de quando a gente era criança e que não vão precisar de grandes estruturas. Vão deixar as crianças tão felizes quanto outras brincadeiras. O importante para elas é o contato, a interação", completa.
Até mesmo em casa, jogos de tabuleiro ou de cartas também são ótimas dicas para entreter as crianças e divertir em família.
Tempo de tela recomendado pela Sociedade Brasileira de Pediatria:
- Menores de 2 anos de idade: evitar exposição a telas;
- De 2 a 5 anos de idade: até uma hora por dia;
- De 6 a 10 anos de idade: de uma a duas horas por dia;
- De 11 a 18 anos de idade: de duas a três horas por dia.
Retirado e adaptado de: FACULDADE DE MEDICINA DA UFMG. Uso excessivo de telas na infância pode causar atraso de fala. Saúde com Ciência. Disponível em: caausaar-aaso-de-aaa/ ufmg.br/uso-excessivo-de-telas-na-infancia-pode-causar-atraso-de-fala/ Acesso em: 13 ago., 2023.
1.Territorialização
2. Microárea
3. Área de abrangência
( )Espaço geográfico em que as famílias existentes (cerca de 2.400 a 4.000 pessoas) são de responsabilidade do agente comunitário de saúde (ACS) que integra a equipe de atenção básica.
( )Área pertencente ao território de atuação de uma unidade básica de saúde (UBS). Deve ser delimitada considerando fatores ligados ao acesso da população aos serviços de saúde, como a distância a ser percorrida pelo usuário até a unidade de saúde.
( ) Trata-se de um processo no qual as equipes da atenção básica se apropriam de um determinado território e passam a coletar dados que forneçam informações sobre a população ali residente.
I. a aferição da pressão arterial e a medição de glicemia capilar durante a visita domiciliar, em caráter excepcional, encaminhando o paciente para a unidade de saúde de referência;
II. a aferição de temperatura axilar, durante a visita domiciliar, em caráter excepcional, com o devido encaminhamento do paciente, quando necessário, para a unidade de saúde de referência;
III. a orientação e o apoio, em domicílio, para a correta administração de medicação de paciente em situação de vulnerabilidade;
IV. a verificação antropométrica.
Conforme o disposto na Lei nº. 13.595, de 5 de janeiro de 2018, no modelo de atenção em saúde fundamentado na assistência multiprofissional em saúde da família, desde que o Agente Comunitário de Saúde tenha concluído curso técnico e tenha disponíveis os equipamentos adequados, são atividades do Agente, em sua área geográfica de atuação, assistidas por profissional de saúde de nível superior, membro da equipe, aquelas descritas nas proposições:
( ) Este episódio da história de Goiás, teve repercussão mundial e ficou conhecido como “acidente radioativo de Goiânia”.
( ) O povo e os produtos goianos passaram a ser estigmatizados, o que trouxe sérios prejuízos econômicos à cidade e ao estado.
( ) Quatro pessoas morreram até outubro de 1987, e outras centenas foram contaminadas. A fundação Leide das Neves foi criada para dar assistência às vítimas.
( ) A prontidão na localização e solução do problema provou o preparo do sistema brasileiro na gestão de metais radioativos.
( ) Para descontaminar a cidade, era preciso demolir as casas onde se detectava radioatividade, árvores foram derrubadas e a terra raspada, o que gerou uma enorme montanha de lixo radioativo, enterrado sob grossas paredes de concreto, no bairro Popular em Goiânia.
Assinale abaixo o nome de um dos líderes da “revolta de Formoso e Trombas”, que chegou a se eleger deputado estadual em 1962.
Identifique abaixo, a alternativa correta sobre a História de Goiás no final do século XVIII.
(adaptado SILVA, L. G.; LIMA, S. C.; SOUZA, E. A. Povos Indígenas de Goiás. Revista Temporis [Ação] (Periódico acadêmico de História, Letras e Educação da Universidade Estadual de Goiás). Cidade de Goiás; Anápolis. V. 18, N. 01, p. 146-171 de 269, jan/jun, 2018. Disponível em: http://www.revista.ueg.br/index.php/temporisacao/issue/archive. Acessado em: 14/02/2023).
As Terras Indígenas existentes em Goiás, na atualidade, pertencem aos povos: