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Q2246218 Direito Constitucional
É correto afirmar sobre os conselhos profissionais, com base na Constituição Federal, que
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Q2246217 Arquitetura
No que se refere às normas profissionais aplicáveis aos arquitetos e urbanistas, conforme previsto na Lei nº 12.378:
Alternativas
Q2246216 Arquitetura
Segundo a Lei nº 12.378, que regulamenta o exercício da Arquitetura e Urbanismo, serão consideradas privativas de profissional especializado:
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Q2246210 Português
Leia o texto para responder à questão.

Opção no ensino

        Inexiste solução simples e rápida para o ensino básico público no Brasil, mas registraram-se nos últimos anos iniciativas meritórias em lugares tão diversos como Ceará, Espírito Santo, Goiás e Pernambuco, que apresentam boa evolução nas avaliações do MEC. E há espaço para experimentar mais.
        Nesse contexto, é bem-vinda a proposta paulistana de autorizar o terceiro setor a gerir parte das escolas municipais. Um projeto de lei com esse teor tramita na Câmara Municipal.
       Pela proposta, as organizações sociais (OSs) contratadas teriam liberdade para definir projeto pedagógico e metodologias de ensino nas unidades sob sua gestão. Ganhariam autonomia também para montar a equipe de profissionais.
        A utilização de OSs não é exatamente uma novidade nos domínios paulistanos. Ela é realidade há vários anos na saúde; na educação, já vem sendo usada nas creches.
        São, portanto, conhecidos os riscos e as vantagens do modelo de entidades privadas sem fins lucrativos. Os contratos precisam ser fiscalizados de perto, pois há registro de abusos. É também preciso ficar atento à qualidade dos profissionais contratados.
        Não se trata, obviamente, de substituir a estrutura de escolas administradas diretamente pelo município, com professores concursados, pelo terceiro setor. É meritório, isso sim, introduzir um pouco de diversidade no ecossistema. A rede oficial, como está estruturada hoje, acumula problemas.
        Exemplo gritante é o absenteísmo de professores. Entre faltas abonadas e licenças médicas, cerca de 10% dos docentes deixam de comparecer a cada dia. Não se conhecem taxas nem remotamente parecidas na iniciativa privada.
      Não se deve, contudo, passar um cheque em branco ______ prefeitura. É preciso que a proposta seja discutida ____  fundo pelos vereadores paulistanos e que cautelas extras sejam adicionadas ao projeto e _____ regulamentações posteriores.


(Editorial. https://www1.folha.uol.com.br/ opiniao/2022/06/opcao-no-ensino.shtml. 23.06.2022. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a frase escrita a partir do texto está em conformidade com a norma-padrão de concordância e de colocação pronominal. 
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Q2246209 Português
Leia o texto para responder à questão.

Opção no ensino

        Inexiste solução simples e rápida para o ensino básico público no Brasil, mas registraram-se nos últimos anos iniciativas meritórias em lugares tão diversos como Ceará, Espírito Santo, Goiás e Pernambuco, que apresentam boa evolução nas avaliações do MEC. E há espaço para experimentar mais.
        Nesse contexto, é bem-vinda a proposta paulistana de autorizar o terceiro setor a gerir parte das escolas municipais. Um projeto de lei com esse teor tramita na Câmara Municipal.
       Pela proposta, as organizações sociais (OSs) contratadas teriam liberdade para definir projeto pedagógico e metodologias de ensino nas unidades sob sua gestão. Ganhariam autonomia também para montar a equipe de profissionais.
        A utilização de OSs não é exatamente uma novidade nos domínios paulistanos. Ela é realidade há vários anos na saúde; na educação, já vem sendo usada nas creches.
        São, portanto, conhecidos os riscos e as vantagens do modelo de entidades privadas sem fins lucrativos. Os contratos precisam ser fiscalizados de perto, pois há registro de abusos. É também preciso ficar atento à qualidade dos profissionais contratados.
        Não se trata, obviamente, de substituir a estrutura de escolas administradas diretamente pelo município, com professores concursados, pelo terceiro setor. É meritório, isso sim, introduzir um pouco de diversidade no ecossistema. A rede oficial, como está estruturada hoje, acumula problemas.
        Exemplo gritante é o absenteísmo de professores. Entre faltas abonadas e licenças médicas, cerca de 10% dos docentes deixam de comparecer a cada dia. Não se conhecem taxas nem remotamente parecidas na iniciativa privada.
      Não se deve, contudo, passar um cheque em branco ______ prefeitura. É preciso que a proposta seja discutida ____  fundo pelos vereadores paulistanos e que cautelas extras sejam adicionadas ao projeto e _____ regulamentações posteriores.


(Editorial. https://www1.folha.uol.com.br/ opiniao/2022/06/opcao-no-ensino.shtml. 23.06.2022. Adaptado)
No contexto do penúltimo parágrafo, exprime circunstância de modo a expressão destacada em:
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Q2246208 Português
Leia o texto para responder à questão.

Opção no ensino

        Inexiste solução simples e rápida para o ensino básico público no Brasil, mas registraram-se nos últimos anos iniciativas meritórias em lugares tão diversos como Ceará, Espírito Santo, Goiás e Pernambuco, que apresentam boa evolução nas avaliações do MEC. E há espaço para experimentar mais.
        Nesse contexto, é bem-vinda a proposta paulistana de autorizar o terceiro setor a gerir parte das escolas municipais. Um projeto de lei com esse teor tramita na Câmara Municipal.
       Pela proposta, as organizações sociais (OSs) contratadas teriam liberdade para definir projeto pedagógico e metodologias de ensino nas unidades sob sua gestão. Ganhariam autonomia também para montar a equipe de profissionais.
        A utilização de OSs não é exatamente uma novidade nos domínios paulistanos. Ela é realidade há vários anos na saúde; na educação, já vem sendo usada nas creches.
        São, portanto, conhecidos os riscos e as vantagens do modelo de entidades privadas sem fins lucrativos. Os contratos precisam ser fiscalizados de perto, pois há registro de abusos. É também preciso ficar atento à qualidade dos profissionais contratados.
        Não se trata, obviamente, de substituir a estrutura de escolas administradas diretamente pelo município, com professores concursados, pelo terceiro setor. É meritório, isso sim, introduzir um pouco de diversidade no ecossistema. A rede oficial, como está estruturada hoje, acumula problemas.
        Exemplo gritante é o absenteísmo de professores. Entre faltas abonadas e licenças médicas, cerca de 10% dos docentes deixam de comparecer a cada dia. Não se conhecem taxas nem remotamente parecidas na iniciativa privada.
      Não se deve, contudo, passar um cheque em branco ______ prefeitura. É preciso que a proposta seja discutida ____  fundo pelos vereadores paulistanos e que cautelas extras sejam adicionadas ao projeto e _____ regulamentações posteriores.


(Editorial. https://www1.folha.uol.com.br/ opiniao/2022/06/opcao-no-ensino.shtml. 23.06.2022. Adaptado)
No Editorial, é defendido o ponto de vista de que
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Q2246207 Português
Leia o texto para responder à questão.

Opção no ensino

        Inexiste solução simples e rápida para o ensino básico público no Brasil, mas registraram-se nos últimos anos iniciativas meritórias em lugares tão diversos como Ceará, Espírito Santo, Goiás e Pernambuco, que apresentam boa evolução nas avaliações do MEC. E há espaço para experimentar mais.
        Nesse contexto, é bem-vinda a proposta paulistana de autorizar o terceiro setor a gerir parte das escolas municipais. Um projeto de lei com esse teor tramita na Câmara Municipal.
       Pela proposta, as organizações sociais (OSs) contratadas teriam liberdade para definir projeto pedagógico e metodologias de ensino nas unidades sob sua gestão. Ganhariam autonomia também para montar a equipe de profissionais.
        A utilização de OSs não é exatamente uma novidade nos domínios paulistanos. Ela é realidade há vários anos na saúde; na educação, já vem sendo usada nas creches.
        São, portanto, conhecidos os riscos e as vantagens do modelo de entidades privadas sem fins lucrativos. Os contratos precisam ser fiscalizados de perto, pois há registro de abusos. É também preciso ficar atento à qualidade dos profissionais contratados.
        Não se trata, obviamente, de substituir a estrutura de escolas administradas diretamente pelo município, com professores concursados, pelo terceiro setor. É meritório, isso sim, introduzir um pouco de diversidade no ecossistema. A rede oficial, como está estruturada hoje, acumula problemas.
        Exemplo gritante é o absenteísmo de professores. Entre faltas abonadas e licenças médicas, cerca de 10% dos docentes deixam de comparecer a cada dia. Não se conhecem taxas nem remotamente parecidas na iniciativa privada.
      Não se deve, contudo, passar um cheque em branco ______ prefeitura. É preciso que a proposta seja discutida ____  fundo pelos vereadores paulistanos e que cautelas extras sejam adicionadas ao projeto e _____ regulamentações posteriores.


(Editorial. https://www1.folha.uol.com.br/ opiniao/2022/06/opcao-no-ensino.shtml. 23.06.2022. Adaptado)
Em atendimento à norma-padrão da língua, as lacunas presentes no último parágrafo do texto devem ser preenchidas com: 
Alternativas
Q2246206 Português
Leia o texto para responder à questão.

Opção no ensino

        Inexiste solução simples e rápida para o ensino básico público no Brasil, mas registraram-se nos últimos anos iniciativas meritórias em lugares tão diversos como Ceará, Espírito Santo, Goiás e Pernambuco, que apresentam boa evolução nas avaliações do MEC. E há espaço para experimentar mais.
        Nesse contexto, é bem-vinda a proposta paulistana de autorizar o terceiro setor a gerir parte das escolas municipais. Um projeto de lei com esse teor tramita na Câmara Municipal.
       Pela proposta, as organizações sociais (OSs) contratadas teriam liberdade para definir projeto pedagógico e metodologias de ensino nas unidades sob sua gestão. Ganhariam autonomia também para montar a equipe de profissionais.
        A utilização de OSs não é exatamente uma novidade nos domínios paulistanos. Ela é realidade há vários anos na saúde; na educação, já vem sendo usada nas creches.
        São, portanto, conhecidos os riscos e as vantagens do modelo de entidades privadas sem fins lucrativos. Os contratos precisam ser fiscalizados de perto, pois há registro de abusos. É também preciso ficar atento à qualidade dos profissionais contratados.
        Não se trata, obviamente, de substituir a estrutura de escolas administradas diretamente pelo município, com professores concursados, pelo terceiro setor. É meritório, isso sim, introduzir um pouco de diversidade no ecossistema. A rede oficial, como está estruturada hoje, acumula problemas.
        Exemplo gritante é o absenteísmo de professores. Entre faltas abonadas e licenças médicas, cerca de 10% dos docentes deixam de comparecer a cada dia. Não se conhecem taxas nem remotamente parecidas na iniciativa privada.
      Não se deve, contudo, passar um cheque em branco ______ prefeitura. É preciso que a proposta seja discutida ____  fundo pelos vereadores paulistanos e que cautelas extras sejam adicionadas ao projeto e _____ regulamentações posteriores.


(Editorial. https://www1.folha.uol.com.br/ opiniao/2022/06/opcao-no-ensino.shtml. 23.06.2022. Adaptado)
O Editorial trata 
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Q2246205 Português
Leia o texto para responder à questão.

Por que manter cotas na pós-graduação?

         Deu na Folha de São Paulo que coletivos da USP estão furibundos com o Departamento de Filosofia, cuja pós-graduação ainda não adotou ações afirmativas em seu processo seletivo.
        Não sou o maior fã das cotas raciais. Ainda estou preso a ideias como a de que as políticas públicas devem preferencialmente estar baseadas no princípio da universalidade e que, quando dirigidas a grupos específicos, devem seguir critérios objetivamente mensuráveis. Reconheço, porém, que o “Zeitgeist” (espírito da época) se enamorou da reserva de vagas para minorias e gosto do resultado que essa política produz, ainda que faça restrições ao método.
        Há, contudo, um ponto que, para mim, permanece enigmático, que é a pós-graduação. Os entusiastas das cotas celebram com razão as várias pesquisas que mostraram que, na graduação, o desempenho dos alunos cotistas é tão bom quanto o dos não cotistas, às vezes até um pouquinho melhor. Diante desse diagnóstico, tenho dificuldades para entender por que a reserva de vagas deveria se estender à pós-graduação. Se a performance dos estudantes é semelhante, então uma prova de conhecimentos específicos da disciplina, que são adquiridos na graduação, torna-se um critério muito razoável para presidir ao processo seletivo.
        Até acho que podemos e devemos discutir outros tipos de ação afirmativa, como uma reserva de bolsas de estudo. Frequentemente, a dificuldade dos alunos de famílias pobres é mais manter-se estudando, isto é, sem trabalhar para ajudar a pagar os boletos, do que o processo seletivo.
         Desconheço os motivos que levaram o pessoal da filosofia, que, afinal, é a minha “alma mater”, a não instituir cotas raciais na pós, mas gostaria de acreditar que foi o apego à lógica.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo. 13.08.2022. Adaptado)
Considere as seguintes frases do texto:
•  … cuja pós-graduação ainda não adotou ações afirmativas… (1º parágrafo)
•  … devem seguir critérios objetivamente mensuráveis. (2º parágrafo)
•  … devemos discutir outros tipos de ação afirmativa… (penúltimo parágrafo)

Assinale a alternativa em que as expressões destacadas nas frases estão corretamente substituídas por formas pronominais.
Alternativas
Q2246204 Português
Leia o texto para responder à questão.

Por que manter cotas na pós-graduação?

         Deu na Folha de São Paulo que coletivos da USP estão furibundos com o Departamento de Filosofia, cuja pós-graduação ainda não adotou ações afirmativas em seu processo seletivo.
        Não sou o maior fã das cotas raciais. Ainda estou preso a ideias como a de que as políticas públicas devem preferencialmente estar baseadas no princípio da universalidade e que, quando dirigidas a grupos específicos, devem seguir critérios objetivamente mensuráveis. Reconheço, porém, que o “Zeitgeist” (espírito da época) se enamorou da reserva de vagas para minorias e gosto do resultado que essa política produz, ainda que faça restrições ao método.
        Há, contudo, um ponto que, para mim, permanece enigmático, que é a pós-graduação. Os entusiastas das cotas celebram com razão as várias pesquisas que mostraram que, na graduação, o desempenho dos alunos cotistas é tão bom quanto o dos não cotistas, às vezes até um pouquinho melhor. Diante desse diagnóstico, tenho dificuldades para entender por que a reserva de vagas deveria se estender à pós-graduação. Se a performance dos estudantes é semelhante, então uma prova de conhecimentos específicos da disciplina, que são adquiridos na graduação, torna-se um critério muito razoável para presidir ao processo seletivo.
        Até acho que podemos e devemos discutir outros tipos de ação afirmativa, como uma reserva de bolsas de estudo. Frequentemente, a dificuldade dos alunos de famílias pobres é mais manter-se estudando, isto é, sem trabalhar para ajudar a pagar os boletos, do que o processo seletivo.
         Desconheço os motivos que levaram o pessoal da filosofia, que, afinal, é a minha “alma mater”, a não instituir cotas raciais na pós, mas gostaria de acreditar que foi o apego à lógica.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo. 13.08.2022. Adaptado)
Considere a passagem do 2º parágrafo:
Não sou o maior fã das cotas raciais. Ainda estou preso a ideias como a de que as políticas públicas devem preferencialmente estar baseadas no princípio da universalidade…
Assinale a alternativa que explicita, com uma conjunção adequada, a relação de sentido de causa que há entre as duas partes da passagem.
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Q2246203 Português
Leia o texto para responder à questão.

Por que manter cotas na pós-graduação?

         Deu na Folha de São Paulo que coletivos da USP estão furibundos com o Departamento de Filosofia, cuja pós-graduação ainda não adotou ações afirmativas em seu processo seletivo.
        Não sou o maior fã das cotas raciais. Ainda estou preso a ideias como a de que as políticas públicas devem preferencialmente estar baseadas no princípio da universalidade e que, quando dirigidas a grupos específicos, devem seguir critérios objetivamente mensuráveis. Reconheço, porém, que o “Zeitgeist” (espírito da época) se enamorou da reserva de vagas para minorias e gosto do resultado que essa política produz, ainda que faça restrições ao método.
        Há, contudo, um ponto que, para mim, permanece enigmático, que é a pós-graduação. Os entusiastas das cotas celebram com razão as várias pesquisas que mostraram que, na graduação, o desempenho dos alunos cotistas é tão bom quanto o dos não cotistas, às vezes até um pouquinho melhor. Diante desse diagnóstico, tenho dificuldades para entender por que a reserva de vagas deveria se estender à pós-graduação. Se a performance dos estudantes é semelhante, então uma prova de conhecimentos específicos da disciplina, que são adquiridos na graduação, torna-se um critério muito razoável para presidir ao processo seletivo.
        Até acho que podemos e devemos discutir outros tipos de ação afirmativa, como uma reserva de bolsas de estudo. Frequentemente, a dificuldade dos alunos de famílias pobres é mais manter-se estudando, isto é, sem trabalhar para ajudar a pagar os boletos, do que o processo seletivo.
         Desconheço os motivos que levaram o pessoal da filosofia, que, afinal, é a minha “alma mater”, a não instituir cotas raciais na pós, mas gostaria de acreditar que foi o apego à lógica.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo. 13.08.2022. Adaptado)
Considere as frases:
… devem seguir critérios objetivamente mensuráveis. (2º parágrafo)
… torna-se um critério muito razoável para presidir ao processo seletivo. (3º parágrafo)
Os termos destacados são empregados, respectivamente, com sentido
Alternativas
Q2246202 Português
Leia o texto para responder à questão.

Por que manter cotas na pós-graduação?

         Deu na Folha de São Paulo que coletivos da USP estão furibundos com o Departamento de Filosofia, cuja pós-graduação ainda não adotou ações afirmativas em seu processo seletivo.
        Não sou o maior fã das cotas raciais. Ainda estou preso a ideias como a de que as políticas públicas devem preferencialmente estar baseadas no princípio da universalidade e que, quando dirigidas a grupos específicos, devem seguir critérios objetivamente mensuráveis. Reconheço, porém, que o “Zeitgeist” (espírito da época) se enamorou da reserva de vagas para minorias e gosto do resultado que essa política produz, ainda que faça restrições ao método.
        Há, contudo, um ponto que, para mim, permanece enigmático, que é a pós-graduação. Os entusiastas das cotas celebram com razão as várias pesquisas que mostraram que, na graduação, o desempenho dos alunos cotistas é tão bom quanto o dos não cotistas, às vezes até um pouquinho melhor. Diante desse diagnóstico, tenho dificuldades para entender por que a reserva de vagas deveria se estender à pós-graduação. Se a performance dos estudantes é semelhante, então uma prova de conhecimentos específicos da disciplina, que são adquiridos na graduação, torna-se um critério muito razoável para presidir ao processo seletivo.
        Até acho que podemos e devemos discutir outros tipos de ação afirmativa, como uma reserva de bolsas de estudo. Frequentemente, a dificuldade dos alunos de famílias pobres é mais manter-se estudando, isto é, sem trabalhar para ajudar a pagar os boletos, do que o processo seletivo.
         Desconheço os motivos que levaram o pessoal da filosofia, que, afinal, é a minha “alma mater”, a não instituir cotas raciais na pós, mas gostaria de acreditar que foi o apego à lógica.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo. 13.08.2022. Adaptado)
O autor faz referência à dificuldade dos estudantes carentes em manter-se estudando como argumento para defender a ideia de que
Alternativas
Q2246201 Português
Leia o texto para responder à questão.

Por que manter cotas na pós-graduação?

         Deu na Folha de São Paulo que coletivos da USP estão furibundos com o Departamento de Filosofia, cuja pós-graduação ainda não adotou ações afirmativas em seu processo seletivo.
        Não sou o maior fã das cotas raciais. Ainda estou preso a ideias como a de que as políticas públicas devem preferencialmente estar baseadas no princípio da universalidade e que, quando dirigidas a grupos específicos, devem seguir critérios objetivamente mensuráveis. Reconheço, porém, que o “Zeitgeist” (espírito da época) se enamorou da reserva de vagas para minorias e gosto do resultado que essa política produz, ainda que faça restrições ao método.
        Há, contudo, um ponto que, para mim, permanece enigmático, que é a pós-graduação. Os entusiastas das cotas celebram com razão as várias pesquisas que mostraram que, na graduação, o desempenho dos alunos cotistas é tão bom quanto o dos não cotistas, às vezes até um pouquinho melhor. Diante desse diagnóstico, tenho dificuldades para entender por que a reserva de vagas deveria se estender à pós-graduação. Se a performance dos estudantes é semelhante, então uma prova de conhecimentos específicos da disciplina, que são adquiridos na graduação, torna-se um critério muito razoável para presidir ao processo seletivo.
        Até acho que podemos e devemos discutir outros tipos de ação afirmativa, como uma reserva de bolsas de estudo. Frequentemente, a dificuldade dos alunos de famílias pobres é mais manter-se estudando, isto é, sem trabalhar para ajudar a pagar os boletos, do que o processo seletivo.
         Desconheço os motivos que levaram o pessoal da filosofia, que, afinal, é a minha “alma mater”, a não instituir cotas raciais na pós, mas gostaria de acreditar que foi o apego à lógica.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo. 13.08.2022. Adaptado)
O autor do texto discute 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: IBFC Órgão: DPE-MT Prova: IBFC - 2022 - DPE-MT - Analista - Arquiteto |
Q1980437 Arquitetura

Segundo a NBR 6492/2021 ______caracteriza-se como o conjunto de informações gráficas e escritas capaz de subsidiar e embasar as decisões sobre eventuais opções formais que atendam ao programa de necessidades para o projeto urbanístico.


Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna. 

Alternativas
Ano: 2022 Banca: IBFC Órgão: DPE-MT Prova: IBFC - 2022 - DPE-MT - Analista - Arquiteto |
Q1980436 Arquitetura
Segundo a NBR 6492/2021 no Anteprojeto arquitetônico deve-se definir o desenvolvimento do partido arquitetônico devem incluir o pré-dimensionamento dos elementos construtivos e as definições gerais dos demais projetos complementares, de modo a subsidiar o processo de aprovação pelo cliente, e o desenvolvimento da documentação para aprovação pelos órgãos oficiais responsáveis. Para tanto são necessários alguns documentos gráficos. Eles estão relacionados abaixo. Assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Ano: 2022 Banca: IBFC Órgão: DPE-MT Prova: IBFC - 2022 - DPE-MT - Analista - Arquiteto |
Q1980435 Arquitetura

Segundo a NBR 6492/2021, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.


I. O estudo de viabilidade de projeto arquitetônico caracteriza-se como o conjunto de informações gráficas e escritas capaz de subsidiar ou embasar as decisões sobre eventuais opções formais que atendam ao programa de necessidades para o projeto arquitetônico.

II. Estudo preliminar arquitetônico é a concepção inicial do projeto arquitetônico, no qual se especificam funções, usos, formas e dimensões para os ambientes, bem como elementos construtivos e componentes principais do projeto. Podem-se apresentar várias versões na etapa de estudo preliminar, conforme acordado entre as partes interessadas. 

Alternativas
Ano: 2022 Banca: IBFC Órgão: DPE-MT Prova: IBFC - 2022 - DPE-MT - Analista - Arquiteto |
Q1980434 Arquitetura

Segundo a NBR 6492/2021 leia as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.


I. Programa de necessidades para o projeto arquitetônico ou urbanístico é o documento preliminar do projeto que caracteriza o empreendimento ou o projeto objeto de estudo, que contém o levantamento das informações necessárias, incluindo a relação dos setores que o compõem, suas ligações, necessidades de área, características gerais e requisitos especiais, posturas municipais, códigos e normas pertinentes.

II. Prancha é o resultado da reunião de informações gráficas (desenhos) e textos produzidos em folha de desenho.

Alternativas
Ano: 2022 Banca: IBFC Órgão: DPE-MT Prova: IBFC - 2022 - DPE-MT - Analista - Arquiteto |
Q1980433 Arquitetura

Segundo a NBR 6492/2021 ______ é a representação gráfica realizada a partir de um plano secante vertical que divide o edifício ou outro objeto em duas partes, no sentido longitudinal ou no transversal.


Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.

Alternativas
Ano: 2022 Banca: IBFC Órgão: DPE-MT Prova: IBFC - 2022 - DPE-MT - Analista - Arquiteto |
Q1980432 Arquitetura

Segundo a NBR 16537/2016, analise as afirmativas abaixo sobre dimensionamento do piso tátil de alerta e assinale a alternativa correta.


I. O diâmetro da base do relevo do piso tátil de alerta recomendado é de 25mm

II. A distância horizontal entre centros do relevo mínimo é de 60mm.

Alternativas
Ano: 2022 Banca: IBFC Órgão: DPE-MT Prova: IBFC - 2022 - DPE-MT - Analista - Arquiteto |
Q1980431 Arquitetura

Segundo a NBR 16537/2016 ______ acuidade visual entre 0,3 e 0,05 no melhor olho, com a melhor correção óptica ou somatório da medida do campo visual em ambos os olhos igual ou menor que 60° ou a ocorrência simultânea de quaisquer das condições anteriores.


Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.

Alternativas
Respostas
241: E
242: A
243: D
244: C
245: E
246: A
247: B
248: C
249: A
250: D
251: B
252: E
253: D
254: B
255: A
256: D
257: A
258: B
259: D
260: A