Questões de Concurso
Comentadas para professor - 1 ao 5 ano ensino fundamental
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O Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa – PNAIC é a mais recente iniciativa do Governo Federal, em parceria com estados e municípios, para melhorar a qualidade da alfabetização, utilizando a formação de professores como uma das principais estratégias. O PNAIC é um programa de formação continuada que objetiva assegurar a alfabetização e educação de qualidade a todas as crianças até os 8 anos de idade, ao final do 3º ano do Ensino Fundamental. Os direitos de aprendizagem do programa estão presentes no âmbito da formação continuada e no âmbito da alfabetização e do letramento.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Elementos Conceituais e Metodológicos para definição dos Direitos de Aprendizagem e Desenvolvimento do Ciclo de Alfabetização (1º, 2º e 3º anos do Ensino Fundamental). Brasília, 2012 (Adaptação).
Considerando as características do PNAIC, analise as afirmações que seguem.
I. O Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade
Certa – PNAIC supõe ações governamentais de
curso sistemático de formação de professores
alfabetizadores, oferecidos pelas universidades.
II. As ações do PNAIC têm por objetivos garantir que todos os estudantes dos sistemas públicos de ensino estejam alfabetizados, em Língua Portuguesa e em Matemática, até o final do 1º ano do Ensino Fundamental.
III. O PNAIC pretende, além de reduzir a distorção idade-série na Educação Básica, melhorar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e contribuir para o aperfeiçoamento do desempenho dos professores.
IV. As ações do PNAIC pressupõem também gestão do processo, controle social e mobilização da comunidade, cujas responsabilidades estão repartidas entre os municípios que foram aprovados na seleção do programa.
V. O PNAIC é uma proposta de currículo que busca promover maior articulação entre as práticas e as necessidades colocadas pelo cotidiano da escola.
De acordo com o documento Elementos Conceituais e Metodológicos para Definição dos Direitos de Aprendizagem e Desenvolvimento do Ciclo de Alfabetização, estão corretas as afirmativas:
Não há ensino sem pesquisa e pesquisa sem ensino. Esses que-fazeres se encontram um no corpo do outro. Enquanto ensino, continuo buscando, reprocurando. Ensino porque busco, porque indaguei, porque indago e me indago. Pesquiso para constatar, constatando, intervenho, intervindo me indago. Pesquiso para constatar, constatando, intervenho, intervindo educo e me educo. Pesquiso para conhecer o que ainda não conheço e comunicar ou anunciar a novidade.
MOREIRA, Antônio Flávio Barbosa. Indagações sobre currículo: currículo, conhecimento e cultura. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2007 (Adaptação). Disponível em:<http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/ pdf/Ensfund/indag3.pdf> . Acesso em: 10 nov. 2017.
Com base no texto sobre Pesquisa Educacional, analise as seguintes afirmativas.
I. Quem sabe dialogar com a realidade de modo crítico e criativo faz da pesquisa condição de vida, progresso, transformação e cidadania.
II. São características do pesquisador reflexivo: autonomia, responsabilidade e criatividade para suas ações científicas.
III. Pesquisar é um processo libertador e criador. Como processo humano e social, a pesquisa traz consigo a carga de valores, interesse e princípios.
IV. A pesquisa quantitativa trabalha com a dimensão subjetiva implicada no processo de investigação e faz uso de dados descritivos.
Estão corretas afirmativas:
A leitura e a escrita são fundamentais para o aprendizado de todas as matérias escolares. Por isso, em cada ano escolar, o aluno precisa desenvolver suas capacidades de ler e escrever. Em sua proposta pedagógica, a escola precisa estabelecer claramente o que os alunos devem aprender em cada etapa, até a conclusão do ensino fundamental. Na Dimensão 3, dos Indicadores de Qualidade da Educação, defende-se a existência de ações integradas entre a escola e toda a rede de ensino com o objetivo de favorecer a aprendizagem da leitura e da escrita. Para analisar seus resultados de alfabetização, leitura e escrita, a escola e a Secretaria de Educação consideram os indicadores de avaliação externa disponíveis em seu Estado ou em âmbito nacional, como, por exemplo, o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb) ou a Prova Brasil.
BRASIL. Ministério da Educação. Indicadores da qualidade na educação: Dimensão ensino e aprendizagem da leitura e da escrita. Ação Educativa, SEB/MEC. São Paulo: Ação Educativa, 2006. p. 23-26 (Adaptação). Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/Consescol/ce_indqua.pdf>. Acesso em: 7 jun. 2018.
Com base no texto, pode-se afirmar que a Prova Brasil serve para:
I. Avaliar a qualidade, a equidade e a eficiência dos sistemas e redes de ensino brasileiros.
II. Produzir informações sobre os fatores do contexto socioeconômico, cultural e escolar que influenciam o desempenho dos alunos.
III. Fornece dados para cálculo dos indicadores da Educação Infantil e da Educação de Jovens e Adultos.
IV. Produzir informações sobre o desempenho dos alunos nas avaliações realizadas no âmbito da escola.
V. Aplicar os testes definidos nas Matrizes de Referência do Sistema deAvaliação da Educação Básica – SAEB.
Estão corretos os itens:
Descrever uma experiência educativa a partir da ótica da teoria segundo Hernàndez e Ventura (1999) significa provocar os professores para que falem a partir de suas experiências. No trabalho de organização dos conhecimentos escolares mediante projetos, nosso objetivo foi interpretar, junto com os professores, o sentido de sua prática. Em algumas escolas, as atividades de aprendizagem são organizadas com a participação de alunos que passam a agir com autonomia e criatividade, resolvendo problemas e realizando descobertas.
HERNÀNDEZ, Fernando; VENTURA, Montserrat. A organização do currículo por projetos de trabalho. Porto Alegre: Artmed, 1999 (Adaptação).
Essa prática pedagógica tem suas bases em teorias conhecidas como:
A didática escolar, desenvolvida com base no princípio da dialética da unidade na teoria e prática, cumpre funções de caráter político, educativo e científico a um só tempo. A integralização dessas funções pela didática escolar torna, essa disciplina acadêmica, algo mais complexo que a simples procura e implementação de procedimentos de ensino. Por meio desse processo, a unidade dialética da teoria e da prática, na didática escolar, assume as características de uma verdadeira investigação científica da realidade cotidiana da prática pedagógica.
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: Introdução aos parâmetros curriculares nacionais. Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1997. 126 p. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/livro01.pdf>. Acesso em: 10 de nov. 2017 (Adaptação).
Sobre a Didática Crítica, é correto afirmar:
As discussões sobre currículo vêm assumindo maior importância nos últimos anos no Brasil, principalmente em função das variadas alterações que as propostas curriculares oficiais buscam trazer às escolas. Um discurso no qual professores podem não reconhecer os conteúdos veiculados em suas aulas, não identificar as fórmulas ensinadas, recortes realizados, padrões propostos aos estudantes. A noção de circularidade entre culturas permite, portanto, explicar situações como as descritas neste texto e que falam de um cotidiano escolar por vezes intrigante ou pouco compreensível. Muitas novidades ou desafios que surpreendem os sujeitos educativos podem refletir as formas como se instituíram as múltiplas influências, interpenetrações e deslocamentos que condensam as interpolações entre lógicas e padrões culturais diversos.
SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias de currículo. Belo Horizonte: Autêntica, 2003 (Adaptação).
Considerando o relato do texto, assinale a alternativa
que indica a teoria de currículo que melhor oferece
suporte para entendimento do caso em pauta.
O currículo da Educação Infantil é concebido como um conjunto de práticas que buscam articular as experiências e os saberes das crianças com os conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural, artístico, científico e tecnológico. Tais práticas são efetivadas por meio de relações sociais que as crianças, desde bem pequenas, estabelecem com os professores e as outras crianças, e afetam a construção de suas identidades.
BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica. Secretaria de Educação Básica. Diretoria de Currículos e Educação Integral. Diretrizes Curriculares para o Ensino Fundamental. Brasília: MEC, SEB, DICEI, 2013.
Com base nos dispositivos legais, pode-se afirmar:
I. O currículo na Educação Infantil tem sido um campo de controvérsias e de diferentes visões de criança, de família, de creche e da pré-escola.
II. As Diretrizes Curriculares da Educação Infantil e os Referenciais Curriculares propõem a Educação Infantil como espaço do cuidado.
III. As creches são lugar de proteção e de cuidados com a saúde, bem como de educação para as crianças.
IV. A Educação Infantil vive um intenso processo de revisão de concepções sobre a educação de crianças em espaços coletivos e de seleção de práticas pedagógicas.
Estão corretas as afirmativas:
O Supremo Tribunal Federal (STF) é o órgão de cúpula do Poder Judiciário brasileiro.
Sobre a formação do STF, é correto afirmar:
Analise os dados a seguir.

O TEMPO. Belo Horizonte. Ano 21. Nº 7 630. 4 abr. 2017.
De acordo com os dados publicados pelo jornal O Tempo, assinale a alternativa que apresenta a avaliação CORRETA.
No Brasil, o trabalho escravo é definido pelo Artigo 149 do Código Penal da seguinte maneira:
“Artigo 149. Reduzir alguém a condição análoga à de escravo, quer submetendo-o a trabalhos forçados ou a jornada exaustiva, quer sujeitando-o a condições degradantes de trabalhando, quer restringindo, por qualquer meio, sua locomoção em razão de dívida contraída com o empregador ou preposto.”
Disponível em:<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del2848compilado. htm> . Acesso em: 10 dez. 2017.
Nos últimos meses, o tema trabalho escravo contemporâneo tem sido assunto de acalorados debates no Brasil.
Analise o infográfico a seguir, produzido a partir de dados do governo em 2014.

Com base nesse artigo do Código Penal e nesse infográfico, pode-se afirmar:
O jornal O Tempo, do dia 21 de outubro de 2017, apresentou o seguinte título para uma matéria que publicou ao noticiar o crime ocorrido em uma escola particular da cidade de Goiânia: “Aluno que matou colegas se inspirou em outros massacres”.
A maior parte dos atentados com tiros em escolas e / ou locais públicos, comumente noticiados pela imprensa, ocorreu:
“[...] De 2001 a 2015, os 10% mais ricos abocanharam de 54% a 55% da renda nacional [...]. Quando se observa o topo do topo, isto é, o 0,1% mais rico, percebe-se uma variação maior. Esse grupo controlava 11% da renda nacional em 2001, aumentou a participação para mais de 16% em 2007, e depois viu a fatia recuar para 14%, com pequenas oscilações nos anos seguintes.”
MARTINS, Rodrigo. A brutal desigualdade de renda continua a ser o traço definidor do Brasil. Carta Capital. 4 out. de 2017. p. 22.
Considerando os dados relativos à renda concentrada pela parcela mais rica do Brasil, é correto afirmar:
Analise a situação a seguir.
Aprovado em concurso público para cargo da administração direta do Poder Executivo do município de Pará de Minas, Paulo tem o prazo máximo de ____ dias contados da data da publicação do ato de nomeação para tomar posse.
Segundo o que dispõe o Estatuto do Servidor Público do município de Pará de Minas, assinale a alternativa que preenche corretamente essa lacuna.
Considere que Otávio, que não é servidor público, é nomeado para cargo público de provimento em comissão da administração do município de Pará de Minas.
Na hipótese, é incorreto afirmar que o cargo para o qual Otávio foi nomeado:
Considere que Caio, que exerce o cargo público de médico de uma autarquia estadual, é eleito prefeito de um determinado município.
Na hipótese, é correto afirmar que Caio:
Analise as seguintes afirmativas sobre a administração pública.
I. As funções de confiança e os cargos em comissão destinam-se apenas às atribuições de direção, chefia e assessoramento.
II. O prazo de validade do concurso público é de até dois anos, prorrogável por igual período.
III. É vedada a investidura de estrangeiro em cargo público.
Segundo o que dispõe a Constituição da República, está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):
INSTRUÇÃO: Leia o trecho a seguir para responder à questão.
“O livro tem um tom autobiográfico, mas não se assume
como tal, então a orelha tinha de transparecer a mesma
coisa”
INSTRUÇÃO: Leia o trecho a seguir para responder à questão.
“O livro tem um tom autobiográfico, mas não se assume
como tal, então a orelha tinha de transparecer a mesma
coisa”
O livro tem um tom autobiográfico, mas não se assume como tal, então a orelha tinha de transparecer a mesma coisa”
Esse trecho, sem alteração de seu sentido original, não
pode ser reescrito da seguinte forma:
TEXTO II
O segredo das orelhas de livros
Indicação de amigos, crítica literária, resenha de jornal. São muitas as referências que influenciam o leitor a se decidir na hora de comprar um livro. Ainda assim, poucos se aventuram a iniciar a leitura sem conferir um elemento-chave da publicação: a orelha do livro. Um pedaço da capa dobrado para dentro que possui o privilégio de ser mais lido que o próprio livro e o poder de interessar leitores ou encalhar edições inteiras.
Vista hoje como parte integrante quase indispensável do apelo comercial da obra, a orelha tem um estilo livre e híbrido: não é apenas uma sinopse como também não é resenha crítica. “A orelha precisa convidar o leitor a querer ler o livro, seduzi-lo”, conta o escritor Flávio Izhaki, responsável por muitas orelhas publicadas pela editora Record.
Izakhi conta que existem dois tipos de orelhas: as anônimas e as assinadas. O critério fica por conta do próprio autor do livro, que pode convidar um escritor para fazer a apresentação de sua obra em uma orelha assinada ou delegar o trabalho a funcionários da editora, que mantém profissionais especializados no assunto, e nesse caso a orelha dificilmente conterá uma assinatura. Essa diferença não passa despercebida pelos leitores.
O estudante Marcello Zaithammer afirma que uma orelha assinada chama mais a sua atenção. “Gosto quando um livro tem na sua orelha um elogio de outro autor que eu gosto. Embora válido, não acho que seja legal um elogio do editor”, comenta. O escritor Miguel Sanches Neto, que frequentemente é convidado para escrever orelhas assinadas, também comenta esta distinção: “Na orelha assinada nós doamos os nossos leitores, nós somamos o nosso nome ao do autor. É um ato de entrega total, como se disséssemos: esse autor faz parte da minha família, do meu círculo de referências”, diz o escritor, e completa que a orelha não assinada é mais fria e técnica por se tratar de um relacionamento entre textos, e não entre autores.
Os critérios para convencer o leitor a ler o livro pela orelha são os mais diversos. Por isso, para Miguel Sanches Neto o texto de apresentação, embora promocional, não deve ser encarado como algo de caráter mercadológico para sua composição. “Uma orelha é sempre um texto de admiração, não é um espaço crítico para mim. Trata-se, sobretudo, de um texto que se manifesta no campo do discurso amoroso, e exige um olhar terno”, explica. Para ele, a orelha do livro deve funcionar como uma indicação de alguém que conhece intimamente a obra.
O publicitário carioca Luiz Augusto Ramos compartilha dessa visão. Para ele, independentemente da existência de assinatura, o conteúdo da orelha deve complementar as indicações que recebe por outros meios: “Leio a orelha como mais um amigo me indicando um livro, mas que escreve de um jeito que me deixe intrigado o suficiente para desejar lê-lo”.
Flávio Izhaki defende a ideia de apresentação da obra que a orelha passa. Para ele, é importante falar do conteúdo, das questões propostas pela obra e o estilo do autor, e o que mais for relevante para familiarizar o leitor.
“Quem compra um livro após ler a orelha acredita que o que foi introduzido ali será desenvolvido ao longo do livro”. Izhaki, que produziu, entre outras, a orelha da premiada obra O Filho Eterno, do escritor Cristovão Tezza (colaborador da Gazeta do Povo), usa o exemplo para ilustrar a tarefa desafiadora de fazer tal apresentação. “O livro tem um tom autobiográfico, mas não se assume como tal, então a orelha tinha de transparecer a mesma coisa”, conta, e acrescenta que quando uma orelha não é assinada, deve-se ter o cuidado de apresentar a obra em um estilo que não se diferencia muito daquele do autor. “Escrever orelha não pode ser sobre quem está escrevendo, mas sempre sobre o livro e para o leitor. Quem escreve orelhas não pode perder isso de vista”, adverte o escritor.
AL’HANATI, Yuri. Gazeta do Povo. Disponível em:<http://twixar.me/RSn3>
Analise as afirmativas a seguir.
I. O autor da obra é quem define se a orelha deve ou não ser assinada.
II. A orelha de livro é apenas mais uma entre muitas formas de indicação de um livro.
III. Atualmente, a orelha é considerada parte quase imprescindível da obra.
Estão corretas as afirmativas: