Questões de Concurso Comentadas para escriturário

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Q3479954 Direito Constitucional
Com base na Constituição Federal brasileira de 1988, é correto afirmar que
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Q3479953 Administração Pública
Os órgãos e as entidades da administração pública direta e indireta da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios devem divulgar a Carta de Serviços ao Usuário, que tem por objetivo informar ao usuário sobre os serviços prestados pelo órgão ou entidade, as formas de acesso a esses serviços e os seus compromissos e padrões de qualidade de atendimento ao público, apresentando, no mínimo, informações relacionadas a
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Q3479952 Gestão de Pessoas
No modelo que traz cinco estilos de resolução de conflitos (evitação, acomodação, competitivo, compromisso e colaboração) por meio de duas dimensões (assertiva e cooperativa), na hipótese de as partes conflituosas possuírem objetivos importantes, igual poder e vontade de minimizar as diferenças ou chegar a uma solução temporária sem a pressão do tempo, com moderada assertividade e cooperação, recomenda-se adotar o estilo de
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Q3479951 Mecânica
Os equipamentos de uma entidade ou órgão público necessitam de manutenção para que funcionem adequadamente. Assim, diz respeito à manutenção preventiva
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Q3479950 Arquivologia
Na classificação dos tipos de arquivos, entre outras características definidoras, o conjunto de documentos que aguarda destinação encontra-se no arquivo 
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Q3479949 Arquivologia
O serviço de protocolo de determinada repartição pública recebeu um documento particular de um servidor público da entidade. Assim, caberá ao serviço de protocolo
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Q3479948 Arquivologia
O protocolo possui diversas etapas a serem seguidas, podendo ser realizadas de forma eletrônica ou manual e física. Uma dessas atividades diz respeito à transformação de documentos avulsos em processo e é denominada
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Q3479947 Arquivologia
Na gestão de documentos, ao passar a contar com programas de retenção e eliminação de documentos e definir procedimentos para recolher à instituição arquivística pública aqueles de valor permanente, um órgão ou entidade encontra-se no nível 
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Q3479946 Arquivologia
A gestão documental pode ser dividida em três fases, quais sejam: produção, utilização e destinação. Assim, corresponde a uma das atividades típicas da fase utilização dos documentos
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Q3479945 Arquivologia
De acordo com a classificação dos documentos de arquivos em relação ao seu estágio de evolução, quando eles perdem seu valor administrativo, mas por possuírem valor histórico precisam ser mantidos, chega-se à
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Q3479944 Arquivologia
Considerando-se os conceitos fundamentais de arquivologia, é correto afirmar que
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Q3479943 Direito Administrativo
Uma das formas de a Administração Pública prestar serviços aos cidadãos é por meio das parcerias público-privadas (PPPs). A modalidade de parceria público-privada referente ao contrato de prestação de serviços de que a Administração Pública seja a usuária direta ou indireta, podendo ou não envolver execução de obra ou fornecimento e instalação de bens, a exemplo do contrato estabelecido pelo Serviço Municipal de Água e Esgoto (Semae) de Piracicaba para o serviço de esgotamento sanitário com ampliação e modernização do sistema, é denominada
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Q3479942 Direito Administrativo
Uma autarquia, a exemplo do Serviço Municipal de Água e Esgoto (Semae) de Piracicaba, tem como uma de suas características
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Q3479941 Direito Administrativo
A promulgação da Constituição Federal brasileira, em 1988, trazia quatro princípios da Administração Pública. A partir de 1998, com a Emenda Constitucional nº 19, foi adicionado um quinto princípio, que é o da 
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Q3479940 Noções de Informática
Um usuário recebeu a demanda de fazer uma videoconferência online com representantes de uma empresa utilizando um programa disponível no ambiente Google Workspace.
Assinale a alternativa que apresenta o programa dessa plataforma que poderá ser utilizado para tal fim.
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Q3479937 Noções de Informática
Um escriturário, editando um documento no MS-Word 2016, em sua configuração-padrão, precisa inserir um texto no meio da página, de modo a enfatizá-lo ao leitor do documento e separá-lo do restante do conteúdo da página. Dentre as opções disponíveis no MS-Word, qual é o objeto mais indicado para ser inserido no documento pelo escriturário?
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Q3479930 Português
Está em conformidade com a norma-padrão de concordância e de regência verbal e nominal a frase:
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Q3479929 Português
Leia o texto para responder a questão.

Histórias de médico em formação

        Os plantonistas conhecem esta situação. No meio da noite, alguém bate insistentemente à porta: depressa, doutor, é um caso urgente. E aí é preciso saltar da cama e vestir-se precipitadamente e lavar o rosto com a esperança de que a água fria restaure a capacidade de raciocínio embotada pelo sono, e então sair e encontrar na maca um baleado, um esfaqueado, uma mulher que se retorce em dores, uma criança que mal respira. A urgência é mais que uma forma de atendimento, é um modo de viver estressante, frenético, onde a rotina mencionada nos livros jamais existe.

        É raro o médico que não tenha passado por um serviço de urgência. Quando eu era estudante de medicina, fazia-se, por meio de um concurso público, um estágio de dois anos. Fui designado para um posto na Grande Porto Alegre. Antes mesmo de entrar na escala de plantões, resolvi ir até lá para conhecer o lugar. Era uma casinha velha e acanhada, cheia de gente, que estava esperando desde a madrugada. Procurei o médico-chefe e perguntei quem estava de plantão. Tu, foi a pronta resposta, e este foi o meu batismo de fogo no serviço de urgência.

         Além dos pacientes que vinham ao local, era preciso responder a dezenas de chamados em domicílio. A ambulância era velha e quebrada, de modo que estávamos sempre atrasados, para grande angústia e irritação das pessoas que chamavam. Uma tarde, depois de atender a numerosos desses chamados, regressei ao posto, exausto. O funcionário me esperava na porta, alarmado: alguém tinha se afogado no rio, deveríamos ir lá imediatamente. Voltei para a ambulância e nos dirigimos para o local.

        Uma multidão se concentrava ali, em torno a um corpo na margem. Bastou-me um olhar para verificar que o homem estava morto há horas, quem sabe há dias. A ressuscitação ali era apenas pró-forma, mas eu procederia como tinham me ensinado: massagem cardíaca e respiração boca a boca. Junto ao grupo estava um cabo, acompanhado de um soldado. Eu disse ao militar que faria a massagem e pedi o seu auxílio para a respiração boca a boca. O homem olhou-me, horrorizado, mas teve presença de espírito: mandou o soldado fazer o que eu havia lhe pedido. O soldado não tinha em quem mandar, de modo que não lhe restava outro remédio senão obedecer. Perguntou somente se podia usar o lenço para evitar um contato direto. Eu disse que sim. Quem se oporia, além do morto?

        Fizemos a rápida encenação, depois partimos.

(Moacyr Scliar. Território da emoção. Companhia das Letras, 2013. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a expressão destacada pode ser substituída pelo que está entre colchetes, mantendo-se a norma-padrão de colocação pronominal.
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Q3479928 Português
Leia o texto para responder a questão.

Histórias de médico em formação

        Os plantonistas conhecem esta situação. No meio da noite, alguém bate insistentemente à porta: depressa, doutor, é um caso urgente. E aí é preciso saltar da cama e vestir-se precipitadamente e lavar o rosto com a esperança de que a água fria restaure a capacidade de raciocínio embotada pelo sono, e então sair e encontrar na maca um baleado, um esfaqueado, uma mulher que se retorce em dores, uma criança que mal respira. A urgência é mais que uma forma de atendimento, é um modo de viver estressante, frenético, onde a rotina mencionada nos livros jamais existe.

        É raro o médico que não tenha passado por um serviço de urgência. Quando eu era estudante de medicina, fazia-se, por meio de um concurso público, um estágio de dois anos. Fui designado para um posto na Grande Porto Alegre. Antes mesmo de entrar na escala de plantões, resolvi ir até lá para conhecer o lugar. Era uma casinha velha e acanhada, cheia de gente, que estava esperando desde a madrugada. Procurei o médico-chefe e perguntei quem estava de plantão. Tu, foi a pronta resposta, e este foi o meu batismo de fogo no serviço de urgência.

         Além dos pacientes que vinham ao local, era preciso responder a dezenas de chamados em domicílio. A ambulância era velha e quebrada, de modo que estávamos sempre atrasados, para grande angústia e irritação das pessoas que chamavam. Uma tarde, depois de atender a numerosos desses chamados, regressei ao posto, exausto. O funcionário me esperava na porta, alarmado: alguém tinha se afogado no rio, deveríamos ir lá imediatamente. Voltei para a ambulância e nos dirigimos para o local.

        Uma multidão se concentrava ali, em torno a um corpo na margem. Bastou-me um olhar para verificar que o homem estava morto há horas, quem sabe há dias. A ressuscitação ali era apenas pró-forma, mas eu procederia como tinham me ensinado: massagem cardíaca e respiração boca a boca. Junto ao grupo estava um cabo, acompanhado de um soldado. Eu disse ao militar que faria a massagem e pedi o seu auxílio para a respiração boca a boca. O homem olhou-me, horrorizado, mas teve presença de espírito: mandou o soldado fazer o que eu havia lhe pedido. O soldado não tinha em quem mandar, de modo que não lhe restava outro remédio senão obedecer. Perguntou somente se podia usar o lenço para evitar um contato direto. Eu disse que sim. Quem se oporia, além do morto?

        Fizemos a rápida encenação, depois partimos.

(Moacyr Scliar. Território da emoção. Companhia das Letras, 2013. Adaptado)
Entre colchetes, apresenta-se forma verbal correspondente ao que está destacado em:
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Q3479927 Português
Leia o texto para responder a questão.

Histórias de médico em formação

        Os plantonistas conhecem esta situação. No meio da noite, alguém bate insistentemente à porta: depressa, doutor, é um caso urgente. E aí é preciso saltar da cama e vestir-se precipitadamente e lavar o rosto com a esperança de que a água fria restaure a capacidade de raciocínio embotada pelo sono, e então sair e encontrar na maca um baleado, um esfaqueado, uma mulher que se retorce em dores, uma criança que mal respira. A urgência é mais que uma forma de atendimento, é um modo de viver estressante, frenético, onde a rotina mencionada nos livros jamais existe.

        É raro o médico que não tenha passado por um serviço de urgência. Quando eu era estudante de medicina, fazia-se, por meio de um concurso público, um estágio de dois anos. Fui designado para um posto na Grande Porto Alegre. Antes mesmo de entrar na escala de plantões, resolvi ir até lá para conhecer o lugar. Era uma casinha velha e acanhada, cheia de gente, que estava esperando desde a madrugada. Procurei o médico-chefe e perguntei quem estava de plantão. Tu, foi a pronta resposta, e este foi o meu batismo de fogo no serviço de urgência.

         Além dos pacientes que vinham ao local, era preciso responder a dezenas de chamados em domicílio. A ambulância era velha e quebrada, de modo que estávamos sempre atrasados, para grande angústia e irritação das pessoas que chamavam. Uma tarde, depois de atender a numerosos desses chamados, regressei ao posto, exausto. O funcionário me esperava na porta, alarmado: alguém tinha se afogado no rio, deveríamos ir lá imediatamente. Voltei para a ambulância e nos dirigimos para o local.

        Uma multidão se concentrava ali, em torno a um corpo na margem. Bastou-me um olhar para verificar que o homem estava morto há horas, quem sabe há dias. A ressuscitação ali era apenas pró-forma, mas eu procederia como tinham me ensinado: massagem cardíaca e respiração boca a boca. Junto ao grupo estava um cabo, acompanhado de um soldado. Eu disse ao militar que faria a massagem e pedi o seu auxílio para a respiração boca a boca. O homem olhou-me, horrorizado, mas teve presença de espírito: mandou o soldado fazer o que eu havia lhe pedido. O soldado não tinha em quem mandar, de modo que não lhe restava outro remédio senão obedecer. Perguntou somente se podia usar o lenço para evitar um contato direto. Eu disse que sim. Quem se oporia, além do morto?

        Fizemos a rápida encenação, depois partimos.

(Moacyr Scliar. Território da emoção. Companhia das Letras, 2013. Adaptado)
No trecho “Quando eu era estudante de medicina, fazia- -se, por meio de um concurso público, um estágio de dois anos” (2º parágrafo), o vocábulo e a expressão destacados podem ser substituídos, correta e respectivamente, por: 
Alternativas
Respostas
361: C
362: E
363: B
364: D
365: D
366: B
367: C
368: A
369: E
370: D
371: B
372: E
373: C
374: A
375: A
376: D
377: D
378: B
379: D
380: C