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Q3953719 Português
Caso retirássemos todas as vírgulas das orações seguintes, acarretaria ERRO na alternativa:
Alternativas
Q3953718 Português
Assinalar a alternativa em que o uso dos “porquês” está CORRETO.  
Alternativas
Q3953717 Português
    Aristóteles afirmava que o coração era o órgão responsável pela consciência, pela sensação e pelo movimento, e que o cérebro era uma espécie de “radiador” que servia apenas para resfriar o coração. 
    Passados 2.500 anos, essa hipótese pode ser refutada imediatamente por estudos na área das neurociências: é o cérebro que, por meio da complexidade de suas rugas, dobras e tipos celulares, coordena as funções cognitivas e as “automáticas”, como os batimentos do coração e a respiração. Uma reviravolta sem tamanho em relação ao que postulava o filósofo grego. Como disse Karl Popper, um dos maiores filósofos da ciência, “a ciência produz teorias falseáveis, que serão válidas enquanto não refutadas”.
    Hoje, se você perguntar a qualquer pessoa (incluindo neurocientistas) qual é o “chefe” do nosso corpo, a resposta muito provavelmente vai ser: o cérebro. Porém, novos estudos têm posto em dúvida sua hegemonia como órgão de controle, e quem vem ganhando força é uma região quase tão misteriosa quanto o cérebro: o intestino.
    O intestino tem sido chamado de “o nosso segundo cérebro”, e de fato existe uma abundância de células nervosas vivendo em nossas entranhas. Os neurônios intestinais mantêm um contato direto com o cérebro, podendo ter impacto em nosso comportamento.
    O cérebro e o intestino podem trabalhar juntos ditando nossos pensamentos e ações. Então é possível dizer que o intestino interfere no funcionamento do cérebro e vice-versa, e atualmente até existe uma área de pesquisa voltada somente para o tão falado eixo intestino-cérebro.
    Mas essa história de eixo cérebro-intestino tem potencial de ficar ainda mais interessante: existem evidências científicas de que as bactérias intestinais comandariam o sistema nervoso intestinal e o central. O que parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de Aristóteles vem se confirmando, pois estudos demonstram que a microbiota intestinal é capaz de modular nosso comportamento. O intestino humano é colonizado por nada mais nada menos do que surpreendentes 100 trilhões de microrganismos vivos, em sua grande maioria bactérias.
    Estudos recentes reforçam a ideia de que a microbiota intestinal influencia o cérebro e podem provocar uma revolução no tratamento de distúrbios mentais, especialmente diante das dificuldades da neurofarmacologia em fazer medicamentos atravessarem as barreiras cerebrais. A possibilidade de atuar indiretamente no cérebro por meio do intestino, utilizando bactérias e seus metabólitos como mediadores, abre novos caminhos para o desenvolvimento de fármacos. Esse cenário leva até a questionar o conceito de livre-arbítrio, já que organismos microscópicos podem exercer um controle silencioso sobre nossos pensamentos e comportamentos.

Fonte: Folha de São Paulo. Adaptado.  
A respeito da distinção entre conjunção integrante e pronome relativo, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.

(1) Conjunção integrante.
(2) Pronome relativo. 

(   ) “Aristóteles afirmava que o coração era o órgão responsável pela consciência [...]” (1º parágrafo). 
(  ) “[...] e que o cérebro era uma espécie de ‘radiador’ [...]” (1º parágrafo).
(   ) “‘[...] a ciência produz teorias falseáveis, que serão válidas enquanto não refutadas’.” (2º parágrafo).  
(  ) “O que parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de Aristóteles [...]” (6º parágrafo). 
Alternativas
Q3953716 Português
    Aristóteles afirmava que o coração era o órgão responsável pela consciência, pela sensação e pelo movimento, e que o cérebro era uma espécie de “radiador” que servia apenas para resfriar o coração. 
    Passados 2.500 anos, essa hipótese pode ser refutada imediatamente por estudos na área das neurociências: é o cérebro que, por meio da complexidade de suas rugas, dobras e tipos celulares, coordena as funções cognitivas e as “automáticas”, como os batimentos do coração e a respiração. Uma reviravolta sem tamanho em relação ao que postulava o filósofo grego. Como disse Karl Popper, um dos maiores filósofos da ciência, “a ciência produz teorias falseáveis, que serão válidas enquanto não refutadas”.
    Hoje, se você perguntar a qualquer pessoa (incluindo neurocientistas) qual é o “chefe” do nosso corpo, a resposta muito provavelmente vai ser: o cérebro. Porém, novos estudos têm posto em dúvida sua hegemonia como órgão de controle, e quem vem ganhando força é uma região quase tão misteriosa quanto o cérebro: o intestino.
    O intestino tem sido chamado de “o nosso segundo cérebro”, e de fato existe uma abundância de células nervosas vivendo em nossas entranhas. Os neurônios intestinais mantêm um contato direto com o cérebro, podendo ter impacto em nosso comportamento.
    O cérebro e o intestino podem trabalhar juntos ditando nossos pensamentos e ações. Então é possível dizer que o intestino interfere no funcionamento do cérebro e vice-versa, e atualmente até existe uma área de pesquisa voltada somente para o tão falado eixo intestino-cérebro.
    Mas essa história de eixo cérebro-intestino tem potencial de ficar ainda mais interessante: existem evidências científicas de que as bactérias intestinais comandariam o sistema nervoso intestinal e o central. O que parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de Aristóteles vem se confirmando, pois estudos demonstram que a microbiota intestinal é capaz de modular nosso comportamento. O intestino humano é colonizado por nada mais nada menos do que surpreendentes 100 trilhões de microrganismos vivos, em sua grande maioria bactérias.
    Estudos recentes reforçam a ideia de que a microbiota intestinal influencia o cérebro e podem provocar uma revolução no tratamento de distúrbios mentais, especialmente diante das dificuldades da neurofarmacologia em fazer medicamentos atravessarem as barreiras cerebrais. A possibilidade de atuar indiretamente no cérebro por meio do intestino, utilizando bactérias e seus metabólitos como mediadores, abre novos caminhos para o desenvolvimento de fármacos. Esse cenário leva até a questionar o conceito de livre-arbítrio, já que organismos microscópicos podem exercer um controle silencioso sobre nossos pensamentos e comportamentos.

Fonte: Folha de São Paulo. Adaptado.  
“Os neurônios intestinais mantêm um contato direto com o cérebro, podendo ter impacto em nosso comportamento.” (4º parágrafo). Nesse segmento do texto, há um total de: 
Alternativas
Q3953715 Português
    Aristóteles afirmava que o coração era o órgão responsável pela consciência, pela sensação e pelo movimento, e que o cérebro era uma espécie de “radiador” que servia apenas para resfriar o coração. 
    Passados 2.500 anos, essa hipótese pode ser refutada imediatamente por estudos na área das neurociências: é o cérebro que, por meio da complexidade de suas rugas, dobras e tipos celulares, coordena as funções cognitivas e as “automáticas”, como os batimentos do coração e a respiração. Uma reviravolta sem tamanho em relação ao que postulava o filósofo grego. Como disse Karl Popper, um dos maiores filósofos da ciência, “a ciência produz teorias falseáveis, que serão válidas enquanto não refutadas”.
    Hoje, se você perguntar a qualquer pessoa (incluindo neurocientistas) qual é o “chefe” do nosso corpo, a resposta muito provavelmente vai ser: o cérebro. Porém, novos estudos têm posto em dúvida sua hegemonia como órgão de controle, e quem vem ganhando força é uma região quase tão misteriosa quanto o cérebro: o intestino.
    O intestino tem sido chamado de “o nosso segundo cérebro”, e de fato existe uma abundância de células nervosas vivendo em nossas entranhas. Os neurônios intestinais mantêm um contato direto com o cérebro, podendo ter impacto em nosso comportamento.
    O cérebro e o intestino podem trabalhar juntos ditando nossos pensamentos e ações. Então é possível dizer que o intestino interfere no funcionamento do cérebro e vice-versa, e atualmente até existe uma área de pesquisa voltada somente para o tão falado eixo intestino-cérebro.
    Mas essa história de eixo cérebro-intestino tem potencial de ficar ainda mais interessante: existem evidências científicas de que as bactérias intestinais comandariam o sistema nervoso intestinal e o central. O que parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de Aristóteles vem se confirmando, pois estudos demonstram que a microbiota intestinal é capaz de modular nosso comportamento. O intestino humano é colonizado por nada mais nada menos do que surpreendentes 100 trilhões de microrganismos vivos, em sua grande maioria bactérias.
    Estudos recentes reforçam a ideia de que a microbiota intestinal influencia o cérebro e podem provocar uma revolução no tratamento de distúrbios mentais, especialmente diante das dificuldades da neurofarmacologia em fazer medicamentos atravessarem as barreiras cerebrais. A possibilidade de atuar indiretamente no cérebro por meio do intestino, utilizando bactérias e seus metabólitos como mediadores, abre novos caminhos para o desenvolvimento de fármacos. Esse cenário leva até a questionar o conceito de livre-arbítrio, já que organismos microscópicos podem exercer um controle silencioso sobre nossos pensamentos e comportamentos.

Fonte: Folha de São Paulo. Adaptado.  
No trecho, “O que parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de Aristóteles vem se confirmando [...] (6º parágrafo)”, para manter o sentido da frase, a palavra sublinhada poderia ser substituída por: 
Alternativas
Q3953714 Português
    Aristóteles afirmava que o coração era o órgão responsável pela consciência, pela sensação e pelo movimento, e que o cérebro era uma espécie de “radiador” que servia apenas para resfriar o coração. 
    Passados 2.500 anos, essa hipótese pode ser refutada imediatamente por estudos na área das neurociências: é o cérebro que, por meio da complexidade de suas rugas, dobras e tipos celulares, coordena as funções cognitivas e as “automáticas”, como os batimentos do coração e a respiração. Uma reviravolta sem tamanho em relação ao que postulava o filósofo grego. Como disse Karl Popper, um dos maiores filósofos da ciência, “a ciência produz teorias falseáveis, que serão válidas enquanto não refutadas”.
    Hoje, se você perguntar a qualquer pessoa (incluindo neurocientistas) qual é o “chefe” do nosso corpo, a resposta muito provavelmente vai ser: o cérebro. Porém, novos estudos têm posto em dúvida sua hegemonia como órgão de controle, e quem vem ganhando força é uma região quase tão misteriosa quanto o cérebro: o intestino.
    O intestino tem sido chamado de “o nosso segundo cérebro”, e de fato existe uma abundância de células nervosas vivendo em nossas entranhas. Os neurônios intestinais mantêm um contato direto com o cérebro, podendo ter impacto em nosso comportamento.
    O cérebro e o intestino podem trabalhar juntos ditando nossos pensamentos e ações. Então é possível dizer que o intestino interfere no funcionamento do cérebro e vice-versa, e atualmente até existe uma área de pesquisa voltada somente para o tão falado eixo intestino-cérebro.
    Mas essa história de eixo cérebro-intestino tem potencial de ficar ainda mais interessante: existem evidências científicas de que as bactérias intestinais comandariam o sistema nervoso intestinal e o central. O que parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de Aristóteles vem se confirmando, pois estudos demonstram que a microbiota intestinal é capaz de modular nosso comportamento. O intestino humano é colonizado por nada mais nada menos do que surpreendentes 100 trilhões de microrganismos vivos, em sua grande maioria bactérias.
    Estudos recentes reforçam a ideia de que a microbiota intestinal influencia o cérebro e podem provocar uma revolução no tratamento de distúrbios mentais, especialmente diante das dificuldades da neurofarmacologia em fazer medicamentos atravessarem as barreiras cerebrais. A possibilidade de atuar indiretamente no cérebro por meio do intestino, utilizando bactérias e seus metabólitos como mediadores, abre novos caminhos para o desenvolvimento de fármacos. Esse cenário leva até a questionar o conceito de livre-arbítrio, já que organismos microscópicos podem exercer um controle silencioso sobre nossos pensamentos e comportamentos.

Fonte: Folha de São Paulo. Adaptado.  
As palavras “imediatamente”, “provavelmente” e “indiretamente”, presentes no texto, são classificadas como:
Alternativas
Q3953713 Português
    Aristóteles afirmava que o coração era o órgão responsável pela consciência, pela sensação e pelo movimento, e que o cérebro era uma espécie de “radiador” que servia apenas para resfriar o coração. 
    Passados 2.500 anos, essa hipótese pode ser refutada imediatamente por estudos na área das neurociências: é o cérebro que, por meio da complexidade de suas rugas, dobras e tipos celulares, coordena as funções cognitivas e as “automáticas”, como os batimentos do coração e a respiração. Uma reviravolta sem tamanho em relação ao que postulava o filósofo grego. Como disse Karl Popper, um dos maiores filósofos da ciência, “a ciência produz teorias falseáveis, que serão válidas enquanto não refutadas”.
    Hoje, se você perguntar a qualquer pessoa (incluindo neurocientistas) qual é o “chefe” do nosso corpo, a resposta muito provavelmente vai ser: o cérebro. Porém, novos estudos têm posto em dúvida sua hegemonia como órgão de controle, e quem vem ganhando força é uma região quase tão misteriosa quanto o cérebro: o intestino.
    O intestino tem sido chamado de “o nosso segundo cérebro”, e de fato existe uma abundância de células nervosas vivendo em nossas entranhas. Os neurônios intestinais mantêm um contato direto com o cérebro, podendo ter impacto em nosso comportamento.
    O cérebro e o intestino podem trabalhar juntos ditando nossos pensamentos e ações. Então é possível dizer que o intestino interfere no funcionamento do cérebro e vice-versa, e atualmente até existe uma área de pesquisa voltada somente para o tão falado eixo intestino-cérebro.
    Mas essa história de eixo cérebro-intestino tem potencial de ficar ainda mais interessante: existem evidências científicas de que as bactérias intestinais comandariam o sistema nervoso intestinal e o central. O que parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de Aristóteles vem se confirmando, pois estudos demonstram que a microbiota intestinal é capaz de modular nosso comportamento. O intestino humano é colonizado por nada mais nada menos do que surpreendentes 100 trilhões de microrganismos vivos, em sua grande maioria bactérias.
    Estudos recentes reforçam a ideia de que a microbiota intestinal influencia o cérebro e podem provocar uma revolução no tratamento de distúrbios mentais, especialmente diante das dificuldades da neurofarmacologia em fazer medicamentos atravessarem as barreiras cerebrais. A possibilidade de atuar indiretamente no cérebro por meio do intestino, utilizando bactérias e seus metabólitos como mediadores, abre novos caminhos para o desenvolvimento de fármacos. Esse cenário leva até a questionar o conceito de livre-arbítrio, já que organismos microscópicos podem exercer um controle silencioso sobre nossos pensamentos e comportamentos.

Fonte: Folha de São Paulo. Adaptado.  
Considerando os aspectos gerais e específicos do texto, analisar os itens.

I. Segundo os cientistas, o órgão que, de fato, controla nossas ações e pensamentos é o intestino.

II. As células nervosas do intestino estão sempre em contato direto com o cérebro.

III. O intestino pode interferir no funcionamento do cérebro e vice-versa.

Está CORRETO o que se afirma: 
Alternativas
Q3673984 Saúde Pública
A epidemiologia evoluiu na sua compreensão sobre a causalidade das doenças, passando de modelos mais simples para abordagens mais complexas. A respeito dos modelos de determinação do processo saúde-doença, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)O modelo multicausal considera que características individuais, comportamentais, sociais e ambientais influenciam conjuntamente o aparecimento das doenças, superando a visão de que um único agente é responsável pelo agravo.
(__)A Teoria dos Miasmas, que relacionava a ocorrência de doenças a fatores ambientais como ar e água insalubres, foi o primeiro raciocínio de causalidade, sendo posteriormente substituída por modelos mais específicos.
(__)O modelo unicausal, que ganhou força no século XIX, defendia que cada doença possuía um agente etiológico específico, como um vírus ou uma bactéria, como sua única e suficiente causa.
(__)Atualmente, o modelo multicausal é considerado ultrapassado, sendo substituído pelo retorno à teoria unicausal, devido aos avanços da genética que identificam genes específicos como causa única de todas as enfermidades.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3673983 Saúde Pública
O estudo clássico de John Snow sobre a epidemia de cólera em Londres, em meados do século XIX, é um marco na história da epidemiologia e da saúde pública, demonstrando a importância do saneamento. Considerando os achados e a metodologia de Snow, analise as afirmativas a seguir.

I.Snow formulou a hipótese de que a cólera era transmitida pela água contaminada ao observar a distribuição espacial dos óbitos e sua concentração em torno de uma bomba de água específica na Rua Broad.
II.A investigação de Snow utilizou um método epidemiológico de campo que incluiu o mapeamento de casos e a comparação das taxas de mortalidade entre populações abastecidas por diferentes companhias de água.
III.A remoção da alavanca da bomba de água da Rua Broad, uma medida de controle baseada na hipótese de Snow, foi seguida por uma diminuição no número de novos casos, reforçando a evidência da transmissão hídrica.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3673981 Saúde Pública
A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC) é estruturada em eixos estratégicos que visam qualificar as ações e serviços de saúde. Considerando a atenção humanizada e qualificada à gestação, ao parto, ao nascimento e ao recém-nascido, analise as afirmativas a seguir.

I.A alta qualificada do recém-nascido na maternidade prevê a vinculação precoce da dupla mãe-bebê à Atenção Básica para a continuidade do cuidado, como na estratégia do "5º Dia de Saúde Integral".
II.O "Método Canguru" é uma ação estratégica voltada para a atenção humanizada ao recém-nascido, especialmente o prematuro e de baixo peso, promovendo o contato pele a pele e o fortalecimento do vínculo. 
III.O seguimento do recém-nascido de risco após a alta hospitalar é de responsabilidade exclusiva da Atenção Especializada, não envolvendo a Atenção Básica no compartilhamento do cuidado.
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3673980 Saúde Pública
A investigação epidemiológica de campo, especialmente em surtos, exige a organização de diversos aspectos técnicos, logísticos e administrativos para garantir a segurança da equipe e a qualidade dos dados. A respeito da organização do trabalho de campo, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)A garantia do abastecimento prévio de insumos de laboratório, incluindo material para coleta, armazenamento e transporte de amostras biológicas, é um aspecto técnico fundamental.
(__)A confidencialidade e a discrição na manipulação das informações coletadas dos pacientes são princípios que devem ser garantidos ao longo de todo o processo de investigação.
(__)O planejamento do trabalho de campo deve ocorrer somente após a confirmação laboratorial de todos os casos suspeitos, para evitar o desperdício de recursos.
(__)A coordenação de campo deve se limitar a distribuir tarefas, não sendo responsável pela supervisão da execução geral do trabalho, que cabe a uma instância superior.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3673979 Saúde Pública
O Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) é uma ferramenta central para a vigilância epidemiológica no Brasil, sendo alimentado pela notificação e investigação de casos de doenças e agravos que constam na lista nacional de notificação compulsória. A respeito do processo de notificação, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3673978 Saúde Pública
No contexto do Programa Previne Brasil, o monitoramento das ações das equipes de Atenção Primária à Saúde (APS) é realizado por meio de indicadores de desempenho, que influenciam o repasse financeiro. Um desses indicadores avalia a cobertura vacinal na população infantil. Assinale a alternativa que descreve corretamente o indicador de vacinação infantil do Previne Brasil.
Alternativas
Q3673977 Saúde Pública
Os indicadores de saúde são essenciais para o monitoramento e a avaliação das ações de saúde. A mortalidade é um dos desfechos mais importantes avaliados pela epidemiologia. A respeito dos cálculos e da interpretação de indicadores de mortalidade, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)A taxa de mortalidade específica por causa determinada calcula o número de óbitos por uma causa específica em relação à população total em um determinado local e período.
(__)A taxa bruta de mortalidade, por contabilizar todos os óbitos independentemente da causa, é um indicador que não sofre influência da composição etária da população.
(__)O Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) é a principal fonte de dados para o cálculo das taxas de mortalidade no Brasil, sendo alimentado pelas Declarações de Óbito.
(__)A taxa de letalidade, que mede a proporção de óbitos entre os casos de uma doença, é um indicador da gravidade da doença e não deve ser confundida com a taxa de mortalidade.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3673976 Saúde Pública
A Vigilância em Saúde é um componente essencial do SUS, e sua qualificação é objeto de programas específicos, como o PQA-VS (Programa de Qualificação das Ações de Vigilância em Saúde). Considerando os indicadores do PQA-VS, analise as afirmativas a seguir:

I.O programa inclui um indicador que mede a proporção de casos de doenças de notificação compulsória imediata nacional que são encerrados em até 60 dias após a notificação, visando à agilidade na resposta da vigilância.
II.Um dos indicadores do PQA-VS avalia o número de ciclos de visita a imóveis para controle vetorial da dengue que atingiram um mínimo de 80% de cobertura, refletindo a efetividade das ações de campo.
III.O programa não contempla indicadores relacionados à saúde do trabalhador, focando exclusivamente em doenças transmissíveis e na cobertura vacinal.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3673975 Saúde Pública
Durante a fase analítica da investigação de um surto, o objetivo é testar hipóteses sobre a fonte e o modo de transmissão da doença. O estudo caso-controle é o desenho epidemiológico mais frequentemente empregado nessas situações. No que diz respeito à análise dos dados de um estudo caso-controle, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3673974 Saúde Pública
Os indicadores de saúde são ferramentas essenciais para a análise da situação de saúde de uma população, permitindo o monitoramento e a avaliação de ações. Dentre as medidas de frequência, a incidência e a prevalência possuem definições e aplicações distintas. Considerando os conceitos e o cálculo desses coeficientes, analise as afirmativas a seguir.

I.A incidência refere-se ao número de casos novos de uma doença que ocorrem em uma população sob risco durante um período específico, sendo uma medida da velocidade de ocorrência de novos eventos.
II.A prevalência mede o número total de casos existentes (novos e antigos) de uma doença em um ponto específico no tempo ou em um período, refletindo a carga da doença na população.
III.No cálculo da incidência, o denominador é composto pelo número total de casos existentes, enquanto o numerador corresponde à população em risco de adoecimento. 

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3673973 Saúde Pública
Em um evento social fechado, ocorreu um surto de doença diarreica aguda. A investigação epidemiológica coletou dados de todos os 192 participantes, identificando quem consumiu ou não um sanduíche de presunto e queijo e quem adoeceu. Dos 112 que comeram o sanduíche, 89 adoeceram. Dos 80 que não comeram, 19 adoeceram. Com base nesses dados e no desenho de estudo apropriado para essa situação, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3673972 Saúde Pública
O Agente de Vigilância Epidemiológica e Ambiental desempenha um papel crucial na coleta de dados que alimentam os sistemas de informação e subsidiam a análise da situação de saúde. Considerando a atuação desses profissionais no contexto da epidemiologia, monitoramento e avaliação, analise as afirmativas a seguir.

I.A busca ativa por pessoas com suspeita de doenças de notificação compulsória, como hanseníase ou tuberculose, é uma atividade do agente de saúde que utiliza conceitos da epidemiologia e contribui para a vigilância em saúde.
II.O registro adequado das visitas domiciliares e das condições de saúde identificadas no território alimenta sistemas como o SISAB, fornecendo dados para o cálculo de indicadores de desempenho, como os do Programa Previne Brasil.
III.O papel do agente de saúde se limita à coleta de dados, não sendo sua responsabilidade participar do planejamento de ações com base nas informações epidemiológicas levantadas no território.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
21: A
22: A
23: D
24: A
25: B
26: D
27: C
28: C
29: A
30: B
31: D
32: B
33: D
34: B
35: D
36: D
37: C
38: C
39: B
40: B