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TEXTO PARA A QUESTÃO
Insensivelmente, ele parou para verificar quem o chamava. De dentro da taverna, com passo apressado, veio ao seu encontro uma negra suja, carapinha desgrenhada, com um caco de pente atravessado no alto da cabeça, calçando umas remendadas chinelas de tapete. Estava meio embriagada. Cassi espantou-se com aquele conhecimento; fazendo um ar de contrariedade, perguntou amuado:
- Que é que você quer?
A negra, bamboleando, pôs as mãos nas cadeiras e fez com olhar de desafio:
- Então, você não me conhece mais, “seu canaia”? Então você não “si” lembra da Inês, aquela crioulinha que sua mãe criou e você...
Lembrou-se, então, Cassi, de quem se tratava. Era a sua primeira vítima, que sua mãe, sem nenhuma consideração, tinha expulsado de casa em adiantado estado de gravidez. Reconhecendo-a e se lembrando disso, Cassi quis fugir. A rapariga pegou-o pelo braço:
- Não fuja, não, "seu" patife! Você tem que "ouvi" uma "pouca" mas de "sustança".
A esse tempo, já os frequentadores habituais do lugar tinham acorrido das tascas e hospedarias e formavam roda, em torno dos dois. Havia homens e mulheres, que perguntavam:
- O que há, Inês?
- O que te fez esse moço?
Cassi estava atarantado no meio daquelas caras antipáticas de sujeitos afeitos a brigas e assassinatos. Quis falar:
- Eu não conheço essa mulher. Juro...
- "Muié", não! - fez a tal Inês, gingando. - Quando você "mi" fazia "festa", "mi" beijava e "mi" abraçava, eu não era "muié", era outra coisa, seu "cosa" ruim!
Um negro esguio, de olhar afoito, com um ar decidido de capoeira, interveio:
- Mas, Inês, quem é afi nal esse moço?
- É o "home qui mi" fez mal; que "mi" desonrou, "mi pois" nesta "disgraça".
- Eu! - exclamou Cassi.
- Sim! Você "memo", "seu" caradura! "Mi alembro" bem... Foi até no quarto de sua mãe...
Estava arrumando a casa.
Uma outra mulher, mas esta branca, com uns lindos cabelos castanhos, em que se viam lêndeas, comentou:- É sempre assim. Esses "nhonhôs gostosos" desgraçam a gente, deixam a gente com o filho e vão-se. A mulher que se fomente... Malvados!
Cassi ouvia tudo isso sem saber que alvitre tornar. Estava amarelo e olhava, por baixo das pálpebras, todas as faces daquele ajuntamento. Esperava a polícia, um socorro qualquer. A preta continuava:
- Você sabe onde "tá" teu "fio"? "Tá" na detenção, fique você sabendo. "Si" meteu com ladrão, é "pivete" e foi “pra chacr’a". Eis aí que você fez, "seu marvado", "home mardiçoado". Pior do que você só aquela galinha-d'angola de "tua" mãe, "seu" sem-vergonha!
BARRETO, L. Clara dos Anjos. Belo Horizonte: Autêntica, 2023. p.150-151.
TEXTO PARA A QUESTÃO
A Dança da Maçã
Antônio chegou na hora marcada. Ainda tinha a chave do apartamento, mas preferiu bater. Luiza abriu a porta. Os dois se cumprimentaram secamente.
– Oi.
– Oi.
Antônio fez um gesto indicando os dois homens que estavam com ele. Um senhor e um mais moço.
– Este e o seu Molina e este... Como é seu nome mesmo?
– Arlei disse o mais moco.
– Arlei. Eles vieram me ajudar com a mudança.
– Bom dia – disse Luiza. – Já está tudo mais ou menos separado. Algumas caixas de papelão e sacolas de plástico, uma lâmpada articulada de mesa de desenho, a mesa de desenho desmontada, uma taça de metal. Tudo junto perto da porta.
– Eu resolvi levar a poltrona – disse Antônio.
– Tudo bem – disse Luiza.
– E isso aí, pessoal ? disse Antônio, abrindo os braços para mostrar o que seria levado. Isto, e aquela poltrona ali. [...]
– Álbum de fotografia. Vai também?
– Vai – disse Luiza. Tudo que esta nas sacolas vai embora. Arlei estava olhando o álbum. Mostrou para o seu Molina:
– Olha os dois na praia.
E fez um aceno de cabeça para Luiza, com as pontas da boca puxadas para baixo, querendo dizer “Sim senhora, hein?”, e que a Luiza de biquíni não era de se jogar fora. Mas o seu Molina estava sério, olhando para Luiza.
– Você não quer ficar com o álbum?
Luiza perdeu a paciência.
– Não quero ficar com nada disto, entende? O que está nas caixas e nos sacos, é para ir embora.
São dele. [...]
Disponível em: http://www.scribd.com/doc/10940016/ CronicasSelecionadas-Do-Jornal-Estadao-Luis-Fernando-Verissimo . Acesso em 05/02/2026.
TEXTO PARA A QUESTÃO
A Dança da Maçã
Antônio chegou na hora marcada. Ainda tinha a chave do apartamento, mas preferiu bater. Luiza abriu a porta. Os dois se cumprimentaram secamente.
– Oi.
– Oi.
Antônio fez um gesto indicando os dois homens que estavam com ele. Um senhor e um mais moço.
– Este e o seu Molina e este... Como é seu nome mesmo?
– Arlei disse o mais moco.
– Arlei. Eles vieram me ajudar com a mudança.
– Bom dia – disse Luiza. – Já está tudo mais ou menos separado. Algumas caixas de papelão e sacolas de plástico, uma lâmpada articulada de mesa de desenho, a mesa de desenho desmontada, uma taça de metal. Tudo junto perto da porta.
– Eu resolvi levar a poltrona – disse Antônio.
– Tudo bem – disse Luiza.
– E isso aí, pessoal ? disse Antônio, abrindo os braços para mostrar o que seria levado. Isto, e aquela poltrona ali. [...]
– Álbum de fotografia. Vai também?
– Vai – disse Luiza. Tudo que esta nas sacolas vai embora. Arlei estava olhando o álbum. Mostrou para o seu Molina:
– Olha os dois na praia.
E fez um aceno de cabeça para Luiza, com as pontas da boca puxadas para baixo, querendo dizer “Sim senhora, hein?”, e que a Luiza de biquíni não era de se jogar fora. Mas o seu Molina estava sério, olhando para Luiza.
– Você não quer ficar com o álbum?
Luiza perdeu a paciência.
– Não quero ficar com nada disto, entende? O que está nas caixas e nos sacos, é para ir embora.
São dele. [...]
Disponível em: http://www.scribd.com/doc/10940016/ CronicasSelecionadas-Do-Jornal-Estadao-Luis-Fernando-Verissimo . Acesso em 05/02/2026.
I. “Antônio chegou na hora marcada.”
II. “Ainda tendo a chave do apartamento, preferiu bater.”
III. “Tudo estando nas sacolas, vai embora.”
IV. “O que está nas caixas e nos sacos, é para ir embora.”
Assinale a alternativa CORRETA quanto à análise sintática das orações reduzidas presentes nos fragmentos.
TEXTO PARA A QUESTÃO
Seu trajo era um primor do gênero, pelo mimoso e delicado. Trazia o vestido de alvas escumilhas, com a saia toda rofada de largos folhos. Pequenos ramos de urze, com um só botão cor-de-rosa, apanhavam os fofos transparentes, que o menor sopro fazia arfar. O forro de seda do corpinho, ligeiramente decotado, apenas debuxava entre a fina gaza os contornos nascentes do gárceo colo; e dentre as nuvens de rendas das mangas só escapava a parte inferior do mais lindo braço. Era o toque severo do pudor corrigindo a túnica da vestal imolada à admiração ardente das turbas. Quando Emília sentava-se, abatendo com a mão afilada os rofos da Escócia, parecia-me um cisne colhendo as asas à margem do lago, e arrufando as níveas penas. Quando erguia-se e coleava o talhe flexível fazendo tremular as brancas roupagens, lembrava o gracioso mito da beleza, que surgiu mulher da espuma das ondas.
ALENCAR, José de. Diva. Rio de Janeiro: Edições de Ouro. [s.d.]. p. 48-49.
TEXTO PARA A QUESTÃO
Seu trajo era um primor do gênero, pelo mimoso e delicado. Trazia o vestido de alvas escumilhas, com a saia toda rofada de largos folhos. Pequenos ramos de urze, com um só botão cor-de-rosa, apanhavam os fofos transparentes, que o menor sopro fazia arfar. O forro de seda do corpinho, ligeiramente decotado, apenas debuxava entre a fina gaza os contornos nascentes do gárceo colo; e dentre as nuvens de rendas das mangas só escapava a parte inferior do mais lindo braço. Era o toque severo do pudor corrigindo a túnica da vestal imolada à admiração ardente das turbas. Quando Emília sentava-se, abatendo com a mão afilada os rofos da Escócia, parecia-me um cisne colhendo as asas à margem do lago, e arrufando as níveas penas. Quando erguia-se e coleava o talhe flexível fazendo tremular as brancas roupagens, lembrava o gracioso mito da beleza, que surgiu mulher da espuma das ondas.
ALENCAR, José de. Diva. Rio de Janeiro: Edições de Ouro. [s.d.]. p. 48-49.
I. “o mais lindo braço”
II. “admiração ardente das turbas”
III. “as turbas”
Com base na identificação das figuras de linguagem presentes em cada expressão e na estilística de José de Alencar, assinale a alternativa CORRETA.
TEXTO PARA A QUESTÃO
Seu trajo era um primor do gênero, pelo mimoso e delicado. Trazia o vestido de alvas escumilhas, com a saia toda rofada de largos folhos. Pequenos ramos de urze, com um só botão cor-de-rosa, apanhavam os fofos transparentes, que o menor sopro fazia arfar. O forro de seda do corpinho, ligeiramente decotado, apenas debuxava entre a fina gaza os contornos nascentes do gárceo colo; e dentre as nuvens de rendas das mangas só escapava a parte inferior do mais lindo braço. Era o toque severo do pudor corrigindo a túnica da vestal imolada à admiração ardente das turbas. Quando Emília sentava-se, abatendo com a mão afilada os rofos da Escócia, parecia-me um cisne colhendo as asas à margem do lago, e arrufando as níveas penas. Quando erguia-se e coleava o talhe flexível fazendo tremular as brancas roupagens, lembrava o gracioso mito da beleza, que surgiu mulher da espuma das ondas.
ALENCAR, José de. Diva. Rio de Janeiro: Edições de Ouro. [s.d.]. p. 48-49.
TEXTO PARA A QUESTÃO
Resumo
Dualidade e fragmentação no ensino médio e na educação profissional devem ser compreendidas não apenas na sua expressão atual, mas também nas suas raízes sociais – a estrutura secular da sociedade de classes e de implantação do capitalismo. Uma visão da totalidade social evidencia o sentido da disputa do consenso na sociedade e dos recursos públicos para a educação profissional reduzida ao mercado ou à travessia acidentada para a educação unitária, omnilateral, politécnica, de formação integrada entre o ensino médio e a educação profissional como política pública.
Palavras-chave: Ensino médio. Educação profissional. Dualidade. Fragmentação.
CIAVATTA, M.; RAMOS, M. Ensino Médio e Educação Profissional no Brasil: dualidade e fragmentação. Retratos da Escola, [S. l.], v. 5, n. 8, p. 27–41, 2012. DOI: 10.22420/rde. v5i8.45. Disponível em: https://retratosdaescola.emnuvens. com.br/rde/article/view/45. Acesso em: 3 fev. 2026.
TEXTO PARA A QUESTÃO
"O garrafeiro"
o garrafeiro era apenas um homem
que sobrava das ruas
também sujo de terra e esquecido
como as garrafas e cacos no quintal
suas mãos de cuidado
tangiam aranhas, lagartixas
e vez por outra
um escorpião afiado
depois arrumava as garrafas
lado a lado
âmbares, azuis, verdes, transparentes,
num arco-íris pobre
"essas são de vinho tinto"
dizia-me ele embriagado de vazios
e as de fundo côncavo serviam
para pescar piabas no Poti
o mundo é duro e frágil, eu aprendia
mas nele lições pequenas eternizam
piabas prateadas nas garrafas
como rútilos presos nos cristais
VILHENA, Graça. PEDRA DE CANTARIA. Teresina: Nova
Aliança e Entretextos, 2013.
( ) O vocábulo é formado por derivação sufixal, em que o sufixo -eiro é anexado ao radical nominal garraf-.
( ) A palavra exemplifica um processo de parassíntese, uma vez que exige a presença simultânea de um prefixo e um sufixo para ter sentido.
( ) O sufixo -eiro presente na palavra exerce a função semântica de indicar profissão, ocupação ou agente.
( ) Trata-se de um caso de composição por justaposição, pois une dois radicais com autonomia de significado na língua.
( ) Do ponto de vista morfológico, a palavra deriva de um substantivo (garrafa) para formar outro substantivo (garrafeiro).
A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
TEXTO PARA A QUESTÃO
"O garrafeiro"
o garrafeiro era apenas um homem
que sobrava das ruas
também sujo de terra e esquecido
como as garrafas e cacos no quintal
suas mãos de cuidado
tangiam aranhas, lagartixas
e vez por outra
um escorpião afiado
depois arrumava as garrafas
lado a lado
âmbares, azuis, verdes, transparentes,
num arco-íris pobre
"essas são de vinho tinto"
dizia-me ele embriagado de vazios
e as de fundo côncavo serviam
para pescar piabas no Poti
o mundo é duro e frágil, eu aprendia
mas nele lições pequenas eternizam
piabas prateadas nas garrafas
como rútilos presos nos cristais
VILHENA, Graça. PEDRA DE CANTARIA. Teresina: Nova
Aliança e Entretextos, 2013.
TEXTO PARA A QUESTÃO
"O garrafeiro"
o garrafeiro era apenas um homem
que sobrava das ruas
também sujo de terra e esquecido
como as garrafas e cacos no quintal
suas mãos de cuidado
tangiam aranhas, lagartixas
e vez por outra
um escorpião afiado
depois arrumava as garrafas
lado a lado
âmbares, azuis, verdes, transparentes,
num arco-íris pobre
"essas são de vinho tinto"
dizia-me ele embriagado de vazios
e as de fundo côncavo serviam
para pescar piabas no Poti
o mundo é duro e frágil, eu aprendia
mas nele lições pequenas eternizam
piabas prateadas nas garrafas
como rútilos presos nos cristais
VILHENA, Graça. PEDRA DE CANTARIA. Teresina: Nova
Aliança e Entretextos, 2013.
TEXTO PARA A QUESTÃO
"O garrafeiro"
o garrafeiro era apenas um homem
que sobrava das ruas
também sujo de terra e esquecido
como as garrafas e cacos no quintal
suas mãos de cuidado
tangiam aranhas, lagartixas
e vez por outra
um escorpião afiado
depois arrumava as garrafas
lado a lado
âmbares, azuis, verdes, transparentes,
num arco-íris pobre
"essas são de vinho tinto"
dizia-me ele embriagado de vazios
e as de fundo côncavo serviam
para pescar piabas no Poti
o mundo é duro e frágil, eu aprendia
mas nele lições pequenas eternizam
piabas prateadas nas garrafas
como rútilos presos nos cristais
VILHENA, Graça. PEDRA DE CANTARIA. Teresina: Nova
Aliança e Entretextos, 2013.
Analise as afirmativas abaixo sobre trabalhos sob ar comprimido em tubulões pneumáticos e túneis pressurizados, de acordo com o Anexo nº 6 da NR-15:
I. A duração do período de trabalho não poderá ser superior a 4 (quatro) horas nas atividades desenvolvidas em pressões de 2,6 a 3,4 kgf/cm².
II. A duração do período de trabalho para pressões situadas entre 1,1 e 2,5 kgf/cm² deve ser de no máximo 6 (seis) horas.
III. A pressão máxima que um trabalhador pode se expor é de 3,4 kgf/cm², exceto em casos de emergência ou tratamento em câmara de recompressão, sob supervisão direta do médico responsável.
IV. As atividades com pressão de trabalho de 1,0 kgf/ cm² requerem um período mínimo de observação médica obrigatória após a descompressão de 1 (uma) hora; nos demais casos este período deve ser de no mínimo 2 (duas) horas.
V. O trabalhador não poderá sofrer mais de dois ciclos de compressão/recompressão num período de 24 (vinte e quatro) horas.
Assinale a alternativa que aponta apenas as afi rmativas VERDADEIRAS:
Sobre os deveres e as responsabilidades dos trabalhadores no contexto da NR-12, analise as afi rmativas abaixo e em seguida escolha a alternativa que contém apenas as CORRETAS:
I. Cabe aos trabalhadores cumprir rigorosamente as orientações de segurança em todas as fases, como operação, alimentação, abastecimento, limpeza, manutenção, inspeção, transporte, desativação, desmonte e descarte fi nal.
II. O trabalhador tem plena autonomia de realizar alterações, ainda que parciais, nos dispositivos de segurança.
III. O trabalhador deve comunicar ao superior imediato caso identifi que que um dispositivo de segurança perdeu sua função ou foi removido.
IV. Para a ocupação do cargo, é de responsabilidade do operador a realização e comprovação de curso externo, sendo esta é condição sufi ciente para o exercício da função, desobrigando o empregador de realizar novos treinamentos internos.
V. A colaboração com o empregador na implementação das disposições da NR-12 constitui um dever legal do trabalhador.
Assinale a alternativa que apresenta apenas as afirmativas CORRETAS:
De acordo com a NR-10, para garantir a segurança e saúde do trabalhador, em todas as intervenções em instalações elétricas devem ser adotadas medidas de controle do risco elétrico e de outros riscos adicionais. Analise as afi rmações abaixo sobre Medidas de Proteção Coletiva e Individual e julgue-as como VERDADEIRAS (V) ou FALSAS (F):
( ) A desenergização elétrica é uma medida de proteção coletiva prioritária em relação ao emprego de tensão de segurança. ( ) As vestimentas de trabalho em instalações elétricas devem ser adequadas às atividades, contemplando obrigatoriamente requisitos de condutibilidade, infl amabilidade e infl uências eletromagnéticas.
( ) Em caso de o trabalho envolver alta tensão, os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) devem ser adotados como medida principal, independentemente da viabilidade das medidas coletivas.
( ) O isolamento das partes vivas, instalação de barreiras e sinalização são medidas que devem ser adotadas de maneira prioritária em relação à desenergização elétrica.
( ) O sistema de seccionamento automático de alimentação e o bloqueio do religamento automático são considerados medidas de proteção coletiva pela norma.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
Em uma inspeção de segurança em um centro de processamento de dados (CPD) que possui um sistema de Nobreaks de grande porte e geradores auxiliares a diesel, o técnico identifica a necessidade de instalar extintores portáteis. Considerando a NBR 12693 e a NR-23, analise as estratégias de combate:
I. O extintor de dióxido de carbono (CO2) é a escolha preferencial para o interior do CPD, pois, além de não ser condutor de eletricidade, é um agente limpo que não deixa resíduos que possam danifi car os componentes eletrônicos sensíveis.
II. Para a área dos geradores a diesel (classe B), o uso de extintores de água pressurizada é recomendado como medida de resfriamento do tanque, desde que o jato seja aplicado de forma direta para romper a tensão superfi cial do combustível.
III. O extintor de pó químico seco (PQS) do tipo ABC pode ser utilizado em ambas as áreas, porém sua utilização no interior do CPD é desencorajada devido à natureza abrasiva e corrosiva do pó, que pode inutilizar os servidores após o uso.
Está(ão) CORRETA(S) apenas:
Uma empresa, ao revisar seus documentos de segurança e saúde no trabalho, decidiu utilizar exclusivamente o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) para fundamentar o reconhecimento de tempo especial de seus empregados, deixando de manter o Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho (LTCAT) atualizado. Considerando a distinção entre obrigações trabalhistas e previdenciárias, analise as afi rmativas a seguir:
I. O LTCAT possui fi nalidade previdenciária e destina-se a comprovar exposição a agentes nocivos para fi ns de concessão de aposentadoria especial.
II. O PGR, previsto na Norma Regulamentadora nº 1, por contemplar inventário de riscos e avaliações ambientais, supre a exigência de elaboração de LTCAT para fi ns de comprovação de exposição a agentes nocivos perante a Previdência Social.
III. O Perfi l Profissiográfi co Previdenciário (PPP) deve ser emitido com base em informações extraídas de documentos técnicos ambientais, dentre os quais o LTCAT, quando houver exposição a agentes nocivos.
Assinale a alternativa CORRETA: