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Q3706203 Direito Penal

Julgue o item a seguir, considerando a Constituição Federal Brasileira, a Lei n.º 14.133/2021 (Licitações e Contratos Administrativos), a Lei n.º 8.429/1992, com redação dada pela Lei n.º 14.230/2021 (Improbidade Administrativa), e a Lei n.º 13.869/2019 (Abuso de Autoridade). 

Nos crimes da Lei n.º 13.869/2019, figura como sujeito ativo apenas quem ocupa cargo efetivo, excluídos agentes temporários, honoríficos ou sem remuneração. 
Alternativas
Q3706138 Português

Julgue o item subsecutivo, com base no Manual de Redação da Presidência da República, julgue os seguintes itens.

Quanto à correta posição das aspas em frase contendo citação, quando não fizerem parte da citação, o ponto-de-interrogação e o ponto-deexclamação deverão vir depois das aspas.
Alternativas
Q3706136 Português

Texto para o item.


Autobiografia sem fatos 



    A maioria dos homens vive com espontaneidade uma vida fictícia e alheia. “A maioria da gente é outra gente”, disse Oscar Wilde, e disse bem. Uns gastam a vida na busca de qualquer coisa que não querem; outros empregam-se na busca do que querem e lhes não serve; outros, ainda, se perdem.



    Mas a maioria é feliz e goza a vida sem isso valer. Em geral, o homem chora pouco, e, quando se queixa, é a sua literatura. O pessimismo tem pouca viabilidade como fórmula democrática. Os que choram o mal do mundo são isolados — e se choram, é pelo próprio mal. Um Leopardi, um Antero não têm amado ou amante? O universo é um mal. Um Vigny é mal ou pouco amado? O mundo é um cárcere. Um Chateaubriand sonha mais que o possível? A vida humana é tédio. Um Jó é coberto de bolhas? A terra está coberta de bolhas. Pisam os calos do triste? Ai dos pés dos sóis e das estrelas.



    Alheia a isto, e chorando só o preciso e no menos tempo que pode — quando lhe morre o filho que esquecerá pelos anos fora, salvo nos aniversários; quando perde dinheiro, e chora enquanto não arranja outro, ou se não adapta ao estado de perda —, a humanidade continua digerindo e amando. A vitalidade recupera e reanima. Os mortos ficam enterrados. As perdas ficam perdidas.



    Quando vejo um gato ao sol lembra-me sempre do homem ao sol.



Fernando Pessoa. Livro do Desassossego. São Paulo: Companhia de Bolso, 2023 (com adaptações).

No primeiro período do terceiro parágrafo, a substituição do termo “enquanto” por porquanto não prejudicaria a correção gramatical do texto. 
Alternativas
Q3706135 Português

Texto para o item.


Autobiografia sem fatos 



    A maioria dos homens vive com espontaneidade uma vida fictícia e alheia. “A maioria da gente é outra gente”, disse Oscar Wilde, e disse bem. Uns gastam a vida na busca de qualquer coisa que não querem; outros empregam-se na busca do que querem e lhes não serve; outros, ainda, se perdem.



    Mas a maioria é feliz e goza a vida sem isso valer. Em geral, o homem chora pouco, e, quando se queixa, é a sua literatura. O pessimismo tem pouca viabilidade como fórmula democrática. Os que choram o mal do mundo são isolados — e se choram, é pelo próprio mal. Um Leopardi, um Antero não têm amado ou amante? O universo é um mal. Um Vigny é mal ou pouco amado? O mundo é um cárcere. Um Chateaubriand sonha mais que o possível? A vida humana é tédio. Um Jó é coberto de bolhas? A terra está coberta de bolhas. Pisam os calos do triste? Ai dos pés dos sóis e das estrelas.



    Alheia a isto, e chorando só o preciso e no menos tempo que pode — quando lhe morre o filho que esquecerá pelos anos fora, salvo nos aniversários; quando perde dinheiro, e chora enquanto não arranja outro, ou se não adapta ao estado de perda —, a humanidade continua digerindo e amando. A vitalidade recupera e reanima. Os mortos ficam enterrados. As perdas ficam perdidas.



    Quando vejo um gato ao sol lembra-me sempre do homem ao sol.



Fernando Pessoa. Livro do Desassossego. São Paulo: Companhia de Bolso, 2023 (com adaptações).

Por ser composto de verbo e nome, o tipo de predicado apresentado nas orações “O universo é um mal.”, “O mundo é um cárcere.” e “A vida humana é tédio.” é verbo-nominal.  
Alternativas
Q3706134 Português

Texto para o item.


Autobiografia sem fatos 



    A maioria dos homens vive com espontaneidade uma vida fictícia e alheia. “A maioria da gente é outra gente”, disse Oscar Wilde, e disse bem. Uns gastam a vida na busca de qualquer coisa que não querem; outros empregam-se na busca do que querem e lhes não serve; outros, ainda, se perdem.



    Mas a maioria é feliz e goza a vida sem isso valer. Em geral, o homem chora pouco, e, quando se queixa, é a sua literatura. O pessimismo tem pouca viabilidade como fórmula democrática. Os que choram o mal do mundo são isolados — e se choram, é pelo próprio mal. Um Leopardi, um Antero não têm amado ou amante? O universo é um mal. Um Vigny é mal ou pouco amado? O mundo é um cárcere. Um Chateaubriand sonha mais que o possível? A vida humana é tédio. Um Jó é coberto de bolhas? A terra está coberta de bolhas. Pisam os calos do triste? Ai dos pés dos sóis e das estrelas.



    Alheia a isto, e chorando só o preciso e no menos tempo que pode — quando lhe morre o filho que esquecerá pelos anos fora, salvo nos aniversários; quando perde dinheiro, e chora enquanto não arranja outro, ou se não adapta ao estado de perda —, a humanidade continua digerindo e amando. A vitalidade recupera e reanima. Os mortos ficam enterrados. As perdas ficam perdidas.



    Quando vejo um gato ao sol lembra-me sempre do homem ao sol.



Fernando Pessoa. Livro do Desassossego. São Paulo: Companhia de Bolso, 2023 (com adaptações).

Sem prejuízo da correção gramatical, o último parágrafo do texto poderia ser reescrito da seguinte forma: Quando assisto um gato no sol, lembra-me sempre do homem no sol.
Alternativas
Q3706133 Português

Texto para o item.


Autobiografia sem fatos 



    A maioria dos homens vive com espontaneidade uma vida fictícia e alheia. “A maioria da gente é outra gente”, disse Oscar Wilde, e disse bem. Uns gastam a vida na busca de qualquer coisa que não querem; outros empregam-se na busca do que querem e lhes não serve; outros, ainda, se perdem.



    Mas a maioria é feliz e goza a vida sem isso valer. Em geral, o homem chora pouco, e, quando se queixa, é a sua literatura. O pessimismo tem pouca viabilidade como fórmula democrática. Os que choram o mal do mundo são isolados — e se choram, é pelo próprio mal. Um Leopardi, um Antero não têm amado ou amante? O universo é um mal. Um Vigny é mal ou pouco amado? O mundo é um cárcere. Um Chateaubriand sonha mais que o possível? A vida humana é tédio. Um Jó é coberto de bolhas? A terra está coberta de bolhas. Pisam os calos do triste? Ai dos pés dos sóis e das estrelas.



    Alheia a isto, e chorando só o preciso e no menos tempo que pode — quando lhe morre o filho que esquecerá pelos anos fora, salvo nos aniversários; quando perde dinheiro, e chora enquanto não arranja outro, ou se não adapta ao estado de perda —, a humanidade continua digerindo e amando. A vitalidade recupera e reanima. Os mortos ficam enterrados. As perdas ficam perdidas.



    Quando vejo um gato ao sol lembra-me sempre do homem ao sol.



Fernando Pessoa. Livro do Desassossego. São Paulo: Companhia de Bolso, 2023 (com adaptações).

A forma verbal “digerir”, no trecho “a humanidade continua digerindo e amando” (primeiro período do terceiro parágrafo), está empregada no sentido de suportar com resignação.
Alternativas
Q3706132 Português

Texto para o item.


Autobiografia sem fatos 



    A maioria dos homens vive com espontaneidade uma vida fictícia e alheia. “A maioria da gente é outra gente”, disse Oscar Wilde, e disse bem. Uns gastam a vida na busca de qualquer coisa que não querem; outros empregam-se na busca do que querem e lhes não serve; outros, ainda, se perdem.



    Mas a maioria é feliz e goza a vida sem isso valer. Em geral, o homem chora pouco, e, quando se queixa, é a sua literatura. O pessimismo tem pouca viabilidade como fórmula democrática. Os que choram o mal do mundo são isolados — e se choram, é pelo próprio mal. Um Leopardi, um Antero não têm amado ou amante? O universo é um mal. Um Vigny é mal ou pouco amado? O mundo é um cárcere. Um Chateaubriand sonha mais que o possível? A vida humana é tédio. Um Jó é coberto de bolhas? A terra está coberta de bolhas. Pisam os calos do triste? Ai dos pés dos sóis e das estrelas.



    Alheia a isto, e chorando só o preciso e no menos tempo que pode — quando lhe morre o filho que esquecerá pelos anos fora, salvo nos aniversários; quando perde dinheiro, e chora enquanto não arranja outro, ou se não adapta ao estado de perda —, a humanidade continua digerindo e amando. A vitalidade recupera e reanima. Os mortos ficam enterrados. As perdas ficam perdidas.



    Quando vejo um gato ao sol lembra-me sempre do homem ao sol.



Fernando Pessoa. Livro do Desassossego. São Paulo: Companhia de Bolso, 2023 (com adaptações).

O pronome “Os”, no trecho “Os que choram o mal do mundo são isolados — e se choram, é pelo próprio mal.” (quarto período do segundo parágrafo) retomam o termo “homens”, em “A maioria dos homens vive com espontaneidade uma vida fictícia e alheia.” (primeiro período do primeiro parágrafo).
Alternativas
Q3706130 Português

Texto para o item.


Autobiografia sem fatos 



    A maioria dos homens vive com espontaneidade uma vida fictícia e alheia. “A maioria da gente é outra gente”, disse Oscar Wilde, e disse bem. Uns gastam a vida na busca de qualquer coisa que não querem; outros empregam-se na busca do que querem e lhes não serve; outros, ainda, se perdem.



    Mas a maioria é feliz e goza a vida sem isso valer. Em geral, o homem chora pouco, e, quando se queixa, é a sua literatura. O pessimismo tem pouca viabilidade como fórmula democrática. Os que choram o mal do mundo são isolados — e se choram, é pelo próprio mal. Um Leopardi, um Antero não têm amado ou amante? O universo é um mal. Um Vigny é mal ou pouco amado? O mundo é um cárcere. Um Chateaubriand sonha mais que o possível? A vida humana é tédio. Um Jó é coberto de bolhas? A terra está coberta de bolhas. Pisam os calos do triste? Ai dos pés dos sóis e das estrelas.



    Alheia a isto, e chorando só o preciso e no menos tempo que pode — quando lhe morre o filho que esquecerá pelos anos fora, salvo nos aniversários; quando perde dinheiro, e chora enquanto não arranja outro, ou se não adapta ao estado de perda —, a humanidade continua digerindo e amando. A vitalidade recupera e reanima. Os mortos ficam enterrados. As perdas ficam perdidas.



    Quando vejo um gato ao sol lembra-me sempre do homem ao sol.



Fernando Pessoa. Livro do Desassossego. São Paulo: Companhia de Bolso, 2023 (com adaptações).

A correção gramatical do texto seria preservada caso fosse inserido o sinal indicativo de crase no vocábulo “a”, em “Alheia a isto, e chorando só o preciso e no menos tempo que pode” (primeiro período do terceiro parágrafo).
Alternativas
Q3706129 Português

Texto para o item.


Autobiografia sem fatos 



    A maioria dos homens vive com espontaneidade uma vida fictícia e alheia. “A maioria da gente é outra gente”, disse Oscar Wilde, e disse bem. Uns gastam a vida na busca de qualquer coisa que não querem; outros empregam-se na busca do que querem e lhes não serve; outros, ainda, se perdem.



    Mas a maioria é feliz e goza a vida sem isso valer. Em geral, o homem chora pouco, e, quando se queixa, é a sua literatura. O pessimismo tem pouca viabilidade como fórmula democrática. Os que choram o mal do mundo são isolados — e se choram, é pelo próprio mal. Um Leopardi, um Antero não têm amado ou amante? O universo é um mal. Um Vigny é mal ou pouco amado? O mundo é um cárcere. Um Chateaubriand sonha mais que o possível? A vida humana é tédio. Um Jó é coberto de bolhas? A terra está coberta de bolhas. Pisam os calos do triste? Ai dos pés dos sóis e das estrelas.



    Alheia a isto, e chorando só o preciso e no menos tempo que pode — quando lhe morre o filho que esquecerá pelos anos fora, salvo nos aniversários; quando perde dinheiro, e chora enquanto não arranja outro, ou se não adapta ao estado de perda —, a humanidade continua digerindo e amando. A vitalidade recupera e reanima. Os mortos ficam enterrados. As perdas ficam perdidas.



    Quando vejo um gato ao sol lembra-me sempre do homem ao sol.



Fernando Pessoa. Livro do Desassossego. São Paulo: Companhia de Bolso, 2023 (com adaptações).

Com base em suas características, o texto é majoritariamente injuntivo, já que o autor se utiliza de situações cotidianas para discutir com o leitor seu ponto de vista acerca da humanidade. 
Alternativas
Q3706127 Português

Texto para o item.


Autobiografia sem fatos 



    A maioria dos homens vive com espontaneidade uma vida fictícia e alheia. “A maioria da gente é outra gente”, disse Oscar Wilde, e disse bem. Uns gastam a vida na busca de qualquer coisa que não querem; outros empregam-se na busca do que querem e lhes não serve; outros, ainda, se perdem.



    Mas a maioria é feliz e goza a vida sem isso valer. Em geral, o homem chora pouco, e, quando se queixa, é a sua literatura. O pessimismo tem pouca viabilidade como fórmula democrática. Os que choram o mal do mundo são isolados — e se choram, é pelo próprio mal. Um Leopardi, um Antero não têm amado ou amante? O universo é um mal. Um Vigny é mal ou pouco amado? O mundo é um cárcere. Um Chateaubriand sonha mais que o possível? A vida humana é tédio. Um Jó é coberto de bolhas? A terra está coberta de bolhas. Pisam os calos do triste? Ai dos pés dos sóis e das estrelas.



    Alheia a isto, e chorando só o preciso e no menos tempo que pode — quando lhe morre o filho que esquecerá pelos anos fora, salvo nos aniversários; quando perde dinheiro, e chora enquanto não arranja outro, ou se não adapta ao estado de perda —, a humanidade continua digerindo e amando. A vitalidade recupera e reanima. Os mortos ficam enterrados. As perdas ficam perdidas.



    Quando vejo um gato ao sol lembra-me sempre do homem ao sol.



Fernando Pessoa. Livro do Desassossego. São Paulo: Companhia de Bolso, 2023 (com adaptações).

O texto sugere que as pessoas apresentam um vazio existencial, mas procuram maneiras de preenchê-lo, sem nem mesmo saber o que realmente lhes falta.
Alternativas
Q3706126 Português

Texto para o item.


Autobiografia sem fatos 



    A maioria dos homens vive com espontaneidade uma vida fictícia e alheia. “A maioria da gente é outra gente”, disse Oscar Wilde, e disse bem. Uns gastam a vida na busca de qualquer coisa que não querem; outros empregam-se na busca do que querem e lhes não serve; outros, ainda, se perdem.



    Mas a maioria é feliz e goza a vida sem isso valer. Em geral, o homem chora pouco, e, quando se queixa, é a sua literatura. O pessimismo tem pouca viabilidade como fórmula democrática. Os que choram o mal do mundo são isolados — e se choram, é pelo próprio mal. Um Leopardi, um Antero não têm amado ou amante? O universo é um mal. Um Vigny é mal ou pouco amado? O mundo é um cárcere. Um Chateaubriand sonha mais que o possível? A vida humana é tédio. Um Jó é coberto de bolhas? A terra está coberta de bolhas. Pisam os calos do triste? Ai dos pés dos sóis e das estrelas.



    Alheia a isto, e chorando só o preciso e no menos tempo que pode — quando lhe morre o filho que esquecerá pelos anos fora, salvo nos aniversários; quando perde dinheiro, e chora enquanto não arranja outro, ou se não adapta ao estado de perda —, a humanidade continua digerindo e amando. A vitalidade recupera e reanima. Os mortos ficam enterrados. As perdas ficam perdidas.



    Quando vejo um gato ao sol lembra-me sempre do homem ao sol.



Fernando Pessoa. Livro do Desassossego. São Paulo: Companhia de Bolso, 2023 (com adaptações).

A respeito do texto precedente, de suas ideias e de seus aspectos linguísticos, julgue os itens subsequentes.

Depreende-se do texto que, embora sofra com suas próprias mazelas, o ser humano tem a capacidade de ser resiliente. 
Alternativas
Q3705686 Fisioterapia
O sistema nervoso autônomo regula funções vitais. Acerca das ações dos ramos simpático e parassimpático no sistema cardiovascular, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__) A estimulação simpática (liberação de noradrenalina) nos receptores beta-1 do coração aumenta a frequência cardíaca (cronotropismo positivo) e a força de contração (inotropismo positivo).
(__) A estimulação parassimpática (nervo vago, liberação de acetilcolina) no coração diminui a frequência cardíaca (cronotropismo negativo).
(__) Nas arteríolas da musculatura esquelética, a estimulação simpática de receptores alfa-1 causa vasoconstrição, enquanto a estimulação de receptores beta-2 causa vasodilatação.
(__) Em repouso, o tônus parassimpático (vagal) sobre o nó sinoatrial é mínimo, predominando a atividade simpática basal.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q3705684 Fisioterapia
De acordo com o Código de Ética (Resolução COFFITO nº 424/2013), é vedado ao fisioterapeuta utilizar quais dos seguintes recursos em sua publicidade profissional?
Alternativas
Q3705681 Fisioterapia
A crioterapia é um recurso terapêutico que utiliza o frio para fins terapêuticos. Qual é o efeito fisiológico primário buscado com a aplicação de gelo em uma lesão musculoesquelética aguda, como uma entorse de tornozelo nas primeiras 24 horas?
Alternativas
Q3705677 Fisioterapia
A Fisioterapia Respiratória utiliza técnicas de higiene brônquica para pacientes hipersecretores. Analise as seguintes técnicas e seus mecanismos de ação:

I. A Drenagem Postural utiliza a ação da gravidade para deslocar as secreções das vias aéreas periféricas (segmentares) para as vias aéreas centrais (brônquios fonte), de onde podem ser expectoradas.
II. A Tapotagem (percussão torácica) aplica ondas de energia mecânica através da parede torácica para fluidificar e deslocar as secreções aderidas à parede brônquica.
III. A Técnica de Expiração Forçada (Huffing) consiste em uma expiração forçada com a glote aberta, o que estabiliza as vias aéreas e promove um fluxo expiratório que "varre" a secreção das vias centrais para a traqueia.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3699560 Fisioterapia
Paciente admitido na UTI com quadro de insuficiência respiratória aguda tipo I, necessitando de ventilação mecânica invasiva prolongada. Após a estabilização do quadro, o fisioterapeuta inicia o processo de desmame da ventilação mecânica.

Diante do exposto, quais são as estratégias ventilatórias e de fisioterapia mais adequadas para o manejo desse paciente durante o processo de desmame da ventilação mecânica? 
Alternativas
Q3699276 Enfermagem
De acordo com o calendário de Vacinação 2024, disponível em https://www.gov.br/saude/pt-br/vacinacao/calendario/calendario/, as vacinas recomendadas para a criança, exatamente aos dois meses de idade são, EXCETO: 
Alternativas
Q3699275 Saúde Pública
A PNVS (Política Nacional de Vigilância em Saúde) orienta as ações de vigilância em saúde no Brasil, ajudando a planejar e coordenar atividades que monitoram a saúde da população, identificam riscos e buscam evitar o surgimento de doenças e outros agravos de saúde.

Sobre a PNVS e seus desdobramentos, assinale a afirmativa FALSA: 
Alternativas
Q3699274 Saúde Pública
Eixos operacionais são estratégias para concretizar ações de promoção da saúde, respeitando os valores, os princípios, os objetivos e as diretrizes da PNPS (Política nacional de Promoção da Saúde).

São Eixos operacionais da PNPS, EXCETO: 
Alternativas
Q3699273 Saúde Pública
A redução do consumo de tabaco no Brasil é consequência dos avanços das políticas públicas de saúde voltadas para o controle do tabagismo. Em novembro de 2005, o Brasil tornou-se Estado Parte da Convenção Quadro da OMS para Controle do Tabaco (CQCT), primeiro tratado internacional de Saúde Pública, que coloca, diante dos países que o ratificaram, o desafio de implementar medidas intersetoriais relacionadas à redução da demanda e da oferta dos produtos de tabaco.

Considerando os aspectos da Política Estadual (MG) da Atenção Primária, Promoção da Saúde e Equidade, no que se referem ao contexto do enfrentamento do tabagismo, assinale a afirmativa FALSA:
Alternativas
Respostas
3941: E
3942: C
3943: E
3944: E
3945: E
3946: C
3947: C
3948: E
3949: E
3950: C
3951: C
3952: D
3953: B
3954: D
3955: C
3956: D
3957: B
3958: A
3959: B
3960: D