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Q813531 Português

Para responder à questão, considere a situação a seguir.

Um professor do IFRN, do Curso de Petróleo e Gás, realizou uma visita técnica, com seus alunos do Ensino Médio, na base da PETROBRAS, na cidade de Guamaré – RN, como uma das avaliações do semestre. Um dos alunos, por não haver participado da visita, devido a problemas de saúde, dirigiu-se à Secretaria Acadêmica, a fim de buscar providências para solucionar o problema. Para tanto, o aluno deve apresentar um documento adequado para o caso.

O documento a ser produzido deve ter, essencialmente, a finalidade de

Alternativas
Q813530 Português

                                 GENERALISTA OU PROFISSIONALIZANTE?

                                                                                                                     Nilson José Machado

Na União Europeia, 80% dos alunos na faixa dos 18 aos 24 anos completam o Ensino Médio; nos Estados Unidos, quase 90% o fazem. No Brasil, são cerca de 37% dos jovens nessa faixa etária, segundo dados de 2010. A necessidade de ampliar o número de alunos em tal nível de ensino não pode elidir, no entanto, algumas questões cruciais. Uma delas é a necessidade de equilíbrio entre uma formação dita generalista e uma aproximação do mundo do trabalho. Entre o excesso de academicismo e o estreitamento demasiado dos conteúdos educacionais, restringindo-os a dimensões prático-utilitárias, é possível buscar um equilíbrio de modo a não confinar os alunos a horizontes limitados.

Naturalmente, uma formação pessoal densa é uma pressuposição tácita tanto da intenção de prosseguimento de estudos quanto de uma inserção qualificada no mundo do trabalho. Em uma sociedade em que o conhecimento se transformou no principal fator de produção, não se pode pretender formar profissionais com conhecimentos e horizontes limitados. Não faz sentido, portanto, contrapor o conhecimento escolar generalista à formação profissional em nível médio.

A legislação educacional parece em sintonia com tal percepção. Ao situar o Ensino Médio como etapa final da Educação Básica, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) posicionou-se diante da aparente dicotomia, definindo os objetivos gerais de tal nível de ensino. A meta precípua da escola básica não é uma preparação técnica para o desempenho de funções instrumentais específicas, mas sim uma formação ampla, o que significa desenvolver nos alunos um elenco de competências gerais. Segundo o documento norteador do Enem, depreende-se que, ao final da escola básica, os alunos devem demonstrar capacidade de expressão em diferentes linguagens, compreensão de fenômenos de natureza diversa, argumentação analítica e elaboração de sínteses que conduzam à tomada de decisões.

A associação imediata do Ensino Médio à formação profissional exige uma atenção especial sobre o mundo do trabalho. No passado, uma formação profissional já significou uma preparação instrumental, visando uma inserção mais rápida no mercado de trabalho. Atualmente, o significado do trabalho transformou-se. Existe uma consciência mais clara de que as aspirações de um profissional vão muito além da realização de mera tarefa técnica em área de atuação bem definida: é fundamental o reconhecimento do significado do que se faz. Categorias de profissionais têm códigos de ética, bem como instituições representativas que regulam o exercício de suas atividades, mediando os eventuais conflitos entre o mercado e o Estado, relativamente a tal exercício.

Para não configurar uma limitação ou um desvio no cumprimento dos preceitos legais, que estabelecem o Ensino Médio como etapa final da Educação Básica, é essencial que esse sentido amplo de profissionalismo e de formação profissional esteja presente nas políticas públicas relativas ao Ensino Médio regular, especialmente aquelas que buscam uma articulação com o ensino profissionalizante.

                                       Disponível em: <www.cartanaescola.com.br> . Acesso em 08 mai. 2014.

Assinale a opção em que o acento grave indicativo de crase está usado devidamente.
Alternativas
Q813528 Português

                                 GENERALISTA OU PROFISSIONALIZANTE?

                                                                                                                     Nilson José Machado

Na União Europeia, 80% dos alunos na faixa dos 18 aos 24 anos completam o Ensino Médio; nos Estados Unidos, quase 90% o fazem. No Brasil, são cerca de 37% dos jovens nessa faixa etária, segundo dados de 2010. A necessidade de ampliar o número de alunos em tal nível de ensino não pode elidir, no entanto, algumas questões cruciais. Uma delas é a necessidade de equilíbrio entre uma formação dita generalista e uma aproximação do mundo do trabalho. Entre o excesso de academicismo e o estreitamento demasiado dos conteúdos educacionais, restringindo-os a dimensões prático-utilitárias, é possível buscar um equilíbrio de modo a não confinar os alunos a horizontes limitados.

Naturalmente, uma formação pessoal densa é uma pressuposição tácita tanto da intenção de prosseguimento de estudos quanto de uma inserção qualificada no mundo do trabalho. Em uma sociedade em que o conhecimento se transformou no principal fator de produção, não se pode pretender formar profissionais com conhecimentos e horizontes limitados. Não faz sentido, portanto, contrapor o conhecimento escolar generalista à formação profissional em nível médio.

A legislação educacional parece em sintonia com tal percepção. Ao situar o Ensino Médio como etapa final da Educação Básica, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) posicionou-se diante da aparente dicotomia, definindo os objetivos gerais de tal nível de ensino. A meta precípua da escola básica não é uma preparação técnica para o desempenho de funções instrumentais específicas, mas sim uma formação ampla, o que significa desenvolver nos alunos um elenco de competências gerais. Segundo o documento norteador do Enem, depreende-se que, ao final da escola básica, os alunos devem demonstrar capacidade de expressão em diferentes linguagens, compreensão de fenômenos de natureza diversa, argumentação analítica e elaboração de sínteses que conduzam à tomada de decisões.

A associação imediata do Ensino Médio à formação profissional exige uma atenção especial sobre o mundo do trabalho. No passado, uma formação profissional já significou uma preparação instrumental, visando uma inserção mais rápida no mercado de trabalho. Atualmente, o significado do trabalho transformou-se. Existe uma consciência mais clara de que as aspirações de um profissional vão muito além da realização de mera tarefa técnica em área de atuação bem definida: é fundamental o reconhecimento do significado do que se faz. Categorias de profissionais têm códigos de ética, bem como instituições representativas que regulam o exercício de suas atividades, mediando os eventuais conflitos entre o mercado e o Estado, relativamente a tal exercício.

Para não configurar uma limitação ou um desvio no cumprimento dos preceitos legais, que estabelecem o Ensino Médio como etapa final da Educação Básica, é essencial que esse sentido amplo de profissionalismo e de formação profissional esteja presente nas políticas públicas relativas ao Ensino Médio regular, especialmente aquelas que buscam uma articulação com o ensino profissionalizante.

                                       Disponível em: <www.cartanaescola.com.br> . Acesso em 08 mai. 2014.

Considere o trecho selecionado a seguir.

Na União Europeia, 80% dos alunos na faixa dos 18 aos 24 anos completam o Ensino Médio; nos Estados Unidos, quase 90% o fazem (1). No Brasil, são cerca de 37% dos jovens nessa faixa etária (2), segundo dados de 2010. A necessidade de ampliar o número de alunos em tal nível de ensino (3) não pode elidir, no entanto (4), algumas questões cruciais. Uma delas (5) é a necessidade de equilíbrio entre uma formação dita generalista e uma aproximação do mundo do trabalho.

Em relação aos elementos coesivos em destaque, é correto afirmar:

Alternativas
Q813527 Português

                                 GENERALISTA OU PROFISSIONALIZANTE?

                                                                                                                     Nilson José Machado

Na União Europeia, 80% dos alunos na faixa dos 18 aos 24 anos completam o Ensino Médio; nos Estados Unidos, quase 90% o fazem. No Brasil, são cerca de 37% dos jovens nessa faixa etária, segundo dados de 2010. A necessidade de ampliar o número de alunos em tal nível de ensino não pode elidir, no entanto, algumas questões cruciais. Uma delas é a necessidade de equilíbrio entre uma formação dita generalista e uma aproximação do mundo do trabalho. Entre o excesso de academicismo e o estreitamento demasiado dos conteúdos educacionais, restringindo-os a dimensões prático-utilitárias, é possível buscar um equilíbrio de modo a não confinar os alunos a horizontes limitados.

Naturalmente, uma formação pessoal densa é uma pressuposição tácita tanto da intenção de prosseguimento de estudos quanto de uma inserção qualificada no mundo do trabalho. Em uma sociedade em que o conhecimento se transformou no principal fator de produção, não se pode pretender formar profissionais com conhecimentos e horizontes limitados. Não faz sentido, portanto, contrapor o conhecimento escolar generalista à formação profissional em nível médio.

A legislação educacional parece em sintonia com tal percepção. Ao situar o Ensino Médio como etapa final da Educação Básica, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) posicionou-se diante da aparente dicotomia, definindo os objetivos gerais de tal nível de ensino. A meta precípua da escola básica não é uma preparação técnica para o desempenho de funções instrumentais específicas, mas sim uma formação ampla, o que significa desenvolver nos alunos um elenco de competências gerais. Segundo o documento norteador do Enem, depreende-se que, ao final da escola básica, os alunos devem demonstrar capacidade de expressão em diferentes linguagens, compreensão de fenômenos de natureza diversa, argumentação analítica e elaboração de sínteses que conduzam à tomada de decisões.

A associação imediata do Ensino Médio à formação profissional exige uma atenção especial sobre o mundo do trabalho. No passado, uma formação profissional já significou uma preparação instrumental, visando uma inserção mais rápida no mercado de trabalho. Atualmente, o significado do trabalho transformou-se. Existe uma consciência mais clara de que as aspirações de um profissional vão muito além da realização de mera tarefa técnica em área de atuação bem definida: é fundamental o reconhecimento do significado do que se faz. Categorias de profissionais têm códigos de ética, bem como instituições representativas que regulam o exercício de suas atividades, mediando os eventuais conflitos entre o mercado e o Estado, relativamente a tal exercício.

Para não configurar uma limitação ou um desvio no cumprimento dos preceitos legais, que estabelecem o Ensino Médio como etapa final da Educação Básica, é essencial que esse sentido amplo de profissionalismo e de formação profissional esteja presente nas políticas públicas relativas ao Ensino Médio regular, especialmente aquelas que buscam uma articulação com o ensino profissionalizante.

                                       Disponível em: <www.cartanaescola.com.br> . Acesso em 08 mai. 2014.

Considere o trecho selecionado a seguir.

Para (1) não configurar uma limitação ou um desvio no cumprimento dos preceitos legais, que (2) estabelecem o Ensino Médio como etapa final da Educação Básica, é essencial que (3) esse sentido amplo de profissionalismo e de formação profissional esteja presente nas políticas públicas relativas ao Ensino Médio regular, especialmente aquelas que (4) buscam uma articulação com o ensino profissionalizante.

Em relação aos elementos coesivos em destaque, é correto afirmar:

Alternativas
Q813526 Português

                                 GENERALISTA OU PROFISSIONALIZANTE?

                                                                                                                     Nilson José Machado

Na União Europeia, 80% dos alunos na faixa dos 18 aos 24 anos completam o Ensino Médio; nos Estados Unidos, quase 90% o fazem. No Brasil, são cerca de 37% dos jovens nessa faixa etária, segundo dados de 2010. A necessidade de ampliar o número de alunos em tal nível de ensino não pode elidir, no entanto, algumas questões cruciais. Uma delas é a necessidade de equilíbrio entre uma formação dita generalista e uma aproximação do mundo do trabalho. Entre o excesso de academicismo e o estreitamento demasiado dos conteúdos educacionais, restringindo-os a dimensões prático-utilitárias, é possível buscar um equilíbrio de modo a não confinar os alunos a horizontes limitados.

Naturalmente, uma formação pessoal densa é uma pressuposição tácita tanto da intenção de prosseguimento de estudos quanto de uma inserção qualificada no mundo do trabalho. Em uma sociedade em que o conhecimento se transformou no principal fator de produção, não se pode pretender formar profissionais com conhecimentos e horizontes limitados. Não faz sentido, portanto, contrapor o conhecimento escolar generalista à formação profissional em nível médio.

A legislação educacional parece em sintonia com tal percepção. Ao situar o Ensino Médio como etapa final da Educação Básica, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) posicionou-se diante da aparente dicotomia, definindo os objetivos gerais de tal nível de ensino. A meta precípua da escola básica não é uma preparação técnica para o desempenho de funções instrumentais específicas, mas sim uma formação ampla, o que significa desenvolver nos alunos um elenco de competências gerais. Segundo o documento norteador do Enem, depreende-se que, ao final da escola básica, os alunos devem demonstrar capacidade de expressão em diferentes linguagens, compreensão de fenômenos de natureza diversa, argumentação analítica e elaboração de sínteses que conduzam à tomada de decisões.

A associação imediata do Ensino Médio à formação profissional exige uma atenção especial sobre o mundo do trabalho. No passado, uma formação profissional já significou uma preparação instrumental, visando uma inserção mais rápida no mercado de trabalho. Atualmente, o significado do trabalho transformou-se. Existe uma consciência mais clara de que as aspirações de um profissional vão muito além da realização de mera tarefa técnica em área de atuação bem definida: é fundamental o reconhecimento do significado do que se faz. Categorias de profissionais têm códigos de ética, bem como instituições representativas que regulam o exercício de suas atividades, mediando os eventuais conflitos entre o mercado e o Estado, relativamente a tal exercício.

Para não configurar uma limitação ou um desvio no cumprimento dos preceitos legais, que estabelecem o Ensino Médio como etapa final da Educação Básica, é essencial que esse sentido amplo de profissionalismo e de formação profissional esteja presente nas políticas públicas relativas ao Ensino Médio regular, especialmente aquelas que buscam uma articulação com o ensino profissionalizante.

                                       Disponível em: <www.cartanaescola.com.br> . Acesso em 08 mai. 2014.

Considere o trecho a seguir.

Naturalmente, uma formação pessoal densa é uma pressuposição tácita tanto da intenção de prosseguimento de estudos quanto de uma inserção qualificada no mundo do trabalho.

Sobre o elemento linguístico destacado, é correto afirmar:

Alternativas
Q813525 Português

                                 GENERALISTA OU PROFISSIONALIZANTE?

                                                                                                                     Nilson José Machado

Na União Europeia, 80% dos alunos na faixa dos 18 aos 24 anos completam o Ensino Médio; nos Estados Unidos, quase 90% o fazem. No Brasil, são cerca de 37% dos jovens nessa faixa etária, segundo dados de 2010. A necessidade de ampliar o número de alunos em tal nível de ensino não pode elidir, no entanto, algumas questões cruciais. Uma delas é a necessidade de equilíbrio entre uma formação dita generalista e uma aproximação do mundo do trabalho. Entre o excesso de academicismo e o estreitamento demasiado dos conteúdos educacionais, restringindo-os a dimensões prático-utilitárias, é possível buscar um equilíbrio de modo a não confinar os alunos a horizontes limitados.

Naturalmente, uma formação pessoal densa é uma pressuposição tácita tanto da intenção de prosseguimento de estudos quanto de uma inserção qualificada no mundo do trabalho. Em uma sociedade em que o conhecimento se transformou no principal fator de produção, não se pode pretender formar profissionais com conhecimentos e horizontes limitados. Não faz sentido, portanto, contrapor o conhecimento escolar generalista à formação profissional em nível médio.

A legislação educacional parece em sintonia com tal percepção. Ao situar o Ensino Médio como etapa final da Educação Básica, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) posicionou-se diante da aparente dicotomia, definindo os objetivos gerais de tal nível de ensino. A meta precípua da escola básica não é uma preparação técnica para o desempenho de funções instrumentais específicas, mas sim uma formação ampla, o que significa desenvolver nos alunos um elenco de competências gerais. Segundo o documento norteador do Enem, depreende-se que, ao final da escola básica, os alunos devem demonstrar capacidade de expressão em diferentes linguagens, compreensão de fenômenos de natureza diversa, argumentação analítica e elaboração de sínteses que conduzam à tomada de decisões.

A associação imediata do Ensino Médio à formação profissional exige uma atenção especial sobre o mundo do trabalho. No passado, uma formação profissional já significou uma preparação instrumental, visando uma inserção mais rápida no mercado de trabalho. Atualmente, o significado do trabalho transformou-se. Existe uma consciência mais clara de que as aspirações de um profissional vão muito além da realização de mera tarefa técnica em área de atuação bem definida: é fundamental o reconhecimento do significado do que se faz. Categorias de profissionais têm códigos de ética, bem como instituições representativas que regulam o exercício de suas atividades, mediando os eventuais conflitos entre o mercado e o Estado, relativamente a tal exercício.

Para não configurar uma limitação ou um desvio no cumprimento dos preceitos legais, que estabelecem o Ensino Médio como etapa final da Educação Básica, é essencial que esse sentido amplo de profissionalismo e de formação profissional esteja presente nas políticas públicas relativas ao Ensino Médio regular, especialmente aquelas que buscam uma articulação com o ensino profissionalizante.

                                       Disponível em: <www.cartanaescola.com.br> . Acesso em 08 mai. 2014.

No que se refere à compreensão dos parágrafos terceiro e quinto, é correto afirmar:
Alternativas
Q813524 Português

                                 GENERALISTA OU PROFISSIONALIZANTE?

                                                                                                                     Nilson José Machado

Na União Europeia, 80% dos alunos na faixa dos 18 aos 24 anos completam o Ensino Médio; nos Estados Unidos, quase 90% o fazem. No Brasil, são cerca de 37% dos jovens nessa faixa etária, segundo dados de 2010. A necessidade de ampliar o número de alunos em tal nível de ensino não pode elidir, no entanto, algumas questões cruciais. Uma delas é a necessidade de equilíbrio entre uma formação dita generalista e uma aproximação do mundo do trabalho. Entre o excesso de academicismo e o estreitamento demasiado dos conteúdos educacionais, restringindo-os a dimensões prático-utilitárias, é possível buscar um equilíbrio de modo a não confinar os alunos a horizontes limitados.

Naturalmente, uma formação pessoal densa é uma pressuposição tácita tanto da intenção de prosseguimento de estudos quanto de uma inserção qualificada no mundo do trabalho. Em uma sociedade em que o conhecimento se transformou no principal fator de produção, não se pode pretender formar profissionais com conhecimentos e horizontes limitados. Não faz sentido, portanto, contrapor o conhecimento escolar generalista à formação profissional em nível médio.

A legislação educacional parece em sintonia com tal percepção. Ao situar o Ensino Médio como etapa final da Educação Básica, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) posicionou-se diante da aparente dicotomia, definindo os objetivos gerais de tal nível de ensino. A meta precípua da escola básica não é uma preparação técnica para o desempenho de funções instrumentais específicas, mas sim uma formação ampla, o que significa desenvolver nos alunos um elenco de competências gerais. Segundo o documento norteador do Enem, depreende-se que, ao final da escola básica, os alunos devem demonstrar capacidade de expressão em diferentes linguagens, compreensão de fenômenos de natureza diversa, argumentação analítica e elaboração de sínteses que conduzam à tomada de decisões.

A associação imediata do Ensino Médio à formação profissional exige uma atenção especial sobre o mundo do trabalho. No passado, uma formação profissional já significou uma preparação instrumental, visando uma inserção mais rápida no mercado de trabalho. Atualmente, o significado do trabalho transformou-se. Existe uma consciência mais clara de que as aspirações de um profissional vão muito além da realização de mera tarefa técnica em área de atuação bem definida: é fundamental o reconhecimento do significado do que se faz. Categorias de profissionais têm códigos de ética, bem como instituições representativas que regulam o exercício de suas atividades, mediando os eventuais conflitos entre o mercado e o Estado, relativamente a tal exercício.

Para não configurar uma limitação ou um desvio no cumprimento dos preceitos legais, que estabelecem o Ensino Médio como etapa final da Educação Básica, é essencial que esse sentido amplo de profissionalismo e de formação profissional esteja presente nas políticas públicas relativas ao Ensino Médio regular, especialmente aquelas que buscam uma articulação com o ensino profissionalizante.

                                       Disponível em: <www.cartanaescola.com.br> . Acesso em 08 mai. 2014.

É correto afirmar que, no texto, o tema foi abordado
Alternativas
Q813523 Português

                                 GENERALISTA OU PROFISSIONALIZANTE?

                                                                                                                     Nilson José Machado

Na União Europeia, 80% dos alunos na faixa dos 18 aos 24 anos completam o Ensino Médio; nos Estados Unidos, quase 90% o fazem. No Brasil, são cerca de 37% dos jovens nessa faixa etária, segundo dados de 2010. A necessidade de ampliar o número de alunos em tal nível de ensino não pode elidir, no entanto, algumas questões cruciais. Uma delas é a necessidade de equilíbrio entre uma formação dita generalista e uma aproximação do mundo do trabalho. Entre o excesso de academicismo e o estreitamento demasiado dos conteúdos educacionais, restringindo-os a dimensões prático-utilitárias, é possível buscar um equilíbrio de modo a não confinar os alunos a horizontes limitados.

Naturalmente, uma formação pessoal densa é uma pressuposição tácita tanto da intenção de prosseguimento de estudos quanto de uma inserção qualificada no mundo do trabalho. Em uma sociedade em que o conhecimento se transformou no principal fator de produção, não se pode pretender formar profissionais com conhecimentos e horizontes limitados. Não faz sentido, portanto, contrapor o conhecimento escolar generalista à formação profissional em nível médio.

A legislação educacional parece em sintonia com tal percepção. Ao situar o Ensino Médio como etapa final da Educação Básica, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) posicionou-se diante da aparente dicotomia, definindo os objetivos gerais de tal nível de ensino. A meta precípua da escola básica não é uma preparação técnica para o desempenho de funções instrumentais específicas, mas sim uma formação ampla, o que significa desenvolver nos alunos um elenco de competências gerais. Segundo o documento norteador do Enem, depreende-se que, ao final da escola básica, os alunos devem demonstrar capacidade de expressão em diferentes linguagens, compreensão de fenômenos de natureza diversa, argumentação analítica e elaboração de sínteses que conduzam à tomada de decisões.

A associação imediata do Ensino Médio à formação profissional exige uma atenção especial sobre o mundo do trabalho. No passado, uma formação profissional já significou uma preparação instrumental, visando uma inserção mais rápida no mercado de trabalho. Atualmente, o significado do trabalho transformou-se. Existe uma consciência mais clara de que as aspirações de um profissional vão muito além da realização de mera tarefa técnica em área de atuação bem definida: é fundamental o reconhecimento do significado do que se faz. Categorias de profissionais têm códigos de ética, bem como instituições representativas que regulam o exercício de suas atividades, mediando os eventuais conflitos entre o mercado e o Estado, relativamente a tal exercício.

Para não configurar uma limitação ou um desvio no cumprimento dos preceitos legais, que estabelecem o Ensino Médio como etapa final da Educação Básica, é essencial que esse sentido amplo de profissionalismo e de formação profissional esteja presente nas políticas públicas relativas ao Ensino Médio regular, especialmente aquelas que buscam uma articulação com o ensino profissionalizante.

                                       Disponível em: <www.cartanaescola.com.br> . Acesso em 08 mai. 2014.

Na discussão articulada em torno do Ensino Médio regular brasileiro, depreende-se, como foco principal,
Alternativas
Q772569 Português

Vale A Pena Morrer Por Isso?


      Por pouco, uma onda de 20 metros de altura não matou a surfista carioca Maya Gabeira. Foi no mar de Portugal, em Nazaré, há coisa de duas semanas. A imprensa noticiou tudo em profusão, aos borbotões. Num dos sólidos solavancos líquidos do oceano bravio, Maya quebrou o tornozelo, caiu n' água, perdeu o fôlego, perdeu o ar dos pulmões, perdeu a consciência e quase perdeu a vida. Só sobreviveu porque o amigo Carlos Burle saltou do jet ski, conseguiu puxá-la para fora da espuma e levou-a até a praia, onde fez com que ela respirasse de novo graças a uma massagem cardíaca. Logo depois do susto, a maior estrela dos sete mares em matéria de ondas gigantes sorria: "Morri ... mas voltei".

      Que bom. Que ótimo. Ufa! Maya, na crista de seus 26 anos, só espera o tornozelo ficar em forma para retomar sua rotina de "viver a vida sobre as ondas", como na velha canção de Lulu Santos e Nelson Motta. Aí, voltará a deslizar sobre riscos tão altos quanto os vagalhões que desafia.

      A pergunta é: vale a pena?

      A resposta é: mas é lógico que sim.

      Mas dizer isso é dizer pouco. Vamos mais fundo: vale a pena por quê? Sabemos, até aqui, que parece existir mais plenitude numa aventura emocionante e incerta do que numa existência segura e modorrenta.

      Mas por quê? Por que as emoções sublimes podem valer mais que a vida?

      Se pensarmos sobre quem são e o que fazem os heróis da nossa era, talvez possamos começar a entender um pouco mais sobre isso. Os heróis de agora parecem querer morrer de overdose de adrenalina. Não precisam de drogas artificiais. Comem frutas e fazem meditação. Não falam mais de revoluções armadas. Estão dispostos a sacrificar a própria vida, é claro, mas não por uma causa política, não por uma palavra de ordem ou por uma bandeira universal ‒ basta-lhes uma intensa carga de prazer.

      Além dos surfistas, os alpinistas, os velejadores e os pilotos de Fórmula 1 são nossos heróis. São caçadores de fortes emoções. Enfrentam dragões invencíveis, como furiosas ondas gigantescas ou montanhas hostis, geladas e íngremes. Cavalgam automóveis que zunem sobre o asfalto ou pranchas que trepidam a 80 quilômetros por hora sobre uma pedreira de água salgada. Não querem salvar princesa alguma. A princesa, eles deixam de gorjeta para o dragão nocauteado. O fragor da batalha vale mais que a administração da vitória.

      Os heróis de agora não fazem longos discursos. São protagonistas de guerras sem conteúdo, guerras belas simplesmente porque são belas, muito embora sejam perfeitamente vazias. Qual o significado de uma onda gigante? Nenhum. Ela simplesmente é uma onda gigante, e esse é seu significado. Qual o sentido político de morrer com o crânio espatifado dentro de um carro de corrida? Nenhum, mas ali está a marca de alguém que se superou e que merece ser idolatrado. Os heróis de agora não são portadores de ideias. São apenas exemplos de destemor e determinação. São heróis da atitude, não da finalidade.

      O sentido do heroísmo não foi sempre assim, vazio. Há poucas décadas, as coisas eram diferentes. Antes, os heróis não eram famosos pelas proezas físicas, mas pelas causas que defendiam. Che Guevara, por exemplo. É certo que ele gostava de viajar de motocicleta e tinha predileção por enveredar-se nas matas e dar tiro de espingarda, mas sua aura vinha da mística revolucionária. Ele era bom porque, aos olhos dos pais dos que hoje são jovens, dera a vida pelos pobres, mais ou menos como Jesus Cristo ‒ o suprassumo do modelo do herói que dá a vida pelo irmão.

      Sabemos que Che é idolatrado ainda hoje, mas é bem possível que as novas gerações vejam nele um herói por outros motivos. Che não é um ídolo por ter professado o credo socialista, mas pela trilha aventurosa que seguiu. Aos olhos da juventude presente, a guerrilha não é bem uma tática, mas um esporte radical. O que faz de Che Guevara um ídolo contemporâneo, portanto, é menos a teoria da luta de classes e mais, muito mais, o gosto por embrenhar-se nas montanhas e fazer trekking, a boina surrada, o cabelo comprido, a aversão ao escritório, aos fichários e à gravata.

      Nos anos 1970, os pais dos jovens de hoje idolatraram Che pelo que viam nele de conteúdo marxista. Hoje, os filhos dos jovens dos anos 1970 idolatram o mesmo personagem pelo que veem nele de performático (o socialismo não passou de um pretexto para a aventura). Num tempo em que as ideias foram esquecidas, o gesto radical sobrevive.

      Maya Gabeira continuará no vigor do gesto. E nós continuaremos a amá-la por isso, porque nossa vida sem ideias ficou chata demais.

      BUCCI, Eugênio. Vale a pena morrer por isso? Época. São Paulo, Globo, nº 807, 11 nov. 2013, p. 18,

Segundo o autor, Che Guevara continuaria sendo idolatrado pelos jovens de hoje porque
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Ano: 2014 Banca: FUNRIO Órgão: IF-PI Prova: FUNRIO - 2014 - IF-PI - Pedagogo |
Q611670 Pedagogia
A formulação, em equipe, do Projeto Político-Pedagógico - PPP - representa um espaço para a construção de uma escola pública democrática, assim como será a construção do Regimento Escolar, se toda a comunidade escolar reconhecer a íntima ligação e interdependência existente entre esses dois documentos fundamentais, que fazem parte da organização e da vida escolar. Portanto, é imprescindível compreender a ligação entre “os desejos e as regras como um processo", que acrescenta valor simbólico ao estabelecimento das normas institucionais, colocando-as, acima do cumprimento de imposições burocráticas. (VASCONCELLOS, 2012)

 Se compreendermos o Projeto Político-Pedagógico como “o plano global da instituição", precisaremos entender o regimento como o instrumento que deve estar a serviço do outro (PPP), não ao contrário, pois o regimento é que dá ao PPP suporte
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FUNRIO Órgão: IF-PI Prova: FUNRIO - 2014 - IF-PI - Pedagogo |
Q611669 Pedagogia
Para que a ação coletiva se torne realidade na escola, o papel que a Coordenação Pedagógica deve realizar é o de articular os diferentes segmentos que a compõem, buscando dar sustentação e efetivar o Projeto Político Pedagógico. Esse é um grande desafio a ser levado em conta para a qualificação constante do processo de ensino e a consequente superação do fracasso escolar.

Desse modo, sua função prescreve que ele(a) seja um(a) profissional capacitado para promover e coordenar o processo de qualificação da prática docente, sendo corresponsável pelo desempenho do professor em sala de aula, pelo trabalho realizado pelo docente e pelas produções e resultados dos discentes. São atribuições da Coordenação Pedagógica, entre outras:

I. Supervisionar a elaboração de diagnósticos e projetos para a elaboração do projeto pedagógico curricular da escola e outros planos e projetos.

II. Propor para discussão, junto ao corpo docente, o projeto pedagógico-curricular da unidade escolar.

III. Organizar as turmas de alunos, designar professores para as turmas, elaborar o horário escolar, planejar e coordenar o Conselho de Classe.

IV. Propor e coordenar atividades extraclasses e indicar os livros didáticos a serem utilizados pelos docentes, durante o período letivo.

V. Cuidar da avaliação processual do corpo docente. 
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FUNRIO Órgão: IF-PI Prova: FUNRIO - 2014 - IF-PI - Pedagogo |
Q611668 Pedagogia
O princípio educativo do sistema de ensino em seu conjunto foi, é e continuará sendo o trabalho, que se estabelece em seu aparecimento como suporte da escola primária, em sua evolução e diversificação, e inclina-se a determinar a sua unificação, no encadeamento das tecnologias avançadas.

As ações educativas decorrem do caráter de intencionalidade existentes nas instituições educativas.

A ação educativa, de cunho pedagógico, fundamenta-se exatamente na formulação de objetivos sócio/políticos/educativos e na elaboração de estruturas de viabilização organizativa e metodológica da educação, tendo em vista dar uma direção ao processo educacional, de forma...  
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Ano: 2014 Banca: FUNRIO Órgão: IF-PI Prova: FUNRIO - 2014 - IF-PI - Pedagogo |
Q611667 Pedagogia
Todo planejamento tem por finalidade ser eficiente e eficaz, independentemente da natureza da instância a que se destina. No processo de planejamento educacional deve estar implícita a própria filosofia da educação que a Nação pretende seguir. Para MENEGOLLA e SANT'ANNA(2002), este tipo de planejamento é elaborado e se desenvolve em vários e bem estipulados níveis de ensino. Esse tipo de planejamento se desenvolve a nível nacional, estadual ou de um sistema determinado através do qual se definem e estabelecem...
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Ano: 2014 Banca: FUNRIO Órgão: IF-PI Prova: FUNRIO - 2014 - IF-PI - Pedagogo |
Q611666 Pedagogia
A educação profissional e tecnológica representa uma das dimensões que melhor destaca as inter-relações do sistema educativo e de outros sistemas sociais.

A nova redação dada pela Lei nº 11.741/08, ao Art. 39, do Capítulo III da LDB/96, estabelece que “A educação profissional e tecnológica, no cumprimento dos objetivos da educação nacional, integra-se aos diferentes níveis e modalidades de educação e às dimensões..."
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Ano: 2014 Banca: FUNRIO Órgão: IF-PI Prova: FUNRIO - 2014 - IF-PI - Pedagogo |
Q611665 Pedagogia
Toda escola precisa de um arcabouço de organização interna, geralmente prevista no Regimento Escolar ou em legislação específica, seja ela estadual ou municipal. Os termos arcabouço ou estrutura, no sentido de ordenamento e disposição das funções, é que assevera o funcionamento de um todo, nesse caso a instituição escolar. Essa estrutura comumente representada num tipo de gráfico que evidencia as inter-relações entre os vários setores e funções de uma organização ou serviço e que reflete a concepção de organização e gestão, é chamado de...
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Ano: 2014 Banca: FUNRIO Órgão: IF-PI Prova: FUNRIO - 2014 - IF-PI - Pedagogo |
Q611664 Pedagogia
"Democratizar é a conquista de poder por quem não o tem." (GHANEN, 1998 apud Lück,2010).

Segundo o instrumento do MEC – Ministério da Educação – de sua Secretaria de Educação Especial, denominado “Educação Inclusiva: a Fundamentação Filosófica", entendemos que o ideário de se ter uma sociedade inclusiva se fundamenta numa visão filosófica que identifica e “valoriza a diversidade, como característica inerente à constituição de qualquer sociedade." Assim sendo, reconhecendo esse princípio e o cenário ético dos Direitos Humanos, ele assinala a necessidade de se assegurar o acesso e a participação de todos, bem como vivenciar todas as oportunidades, independentemente das singularidades de cada sujeito e/ou grupo social.

Já que são as múltiplas facetas da gestão democrática, diretamente associadas entre si e que têm a ver com as estruturas e expressões de poder na escola, Lück (2010) sinaliza que esse gestor deve promover... 
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Ano: 2014 Banca: FUNRIO Órgão: IF-PI Prova: FUNRIO - 2014 - IF-PI - Pedagogo |
Q611663 Pedagogia
Vários são os Princípios das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio. Entre eles, acertadamente, podemos citar:

I. relação e articulação entre a formação desenvolvida no Ensino Médio e a preparação para o exercício das profissões técnicas, visando à formação integral do estudante;

II. respeito aos valores estéticos, políticos e éticos da educação nacional, na perspectiva do desenvolvimento para a vida social e profissional;

III. trabalho assumido como prática de avaliação, tendo sua integração com a ciência, a tecnologia e a cultura como base da proposta político-pedagógica e do desenvolvimento curricular;

IV. articulação com o desenvolvimento socioeconômico-ambiental dos territórios onde os cursos ocorrem, devendo observar os arranjos sócio produtivos e suas demandas locais, tanto no meio urbano quanto no campo;

V. respeito ao princípio constitucional e legal do pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas. 
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Ano: 2014 Banca: FUNRIO Órgão: IF-PI Prova: FUNRIO - 2014 - IF-PI - Pedagogo |
Q611662 Pedagogia
Segundo SANT'ANNA e MENEGOLLA, (1989), o objetivo do ato educativo é possibilitar que o sujeito seja ele mesma junto ao mundo, de modo consciente, comprometido, livre, responsável, autêntico e dinâmico com a vida, consigo mesmo, o outro e o mundo.

O estudo da prática pedagógica abarca referenciais amplos, como o entendimento da função social da educação escolar, bem como a identificação das concepções de ensino e aprendizagem, que lhe embasam.

As diferentes tendências ou teorias pedagógicas de aprendizagem atribuídas à educação foram geradas, no percurso da história da educação.

Conforme Libâneo (2013), a Pedagogia que toma o partido dos interesses da maioria da sociedade, conferindo à instrução e ao ensino o papel de propiciar aos discentes o domínio de conteúdos científicos, os métodos de estudo e habilidades e hábitos de raciocínio científico, de modo a irem estruturando a consciência crítica face aos fatos sociais reais e capacitando-se a assumir sua condição de agentes ativos e transformadores tanto da sociedade quanto de si próprios é denominada de... 
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Ano: 2014 Banca: FUNRIO Órgão: IF-PI Prova: FUNRIO - 2014 - IF-PI - Pedagogo |
Q611661 Pedagogia
A avaliação é uma prática das mais cruciais no processo de ensino/aprendizagem.

O processo de avaliação revela os problemas da educação, enquanto indicador das condições da aprendizagem.

Luckesi afirma que o ato de avaliar, com vistas a conseguir obter os melhores resultados possíveis, tem como consequência a disposição de acolher a realidade como ela se apresenta, sendo assim entendida como um ato amoroso, de acolhida.

Para o autor, a avaliação que assim se dá, permite ajuizar a sua qualidade, objetivando dar-lhe suporte de transformação/mudança, se preciso for.

Como ato diagnóstico, a avaliação tem por objetivo...  
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Ano: 2014 Banca: FUNRIO Órgão: IF-PI Prova: FUNRIO - 2014 - IF-PI - Pedagogo |
Q611660 Pedagogia
O papel do coordenador pedagógico é o de empenhar-se na busca de soluções para os problemas de cunho coletivo, em parceria com os demais segmentos da Unidade Escolar, atentando tanto para aqueles de ordem didático-pedagógicos, como a dinâmica de envolver os diferentes segmentos que compõem a escola, assim como na organização de planejamentos participativos. Agindo dessa maneira, ele possibilita a busca de opções que promovam a reflexão, a criatividade, enfim, a transformação no dia a dia da escola, e contribui para a melhoria da qualidade dos processos de ensino e de aprendizagem. Em relação à prática pedagógica, um dos maiores desafios do coordenador pedagógico é realizar um trabalho que rompa com o formalismo e as rotinas pedagógicas e que tenha, tanto para o professor quanto para os alunos,...
Alternativas
Respostas
15501: A
15502: D
15503: B
15504: A
15505: C
15506: A
15507: C
15508: B
15509: C
15510: A
15511: D
15512: E
15513: D
15514: A
15515: A
15516: A
15517: D
15518: B
15519: E
15520: A