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Q717225 Pedagogia
(...) a formação de professores não pode ser pensada a partir das ciências e seus diversos campos disciplinares, como adendo destas áreas, mas a partir da função social própria à escolarização [...] A formação de profissionais professores para a educação básica tem que partir de seu campo de prática e agregar a este os conhecimentos necessários selecionados como valorosos, em seus fundamentos e com as mediações didáticas necessárias, sobretudo por se tratar de formação para o trabalho educacional com crianças e adolescentes (p. 257). Fonte: file:///C:/Users/Eliurde/Downloads/348-640-1-SM.pdf

O foco na formação dos professores deve estar voltado para
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Q717219 Pedagogia
O Técnico em Assuntos Educacionais tem como “(...) eixo comum: o ensino-aprendizagem pelo qual perpassam as questões do professor, do aluno e da família. (Resolução nº 7.150 de 16 de junho de 1993) De acordo com a referência, a função do Técnico em Assuntos Educacionais tem, em 1º lugar, a dimensão macro da organização, devido a seu papel de articulador do todo, pois é uma função que deve desempenhar um olhar pedagógico do processo educacional, sua mediação se estabelece na forma dialética com todos os envolvidos, fazendo a transição entre teoria e prática POR QUE a função do Técnico em Assuntos Educacionais tem, em 2º lugar, a dimensão interna da organização referente ao trabalho direto com o professor, que demanda estruturar a prática pedagógica, em sala de aula, acompanhar os imprevistos e os problemas do processo de ensino aprendizagem, intervir para o melhor desempenho do aluno e também orientar a família. Após análise das asserções acima, conclui-se que
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Q717213 Pedagogia
A atuação do Técnico em Assuntos Educacionais “(...) se dá no campo da mediação, pois quem está diretamente vinculado à tarefa de ensino, stricto sensu, é o professor.” (VASCONCELLUS, 2007) Com base na citação: O Técnico em Assuntos Educacionais deve deixar o professor conduzir seu processo educativo livremente sem interferência, pois seu papel é acompanhar o pedagógico somente no nível institucional, sendo a sala de aula espaço da docência. POR QUE o Técnico em Assuntos Educacionais assume a função de interferir na realidade das turmas, mesmo sem a aceitação do professor, pois é responsável pelos resultados positivos e negativos da escola e sua omissão afeta a prática de ensino. Após análise das asserções acima, conclui-se que
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Q717210 Pedagogia
Tardif (2002), considerando os saberes do Técnico em Assuntos Educacionais na execução de sua prática pedagógica cotidiana na escola, aponta: I- A pessoa do trabalhador e seu trabalho – refere-se à sabedoria pessoal adquirida em várias fontes de informação e vivências, que são independentes e não influenciam a rotina de trabalho. II- Pluralidade de saberes – refere-se ao domínio de uma diversidade de saberes para a condução da ação pedagógica, que envolve articulações pontuais, sem necessidade de integração. III- Temporalidade do saber – refere-se à consciência de que novos conhecimentos podem e devem ser gerados, testados e, se necessário, reestruturados com objetivo de renovação das práticas de ensino. IV- A experiência enquanto fundamento do saber – refere-se à percepção que se adquire nos insucessos do trabalho desempenhado ligados às relações com os professores que impedem acreditar em avanços. V- Saberes humanos a respeito de seres humanos – refere-se à dimensão relacional que é fundamental por meio da escuta, da fala, da sensibilidade e de exercer o papel de mediador. São corretas as afirmativas
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Q717207 Pedagogia
O registro escrito da prática pedagógica, realizada na escola pelo Técnico em Assuntos Educacionais, deve servir para
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Q717202 Pedagogia
O Técnico em Assuntos Educacionais precisa ter tato pedagógico. Isso significa que deva
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Q717199 Pedagogia
Considere as condições pessoais que devem reger os comportamentos e as ações do Técnico em Assuntos Educacionais e marque (V) para verdadeiro ou (F) para falso. ( )ser educador de educadores. ( )ter entusiasmo pelo trabalho da escola. ( )ser indiferente às pessoas. ( )ser uma pessoa autossuficiente. ( )ser negligente com a escuta do professor. ( )ser pessimista em relação às relações com a comunidade. A sequência correta é
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Q717196 Pedagogia
A atuação, na dimensão pedagógica, contribui sobremaneira para o sucesso da escola, porque o Técnico em Assuntos Educacionais pode assumir a função
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Q717193 Pedagogia
O Técnico em Assuntos Educacionais deve desenvolver habilidades e competências em relações às dimensões. Enumere a segunda coluna de acordo com a primeira. COLUNA I A- Conceitual B- Atitudinal C- Procedimental
COLUNA II ( ) buscar clareza em diferentes visões teóricas, compreendendo a importância dos aportes reflexivos. ( ) deixar-se afetar pela necessidade do outro em busca de respostas pedagógicas. ( ) buscar estratégias adequadas variadas em sala de aula e na análise do processo pedagógico. ( ) manter um clima aberto de diálogo sobre as concepções que precisam ser explicadas. ( ) incentivar o professor a ser um produtor teórico, por meio da reflexão de seus pressupostos de ação. ( ) demonstrar o saber fazer, em opções metodológicas que visem a experiências de ensino. ( ) investigar criticamente as situações cotidianas sem ficar preso a aparências.
A sequência correta é

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Q717190 Pedagogia
O Técnico em Assuntos Educacionais deve, junto à direção da escola, planejar as atividades escolares, visando
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Q717156 Pedagogia
O Técnico em Assuntos Educacionais, em sua prática cotidiana, desenvolve ações indiretas ligadas a seu papel interventivo que se refere I- ao atendimento presencial aos professores por meio da ação de orientação, acompanhamento e avaliação, discutindo o trabalho pedagógico exercido em sala de aula. II- à elaboração do plano do setor do técnico em assuntos educacionais, com a documentação necessária e todos os instrumentos para subsidiar o trabalho pedagógico em sala de aula. III- à realização do levantamento estatístico de rendimento dos alunos, tendo claras as demandas de dificuldades do ensino aprendizagem a serem enfrentadas. IV- à orientação aos pais quanto à ação a ser exercida com o filho em casa, no sentido de buscar alternativas de reforço com intenção de seu desenvolvimento educativo. São corretas as afirmativas
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Q717147 Noções de Informática
O Microsoft Word possui atalhos de teclado que facilitam edição de documento texto. Relacione as teclas de atalho com suas respectivas funções: (1) Ctrl + * (2) Ctrl + L  (3) Ctrl + U 
( ) ativa e desativa a exibição de marcas de formatação. ( ) exibe a página Resultados do painel de Navegação e ativa a caixa de pesquisa. ( ) exibe a página Substituir da caixa de diálogo Localizar substituir.

A sequência correta é
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Q716094 Direito Sanitário
De acordo com o que dispõe a Resolução 453/2012 do Conselho Nacional da Saúde, acerca da Organização dos Conselhos de Saúde, assinale a alternativa correta.
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Q716000 Português

Texto 3

                                              O domínio do trivial

                  Hoje, cada vez mais, mesmo quando parecemos discordar,

                               pensamos todos as mesmas trivialidades.

                                                                                                        Contardo Calligaris

     [1º§]Aos vinte anos, leitor de Gramsci¹, eu entendia que o poder das classes dominantes se exercia de duas maneiras. Havia a exploração econômica, com repressão eventualmente brutal das reivindicações dos trabalhadores (sem contar as guerras imperialistas). E havia a outra face do domínio: o controle das ideias e das mentes, oculto e insidioso. Esse era o terreno de luta dos intelectuais: podíamos colaborar com a classe dominante ou, então, fazer o quê? Sermos porta-vozes de uma nova classe?

  [2º§]Não éramos totalmente ingênuos. Reconhecíamos os horrores do dito "socialismo real" e percebíamos que ele substituíra uma classe dominante por outra. A ditadura do proletariado não tinha por que ser melhor do que a ditadura da burguesia; talvez, aliás, ela fosse pior. Nosso sonho era outro: uma sociedade sem classes.

   [3º§]Pois bem, um espectador apressado poderia pensar que, enfim, realizamos a famosa sociedade sem classes – ao menos em parte. Claro, desigualdades e exploração continuam; no entanto, é difícil distinguir a cultura da classe dominante das outras que lhe seriam opostas, porque, no fundo, mesmo quando parecemos discordar, pensamos todos de forma igual.

   [4º§]Acabo de ler "L'Egemonia Sottoculturale", de Massimiliano Panarari (A hegemonia da subcultura, editora Einaudi, 2010). O autor, um intelectual de minha geração, faz uma crítica hilária da "subcultura da fofoca", que seria, segundo ele, a cultura dominante na Itália de hoje. (...) Mas o que Panarari diz não se aplica só ao caso da Itália. Mundo afora, é cada vez mais difícil dizer algo que não faça parte de um senso comum que é feito de referências, ideias e, sobretudo, maneiras de pensar compartilhadas graças ao uso generalizado da mesma mídia.

   [5º§]Nesse quadro, pensar criticamente é árduo. Quem deseja convencer seus leitores ou espectadores de que ele pensa fora da trivialidade dominante tende a parecer-se com aquelas crianças que, de vez em quando, gritam "xixi e cocô" e, com isso, gabam-se de ter quebrado um grande tabu.

  [6º§]Nesse sentido, nos EUA, são cada vez mais populares radialistas, apresentadores e jornalistas supostamente "conservadores", que devem seu sucesso a uma vulgaridade e a uma truculência que parecem satisfazer a espera de todos por um pensamento novo, diferente. (...) Sua "ousadia" é tão inovadora quanto a das crianças do "xixi e cocô".

   [7º§]No Brasil, o debate eleitoral em curso poderia também servir para mostrar que nosso senso comum compartilhado é, no caso, uma espécie de razoabilidade, resignada a evitar temas excessivamente conflitivos (...) e a aceitar alianças duvidosas e supostamente "necessárias".

   [8º§]Como chegamos a essa perda de contraste na vida pública e cultural?

  [9º§]Segundo Panarari, a burguesia ganhou a luta pela hegemonia jogando a carta do prazer: "Na década do hedonismo², todos se convenceram, de repente, de que estava na hora de divertir-se. Palavra de ordem: "Queremos folgar" e, por favor, evite-se empestar a existência, de qualquer maneira que seja, com política, cultura, economia e todas essas ‘coisas’ assimiláveis a preocupações e aborrecimentos". Conclusão: a subcultura hedonista da fofoca é o novo ópio do povo.

  [10º§]Concordo (um pouco) com essa visão apocalíptica da cultura dominante. Mas discordo da ideia de que a subcultura da fofoca seja a invenção vitoriosa de uma classe específica. Ela é, em meu ver, uma consequência dos nossos tempos, pela razão que segue. Quando a mídia é de massa, não há mais diferença entre manipuladores e manipulados, pois os próprios manipuladores, expostos à mídia, são manipulados por suas produções. Ou seja, progressivamente, todo o mundo pensa as mesmas trivialidades.

   [11º§]É o feitiço que enfeitiça o feiticeiro.

Fonte: Folha de São Paulo, 19/08/2010. Texto adaptado.

Vocabulário de apoio

1- Gramsci: Antonio Gramsci (Ales, 22 de janeiro de 1891 — Roma, 27 de abril de 1937) filósofo marxista, jornalista, crítico literário e político italiano. Escreveu sobre teoria política, sociologia, antropologia e linguística.

2- Hedonismo: teoria ou doutrina filosófico-moral que afirma ser o prazer o supremo bem da vida humana.

Releia o trecho a seguir.

Mundo afora, é cada vez mais difícil dizer algo que não faça parte de um senso comum que é feito de referências, ideias e, sobretudo, maneiras de pensar compartilhadas graças ao uso generalizado da mesma mídia.

Dentre as opções de reescrita apresentadas a seguir, só houve manutenção desse trecho em:

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Q715998 Português

Texto 3

                                              O domínio do trivial

                  Hoje, cada vez mais, mesmo quando parecemos discordar,

                               pensamos todos as mesmas trivialidades.

                                                                                                        Contardo Calligaris

     [1º§]Aos vinte anos, leitor de Gramsci¹, eu entendia que o poder das classes dominantes se exercia de duas maneiras. Havia a exploração econômica, com repressão eventualmente brutal das reivindicações dos trabalhadores (sem contar as guerras imperialistas). E havia a outra face do domínio: o controle das ideias e das mentes, oculto e insidioso. Esse era o terreno de luta dos intelectuais: podíamos colaborar com a classe dominante ou, então, fazer o quê? Sermos porta-vozes de uma nova classe?

  [2º§]Não éramos totalmente ingênuos. Reconhecíamos os horrores do dito "socialismo real" e percebíamos que ele substituíra uma classe dominante por outra. A ditadura do proletariado não tinha por que ser melhor do que a ditadura da burguesia; talvez, aliás, ela fosse pior. Nosso sonho era outro: uma sociedade sem classes.

   [3º§]Pois bem, um espectador apressado poderia pensar que, enfim, realizamos a famosa sociedade sem classes – ao menos em parte. Claro, desigualdades e exploração continuam; no entanto, é difícil distinguir a cultura da classe dominante das outras que lhe seriam opostas, porque, no fundo, mesmo quando parecemos discordar, pensamos todos de forma igual.

   [4º§]Acabo de ler "L'Egemonia Sottoculturale", de Massimiliano Panarari (A hegemonia da subcultura, editora Einaudi, 2010). O autor, um intelectual de minha geração, faz uma crítica hilária da "subcultura da fofoca", que seria, segundo ele, a cultura dominante na Itália de hoje. (...) Mas o que Panarari diz não se aplica só ao caso da Itália. Mundo afora, é cada vez mais difícil dizer algo que não faça parte de um senso comum que é feito de referências, ideias e, sobretudo, maneiras de pensar compartilhadas graças ao uso generalizado da mesma mídia.

   [5º§]Nesse quadro, pensar criticamente é árduo. Quem deseja convencer seus leitores ou espectadores de que ele pensa fora da trivialidade dominante tende a parecer-se com aquelas crianças que, de vez em quando, gritam "xixi e cocô" e, com isso, gabam-se de ter quebrado um grande tabu.

  [6º§]Nesse sentido, nos EUA, são cada vez mais populares radialistas, apresentadores e jornalistas supostamente "conservadores", que devem seu sucesso a uma vulgaridade e a uma truculência que parecem satisfazer a espera de todos por um pensamento novo, diferente. (...) Sua "ousadia" é tão inovadora quanto a das crianças do "xixi e cocô".

   [7º§]No Brasil, o debate eleitoral em curso poderia também servir para mostrar que nosso senso comum compartilhado é, no caso, uma espécie de razoabilidade, resignada a evitar temas excessivamente conflitivos (...) e a aceitar alianças duvidosas e supostamente "necessárias".

   [8º§]Como chegamos a essa perda de contraste na vida pública e cultural?

  [9º§]Segundo Panarari, a burguesia ganhou a luta pela hegemonia jogando a carta do prazer: "Na década do hedonismo², todos se convenceram, de repente, de que estava na hora de divertir-se. Palavra de ordem: "Queremos folgar" e, por favor, evite-se empestar a existência, de qualquer maneira que seja, com política, cultura, economia e todas essas ‘coisas’ assimiláveis a preocupações e aborrecimentos". Conclusão: a subcultura hedonista da fofoca é o novo ópio do povo.

  [10º§]Concordo (um pouco) com essa visão apocalíptica da cultura dominante. Mas discordo da ideia de que a subcultura da fofoca seja a invenção vitoriosa de uma classe específica. Ela é, em meu ver, uma consequência dos nossos tempos, pela razão que segue. Quando a mídia é de massa, não há mais diferença entre manipuladores e manipulados, pois os próprios manipuladores, expostos à mídia, são manipulados por suas produções. Ou seja, progressivamente, todo o mundo pensa as mesmas trivialidades.

   [11º§]É o feitiço que enfeitiça o feiticeiro.

Fonte: Folha de São Paulo, 19/08/2010. Texto adaptado.

Vocabulário de apoio

1- Gramsci: Antonio Gramsci (Ales, 22 de janeiro de 1891 — Roma, 27 de abril de 1937) filósofo marxista, jornalista, crítico literário e político italiano. Escreveu sobre teoria política, sociologia, antropologia e linguística.

2- Hedonismo: teoria ou doutrina filosófico-moral que afirma ser o prazer o supremo bem da vida humana.

No trecho: “E havia a outra face do domínio: o controle das ideias e das mentes, oculto e insidioso.”, a palavra grifada pode ser substituída, sem perdas semânticas, por
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Ano: 2016 Banca: FUNRIO Órgão: IF-BA Prova: FUNRIO - 2016 - IF-BA - Pedagogo |
Q715543 Pedagogia
Sobre os aspectos relacionados ao uso das tecnologias da informação e comunicação (TICs) na prática pedagógica e a qualidade para o processo ensino-aprendizagem, podemos afirmar que
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Ano: 2016 Banca: FUNRIO Órgão: IF-BA Prova: FUNRIO - 2016 - IF-BA - Pedagogo |
Q715542 Pedagogia

Acorda Amor

Chico Buarque

“Acorda amor

Eu tive um pesadelo agora:

Sonhei que tinha gente lá fora,

Batendo no portão,

Que aflição (...)”


A música “Acorda Amor”, de Chico Buarque de Holanda, demonstra o clima de censura e repressão após o Golpe de 1964. É um dos efeitos do Golpe Militar de 64 na Educação brasileira a (o)

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Ano: 2016 Banca: FUNRIO Órgão: IF-BA Prova: FUNRIO - 2016 - IF-BA - Pedagogo |
Q715541 Pedagogia

“A contradição entre as classes marca a questão educacional e o papel da escola. Quando a sociedade capitalista tende a generalizar a escola, esta generalização aparece de forma contraditória, porque a sociedade burguesa preconizou a generalização da educação escolar básica.”

(SAVIANI, Dermeval. O trabalho como princípio educativo frente as novas tecnologias. In: Novas tecnologias, trabalho e educação. Petrópolis /RJ: Vozes, 1994.

O trecho acima de Dermeval Saviani chama atenção e analisa a escola no prisma da sociedade burguesa. Tal sociedade entende ser função da escola

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Ano: 2016 Banca: FUNRIO Órgão: IF-BA Prova: FUNRIO - 2016 - IF-BA - Pedagogo |
Q715540 Pedagogia

“Não basta saber ler que Eva viu a uva. É preciso compreender qual a posição que Eva ocupa no seu contexto social, quem trabalha para produzir a uva e quem lucra com esse trabalho.”

(Paulo Freire)

Uma outra contribuição de Paulo Freire é a sua concepção de currículo, ou seja, na verdade ele trabalha muito mais com teorias do que com currículos. Sendo assim, Freire valoriza a dimensão filosófica do “currículo” como devendo ser

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Ano: 2016 Banca: FUNRIO Órgão: IF-BA Prova: FUNRIO - 2016 - IF-BA - Pedagogo |
Q715539 Pedagogia

“A educação para o inconformismo tem de ser ela própria inconformista. A aprendizagem da conflitualidade dos conhecimentos tem de ser ela própria conflitual. Por isso, a sala de aula tem de transformar-se ela própria em campo de possibilidades de conhecimento dentro do qual se há de optar.”

(SANTOS, Boaventura de Souza. Para uma Pedagogia do Conflito, 1996)


O trecho acima de Boaventura de Souza Santos nos mostra a sala de aula como campo de possibilidades de conhecimento. Para que o docente atue de forma mais comprometida e em conformidade com uma pedagogia emancipatória, é necessário que ele perceba que os alunos crianças e adolescentes são

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Respostas
14741: E
14742: E
14743: A
14744: D
14745: C
14746: E
14747: C
14748: C
14749: A
14750: D
14751: D
14752: A
14753: C
14754: D
14755: C
14756: E
14757: D
14758: E
14759: B
14760: C