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Imagine passear por aí com um carro sem freio — só o pedal para acelerar funciona. Se a situação parece absurda, em termos automobilísticos, saiba que algo semelhante ocorre no seu corpo quando o balanço entre sódio e potássio se encontra descompensado. É que, assim como o freio e o acelerador, esses minerais atuam de maneiras essencialmente opostas. Enquanto o sódio promove um aperto nos vasos sanguíneos, o potássio ajuda a relaxá-los. Logo, se ambos estão em níveis adequados, a pressão arterial fica equilibrada. Fácil na teoria, não? Na prática, porém, o abuso do sódio (representado pelo sal e pelos produtos industrializados) e baixíssima ingestão de potássio (presente em vegetais, leguminosas e cereais integrais) têm deixado as artérias de muita gente à beira de um desastre.
O alerta foi feito durante uma palestra sobre o impacto da dieta na prevenção de doenças cardiovasculares ministrada no último Congresso da Sociedade Americana para Nutrição, em San Diego, nos Estados Unidos. Ao final da apresentação, o pesquisador Andrew Mente, do Departamento de Epidemiologia Clínica e Bioestatística de Universidade MC Master, no Canadá, disparou: “Não podemos focar apenas na diminuição do sódio. É preciso estimular o consumo de potássio. Até porque, em níveis elevados, ele chega a amenizar os efeitos deletérios do excesso de sódio.”
A partir de características presentes no texto , pode-se afirmar corretamente que
Assinale a alternativa em que o uso no texto corresponde ao tipo de variação apresentada.
Nesse contexto, a direção da escola emitiu uma informação:
A letra da canção “Domingo no parque” (GIL, 1982, p. 26, 27), um frevo, fala de um triângulo amoroso envolvendo dois amigos e uma moça chamada Juliana. Leia-a atentamente para, depois, escolher apenas uma opção correta que se refira a ela.
O rei da brincadeira – ê, José
O rei da confusão – ê, João
Um trabalhava na feira – ê, José
Outro na construção – ê, João
A semana passada, no fim da semana,
João resolveu não brigar.
No domingo de tarde saiu apressado
E não foi pra Ribeira jogar
Capoeira.
Não foi pra lá, pra Ribeira,
Foi namorar.
O José, como sempre, no fim da semana
Guardou a barraca e sumiu.
Foi fazer, no domingo, um passeio no parque,
Lá perto da Boca do Rio.
Foi no parque que ele avistou Juliana,
Foi que ele viu Foi que ele viu Juliana na roda com João,
Uma rosa e um sorvete na mão.
Juliana, seu sonho, uma ilusão,
Juliana e o amigo João.
O espinho da rosa feriu Zé
E o sorvete gelou seu coração.
O sorvete e a rosa – ê José
A rosa e o sorvete – ê José
Oi dançando no peito – ê José
Do José brincalhão – ê, José
O sorvete e a rosa – ê José
A rosa e o sorvete – ê José
Oi girando na mente – ê José
Do José brincalhão – ê José
Juliana girando – oi girando
Oi na roda gigante – oi girando
Oi na roda gigante – oi girando
O amigo João – oi João
O sorvete é morango – é vermelho
Oi girando e a rosa – é vermelha
Oi girando, girando – é vermelha
Oi girando, girando – olha a faca
Olha o sangue na mão – ê José
Juliana no chão – ê José
Outro corpo caído – ê José
Seu amigo João – ê José
Amanhã não tem feira – ê José
Não tem mais construção – ê, João
Não tem mais brincadeira – ê José
Não tem mais confusão – ê, João
(Fragmento)
Plantador de cana verde
das terras de Abaetetuba,
por que só tu quem trabalha,
por que teu filho não estuda?
Plantador de cana verde
das terras de Abaetetuba?
Teus braços plantam doçuras
colhem braçadas de dor.
O sol que te cresta a pele
doura a praia do Senhor.
Teus braços plantam doçuras
colhem braçadas de dor.
Tuas mãos acendem esperanças
de um certo verde esplendor.
E um verde mar que propagas,
um doce mar, Plantador.
Tuas mãos acendem doçuras
de um certo verde esplendor.
Não vês, porém que esta cana
é cano cruel que aponta
o lucro de teu patrão
para teu lar que não janta?
Não vês, porém que esta cana
é cano cruel que aponta?
(...)