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Q1374618 História

Leia a pergunta feita à historiadora Natalie Zemon Davis.


   Seu livro O retorno de Martin Guerre, de 1983, gerou muitos debates, e ao lado de Montaillou, de Le Roy Ladurie, e O queijo e os vermes, de C. Ginzburg, tem sido elogiado como pertencente à tradição pós-modernista em historiografia.


(Maria Lúcia Garcia Pallares-Burke, As muitas faces da história – Nove entrevistas, 2000)



As obras citadas fazem parte da chamada

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Q1374617 História
É inegável que a riqueza de abordagens presentes na literatura europeia e norte-americana, especializada no estudo da cartografia histórica, muito tem contribuído para esse despertar. Entretanto, imputar-lhe total responsabilidade pelo fascínio que mapas e cartas antigas têm exercido sobre uma fração significativa dos estudiosos das ciências humanas, para ficarmos apenas neste campo do saber cientifico, equivaleria a desprezar a força de variáveis sócio-políticas e culturais no processo de valorização deste objeto de análise que, em muitos casos, também nos apresenta como uma fonte de pesquisa histórica extremamente fértil.
[Maria Eliza Linhares Borges. Cartografia, poder e imaginário: cartográfica portuguesa e terras de além-mar. Em Lana Mara de Castro Siman e Thais Nívia de Lima e Fonseca (org). Inaugurando a História e construindo a nação. Discursos e imagens no ensino de História, 2001]

De acordo com o excerto, a cartografia histórica é
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Q1374616 Conhecimentos Gerais
Por outro lado, bastante diferente é o quadro que se apresenta na produção de material didático e paradidático: é raro o texto didático que não faça referência ao tema e são muito expressivos, em termos quantitativos, os títulos de textos paradidáticos que tomam como referência o evento mineiro de 1788-89. Como poderíamos explicar tamanho distanciamento entre, de um lado, o imaginário nacional e o complexo editorial ligado ao ensino, no plano dos quais ainda se produzem muitos livros e opúsculos sobre o tema e, de outro, a produção acadêmica, com tão reduzidos índices?
[João Pinto Furtado. Imaginando a nação: o ensino da história da Inconfidência Mineira na perspectiva da crítica historiográfica. Em Lana Mara de Castro Siman e Thais Nívia de Lima e Fonseca (org). Inaugurando a História e construindo a nação. Discursos e imagens no ensino de História, 2001]

O excerto deve ser compreendido
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Q1374615 História
É muito recentemente que historiadores brasileiros têm se debruçado sobre a revisão e a reescrita de toda história, isto é, dos acontecimentos no processo histórico e das versões historiográficas sobre esse processo.
[Eduardo França Paiva. De português a mestiço: o imaginário brasileiro sobre a colonização e sobre o Brasil. Em Lana Mara de Castro Siman e Thais Nívia de Lima e Fonseca (org). Inaugurando a História e construindo a nação. Discursos e imagens no ensino de História, 2001]

A partir do artigo, é correto afirmar que
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Q1374614 Pedagogia
A comparação em história faz ver melhor o Outro. Se o tema for, por exemplo, pintura corporal, a comparação entre pinturas de povos indígenas originários e de populações urbanas pode ser bastante esclarecedora quanto ao funcionamento das diferentes sociedades. Indagações sobre, por exemplo, as origens das tintas utilizadas, os instrumentos para a realização da pintura e o tempo de duração dos desenhos no corpo esclarecem sobre os deslocamentos necessários para a obtenção de tinta, as classificações sociais sugeridas pelos desenhos ou, ainda, a natureza da comunicação contida no desenho corporal.
(BRASIL. Ministério da Educação. BNCC – Base Nacional Comum Curricular: Ensino Fundamental – História)

De acordo com a BNCC, é correto afirmar que, por meio da pintura corporal,
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Q1374613 Pedagogia
(...) Os currículos são responsáveis, em grande parte, pela formação e pelo conceito de História de todos os cidadãos alfabetizados, estabelecendo em cooperação com a mídia, a existência de um discurso histórico dominante, que formará a consciência e a memória coletiva da sociedade.
[Katia Abud. Currículos de História e Políticas públicas: os programas de História do Brasil na escola secundária. Em Circe Bittencourt (org). O saber histórico na sala de aula, 1998]


O excerto faz menção ao currículo entendido como um
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Q1374612 Pedagogia
O professor de História pode ensinar o aluno a adquirir as ferramentas de trabalho necessárias; o saber fazer bem, lançar os germes do histórico. Ele é o responsável por ensinar o aluno a captar e a valorizar a diversidade dos pontos de vista. Ao professor cabe ensinar o aluno a levantar problemas e a reintegrá-los num conjunto mais vasto de outros problemas, procurando transformar, em cada aula de História, temas em problemáticas.
[Maria Auxiliadora Schmidt. A formação do professor de História e o cotidiano da sala de aula. Em Circe Bittencourt (org). O saber histórico na sala de aula, 1998].

De acordo com o excerto, é correto afirmar que
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Q1374611 Pedagogia
O livro didático realiza uma transposição do saber acadêmico para o saber escolar no processo de explicitação curricular. Nesse processo, ele cria padrões linguísticos e formas de comunicação específicas ao elaborar textos com vocabulário próprio, ordenando capítulos e conceitos, selecionando ilustrações, fazendo resumos etc.
[Circe Bittencourt. Livro didático entre textos e imagens. Em Circe Bittencourt (org).O saber histórico na sala de aula, 1998]

O excerto sugere que o livro didático para o ensino de História é
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Q1374610 Pedagogia
O mesmo acontece na construção da obra, isto é, toda obra pressupõe um sistema compreensível para todos, sustentado na convencionalidade de um sistema de comunicação (língua, traços, formas, gestos...) comum a uma dada comunidade. O enunciado remete a obra à sua história e é inseparável do autor, porque expressa a individualidade de quem fala, o seu estilo e a sua construção composicional.
[Antonia Terra. História e dialogismo. Em Circe Bittencourt (org). O saber histórico na sala de aula, 1998]

A partir do excerto, é correto afirmar que toda obra pressupõe e
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Q1374609 Pedagogia
Para se pensar o ensino de História, é fundamental considerar a utilização de diferentes fontes e tipos de documento (escritos, iconográficos, materiais, imateriais) capazes de facilitar a compreensão da relação tempo e espaço e das relações sociais que os geraram. Os registros e vestígios das mais diversas naturezas (mobiliário, instrumentos de trabalho, música etc.) deixados pelos indivíduos carregam em si mesmos a experiência humana, as formas específicas de produção, consumo e circulação, tanto de objetos quanto de saberes.

(BRASIL, Ministério da Educação. BNCC – Base Nacional Comum Curricular: Ensino Fundamental – História)

De acordo com a BNCC, é correto afirmar que o ensino de História
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Q1374608 Pedagogia
Ao utilizar-se do filme no processo de ensino, ainda acredito que todo o esforço do professor de humanidades deve ser no sentido de mostrar à maneira do conhecimento histórico – o filme também é produzido, também ele irradia um processo de pluralização de sentidos ou de verdades – e, da mesma forma que na História, o filme é uma construção imaginativa que necessita ser pensada e trabalhada interminavelmente.
[Elias Thomé Saliba. Experiências e representações sociais: reflexões sobre o uso e o consumo das imagens. Em Circe Bittencourt (org). O saber histórico na sala de aula, 1998]

A partir do excerto, é correto afirmar que
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Q1374607 Pedagogia
A história não emerge como um dado ou um acidente que tudo explica: ela é a correlação de forças, de enfrentamentos e da batalha para a produção de sentidos e significados, que são constantemente reinterpretados por diferentes grupos sociais e suas demandas – o que, consequentemente, suscita outras questões e discussões.
(BRASIL, Ministério da Educação. BNCC – Base Nacional Comum Curricular: Ensino Fundamental – História)

De acordo com a BNCC, é correto afirmar que, para o ensino de história,
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Q1374606 Pedagogia
Consideramos que a escola e, em particular o ensino de História, tem um papel fundamental nesse processo. É ela, em última instância, o lócus privilegiado para o exercício e formação da cidadania, que se traduz, também, no conhecimento e na valorização dos elementos que compõem o nosso patrimônio cultural.
[Ricardo Oriá. Memória e ensino de história. Em Circe Bittencourt (org). O saber histórico na sala de aula, 1998].


Segundo o fragmento citado, é correto afirmar que a escola e o ensino de História, 
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Q1367390 História
Sobre os astecas, analise as assertivas a seguir e assinale alternativa correta.
I. Os mexicas também eram chamados de astecas, uma alusão a Aztlan, o mítico ponto de partida de sua migração. II. Para os mexicanos, os toltecas, antigos habitantes da cidade de Tula e o rei-deus “serpente emplumada” pertenciam a um remoto e fabuloso passado, em que teriam sido pioneiros na prática de todas as artes e na aquisição de todos os conhecimentos de que o México desfrutava até então. III. Após a queda de Tula, as tribos nômades do norte foram agrupadas sob a denominação genérica chichimeca, um termo equivalente aos bárbaros dos gregos antigos.
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Q1367389 História
Os métodos de ensino de História passaram por mudanças ao longo dos séculos XIX e XX. Entre essas mudanças, está a opção pelo uso de fontes históricas. Analise as assertivas abaixo sobre o uso de fontes históricas e assinale a que for verdadeira.
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Q1367388 Conhecimentos Gerais
Circe Bittencourt (Ensino de história: fundamentos e métodos, 2009), afirma que a seleção de conteúdos escolares é um problema relevante, pois compõe a base do domínio do saber disciplinar dos professores. Dessa forma, a escolha de conteúdos é uma tarefa complexa e deve sempre considerar:
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Q1367387 História
O conjunto das propostas da Constituinte de 1823 teve como consequência a atitude do imperador de dissolver a Assembleia, que não desejava ter seus poderes limitados e se transformar num mero símbolo. O novo texto constitucional foi elaborado em apenas 15 dias e foi outorgado. Sobre a Constituição de 1824, assinale a alternativa correta.
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Q1367386 História
Com a chegada da família real portuguesa ao Brasil no ano de 1808, muitas transformações ocorreram na colônia. Sobre o contexto mencionado, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q1367385 História
De acordo com Martin Meredith (O destino da África – cinco mil anos de riquezas, ganâncias e desafios, 2017), no contexto da Guerra Fria, os Estados africanos chamavam a atenção dos blocos rivais de poder do mundo. A posição que cada novo Estado independente adotasse em suas relações com o Ocidente e com o Oriente era vista como um assunto de importância crucial. O bloco do leste embarcou em grandes campanhas para ganhar influência; os governos ocidentais buscavam novas parcerias, oferecendo subsídios, empréstimos baratos e perícia técnica. Sobre esse contexto, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1367384 História
A cultura indiana e regiões próximas tiveram o desenvolvimento favorecido entre o final do século 7 a.C. e o final do século 5 a.C., pois foi um momento de intensa urbanização e efervescência cultural. Foi sob o império Mágada que o budismo e o jainismo foram fundados e floresceram. Sobre este aspecto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
18521: E
18522: C
18523: D
18524: D
18525: C
18526: E
18527: A
18528: B
18529: A
18530: B
18531: D
18532: C
18533: E
18534: A
18535: B
18536: C
18537: C
18538: D
18539: D
18540: A