Questões de Concurso
Comentadas para professor - geografia
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Também foi registrada queda de granizo no município
26/01/2022 - 08h33minAtualizada em 26/01/2022 - 10h31min
As chuvas fortes registradas geralmente à tarde, nos último dias na Serra, em função da combinação do calor e da umidade. Segundo a Climatempo, com as temperaturas elevadas, as nuvens de tempestade têm mais facilidade em se formar e por isso ocorrem os temporais. Assim a cada dia, a força da água acompanhada de vento, provocam estragos em cidades serranas.
Na terça-feira (25), além de Bento Gonçalves, onde ao menos seis casas e duas empresas tiveram danos nos telhados, houve danos em Flores da Cunha. Segundo os Bombeiros, duas casas foram destalhadas e precisaram de lonas. Um no Centro e outra no bairro Pérola. A chuva começou por volta das 16h, e teve queda de granizo. O temporal com muito vento durou cerca de 40 minutos. Ainda segundo a corporação, uma árvore caiu na Estrada Sete de Setembro, no desvio do pedágio, e precisou ser retirada da pista. Ninguém se feriu. (...)
Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/geral/noticia/2022/01/ temporal-destelha-casas-e-provoca-queda-de-arvores-em-flores-da-cunha-ckyv egh9300030188xl893oxh.html (Fragmento) Acesso em 13/04/2022
Etimologicamente, a palavra temporal se originou a partir do latim temporalis , que significa "referente ao tempo". Por este motivo, o termo temporal está intrinsecamente relacionado com o tempo, ou seja, ao que tem uma durabilidade e que não é considerado imortal, mas sim temporário. A presença dos ventos faz parte da dinâmica atmosférica sendo estes, de suma importância para a determinação das características climáticas. Seu mecanismo de origem está ligado ao deslocamento das massas de ar, que surgem:
Nesse contexto, a garantia de prioridade NÃO compreende:
A economia da zona do euro vai crescer mais rápido neste ano do que o esperado anteriormente conforme se recupera da recessão causada pela pandemia, e continuará a expandir com força em 2022, projetou a Comissão Europeia nesta quinta-feira (11).
A Comissão disse que o Produto Interno Bruto (PIB) dos 19 países que usam o euro crescerá 5% neste ano depois de um recessão de 6,4% em 2020.
Ela ainda projetou expansão de 4,3% em 2022 e de 2,4% em 2023. Em maio, a estimativa era de um crescimento em 2021 de apenas 4,3%.
"Nossas medidas para conter o impacto da pandemia e elevar a vacinação na União Europeia contribuíram claramente para esse sucesso", disse o vice-presidente da Comissão Europeia, Valdis Dombrovskis.
A Comissão afirmou que a inflação alcançará 2,4% em 2021, de 0,3% em 2020, desacelerando a 2,2% em 2022 e 1,4% em 2023.
Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/business/ue-eleva-estimativa-decrescimento-da-zona-do-euro-em-2021-e-ve-2022-forte/ (Fragmento/ Adaptado). Acesso em: 25/04/2022
Adotados pela maioria dos Estados, os blocos econômicos são associações de vários países a fim de formar um mercado regional comum através de facilidades tarifárias entre os membros. Entre as causas para a formação dos blocos econômicos no mundo contemporânea está:
Lei nº 13.005/14
São Diretrizes do PNE - Plano Nacional de Educação:
26 DE JANEIRO DE 2022
Pouco mais de 3.200 hectares foram desmatados em terras indígenas com presença de povos indígenas isolados em 2021, segundo o primeiro resumo anual do boletim Sistema de Alerta de Desmatamento em Terras Indígenas com Registro de Povos Isolados, do Instituto Socioambiental (ISA). (...)
Os alertas concentraram-se, principalmente, nas Terras Indígenas Piripkura (MT), Uru-Eu-Wau-Wau (RO), Araribóia (MA) e Munduruku (PA). Além disso, durante todo o ano de 2021, também foi possível detectar grandes desmatamentos nas bordas desses territórios, o que indica uma tendência de aumento das invasões contra os territórios desses povos isolados.
A Terra Indígena Pirititi, localizada em Rorainópolis, região sul de Roraima, aparece no boletim, com 3,5 hectares desmatados. A área tem pouco mais de 40 mil hectares, com perímetro aproximado de 192 quilômetros.
Desde 2012, o acesso à TI Pirititi é restrito, assim como a locomoção e a permanência de pessoas estranhas aos quadros da Fundação Nacional do Índio (Funai). O objetivo, conforme portaria da própria Funai, é dar continuidade aos trabalhos de localização, monitoramento e proteção territorial e física ao povo indígena Pirititi.
Disponível em: https://correiodolavrado.com.br/2022/01/26/mais-de-3-mil-hectaresforam-desmatados-em-terras-indigenas-com-povos-isolados-no-brasil-em-2021/ (Fragmentos). Acesso em 29/04/2022
A ameaça aos povos isolados do Brasil, causada pelo corrente desmatamento em terras indígenas, está dissociada:

Em grande parte das áreas onde se pratica tal atividade, predominam terrenos extremamente acidentados que apresentam dificuldades para serem ocupados. Para facilitar a ocupação e melhorar o aproveitamento desses tipos de terrenos, contamos com algumas técnicas, dentre as quais podemos destacar a técnica de representação pelas:
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018.
Entre os princípios do raciocínio geográfico apresentados pela BNCC está a analogia, que é assim descrita no documento:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O Purgatório e o Paraíso
A um rabino muito justo foi permitido que visitasse o
purgatório e o paraíso.
Primeiramente foi levado ao purgatório, de onde provinham os gritos mais horrendos dos rostos mais angustiados que já vira.
Naquele estranho local, estavam todos sentados numa grande mesa.
Sobre ela, se viam iguarias, comidas das mais deliciosas que se possa imaginar, com a prataria e a louça mais maravilhosa que jamais se vira.
Não entendendo por qual motivo sofriam tanto, o rabino prestou mais atenção ao local e viu que seus cotovelos estavam invertidos, de tal forma que não podiam dobrar os braços e levar aquelas delícias às suas bocas.
O rabino foi levado ao paraíso, onde se ouvia deliciosas gargalhadas e onde reinava um clima de festa.
Porém, ao observar, para sua surpresa, encontrou o mesmo ambiente: todos sentados à mesma mesa que vira no purgatório, contendo as mesmas iguarias, as mesmas louças e os mesmos cotovelos invertidos.
Mas ali havia um detalhe muito especial: cada um levava a comida à boca do outro.
Essa história nos faz lembrar da música "O sal da Terra" de Beto Guedes, onde diz que vamos precisar de todo mundo, um mais um é sempre mais que dois.
Por isso, para melhor construir a vida nova, e só repartir melhor o pão.
É preciso recriar o paraíso agora, para merecer quem vem depois.
https://www.contandohistorias.com.br. Adaptado