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Q3061740 Português
Por que dizer “não” pode ser difícil e como isso pode fazer bem para a saúde mental

Sensação é comum e está associada a diferentes fatores, incluindo o desejo por ser aceito pelo outro, de acordo com especialistas.

         Você certamente já se deparou com uma situação em que gostaria de ter dito “não”, mas evitou dar uma resposta negativa e acabou fazendo algo que não gostaria. A sensação é comum e está associada a diferentes fatores, incluindo o desejo por ser aceito pelo outro, de acordo com especialistas em comportamento e saúde mental.
      O psicólogo Maycon Rodrigo Torres, membro do Laboratório de Psicanálise e Laço Social da Universidade Federal Fluminense (UFF) e professor de psicologia na Faculdade Maria Thereza (Famath), destaca como a recusa pode afetar as relações afetivas. “O dizer não significa, de certa maneira, negar a demanda que uma outra pessoa te faz e isso faz com que a pessoa fique preocupada sobre como ela será vista por essa pessoa. De que maneira essa recusa a fazer alguma atividade ou a responder de alguma maneira pode prejudicar a opinião que a outra pessoa tem dela. Aqui, a gente tem um pouco desse movimento de preocupação excessiva com a forma como o indivíduo é visto pelo outro”, diz.
       A psicóloga Luana Ganzert, especialista em emoções, afirma que ser aceito faz parte das necessidades básicas emocionais dos indivíduos e que recusas podem interferir nesse contexto. “Quando estamos atendendo essa necessidade básica, temos medo de sermos rejeitados, de não sermos amados e aceitos. Algumas pessoas são mais sensíveis e não suportam a possibilidade de não serem aprovadas. Outras preferem evitar conflitos. Esses são os maiores motivos para que as pessoas tenham medo de dizer não”, explica.
      Para o psicólogo e professor de psicanálise Ronaldo Coelho, evitar dizer não também é uma forma encontrada de “proteger o outro”.
     “Mas, quando ‘protegemos’ o outro da frustração, estamos criando condições para que ele fique atrofiado diante da vida. Imaginemos que quando nos frustramos é como se caísse um peso sobre a gente. Para que consigamos retirar esse peso, precisamos de musculatura. Se somos protegidos da frustração, nós não desenvolvemos essa musculatura, ficamos atrofiados, e quando o peso cai sobre nós ficamos arrebatados, não conseguimos lidar”, detalha.
     Agir o tempo todo com objetivo de agradar ao outro, sem se refletir sobre o que realmente se quer pode levar a um “apagamento” sobre os próprios limites e desejos, explica Coelho. “É comum a pessoa não saber do que ela gosta e o que ela não gosta, do que faz bem e o que faz mal a ela, do que é bom e o que não é, ela perde a capacidade de realizar julgamentos importantes para sua vida. É como se ela sempre precisasse do olhar do outro, do julgamento do outro, para decidir sobre a própria vida, as próprias vontades e desejos”, afirma.
      A avaliação é compartilhada por Torres. “O grande problema de não conseguir dizer não é que, em geral, a pessoa abre mão do que ela gostaria de fazer em nome do desejo do outro. Esse processo pode levar a uma sobrecarga. A pessoa acumula tarefas ou coisas pra fazer e essa sobrecarga tende a aumentar ainda mais a ansiedade que, a longo prazo, pode criar problemas mais crônicos.” Entre as consequências, estão o desenvolvimento de problemas para dormir, impactos para o desempenho no trabalho ou estudo e limitações relacionadas à ansiedade.
    A psicóloga Luana Ganzert afirma que pessoas que não sabem dizer não tendem a ser mais inseguras ou preferem evitar a fadiga e discussões sobre ter uma opinião contrária. “Quando você fala ‘sim’ para tudo, dificilmente você vai cuidar de você. Aceitar tudo significa sofrer emocionalmente em silêncio. Ao dizer ‘sim’, quando queriam dizer o contrário, as pessoas se sujeitam a situações que lhes causam prejuízos emocionais e, em alguns casos, até financeiro. Compram coisas que não desejam por dificuldade de se impor à insistência do vendedor, arrumam compromissos indesejáveis, arrumam relacionamentos tóxicos e muitas vezes abusivos”, acrescenta.
     A psicóloga Gislene Erbs reparou que seus pacientes tinham uma grande dificuldade em dizer “não” quando precisavam e que isso os deixava frustrados e infelizes. Ao buscar fortalecê-los emocionalmente para que pudessem estabelecer-se como prioridades para si mesmos, sentindo-se seguros para negar aquilo que não lhes interessava, Gislene entrou em contato mais profundamente com suas próprias fraquezas.
    A autora afirma que não é saudável e nem lógico sacrificar o próprio bem-estar para agradar aos outros, mas que, infelizmente, em grande parte das vezes, as pessoas fazem isso, porque não sabem dizer “não”. Além disso, segundo ela, escolher a si mesmo em primeiro lugar auxilia no sentido de aumentar a autoestima, assim como a ter clareza dos motivos do seu “não”.
    Para superar a dificuldade de dizer “não”, o indivíduo precisa trazer à consciência os fatores que influenciam sua tomada de decisão para que o indivíduo se sinta mais confortável com as escolhas que precisa fazer.
    Entre eles estão: a falta de autoconhecimento; a impulsividade; a falta de habilidade social; a ansiedade; a baixa autoestima; o sentimento de pena; a falta de inteligência emocional; o medo da rejeição; a necessidade de autoafirmação; e a realidade de querer honrar pai e mãe.
   “Um não sonoro e adequado é, na verdade, um grito de liberdade – para você e, acredite, para quem o recebe”, diz a psicóloga. Conforme a autora, para negar corretamente, não é preciso ser agressivo, mas assertivo e determinado.

(Lucas Rocha. Disponível em: https:www.cnnbrasil.com.br/saude/. Acesso em: 25/01/2023. Fragmento.)
Analise o emprego do verbo trazer no seguinte trecho: “[...] o indivíduo precisa trazer à consciência os fatores que influenciam sua tomada de decisão [...]” (12º§). Considerando que o verbo trazer é irregular, assinale a alternativa em que o seu uso está INCORRETO.
Alternativas
Q3061739 Português
Por que dizer “não” pode ser difícil e como isso pode fazer bem para a saúde mental

Sensação é comum e está associada a diferentes fatores, incluindo o desejo por ser aceito pelo outro, de acordo com especialistas.

         Você certamente já se deparou com uma situação em que gostaria de ter dito “não”, mas evitou dar uma resposta negativa e acabou fazendo algo que não gostaria. A sensação é comum e está associada a diferentes fatores, incluindo o desejo por ser aceito pelo outro, de acordo com especialistas em comportamento e saúde mental.
      O psicólogo Maycon Rodrigo Torres, membro do Laboratório de Psicanálise e Laço Social da Universidade Federal Fluminense (UFF) e professor de psicologia na Faculdade Maria Thereza (Famath), destaca como a recusa pode afetar as relações afetivas. “O dizer não significa, de certa maneira, negar a demanda que uma outra pessoa te faz e isso faz com que a pessoa fique preocupada sobre como ela será vista por essa pessoa. De que maneira essa recusa a fazer alguma atividade ou a responder de alguma maneira pode prejudicar a opinião que a outra pessoa tem dela. Aqui, a gente tem um pouco desse movimento de preocupação excessiva com a forma como o indivíduo é visto pelo outro”, diz.
       A psicóloga Luana Ganzert, especialista em emoções, afirma que ser aceito faz parte das necessidades básicas emocionais dos indivíduos e que recusas podem interferir nesse contexto. “Quando estamos atendendo essa necessidade básica, temos medo de sermos rejeitados, de não sermos amados e aceitos. Algumas pessoas são mais sensíveis e não suportam a possibilidade de não serem aprovadas. Outras preferem evitar conflitos. Esses são os maiores motivos para que as pessoas tenham medo de dizer não”, explica.
      Para o psicólogo e professor de psicanálise Ronaldo Coelho, evitar dizer não também é uma forma encontrada de “proteger o outro”.
     “Mas, quando ‘protegemos’ o outro da frustração, estamos criando condições para que ele fique atrofiado diante da vida. Imaginemos que quando nos frustramos é como se caísse um peso sobre a gente. Para que consigamos retirar esse peso, precisamos de musculatura. Se somos protegidos da frustração, nós não desenvolvemos essa musculatura, ficamos atrofiados, e quando o peso cai sobre nós ficamos arrebatados, não conseguimos lidar”, detalha.
     Agir o tempo todo com objetivo de agradar ao outro, sem se refletir sobre o que realmente se quer pode levar a um “apagamento” sobre os próprios limites e desejos, explica Coelho. “É comum a pessoa não saber do que ela gosta e o que ela não gosta, do que faz bem e o que faz mal a ela, do que é bom e o que não é, ela perde a capacidade de realizar julgamentos importantes para sua vida. É como se ela sempre precisasse do olhar do outro, do julgamento do outro, para decidir sobre a própria vida, as próprias vontades e desejos”, afirma.
      A avaliação é compartilhada por Torres. “O grande problema de não conseguir dizer não é que, em geral, a pessoa abre mão do que ela gostaria de fazer em nome do desejo do outro. Esse processo pode levar a uma sobrecarga. A pessoa acumula tarefas ou coisas pra fazer e essa sobrecarga tende a aumentar ainda mais a ansiedade que, a longo prazo, pode criar problemas mais crônicos.” Entre as consequências, estão o desenvolvimento de problemas para dormir, impactos para o desempenho no trabalho ou estudo e limitações relacionadas à ansiedade.
    A psicóloga Luana Ganzert afirma que pessoas que não sabem dizer não tendem a ser mais inseguras ou preferem evitar a fadiga e discussões sobre ter uma opinião contrária. “Quando você fala ‘sim’ para tudo, dificilmente você vai cuidar de você. Aceitar tudo significa sofrer emocionalmente em silêncio. Ao dizer ‘sim’, quando queriam dizer o contrário, as pessoas se sujeitam a situações que lhes causam prejuízos emocionais e, em alguns casos, até financeiro. Compram coisas que não desejam por dificuldade de se impor à insistência do vendedor, arrumam compromissos indesejáveis, arrumam relacionamentos tóxicos e muitas vezes abusivos”, acrescenta.
     A psicóloga Gislene Erbs reparou que seus pacientes tinham uma grande dificuldade em dizer “não” quando precisavam e que isso os deixava frustrados e infelizes. Ao buscar fortalecê-los emocionalmente para que pudessem estabelecer-se como prioridades para si mesmos, sentindo-se seguros para negar aquilo que não lhes interessava, Gislene entrou em contato mais profundamente com suas próprias fraquezas.
    A autora afirma que não é saudável e nem lógico sacrificar o próprio bem-estar para agradar aos outros, mas que, infelizmente, em grande parte das vezes, as pessoas fazem isso, porque não sabem dizer “não”. Além disso, segundo ela, escolher a si mesmo em primeiro lugar auxilia no sentido de aumentar a autoestima, assim como a ter clareza dos motivos do seu “não”.
    Para superar a dificuldade de dizer “não”, o indivíduo precisa trazer à consciência os fatores que influenciam sua tomada de decisão para que o indivíduo se sinta mais confortável com as escolhas que precisa fazer.
    Entre eles estão: a falta de autoconhecimento; a impulsividade; a falta de habilidade social; a ansiedade; a baixa autoestima; o sentimento de pena; a falta de inteligência emocional; o medo da rejeição; a necessidade de autoafirmação; e a realidade de querer honrar pai e mãe.
   “Um não sonoro e adequado é, na verdade, um grito de liberdade – para você e, acredite, para quem o recebe”, diz a psicóloga. Conforme a autora, para negar corretamente, não é preciso ser agressivo, mas assertivo e determinado.

(Lucas Rocha. Disponível em: https:www.cnnbrasil.com.br/saude/. Acesso em: 25/01/2023. Fragmento.)
Assinale a alternativa cuja(s) vírgula(s) foi (foram) usada(s) pelo mesmo motivo que em “A psicóloga Luana Ganzert, especialista em emoções, afirma que ser aceito faz parte das necessidades básicas emocionais dos indivíduos e que recusas podem interferir nesse contexto.” (3º§)
Alternativas
Q3061738 Português
Por que dizer “não” pode ser difícil e como isso pode fazer bem para a saúde mental

Sensação é comum e está associada a diferentes fatores, incluindo o desejo por ser aceito pelo outro, de acordo com especialistas.

         Você certamente já se deparou com uma situação em que gostaria de ter dito “não”, mas evitou dar uma resposta negativa e acabou fazendo algo que não gostaria. A sensação é comum e está associada a diferentes fatores, incluindo o desejo por ser aceito pelo outro, de acordo com especialistas em comportamento e saúde mental.
      O psicólogo Maycon Rodrigo Torres, membro do Laboratório de Psicanálise e Laço Social da Universidade Federal Fluminense (UFF) e professor de psicologia na Faculdade Maria Thereza (Famath), destaca como a recusa pode afetar as relações afetivas. “O dizer não significa, de certa maneira, negar a demanda que uma outra pessoa te faz e isso faz com que a pessoa fique preocupada sobre como ela será vista por essa pessoa. De que maneira essa recusa a fazer alguma atividade ou a responder de alguma maneira pode prejudicar a opinião que a outra pessoa tem dela. Aqui, a gente tem um pouco desse movimento de preocupação excessiva com a forma como o indivíduo é visto pelo outro”, diz.
       A psicóloga Luana Ganzert, especialista em emoções, afirma que ser aceito faz parte das necessidades básicas emocionais dos indivíduos e que recusas podem interferir nesse contexto. “Quando estamos atendendo essa necessidade básica, temos medo de sermos rejeitados, de não sermos amados e aceitos. Algumas pessoas são mais sensíveis e não suportam a possibilidade de não serem aprovadas. Outras preferem evitar conflitos. Esses são os maiores motivos para que as pessoas tenham medo de dizer não”, explica.
      Para o psicólogo e professor de psicanálise Ronaldo Coelho, evitar dizer não também é uma forma encontrada de “proteger o outro”.
     “Mas, quando ‘protegemos’ o outro da frustração, estamos criando condições para que ele fique atrofiado diante da vida. Imaginemos que quando nos frustramos é como se caísse um peso sobre a gente. Para que consigamos retirar esse peso, precisamos de musculatura. Se somos protegidos da frustração, nós não desenvolvemos essa musculatura, ficamos atrofiados, e quando o peso cai sobre nós ficamos arrebatados, não conseguimos lidar”, detalha.
     Agir o tempo todo com objetivo de agradar ao outro, sem se refletir sobre o que realmente se quer pode levar a um “apagamento” sobre os próprios limites e desejos, explica Coelho. “É comum a pessoa não saber do que ela gosta e o que ela não gosta, do que faz bem e o que faz mal a ela, do que é bom e o que não é, ela perde a capacidade de realizar julgamentos importantes para sua vida. É como se ela sempre precisasse do olhar do outro, do julgamento do outro, para decidir sobre a própria vida, as próprias vontades e desejos”, afirma.
      A avaliação é compartilhada por Torres. “O grande problema de não conseguir dizer não é que, em geral, a pessoa abre mão do que ela gostaria de fazer em nome do desejo do outro. Esse processo pode levar a uma sobrecarga. A pessoa acumula tarefas ou coisas pra fazer e essa sobrecarga tende a aumentar ainda mais a ansiedade que, a longo prazo, pode criar problemas mais crônicos.” Entre as consequências, estão o desenvolvimento de problemas para dormir, impactos para o desempenho no trabalho ou estudo e limitações relacionadas à ansiedade.
    A psicóloga Luana Ganzert afirma que pessoas que não sabem dizer não tendem a ser mais inseguras ou preferem evitar a fadiga e discussões sobre ter uma opinião contrária. “Quando você fala ‘sim’ para tudo, dificilmente você vai cuidar de você. Aceitar tudo significa sofrer emocionalmente em silêncio. Ao dizer ‘sim’, quando queriam dizer o contrário, as pessoas se sujeitam a situações que lhes causam prejuízos emocionais e, em alguns casos, até financeiro. Compram coisas que não desejam por dificuldade de se impor à insistência do vendedor, arrumam compromissos indesejáveis, arrumam relacionamentos tóxicos e muitas vezes abusivos”, acrescenta.
     A psicóloga Gislene Erbs reparou que seus pacientes tinham uma grande dificuldade em dizer “não” quando precisavam e que isso os deixava frustrados e infelizes. Ao buscar fortalecê-los emocionalmente para que pudessem estabelecer-se como prioridades para si mesmos, sentindo-se seguros para negar aquilo que não lhes interessava, Gislene entrou em contato mais profundamente com suas próprias fraquezas.
    A autora afirma que não é saudável e nem lógico sacrificar o próprio bem-estar para agradar aos outros, mas que, infelizmente, em grande parte das vezes, as pessoas fazem isso, porque não sabem dizer “não”. Além disso, segundo ela, escolher a si mesmo em primeiro lugar auxilia no sentido de aumentar a autoestima, assim como a ter clareza dos motivos do seu “não”.
    Para superar a dificuldade de dizer “não”, o indivíduo precisa trazer à consciência os fatores que influenciam sua tomada de decisão para que o indivíduo se sinta mais confortável com as escolhas que precisa fazer.
    Entre eles estão: a falta de autoconhecimento; a impulsividade; a falta de habilidade social; a ansiedade; a baixa autoestima; o sentimento de pena; a falta de inteligência emocional; o medo da rejeição; a necessidade de autoafirmação; e a realidade de querer honrar pai e mãe.
   “Um não sonoro e adequado é, na verdade, um grito de liberdade – para você e, acredite, para quem o recebe”, diz a psicóloga. Conforme a autora, para negar corretamente, não é preciso ser agressivo, mas assertivo e determinado.

(Lucas Rocha. Disponível em: https:www.cnnbrasil.com.br/saude/. Acesso em: 25/01/2023. Fragmento.)
“Por que dizer ‘não’ pode ser difícil e como isso pode fazer bem para a saúde mental.” Em relação ao título do texto, é correto afirmar que é formado por período composto
Alternativas
Q3061737 Português
Por que dizer “não” pode ser difícil e como isso pode fazer bem para a saúde mental

Sensação é comum e está associada a diferentes fatores, incluindo o desejo por ser aceito pelo outro, de acordo com especialistas.

         Você certamente já se deparou com uma situação em que gostaria de ter dito “não”, mas evitou dar uma resposta negativa e acabou fazendo algo que não gostaria. A sensação é comum e está associada a diferentes fatores, incluindo o desejo por ser aceito pelo outro, de acordo com especialistas em comportamento e saúde mental.
      O psicólogo Maycon Rodrigo Torres, membro do Laboratório de Psicanálise e Laço Social da Universidade Federal Fluminense (UFF) e professor de psicologia na Faculdade Maria Thereza (Famath), destaca como a recusa pode afetar as relações afetivas. “O dizer não significa, de certa maneira, negar a demanda que uma outra pessoa te faz e isso faz com que a pessoa fique preocupada sobre como ela será vista por essa pessoa. De que maneira essa recusa a fazer alguma atividade ou a responder de alguma maneira pode prejudicar a opinião que a outra pessoa tem dela. Aqui, a gente tem um pouco desse movimento de preocupação excessiva com a forma como o indivíduo é visto pelo outro”, diz.
       A psicóloga Luana Ganzert, especialista em emoções, afirma que ser aceito faz parte das necessidades básicas emocionais dos indivíduos e que recusas podem interferir nesse contexto. “Quando estamos atendendo essa necessidade básica, temos medo de sermos rejeitados, de não sermos amados e aceitos. Algumas pessoas são mais sensíveis e não suportam a possibilidade de não serem aprovadas. Outras preferem evitar conflitos. Esses são os maiores motivos para que as pessoas tenham medo de dizer não”, explica.
      Para o psicólogo e professor de psicanálise Ronaldo Coelho, evitar dizer não também é uma forma encontrada de “proteger o outro”.
     “Mas, quando ‘protegemos’ o outro da frustração, estamos criando condições para que ele fique atrofiado diante da vida. Imaginemos que quando nos frustramos é como se caísse um peso sobre a gente. Para que consigamos retirar esse peso, precisamos de musculatura. Se somos protegidos da frustração, nós não desenvolvemos essa musculatura, ficamos atrofiados, e quando o peso cai sobre nós ficamos arrebatados, não conseguimos lidar”, detalha.
     Agir o tempo todo com objetivo de agradar ao outro, sem se refletir sobre o que realmente se quer pode levar a um “apagamento” sobre os próprios limites e desejos, explica Coelho. “É comum a pessoa não saber do que ela gosta e o que ela não gosta, do que faz bem e o que faz mal a ela, do que é bom e o que não é, ela perde a capacidade de realizar julgamentos importantes para sua vida. É como se ela sempre precisasse do olhar do outro, do julgamento do outro, para decidir sobre a própria vida, as próprias vontades e desejos”, afirma.
      A avaliação é compartilhada por Torres. “O grande problema de não conseguir dizer não é que, em geral, a pessoa abre mão do que ela gostaria de fazer em nome do desejo do outro. Esse processo pode levar a uma sobrecarga. A pessoa acumula tarefas ou coisas pra fazer e essa sobrecarga tende a aumentar ainda mais a ansiedade que, a longo prazo, pode criar problemas mais crônicos.” Entre as consequências, estão o desenvolvimento de problemas para dormir, impactos para o desempenho no trabalho ou estudo e limitações relacionadas à ansiedade.
    A psicóloga Luana Ganzert afirma que pessoas que não sabem dizer não tendem a ser mais inseguras ou preferem evitar a fadiga e discussões sobre ter uma opinião contrária. “Quando você fala ‘sim’ para tudo, dificilmente você vai cuidar de você. Aceitar tudo significa sofrer emocionalmente em silêncio. Ao dizer ‘sim’, quando queriam dizer o contrário, as pessoas se sujeitam a situações que lhes causam prejuízos emocionais e, em alguns casos, até financeiro. Compram coisas que não desejam por dificuldade de se impor à insistência do vendedor, arrumam compromissos indesejáveis, arrumam relacionamentos tóxicos e muitas vezes abusivos”, acrescenta.
     A psicóloga Gislene Erbs reparou que seus pacientes tinham uma grande dificuldade em dizer “não” quando precisavam e que isso os deixava frustrados e infelizes. Ao buscar fortalecê-los emocionalmente para que pudessem estabelecer-se como prioridades para si mesmos, sentindo-se seguros para negar aquilo que não lhes interessava, Gislene entrou em contato mais profundamente com suas próprias fraquezas.
    A autora afirma que não é saudável e nem lógico sacrificar o próprio bem-estar para agradar aos outros, mas que, infelizmente, em grande parte das vezes, as pessoas fazem isso, porque não sabem dizer “não”. Além disso, segundo ela, escolher a si mesmo em primeiro lugar auxilia no sentido de aumentar a autoestima, assim como a ter clareza dos motivos do seu “não”.
    Para superar a dificuldade de dizer “não”, o indivíduo precisa trazer à consciência os fatores que influenciam sua tomada de decisão para que o indivíduo se sinta mais confortável com as escolhas que precisa fazer.
    Entre eles estão: a falta de autoconhecimento; a impulsividade; a falta de habilidade social; a ansiedade; a baixa autoestima; o sentimento de pena; a falta de inteligência emocional; o medo da rejeição; a necessidade de autoafirmação; e a realidade de querer honrar pai e mãe.
   “Um não sonoro e adequado é, na verdade, um grito de liberdade – para você e, acredite, para quem o recebe”, diz a psicóloga. Conforme a autora, para negar corretamente, não é preciso ser agressivo, mas assertivo e determinado.

(Lucas Rocha. Disponível em: https:www.cnnbrasil.com.br/saude/. Acesso em: 25/01/2023. Fragmento.)
Logo na introdução, o autor se dirige ao leitor: “Você certamente já se deparou com uma situação em que gostaria de ter dito ‘não’, mas evitou dar uma resposta negativa e acabou fazendo algo que não gostaria.” (1º§). Qual é a intenção do autor nesse trecho?
Alternativas
Q3059415 Geografia
      A mobilidade no Sul global está intensamente inserida na perspectiva das migrações internacionais, reforçada pelas práticas anti-imigração no chamado Norte global. É o caso da migração venezuelana em fronteira brasileira.
JAROCHINSKI-SILVA, João Carlos, & BAENINGER, Rosana. (2021). O êxodo venezuelano como fenômeno da migração Sul-Sul. REMHU: Revista Interdisciplinar da Mobilidade Humana, 29(63), 123-139. https://doi.org/10.1590/1980- 85852503880006308. Acesso em 11 jul. 2924. Adaptado.

Sobre a mobilidade de venezuelanos no eixo Sul global, é correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3059414 Geografia
      Adotada pela Geografia Teorética Quantitativa com o objetivo de transformar dados descritivos em informações matemáticas das quais buscavam-se racionalizar as pesquisas com outra forma de linguagem, ou seja, utilizando-se dos mais diferentes modelos para quantificar uma determinada informação, representada no espaço geográfico. A utilização desse método quantitativo foi bem aceita pelos geógrafos na tentativa de tornar a Geografia mais científica, procurando-se então inovar os métodos antes descritivos e regionais, agora com uma perspectiva cartesiana mais voltada para a razão.
PEIXOTO, Aline Maria Dias; CRUZ, Edlane. Revista Vértices, v. 13, n. 1, p. 123–164, 2011. . Disponível em: https://editoraessentia.iff.edu.br/index.php/vertices/article/view/1809- 2667.20110008. Acesso em: 19 jul. 2024. Adaptado.

As informações representadas pelo espaço geográfico, de que trata o texto, podem ser quantificadas, no ensino da Geografia, através de metodologias como a utilização de ____________ e de ____________.

Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas da frase. 
Alternativas
Q3059413 Geografia
      De acordo com Silva (2011), “No final do século XX presenciase um movimento caracterizado pela rápida integração de mercados e circulação acelerada de mercadorias interligando as diversas regiões do mundo, reduzindo sensivelmente o tempo de fricção entre as distâncias. Instaura-se, segundo os economistas, a globalização, expressão do estágio atual do processo de expansão capitalista. As cidades assumiram papel ímpar como lócus da acumulação, pólos de produção e difusão tecnológica e centros reguladores de preços, de bolsas de valores e de grandes transações comerciais.”
SILVA, José Borzacchiello da. Discutindo o Rural e o Urbano. Revista da ANPEGE, v. 7, n. 08, p. 3–11, 2017. Disponível em: https://ojs.ufgd.edu.br/anpege/article/view/6522. Acesso em: 10 jul. 2024.

Que consequências puderam ser observadas nas cidades a partir desse novo papel assumido no processo de globalização? 
Alternativas
Q3059412 Geografia
      A representação dos aspectos naturais e artificiais da Terra, destinada a fins práticos da atividade humana, permitindo a avaliação precisa de distâncias, direções e a localização plana, geralmente em média ou grande escala, de uma superfície da Terra, subdividida em folhas, de forma sistemática, obedecido um plano nacional ou internacional, corresponde, de acordo com a Associação Brasileira de Normas Técnicas, a uma forma de representação da superfície terrestre.
SPUGeo. Introdução à cartografia: conceitos e aplicações. Disponível em: https://www.gov.br/economia/pt-br/assuntos/patrimonio-da-uniao/arquivosanteriores-privados/programa-de-modernizacao/linha-do-tempo/30-introducao-acartografia-apostila.pdf. Acesso em: 18 jul. 2024.

A representação da superfície terrestre conceituada no texto é nomeada 
Alternativas
Q3059411 Geografia
      Recife, desde 2017, encabeça o ranking de cidades inteligentes no Nordeste. Além das políticas, ações e programas estão sendo desenvolvidos pela cidade no intuito de erigir uma verdadeira smart city.
ARAÚJO, Douglas da Silva; GUIMARÃES, Patrícia Borba Vilar; COSTA, Ademir Araújo da. A implantação de cidades inteligentes no Nordeste brasileiro: um breve diagnóstico. Revista de Direito da Cidade, v. 12, n. 2, p. 1084–1104, 2020. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/rdc/article/view/39957. Acesso em: 18 jul. 2024.

Como Recife está se tornando uma smart city? 
Alternativas
Q3059410 Geografia
      A cadeia agroindustrial do leite é conhecida como um dos segmentos mais importantes do agronegócio brasileiro sob a ótica social e econômica, estando presente em todo o território nacional com papel relevante no suprimento de alimentos, geração de empregos e de renda para a população. A distribuição do leite industrializado nas regiões brasileiras, em 2017, pode ser observada no gráfico abaixo.

Captura_de tela 2024-11-02 101701.png (408×330)
Sendo a região Nordeste a maior em número de unidades federativas, por que a produção industrial do leite é menor que nas regiões Sul e Sudeste? 
Alternativas
Q3059409 Pedagogia
      A geografia especializou-se também em estudar realidades presentes no espaço geográfico dos alunos, como Santos (2010, p.22) coloca, “[...] a geografia é uma ciência ligada à vida e, portanto, ligada ao cotidiano do aluno.” Nesse sentido é muito significativo colocar as crianças diante do mundo a ser decifrado [...].
NASCIMENTO, Claudionor Quixabeira do. As práticas pedagógicas para o ensino de Geografia. Monografia (Licenciatura em Geografia), Universidade Federal de Alagoas, Delmiro Gouveia, 2019. (Adaptado)

Considerando a intenção de se colocar os estudantes diante de um mundo a ser decifrado, seria correto recomendar como prática pedagógica a 
Alternativas
Q3059407 Geografia
      Segundo relatório apresentado pelo Serviço Geológico do Brasil, em 2015, o município de São Lourenço da Mata já possuía quinze áreas consideradas de alto e muito alto risco para deslizamentos ou enchentes, tendo em vista a implantação de residências em áreas urbanas não edificante. A evolução dos riscos é natural. É necessário monitorar e manter um trabalho constante para a minimização dos efeitos, na ocorrência de Desastres Naturais.
Ação Emergencial para Delimitação de Áreas em Alto e Muito Alto Risco a Inundações e Movimentos de Massa - São Lourenço da Mata – PE, 2015. Disponível em: https://rigeo.sgb.gov.br/handle/doc/20040.2. Acesso em: 17 jul.2024.

Quais as causas da implantação de residências em áreas urbanas não edificantes? 
Alternativas
Q3059406 Geografia
O Índice de Gini, criado pelo matemático italiano Conrado Gini, é um instrumento para medir o grau de concentração de renda em determinado grupo. Ele aponta a diferença entre os rendimentos dos mais pobres e dos mais ricos.
Sabendo que o índice de Gini de São Lourenço da Mata é de 0,50, avalie as alternativas a seguir e assinale aquela que apresenta a característica socioeconômica, de acordo com o IBGE (dados de 2021/2022), que justifica essa medição. 
Alternativas
Q3059405 Geografia
      Vieira (1975) afirma que o conteúdo “solos”, no âmbito da Geografia, para o ensino fundamental, é complexo por essência, por abranger conhecimentos que vão desde sua formação até sua eventual degradação. Nessa esteira de dificuldades a aula expositiva puramente mnemónica se mantém consolidada como prática recorrente.
DUPRAT, Ruan Felipe Tenorio. O ensino de solos como instrumento para a educação geográfica: importância, desafios e possibilidades metodológicas. 2022. Trabalho de conclusão de curso (Licenciatura em Geografia) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2022.Disponível em: https://repositorio.ufpe.br /handle/123456789/48254. Acesso em: 17 jul.2024. Adaptado.

Com relação ao estudo do solo em Geografia, está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3059404 Pedagogia
Considere a habilidade presente no Currículo de Pernambuco para o ensino de Geografia nos anos finais do Ensino Fundamental:
(EF06GE04PE) Descrever o ciclo da água, comparando o escoamento superficial no ambiente urbano e rural, reconhecendo os principais componentes da morfologia das bacias e das redes hidrográficas e a sua localização no modelado da superfície terrestre e da cobertura vegetal, reconhecendo as diferentes formas de utilização desse recurso como resultado do uso e os impactos provocados nos ambientes urbanos e rurais.

Como os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável 2030, da ONU, podem ser utilizados pelo(a) professor(a) de Geografia em uma proposta pedagógica para o desenvolvimento dessa habilidade? 
Alternativas
Q3059403 Geografia
São Lourenço da Mata é um município cujo território é coberto pelo Bioma Mata Atlântica e é drenado pelos rios Capibaribe, Aratangi, Goitá, Tapacurá, Muribara, Macaco, Maninimbu, Tejipió, Pirãozinho e Várzea do Una. Entretanto, em 2010, teve início no município a construção da “Arena Pernambuco”, destinada à Copa de 2014, que causou alguns impactos ambientais, como a 
Alternativas
Q3059402 Geografia
      Diferentemente do que se possa imaginar, o BRICS não é um bloco econômico formal. Segundo a definição do governo brasileiro, o BRICS é uma parceria entre cinco das principais economias emergentes do mundo: Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul (do inglês, South Africa). Como agenda externa, o BRICS possui coesão para se posicionar a respeito de diversos temas debatidos na agenda geopolítica mundial. Na 15ª Cúpula dos BRICS, ocorrida na África do Sul em agosto de 2023, foi anunciada a inclusão de seis novos membros à parceria a partir de janeiro se 2024. Contudo, um deles cancelou sua participação.
Carlos Eduardo Cesar Miné Junior, A expansão do BRICS e seu impacto na geopolítica global. Disponível em: https://www.politize.com.br/expansao-do-brics/. Acesso em: 16 jul.2024. Adaptado.

Os novos membros do BRICS incluídos a partir da cúpula realizada em 2023 são 
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Q3059401 Pedagogia
      Algumas das metodologias utilizadas em práticas pedagógicas têm se apresentado como eficazes, por serem estratégias que minimizam ou solucionam alguns dos problemas encontrados no espaço escolar. Entre suas potencialidades estão a de impulsionar o envolvimento dos alunos por meio de atividades lúdicas, e partir de situações vivenciadas por eles para tratar de temas como cidade ou meio ambiente. Essas metodologias são apontadas como um caminho que pode ser trilhado pelo professor a fim de obter resultados mais satisfatórios no processo de ensino e de aprendizagem.
DE MORAES, Jerusa Vilhena; CASTELLAR, Sonia Maria Vanzella. Metodologias ativas para o ensino de Geografia: um estudo centrado em jogos. Revista Electrónica de Enseñanza de las Ciencias, v. 17, n. 2, p. 422-436, 2018. Adaptado. A partir da leitura do texto, analise as afirmações a seguir a respeito das diversas estratégias metodológicas.

I. A utilização de metodologias ativas pode contribuir para: a melhoria da qualidade do ensino, uma vez que o estudante pode dar significado ao que vive; desenvolvendo a consciência sobre a relação entre ciência e sociedade e de conceitos científicos voltados para a construção da cidadania.
II. A aprendizagem ativa é compatível com a prática reflexiva, pois as atividades devem oferecer oportunidades de reflexão, e isso pode ser alcançado colocando o pensamento do estudante em estado de mobilização, estimulando-o, por meio das atividades, a analisar, compreender, comparar fenômenos.
III. Dentro de uma concepção de ensino e aprendizagem ativa, deve-se restringir a criação, a imaginação e a construção de situações, para que seja incluída. Ou seja, deve-se constituir uma proposta visando dinâmicas de reprodução das atividades, e ao cumprimento passivo de algumas ações desconexas.
IV. As atividades de ensino e aprendizagem que se utilizam de métodos passivos são capazes de aguçar o sentido da observação, pois é dessa maneira que o estudante terá capacidade de criar adquirir um novo conhecimento.

É correto o que se afirma apenas em: 
Alternativas
Q3059400 Geografia
      Ensinar sobre a cidade tem se constituído em um importante articulador de aprendizagens na educação geográfica. O ensino de cidade assume no início da escolarização uma grande aproximação com o lugar de vivência do estudante e, portanto, uma associação maior com a categoria lugar e paisagem, e ao longo dos anos finais vai assumindo maior complexidade em diferentes escalas geográficas e em associação com diferentes temas e categorias.
FERREIRA, Afonso Vieira; PEREIRA, Carolina Machado Rocha Busch. A Cidade como objeto de conhecimento para a educação geográfica. Revista Ensino de Geografia (Recife) V, v. 3, n. 2, 2020.

Com relação ao Objetivo de Conhecimento “cidade”, dentro do componente curricular Geografia, assinale a alternativa correta. 
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Q3059399 Geografia
      As migrações internacionais são e sempre foram um fenômeno humano complexo. As tragédias no Mediterrâneo são um fenômeno endêmico, com décadas, que parece não ter fim à vista e transformaram este mar na fronteira mais letal do Mundo. Só em 2016 perderam a vida na travessia para a Europa cerca de 5143 pessoas e, em 2017, 3116.
SOUSA, Constança Urbano de. A Europa no contexto global das migrações. Disponível em: https://repositorio.ual.pt/server/api/core/bitstreams/131e7ff4-df2e4e04-a06c-e79837eccb8b/content . Acesso em: 15 jul.2024.

Para minimizarem o fenômeno descrito no texto, os Estados europeus devem adotar estratégias como 
Alternativas
Respostas
7141: D
7142: D
7143: D
7144: D
7145: D
7146: B
7147: D
7148: D
7149: B
7150: C
7151: E
7152: C
7153: B
7154: E
7155: B
7156: A
7157: E
7158: A
7159: C
7160: A