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Leia o texto a seguir para responder à questão.
A tarde a multidão
Todos estão tristes às 4h25 da tarde, na avenida Nossa Senhora de Copacabana. São muitas pessoas e todos os rostos são apreensivos. É como se houvesse uma causa comum, essencial, anterior. Todos caminham amargurados às 4h25 da tarde, na avenida Nossa Senhora de Copacabana.
Por quê, se não vai chover e se o mar não vai transbordar? Por que esse ar de todos, tão aflito, de quem não se sabe achar?
Tempos atrás, passei pela avenida Nossa Senhora de Copacabana, todos eram felizes. O amargurado era eu. Hoje, na multidão, não tenho mais que dois problemas. Dói-me a botina nova, no pé esquerdo, e vou comprar um ferro elétrico. Quanto à botina, bastará descalçá-la quando chegar em casa. E sentir a dor passando, que é um prazer muito maior que o de nunca ter tido dor nenhuma. Mas, o ferro elétrico? E o ferro elétrico? Como é que se compra um ferro elétrico?
Pergunta-me o homem do balcão:
— Como é que o senhor quer o ferro elétrico?
Hesito e respondo, na medida do possível:
— Um que seja bem elétrico.
Sim, porque se vou comprar um ferro elétrico, quanto mais elétrico for, melhor. Se fosse comprar um quadro-negro, tinha que ser o mais negro de todos.
Volto à rua e as pessoas estão ainda mais aflitas às 5h15 da tarde, na avenida Nossa Senhora de Copacabana. A tarde vã, desperdiçada, no rosto de cada semelhante. Como se cada um tivesse uma coisa sem remédio na parte alta da cavidade torácica. Uma angústia, uma falta de ar, malgrado a tarde estival.
Falta de exercício respiratório. Nada mais que isso. O homem se desentende consigo mesmo porque se esquece de respirar. É preciso aspirar, no mínimo, quatro litros de oxigênio em cada tomada de ar. O homem de hoje não respira, ofega. Como os cachorros. E isto altera o equilíbrio moral de cada um.
Aflige-me o pobre olhar das multidões. Por nada. Não há culpa ou causa comum. Cada qual carrega o seu deserto, seu calvário particular, porque na angústia, no fundo da grande angústia, há uma cômoda preguiça, um estágio de lânguido torpor como o do ópio. Não há nada a fazer pelas pessoas da tarde, na avenida Nossa Senhora de Copacabana.
MARIA, A. A tarde e a multidão. In: TAUIL, G. (Org.) Vento vadio: as crônicas de Antônio Maria, 2021, p. 122-123.
Julgue as seguintes afirmativas sobre a vegetação brasileira:
I. A Mata dos Pinhais, ou Mata de Araucárias, é originalmente uma formação característica do Sul do país, que se desenvolveu em solos férteis, clima úmido e de temperaturas amenas.
II. O cerrado é conhecido como a avana brasileira pelo fato de ser um bioma de clima tropical, formado por um conjunto de gramíneas, arbustos e árvores esparsas.
III. A caatinga desenvolveu uma vegetação adaptada à seca, com mecanismos de proteção contra a perda excessiva de água. Para isso, as raízes profundas se incumbem de absorver água das partes inferiores dos lençóis freáticos. Já a casca grossa e as folhas pequenas, às vezes cobertas por cera, dificultam a perda de água do corpo da planta para o ambiente.
IV. Os Pampas, também conhecidos como campos sulinos ou campanha gaúcha, são formações campestres encontradas na região sul do país.
São corretas as afirmativas:
Os __________, que compreendem boa parte do solo dos estados de São Paulo e Paraná, no Brasil, são formados pela decomposição do basalto e do diabásio, sendo um dos solos mais férteis do país. Essa denominação engloba o solo conhecido pelo nome de terra roxa.” Preenche corretamente a lacuna:
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), de sua parte, reafirma no Artigo 5 que: O acesso ao ensino fundamental é direito público subjetivo, podendo qualquer cidadão, grupo de cidadãos, associação comunitária, organização sindical, entidade de classe ou outra legalmente constituída, e, ainda, o_____, acionar o Poder Público para exigi-lo.
Leia atentamente o poema Eterna mágoa, de Augusto dos Anjos, escritor brasileiro, para responder às questões de 1 a 5.
Eterna mágoa
O homem por sobre quem caiu a praga
Da tristeza do Mundo, o homem que é triste
Para todos os séculos existe
E nunca mais o seu pesar se apaga!
Não crê em nada, pois, nada há que traga
Consolo à Mágoa, a que só ele assiste.
Quer resistir, e quanto mais resiste
Mais se lhe aumenta e se lhe afunda a chaga.
Sabe que sofre, mas o que não sabe
E que essa mágoa infinda assim não cabe
Na sua vida, é que essa mágoa infinda
Transpõe a vida do seu corpo inerme;
E quando esse homem se transforma em verme
É essa mágoa que o acompanha ainda!
Leia atentamente o poema Eterna mágoa, de Augusto dos Anjos, escritor brasileiro, para responder às questões de 1 a 5.
Eterna mágoa
O homem por sobre quem caiu a praga
Da tristeza do Mundo, o homem que é triste
Para todos os séculos existe
E nunca mais o seu pesar se apaga!
Não crê em nada, pois, nada há que traga
Consolo à Mágoa, a que só ele assiste.
Quer resistir, e quanto mais resiste
Mais se lhe aumenta e se lhe afunda a chaga.
Sabe que sofre, mas o que não sabe
E que essa mágoa infinda assim não cabe
Na sua vida, é que essa mágoa infinda
Transpõe a vida do seu corpo inerme;
E quando esse homem se transforma em verme
É essa mágoa que o acompanha ainda!
Leia atentamente o poema Eterna mágoa, de Augusto dos Anjos, escritor brasileiro, para responder às questões de 1 a 5.
Eterna mágoa
O homem por sobre quem caiu a praga
Da tristeza do Mundo, o homem que é triste
Para todos os séculos existe
E nunca mais o seu pesar se apaga!
Não crê em nada, pois, nada há que traga
Consolo à Mágoa, a que só ele assiste.
Quer resistir, e quanto mais resiste
Mais se lhe aumenta e se lhe afunda a chaga.
Sabe que sofre, mas o que não sabe
E que essa mágoa infinda assim não cabe
Na sua vida, é que essa mágoa infinda
Transpõe a vida do seu corpo inerme;
E quando esse homem se transforma em verme
É essa mágoa que o acompanha ainda!
Leia atentamente o poema Eterna mágoa, de Augusto dos Anjos, escritor brasileiro, para responder às questões de 1 a 5.
Eterna mágoa
O homem por sobre quem caiu a praga
Da tristeza do Mundo, o homem que é triste
Para todos os séculos existe
E nunca mais o seu pesar se apaga!
Não crê em nada, pois, nada há que traga
Consolo à Mágoa, a que só ele assiste.
Quer resistir, e quanto mais resiste
Mais se lhe aumenta e se lhe afunda a chaga.
Sabe que sofre, mas o que não sabe
E que essa mágoa infinda assim não cabe
Na sua vida, é que essa mágoa infinda
Transpõe a vida do seu corpo inerme;
E quando esse homem se transforma em verme
É essa mágoa que o acompanha ainda!
I – É possível afirmar que o homem representado no poema sabe que sua dor um dia acabará.
II – A morte é retratada no poema como uma espécie de rendição.
III – O autor preocupa-se com a forma do poema, atentando-se para as rimas.
É (São) incorreta(s) a(s) afirmação(ões):
Leia atentamente o poema Eterna mágoa, de Augusto dos Anjos, escritor brasileiro, para responder às questões de 1 a 5.
Eterna mágoa
O homem por sobre quem caiu a praga
Da tristeza do Mundo, o homem que é triste
Para todos os séculos existe
E nunca mais o seu pesar se apaga!
Não crê em nada, pois, nada há que traga
Consolo à Mágoa, a que só ele assiste.
Quer resistir, e quanto mais resiste
Mais se lhe aumenta e se lhe afunda a chaga.
Sabe que sofre, mas o que não sabe
E que essa mágoa infinda assim não cabe
Na sua vida, é que essa mágoa infinda
Transpõe a vida do seu corpo inerme;
E quando esse homem se transforma em verme
É essa mágoa que o acompanha ainda!
I – A principal temática do poema é a angústia existencial e sua inevitabilidade.
II – O homem retratado no poema é caracterizado por sua falta de crença em qualquer coisa que possa trazer consolo à sua mágoa.
III – É possível afirmar que o homem retratado no poema tenta resistir ao sofrimento e obtém considerável êxito.
É (São) correta(s) a(s) afirmação(ões):
(__)A sala de aula invertida incentiva os alunos a estudarem conteúdos teóricos em casa, liberando o tempo em sala para atividades práticas e debates.
(__)A gamificação transforma conteúdos geográficos em jogos, mas pode negligenciar o desenvolvimento do pensamento crítico se aplicada de forma inadequada.
(__)A aprendizagem baseada em projetos desconsidera os conteúdos programáticos obrigatórios ao priorizar apenas as demandas dos alunos.
(__)O uso de metodologias ativas é incompatível com o ensino de Geografia física, como relevo e clima.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: