Questões de Concurso
Comentadas para professor - geografia
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Na safra 2017-2018, o pesquisador Júlio Cesar Franchini dos Santos, da Embrapa Soja, desenvolveu estudos com o uso de imagens, obtidas a partir de VANT`s comerciais, em áreas experimentais no Paraná. O objetivo de Franchini era mapear a variabilidade espacial das culturas e identificar correlações agronômicas, por meio das imagens fornecidas. Ele avaliou experimentos de fertilidade do solo, nematoides, ferrugem asiática, além de aplicações relacionadas ao manejo e conservação do solo.
Disponível em: https://pesquisa.unemat.br/gaaf/noticia/103/imagens-aereas-e-de-sensoriamento-remoto-favorecemdiagnostico-e-tomada-de-decisao-no-campo. Acesso em: 16/04/2025.
Considerando as características e as propriedades espectrais, o Sensoriamento Remoto (SR)
TEXTO 1. Acompanhando o ciclo anual da chuva, observa-se uma das características mais marcantes do clima tropical da América do Sul durante o verão: a presença de uma banda de nebulosidade e chuvas com orientação noroeste-sudeste, que se estende desde a Amazônia até o Sudeste do Brasil e, frequentemente, sobre o Oceano Atlântico Subtropical.
TEXTO 2. São sistemas meteorológicos caracterizados por centros de pressão relativamente baixa que se originam na alta troposfera e se estendem até os níveis médios, dependendo da instabilidade atmosférica. Eles se desprendem do escoamento atmosférico associado, são quase estacionários, mas podem deslocar-se lentamente tanto para Leste quanto para Oeste e também caracterizam-se por um tempo de vida de vários dias.
CAVALCANTI, Iracema Fonseca de Albuquerque et al. (organizadores). Tempo e Clima no Brasil. São Paulo: Oficina de Textos, 2009. p. 43 e 95.
Considerando a ordem dos textos, os sistemas meteorológicos que afetam o tempo na América do Sul são, respectivamente:
[…] Intitulada “Seasonal variation in net ecosystem CO2 exchange of a brazilian seasonally dry tropical forest” (ou ‘Variação sazonal na troca líquida de CO2 do ecossistema de uma floresta tropical seca brasileira’, em português), a pesquisa foi desenvolvida pelo Grupo de Estudos Observacionais e de Modelagem da Interação Biosfera-Atmosfera (Geoma) da UFRN e publicado pela revista ‘Scientific Reports’. O estudo buscou analisar teorias que consideram ecossistemas secos, como a Caatinga, como ineficientes na absorção do CO2, diferentemente dos demais biomas e florestas. […] Realizada em parceria entre pesquisadores, estudantes e professores da UFRN, Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), de Campina Grande (UFCG), do Oeste do Pará (UFOPA), do Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio) e do Instituto Nacional do Semiárido (Insa), a pesquisa selecionou a região da Reserva Ecológica (Esec) Seridó, localizada no sul do Rio Grande do Norte, e estudou a captação e liberação de CO2 no ecossistema de janeiro de 2014 a outubro de 2015.
Disponível em:https://semas.pe.gov.br/caatinga-e-um-dos-biomas-que-mais-absorvem-dioxido-de-carbo-no-apontapesquisa-da-ufrn. Acesso em: 15/04/2025.
Nesse contexto, sobre a Caatinga e/ou o Seridó, é correto afirmar que
O Rio Grande do Norte ganhou 13 novos parques eólicos nos dois primeiros meses de 2024, aponta a atualização no Mapa das Energias Renováveis do Observatório da Indústria Mais RN, núcleo de planejamento estratégico contínuo da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (FIERN). Esse crescimento no número de parques em operação no estado representa um crescimento de 0,45 GW de potência em operação no estado. A plataforma também indica que há 91 empreendimentos em desenvolvimento, com 3,58 GW de potência outorgada, que consiste na potência em construção ou ainda não construída. No cenário nacional, em número de parques em operação, o Rio Grande do Norte fica atrás apenas da Bahia. Mesmo assim, o RN é líder na potência em operação, com 9,43 GW, o que representa quase 32% de toda a geração de energia eólica no país.
Disponível em https://www.fiern.org.br/rn-ganha-13-novos-parques-eolicos-nos-primeiros-dois-meses-de -2024-mostramais-rn/. Acesso em: 15/04/2025.
Sobre a energia eólica e a posição do Rio Grande do Norte no cenário energético supracitado, é correto afirmar que a
100 anos de Aziz Ab'Saber, geógrafo que mapeou os domínios climáticos do Brasil
[...] Ao longo de quase 70 anos dedicados à geografia, estima-se que tenha escrito mais de 500 trabalhos. Em 2003, publicou Os Domínios de Natureza no Brasil. O livro fez uma das análises mais completas do relevo, solo, vegetação, hidrografia e clima brasileiros. Vem do geógrafo a divisão do território em seis domínios morfoclimáticos: Amazônico, Caatinga, Mares de Morros, Cerrado, Araucárias e Pradarias. [...]
Disponível em:https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2024/10/100-anos-de-aziz-absaber-geografo-quemapeou-os-dominios-climaticos-do-brasil.ghtml. Acesso em: 14/04/2025.
O geógrafo Aziz Ab'Saber foi importantíssimo para a definição dos domínios morfoclimáticos do Brasil. De acordo com Ab'Saber,