Questões de Concurso
Comentadas para professor - geografia
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Quantos níveis a referida Lei apresenta?
Texto 2
A seguir, leia alguns trechos da canção Se avexe não, de Tássia Reis, e, com base neles, responda à questão.
Se avexe não
Não chore
Nem se demore nesta dor
Porque acalanto do seu coração
Está vindo e é tão lindo
Quanto esta canção
[…]
Só sorri quando quero chorar
Isso não foi difícil aprender, mas
Desaprendo pra algo mudar
E assim eu me fortalecer
Me permito desmoronar
Desaguar todo entristecer
Pra que seja possível curar
Me amar e me prevalecer
Pra quando um amor chegar
Enxergar e não desfalecer
Sem alguns dos seres desfrutar
De uma fonte de um belo querer
[…]
REIS, Tássia. Se avexe não. Disponível em: https://www.letras.mus.br/tassia-reis/se-avexe-nao/significado.html .Acessado em: 29/10/2025.
Preencha corretamente as lacunas do texto:
O espaço geográfico brasileiro é resultado da interação entre a natureza e a sociedade. A organização territorial do país considera __________, como relevo, clima, vegetação e recursos hídricos, e fatores __________, como atividades econômicas, redes de transporte, distribuição da população e concentração urbana. O Brasil é dividido em __________, que agrupam estados com características socioeconômicas e ambientais semelhantes. As desigualdades regionais refletem a concentração de investimentos, __________ e oportunidades de trabalho, enquanto a expansão das atividades agrícolas, industriais e de serviços modifica constantemente o __________.
Assinale a alternativa correta:
Preencha corretamente as lacunas abaixo:
O Brasil é um país de grande relevância no cenário internacional, tanto em termos geográficos quanto econômicos e culturais. Sua posição no continente sul-americano permite uma extensa integração com países vizinhos, enquanto sua dimensão territorial e recursos naturais favorecem a participação em blocos econômicos, como o __________. O Brasil destaca-se ainda na produção de commodities, na preservação de __________, e na influência cultural por meio da música, culinária e festividades. Além disso, o país exerce papel estratégico em fóruns multilaterais, como a __________, contribuindo para decisões globais sobre meio ambiente, economia e política internacional.
Assinale a alternativa correta:
Os movimentos da Terra influenciam diversos fenômenos naturais, como a sucessão do dia e da noite, as estações do ano e a inclinação dos raios solares. Relacione os movimentos da Terra da Coluna 1 com suas consequências na Coluna 2:
Coluna 1 − Movimento da Terra
1. Rotação.
2. Translação.
3. Precessão do eixo.
4. Nutação.
Coluna 2 − Consequências/Característica
(__) Alternância de estações do ano e variação na intensidade da radiação solar.
(__) Alternância de dia e noite.
(__) Oscilação lenta no eixo de rotação, influenciando pequenas variações sazonais.
(__) Deslocamento gradual do eixo de rotação em um ciclo de milhares de anos, modificando posições estelares.
Assinale a correspondência correta de cima para baixo:
Durante uma aula de Geografia, os alunos analisaram diferentes mapas de uma mesma região, percebendo variações de representação do território, escalas e informações complementares. A professora explicou que o uso correto de projeções, escalas, legendas e imagens de sensoriamento remoto é fundamental para interpretar dados geográficos com precisão. Analise as afirmativas:
I. As projeções cartográficas permitem representar a superfície curva da Terra em um plano, mas todas apresentam algum tipo de distorção, seja de forma, área, distância ou direção.
II. A escala do mapa indica a relação entre a distância no mapa e a distância real no terreno; quanto menor a escala, maior é o nível de detalhamento.
III. A legenda é o elemento do mapa que explica os símbolos, cores e sinais utilizados, permitindo a interpretação correta das informações geográficas.
IV. O sensoriamento remoto fornece dados obtidos à distância, como imagens de satélite, permitindo monitorar fenômenos naturais, uso do solo e alterações ambientais sem contato físico direto com o local.
Assinale a alternativa correta:
Texto I
I.A., uma inteligência que não pensa. Já pensou nisso?
Por Raphael Conceição
O assombroso avanço tecnológico dos diversos modelos de linguagem existentes no mundo de hoje deixa à margem um debate importante acerca do que se convencionou denominar “Inteligência Artificial”.
A discussão que tenho proposto em inúmeras palestras, oficinas e workshops sobre o tema trata de uma região que figura entre a imprecisão e o engano do uso do termo “inteligência” para um tipo de tecnologia que não pensa, não intui, não dispõe de consciência e, se tanto, simula a atividade cerebral humana.
É indubitável que os bots que conversam de maneira tão natural com as pessoas transmitem uma sensação de proximidade.
Meu ponto, porém, é que essa “pessoalidade”, por assim dizer, é tão legítima quanto a “mágica” de um ilusionista que prende nossa atenção em uma de suas mãos enquanto, com a outra, realiza processos cujo resultado nos encantará com lenços que lhe saem da boca ou uma carta de baralho rasgada que volta a aparecer em um dos bolsos de seu fraque.
É divertido ver, admito. Mas não é mágica. Assim como conversar com um sistema também me entretém. Mas não é conversa. Sob essa ótica, desmistificamos questões que inclusive atrapalham as pessoas a usufruírem mais e melhor da tecnologia de que hoje dispomos.
Quando nos damos conta de que tudo aquilo que perguntamos, demandamos ou pesquisamos, cujas respostas nos chegam em segundos de maneira impressionante, decorre de uma precisão estatística, matemática e padronizada, compreendemos melhor que o caminho a trilhar não é um embate IA x Humano, e sim um viés em que a dita Inteligência Artificial potencializa o que nós, pessoas, somos.
Se de melhor ou pior, bom, o critério e a decisão ficam à nossa conta.
De todo modo, medos de que as máquinas algum dia se revoltem contra nós como nas telas de cinema – ou no streaming que parece adivinhar a melhor série que combina com o meu perfil – podem ser minimizados quando aceitamos a IA tal qual ela é: poderosa em cálculo e correlação, mas desprovida de consciência ou compreensão semântica.
A máquina avança pela nossa real inteligência e nos ajuda a automatizar tarefas repetitivas, calcular cenários em dimensões e magnitudes que há pouco pareciam impossíveis e até mesmo predizer possibilidades com alta taxa de acertos. Tudo isso sem tirar nem ameaçar o papel que nos cumpre: decisores sobre qual impacto queremos que a IA tenha em nossas vidas.
A TV interferiu no rádio. O digital no impresso. O CD no vinil. A IA, claro, vai transformar muitos aspectos da nossa vida, e nossa relação com ela moldará nosso futuro.
A pergunta que não quer calar (Como?), porém, não deve ser direcionada ao ChatGPT ou correlatos. Quem vai respondê-la seremos nós, enquanto sociedade, dentro das classes, castas e divisões a que nos submetemos (ou impomos).
Quem sabe a gente não escolhe usar a tecnologia para um futuro mais inclusivo e menos desigual. Se é possível sonhar? Eu creio que sim.
Mas esse papo é para um próximo texto.
Um abraço, enter, e até lá.
Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2025/10/10 57224-i-a-uma-inteligencia-que-nao-pensa-ja-pensounisso.html. Acesso em 31/10/2025. Excerto
Texto I
I.A., uma inteligência que não pensa. Já pensou nisso?
Por Raphael Conceição
O assombroso avanço tecnológico dos diversos modelos de linguagem existentes no mundo de hoje deixa à margem um debate importante acerca do que se convencionou denominar “Inteligência Artificial”.
A discussão que tenho proposto em inúmeras palestras, oficinas e workshops sobre o tema trata de uma região que figura entre a imprecisão e o engano do uso do termo “inteligência” para um tipo de tecnologia que não pensa, não intui, não dispõe de consciência e, se tanto, simula a atividade cerebral humana.
É indubitável que os bots que conversam de maneira tão natural com as pessoas transmitem uma sensação de proximidade.
Meu ponto, porém, é que essa “pessoalidade”, por assim dizer, é tão legítima quanto a “mágica” de um ilusionista que prende nossa atenção em uma de suas mãos enquanto, com a outra, realiza processos cujo resultado nos encantará com lenços que lhe saem da boca ou uma carta de baralho rasgada que volta a aparecer em um dos bolsos de seu fraque.
É divertido ver, admito. Mas não é mágica. Assim como conversar com um sistema também me entretém. Mas não é conversa. Sob essa ótica, desmistificamos questões que inclusive atrapalham as pessoas a usufruírem mais e melhor da tecnologia de que hoje dispomos.
Quando nos damos conta de que tudo aquilo que perguntamos, demandamos ou pesquisamos, cujas respostas nos chegam em segundos de maneira impressionante, decorre de uma precisão estatística, matemática e padronizada, compreendemos melhor que o caminho a trilhar não é um embate IA x Humano, e sim um viés em que a dita Inteligência Artificial potencializa o que nós, pessoas, somos.
Se de melhor ou pior, bom, o critério e a decisão ficam à nossa conta.
De todo modo, medos de que as máquinas algum dia se revoltem contra nós como nas telas de cinema – ou no streaming que parece adivinhar a melhor série que combina com o meu perfil – podem ser minimizados quando aceitamos a IA tal qual ela é: poderosa em cálculo e correlação, mas desprovida de consciência ou compreensão semântica.
A máquina avança pela nossa real inteligência e nos ajuda a automatizar tarefas repetitivas, calcular cenários em dimensões e magnitudes que há pouco pareciam impossíveis e até mesmo predizer possibilidades com alta taxa de acertos. Tudo isso sem tirar nem ameaçar o papel que nos cumpre: decisores sobre qual impacto queremos que a IA tenha em nossas vidas.
A TV interferiu no rádio. O digital no impresso. O CD no vinil. A IA, claro, vai transformar muitos aspectos da nossa vida, e nossa relação com ela moldará nosso futuro.
A pergunta que não quer calar (Como?), porém, não deve ser direcionada ao ChatGPT ou correlatos. Quem vai respondê-la seremos nós, enquanto sociedade, dentro das classes, castas e divisões a que nos submetemos (ou impomos).
Quem sabe a gente não escolhe usar a tecnologia para um futuro mais inclusivo e menos desigual. Se é possível sonhar? Eu creio que sim.
Mas esse papo é para um próximo texto.
Um abraço, enter, e até lá.
Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2025/10/10 57224-i-a-uma-inteligencia-que-nao-pensa-ja-pensounisso.html. Acesso em 31/10/2025. Excerto
“A discussão que tenho proposto em inúmeras palestras, oficinas e workshops sobre o tema trata de uma região que figura entre a imprecisão e o engano [...]” (2º parágrafo).
Em seu contexto de uso, os dois termos em destaque são classificados, respectivamente, como:
“O termo “infodemia” surgiu com força durante a pandemia da Covid-19 para descrever a grande disseminação de informações, tanto verdadeiras quanto falsas, que ocorreram de forma descontrolada. A palavra é uma junção de “informação” e “epidemia”, destacando como o excesso de dados pode se espalhar rapidamente, muitas vezes dificultando a distinção entre fatos confiáveis e desinformação. As fake news não apenas distorcem a realidade, mas têm o poder de influenciar decisões políticas, prejudicar a credibilidade de instituições e colocar em risco a saúde pública.”
Disponível em: https://www.ufsm.br/pet/educom-clima/2025/03/26/como-a-desinformacao-impacta-a-acao-climatica. Acesso: 19 Out. 2025. (Adaptado)
A enfermidade descrita no texto é causadora de um fenômeno denominado: