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O Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei n° 8.069/1990), um dos principais dispositivos jurídicos de proteção das infâncias e juventudes do país, afirma que é dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar a efetivação dos direitos previstos à criança e ao adolescente
Em relação ao que estabelece a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional atualmente vigente (Lei n° 9.394/1996), assinale a alternativa correta.
Máscara no chão
A oscilação do arco narrativo russo acerca de sua campanha militar contra a Ucrânia segue fielmente o desempenho de suas tropas, no solo do vizinho desde 24 de fevereiro.
Assim que os primeiros mísseis caíram, Vladimir Putin declarou o objetivo de desmilitarizar o rival, além de evitar sua entrada em estruturas ocidentais como a Otan, a aliança militar liderada pelos EUA, e garantir a autonomia dos separatistas russófonos no leste ucraniano.
Pode-se argumentar que a Ucrânia esteja se militarizando mais rapidamente, apesar de a enxurrada de armas ocidentais parecer distante de deter os russos. O sucesso de Putin é maior, contudo, na inviabilização do Estado ucraniano.
A União Europeia pode até prometer uma vaga a Kiev, mas isso é ilusão: mesmo sem o conflito o país não reunia condições para ser aceito no bloco. Quanto a chegar à Otan, o caminho é ainda mais bloqueado por temores de ampliação da guerra.
Putin optou pelo cinismo. Agiu para derrubar o governo de Volodimir Zelenski numa tacada única, mas, ao fracassar militarmente por soberba tática, negou buscar isso. Descartou querer ganhos territoriais, apesar de ter anexado a Crimeia em 2014 e fomentado a guerra civil no Donbass, que incubou a tragédia ora em curso.
Agora, a máscara caiu. Em duas falas, o chanceler russo entregou o jogo. Segundo Serguei Lavrov, um dos decanos da diplomacia mundial, a Rússia não se contentará com o Donbass. Quer o sul ucraniano, a saber se o território que já ocupa ou toda a costa até o enclave que mantém na Moldova, e tem por meta livrar os ucranianos do “fardo desse regime absolutamente inaceitável”. Ou seja, destruir a soberania do país.
No campo de batalha, ganhos lentos, mas firmes, sugerem a consolidação da posição militar russa, mais sóbria agora. Reveses poderão fazer Putin buscar remendar as fantasias rasgadas, o que será inócuo tanto para adversários céticos como para aliados que já não se importam com o estado delas.
(Editorial. Folha de S.Paulo. São Paulo, 26 jul. 2022. Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2022/07/ mascara-no-chao.shtml>. Adaptado)
Para responder às questões de números 06 e 07, considere a passagem do terceiro parágrafo:
• Pode-se argumentar que a Ucrânia esteja se militarizando mais rapidamente, apesar de a enxurrada de armas ocidentais parecer distante de deter os russos.
No contexto, está empregada em sentido figurado a palavra:
Máscara no chão
A oscilação do arco narrativo russo acerca de sua campanha militar contra a Ucrânia segue fielmente o desempenho de suas tropas, no solo do vizinho desde 24 de fevereiro.
Assim que os primeiros mísseis caíram, Vladimir Putin declarou o objetivo de desmilitarizar o rival, além de evitar sua entrada em estruturas ocidentais como a Otan, a aliança militar liderada pelos EUA, e garantir a autonomia dos separatistas russófonos no leste ucraniano.
Pode-se argumentar que a Ucrânia esteja se militarizando mais rapidamente, apesar de a enxurrada de armas ocidentais parecer distante de deter os russos. O sucesso de Putin é maior, contudo, na inviabilização do Estado ucraniano.
A União Europeia pode até prometer uma vaga a Kiev, mas isso é ilusão: mesmo sem o conflito o país não reunia condições para ser aceito no bloco. Quanto a chegar à Otan, o caminho é ainda mais bloqueado por temores de ampliação da guerra.
Putin optou pelo cinismo. Agiu para derrubar o governo de Volodimir Zelenski numa tacada única, mas, ao fracassar militarmente por soberba tática, negou buscar isso. Descartou querer ganhos territoriais, apesar de ter anexado a Crimeia em 2014 e fomentado a guerra civil no Donbass, que incubou a tragédia ora em curso.
Agora, a máscara caiu. Em duas falas, o chanceler russo entregou o jogo. Segundo Serguei Lavrov, um dos decanos da diplomacia mundial, a Rússia não se contentará com o Donbass. Quer o sul ucraniano, a saber se o território que já ocupa ou toda a costa até o enclave que mantém na Moldova, e tem por meta livrar os ucranianos do “fardo desse regime absolutamente inaceitável”. Ou seja, destruir a soberania do país.
No campo de batalha, ganhos lentos, mas firmes, sugerem a consolidação da posição militar russa, mais sóbria agora. Reveses poderão fazer Putin buscar remendar as fantasias rasgadas, o que será inócuo tanto para adversários céticos como para aliados que já não se importam com o estado delas.
(Editorial. Folha de S.Paulo. São Paulo, 26 jul. 2022. Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2022/07/ mascara-no-chao.shtml>. Adaptado)
Para responder às questões de números 06 e 07, considere a passagem do terceiro parágrafo:
• Pode-se argumentar que a Ucrânia esteja se militarizando mais rapidamente, apesar de a enxurrada de armas ocidentais parecer distante de deter os russos.
A oração iniciada pela expressão em destaque está corretamente reescrita, preservando a relação estabelecida no texto original, em:
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 03.
Morte de uma baleia
Em minutos espalhara-se a notícia: uma baleia no Leme e outra no Leblon haviam surgido na arrebentação de onde tinham tentado sair sem, no entanto, poder voltar. Eram descomunais apesar de apenas filhotes. Todos foram ver. Eu não fui: sobre a mais próxima de mim, corria o boato de que ela agonizava já há oito horas e que até atirar nela haviam atirado mas ela continuava agonizando e sem morrer.
Senti um horror diante do que contavam e que talvez não fossem estritamente os fatos reais, mas a lenda já estava formada em torno do extraordinário que enfim, enfim! acontecia, pois, por pura sede de vida melhor, estamos sempre à espera do extraordinário que talvez nos salve de uma vida contida. Se fosse um homem que estivesse agonizando na praia durante oito horas, nós o santificaríamos, tanto precisamos de crer no que é impossível.
Não. Não fui vê-la: detesto a morte.
(LISPECTOR, Clarice. Crônicas para jovens: do Rio de Janeiro e seus personagens. Rio de Janeiro: Rocco jovens leitores, 2011. Excerto adaptado)
Conforme a autora,
Ao pensar em perspectivas de mudança para a Educação Física Escolar, Kunz (2001) sinaliza para uma necessária modificação de concepção para área, sublinhando que ela precisa ser vista
Sobre os autores que têm desenvolvido a aproximação entre a teoria freireana e as práticas pedagógicas da Educação Física, Prodócimo, Spolaor e So (2019) destacam dois grupos de investigação, que apresentam duas diferentes perspectivas teóricas, tais como:
O Coletivo de Autores (2012) aponta alguns princípios curriculares fundamentais para o trato com o conhecimento e a seleção dos conteúdos de ensino. O princípio que defende que o conteúdo precisa estar vinculado à explicação da realidade social concreta e que, ao mesmo tempo, deve oferecer base para a compreensão dos determinantes sócio-históricos do aluno é:
Para o Coletivo de Autores (2012), a Educação Física escolar, que tem como objeto de estudo a reflexão sobre a cultura corporal, contribui:
Kunz (2006), na sua reflexão sobre o processo de transformação didático-pedagógica do esporte, utiliza o conceito de emancipação diversas vezes. Nesse sentido, o autor entende que emancipação é:
Freire (1994) destaca a importância dos diferentes jogos no desenvolvimento da criança. Assim, o autor afirma que o jogo de construção estabelece uma espécie de transição entre:
Freire (1994), refletindo sobre o desenvolvimento motor da criança, afirma que não acredita em padrões de movimentos, mas que constata a existência de esquemas motores. Assim, para o autor, esquemas motores são:
A década de 1990 foi um marco histórico para a educação física escolar, pois alguns autores propuseram abordagens progressivas com base na teoria do marxismo, que exige do professor de educação física uma visão política que se opõe ao tecnicismo tão enraizado nas práticas esportivas. No que tange a essas abordagens, é correto afirmar que a abordagem crítico-emancipatória visa a
A partir da década de 1980, iniciou-se um amplo debate acerca dos pressupostos e da especificidade da educação física. Como resultados, surgiram várias abordagens pedagógicas para a área, e entre elas, uma se preocupa com o desenvolvimento das habilidades motoras básicas, como as habilidades locomotoras, de manipulação e de estabilização. Essa abordagem é a
No ensino médio, além da experimentação de novos jogos e brincadeiras, esportes, danças, lutas, ginásticas e práticas corporais de aventura, os estudantes devem ser desafiados a pensar acerca dessas práticas, e também a
Segundo a Base Nacional Comum Curricular de Educação Física, no ensino médio, a educação física compõe a área de “Linguagens e suas Tecnologias”. No que concerne à educação física, assinale a alternativa correta.
A educação física, no contexto escolar, possui uma particularidade em relação aos demais componentes curriculares. Espera-se, portanto, que os saberes da educação física, tratados no ensino médio, possam preparar os jovens para uma participação política mais efetiva no que se refere à organização dos espaços e dos recursos públicos para a prática de esporte. A esse respeito, a educação física, no currículo escolar do ensino médio, deve garantir aos alunos a (o)
O conceito de conteúdos afasta-se da ideia de ser apenas a matéria a ser passada para o aluno em sala de aula. Nesse sentido, os conteúdos são tratados em três dimensões: procedimental, conceitual e atitudinal. Entende-se por conteúdos procedimentais aqueles relacionados à
A educação física deixa de ser pautada exclusivamente pelos princípios biológicos, passando a priorizar os conhecimentos culturais historicamente construídos.
DARIDO, Suraya Cristina. Educação física escolar: compartilhando experiências. São Paulo: Phorte, v. 1, 2011, com adaptações.
Com base no texto, conclui-se que a educação física e os demais componentes curriculares devem propiciar aos alunos
Nos ciclos, os conteúdos de ensino são tratados simultaneamente, constituindo-se em referências que vão se ampliando no pensamento do aluno de forma espiralada, desde o momento da constatação de um ou vários dados da realidade, até interpretá-los, compreendê-los e explicá-los.
Acerca do aprofundamento da sistematização do conhecimento que ocorre no ensino médio, é correto afirmar que nele o aluno