Foram encontradas 33.131 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2463428 Noções de Informática
Os referidos botões Imagem associada para resolução da questão presentes no Microsoft Power Point 2019, tem respectivamente as funcionalidades:
Alternativas
Q2463427 Noções de Informática
Assinale a alternativa que contém um caminho correto no Windows 10, caso um usuário deseje adiciona conectar uma caixa de som utilizando a tecnologia bluetooth ao seu computador?
Alternativas
Q2447974 Pedagogia
Assinale a alternativa correta de acordo com o Art. 32. da LDB que discorre sobre o ensino fundamental obrigatório, com duração de 9 (nove) anos, gratuito na escola pública, iniciando-se aos 6 (seis) anos de idade, terá por objetivo a formação básica do cidadão, mediante:
Alternativas
Q2447973 Pedagogia
De acordo com o Art. 5º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional é incorreto afirmar que os docentes incumbir-se-ão de:
Alternativas
Q2447972 Pedagogia
Ao longo da Educação Básica, as aprendizagens essenciais definidas na BNCC devem concorrer para assegurar aos estudantes o desenvolvimento de dez competências gerais, que consubstanciam, no âmbito pedagógico, os direitos de aprendizagem e desenvolvimento. Duas dessas competências gerais estão presentes em uma das proposições abaixo. Assinale a alternativa em que se encontram.
Alternativas
Q2447970 Pedagogia

Conforme o Currículo Base da Educação Infantil e Ensino Fundamental do Território Catarinense, é no contexto que a criança se apropria do sistema de escrita e a escola tem a responsabilidade formal pela sistematização da alfabetização / do sistema alfabético (fonográfico) da escrita nos primeiros anos do Ensino Fundamental. Para tanto, é necessário planejar ações sistemáticas e que promovam esse aprendizado por meio das diferentes práticas de linguagem. Observe as proposições:


I. Situações de uso real das práticas discursivas (organizar ambiente alfabetizador que garanta a circulação de diferentes suportes de gêneros e práticas discursivas - literatura infantil, jornais, músicas, rótulos, cartazes, placas, jornais, bilhetes, avisos, crachás, recados, revistas, entre outros gêneros escritos e da oralidade).


II. Jogos e atividades lúdicas diversas em que as crianças sejam envolvidas/desafiadas a comparar e relacionar palavras entre si, com suas ilustrações, etc. 


II. Atividades em que o aprendiz da escrita é desafiado a produzir escrita espontânea, completar textos conhecidos de diferentes modos, relacionar fonema/grafema, circular palavras conhecidas, fazer associações/comparações tanto na escrita quanto nos efeitos de sentido que esta produz em seus interlocutores, etc.


IV. Alfabeto móvel: é desejável que todas as crianças possam ter o seu alfabeto móvel (de preferência colorido) para que, em grupos e individualmente, possam “exercitar” diferentes possibilidades de produção de palavras e textos.


Assinale de acordo com o Currículo Base da Educação Infantil e Ensino Fundamental do Território Catarinense:


Alternativas
Q2447969 Atualidades

“O PL 2630/2020, também conhecido como PL das Fake News, debate a regulação das plataformas digitais e coloca em disputa interesses de diferentes grupos políticos e setores da sociedade. De um lado, há quem defenda que a proposta visa controlar conteúdos que contenham notícias falsas, por outro lado, há quem acredite que trata-se de uma censura e fim da liberdade de expressão” (HENRIQUE, Layane. PL das Fake News: os 10 pontos principais para entender o projeto de lei. Politize. 2023).

O Projeto de Lei de autoria do Senador Alessandro Vieira (PSDB-SE) e relator o deputado federal Orlando Silva (PCdoB – SP) estabelece regulamentações para controlar as notícias falsas.


As alternativas abaixo cita alguns dos pontos principais do projeto, exceto:

Alternativas
Q2447968 Conhecimentos Gerais
A Inteligência Artificial (IA) se tornou um assunto com certo destaque nas mídias e redes sociais no momento atual do desenvolvimento tecnológico. Neste sentido, assinale a alternativa que indica os pontos negativos que podem ser considerados com o uso e desenvolvimento cada vez maior de tecnologias ligadas à IA. 
Alternativas
Q2447967 Atualidades
“O conflito entre Israel e Hamas tem origem na disputa por territórios que já foram ocupados por diversos povos, como hebreus e filisteus, dos quais descendem israelenses e palestinos. Em diferentes momentos, guerras e ocupações, eles foram expulsos, retomaram terras, ampliaram e as perderam” (BRANDÃO, Marcelo; NUNES, Juliana Cézar. Israel, Hamas, Palestina: entenda a guerra no Oriente Médio. Agência Brasil. 2023).

O conflito citado acompanha disputas histórias em uma região que é berço das três grandes religiões monoteístas (Judaísmo, Cristianismo e Islamismo). Sobre este conflito as alternativas abaixo estão corretas, exceto:
Alternativas
Q2447966 Atualidades
“Um estudo inédito produzido pelo IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) alerta para um potencial de destruição futura da vegetação nativa na Amazônia Legal, abrangendo também parte do Cerrado e Pantanal, caso sejam aprovados o Projeto de Lei 490/2007 na Câmara dos Deputados, encaminhado como 2903/2023 no Senado Federal, que restringe a demarcação de terras indígenas e a fixação do marco temporal pelo Supremo Tribunal Federal” 
(IPAM. Combinação nefasta: PL 490 e Marco Temporal ameaçam direitos indígenas. 2023).
Disponível em: https://ipam.org.br/bibliotecas/uma-combinacao-nefasta-pl-490-e-marco-temporal-ameacam-os-direitos-t erritoriais-indigenas-e-colocam-em-risco-a-seguranca-climatica-da-amazonia-e-do-pais/

Sobre o Marco temporal, responda a alternativa incorreta:
Alternativas
Q2447965 Conhecimentos Gerais

“A era do aquecimento global acabou; a era da ebulição global chegou” (Nações Unidas Brasil. Coletiva de imprensa do secretário-geral da ONU sobre o clima. 2023). Disponível em: https://brasil.un.org/pt-br/240543-coletiva-de-imprensa-do-secret%C3%A1rio-geral-da-onu-sobre-o-clima. 


A afirmação acima foi elaborada no pronunciamento do secretário geral das Nações Unidas António Guterres na Conferência das Partes (COP-28) sobre mudanças climáticas realizada entre novembro e dezembro nos Emirados Árabes Unidos. 


Responda a alternativa que explica o comentário crítico do secretário.

Alternativas
Q2447959 Literatura
Leia o texto para responder a questão de Língua portuguesa

“UMA VELA PARA DARIO” 

Dalton Trevisan

    Dario vinha apressado, guarda-chuva no braço esquerdo e, assim que dobrou a esquina, diminuiu o passo até parar, encostando-se à parede de uma casa. Por ela escorregando, sentou-se na calçada, ainda úmida de chuva, e descansou na pedra o cachimbo. Dois ou três passantes rodearam-no e indagaram se não se sentia bem. Dario abriu a boca, moveu os lábios, não se ouviu resposta. O senhor gordo, de branco, sugeriu que devia sofrer de ataque. Ele reclinou-se mais um pouco, estendido agora na calçada, e o cachimbo tinha apagado. O rapaz de bigode pediu aos outros que se afastassem e o deixassem respirar. Abriu-lhe o paletó, o colarinho, a gravata e a cinta. Quando lhe retiraram os sapatos, Dario roncou feio e bolhas de espuma surgiram no canto da boca. Cada pessoa que chegava erguia-se na ponta dos pés, embora não o pudesse ver. Os moradores da rua conversavam de uma porta à outra, as crianças foram despertadas e de pijama acudiram à janela. O senhor gordo repetia que Dario sentara-se na calçada, soprando ainda a fumaça do cachimbo e encostando o guarda-chuva na parede. Mas não se via guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado. A velhinha de cabeça grisalha gritou que ele estava morrendo. Um grupo o arrastou para o táxi da esquina. Já no carro a metade do corpo, protestou o motorista: quem pagaria a corrida? Concordaram em chamar a ambulância. Dario conduzido de volta e recostado à parede não tinha os sapatos nem o alfinete de pérola na gravata. Alguém informou da farmácia na outra rua. Não carregaram Dario além da esquina; a farmácia no fim do quarteirão e, além do mais, muito pesado. Foi largado na porta de uma peixaria. Um enxame de moscas lhe cobriu o rosto, sem que fizesse um gesto para espantá-las. Ocupado o café próximo pelas pessoas que vieram apreciar o incidente e, agora, comendo e bebendo, gozavam as delícias da noite. Dario ficou torto como o deixaram, no degrau da peixaria, sem o relógio de pulso. Um terceiro sugeriu que lhe examinassem os papéis, retirados - com vários objetos - de seus bolsos e alinhados sobre a camisa branca. Ficaram sabendo do nome, idade e sinal de nascença. O endereço na carteira era de outra cidade. Registrou-se correria de mais de duzentos curiosos que, a essa hora, ocupavam toda a rua e as calçadas: era a polícia. O carro negro investiu a multidão. Várias pessoas tropeçaram no corpo de Dario, que foi pisoteado dezessete vezes. O guarda aproximou-se do cadáver e não pôde identificá-lo — os bolsos vazios. Restava a aliança de ouro na mão esquerda, que ele próprio quando vivo - só podia destacar umedecida com sabonete. Ficou decidido que o caso era com o rabecão. A última boca repetiu: 
    - Ele morreu, ele morreu. A gente começou a se dispersar. Dario levara duas horas para morrer, ninguém acreditou que estivesse no fim. Agora, aos que podiam vê-lo, tinha todo o ar de um defunto. Um senhor piedoso despiu o paletó de Dario para lhe sustentar a cabeça. Cruzou as suas mãos no peito. Não pôde fechar os olhos nem a boca, onde a espuma tinha desaparecido. Apenas um homem morto e a multidão se espalhou, as mesas do café ficaram vazias. Na janela alguns moradores com almofadas para descansar os cotovelos. Um menino de cor e descalço veio com uma vela, que acendeu ao lado do cadáver. Parecia morto há muitos anos, quase o retrato de um morto desbotado pela chuva. Fecharam-se uma a uma as janelas e, três horas depois, lá estava Dario à espera do rabecão. A cabeça agora na pedra, sem o paletó, e o dedo sem a aliança. A vela tinha queimado até a metade e apagou-se às primeiras gotas da chuva, que voltava a cair. 

    Texto extraído do livro "Vinte Contos Menores", Editora Record – Rio de Janeiro, 1979, pág. 20. Este texto faz parte dos 100 melhores contos brasileiros do século, seleção de Ítalo Moriconi para a Editora Objetiva.

Um(a) ………. é um gênero literário marcado por uma narrativa curta que gira em torno de uma única ação dramática. O desenrolar deste drama central possui início, meio e fim bem definidos e, em geral, há poucos personagens envolvidos na trama.

Massaud Moisés, em A Criação Literária - Prosa I, define um(a) da seguinte maneira: “(o)(a).................... é, pois, uma narrativa unívoca, univalente: constitui uma unidade dramática, uma célula dramática, visto gravitar ao redor de um só conflito, um só drama, uma só ação. (…) A ação pode ser externa, quando as personagens se deslocam no espaço e no tempo, e interna, quando o conflito se localiza em sua mente.”

O espaço de tempo em que a narrativa do(a).......................ocorre também é parte das suas características. Trata-se geralmente de um período curto — de horas, dias ou poucas semanas.

Com relação ao espaço físico da narrativa, ele também é restrito, quando se trata de uma ação externa. Moisés pontua: “começando pela noção de espaço, verificamos que o lugar onde as personagens circulam é sempre de âmbito restrito. No geral, uma rua, uma casa, e, mesmo, um quarto de dormir ou uma sala de estar basta para que o enredo se organize. Raramente os protagonistas se movimentam para outros lugares.”



Qual subgênero literário, pertencente ao gênero narrativo, preenche corretamente os espaços em branco do texto acima? Assinale a alternativa correta. 

Alternativas
Q2447958 Português
Leia o texto para responder a questão de Língua portuguesa

“UMA VELA PARA DARIO” 

Dalton Trevisan

    Dario vinha apressado, guarda-chuva no braço esquerdo e, assim que dobrou a esquina, diminuiu o passo até parar, encostando-se à parede de uma casa. Por ela escorregando, sentou-se na calçada, ainda úmida de chuva, e descansou na pedra o cachimbo. Dois ou três passantes rodearam-no e indagaram se não se sentia bem. Dario abriu a boca, moveu os lábios, não se ouviu resposta. O senhor gordo, de branco, sugeriu que devia sofrer de ataque. Ele reclinou-se mais um pouco, estendido agora na calçada, e o cachimbo tinha apagado. O rapaz de bigode pediu aos outros que se afastassem e o deixassem respirar. Abriu-lhe o paletó, o colarinho, a gravata e a cinta. Quando lhe retiraram os sapatos, Dario roncou feio e bolhas de espuma surgiram no canto da boca. Cada pessoa que chegava erguia-se na ponta dos pés, embora não o pudesse ver. Os moradores da rua conversavam de uma porta à outra, as crianças foram despertadas e de pijama acudiram à janela. O senhor gordo repetia que Dario sentara-se na calçada, soprando ainda a fumaça do cachimbo e encostando o guarda-chuva na parede. Mas não se via guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado. A velhinha de cabeça grisalha gritou que ele estava morrendo. Um grupo o arrastou para o táxi da esquina. Já no carro a metade do corpo, protestou o motorista: quem pagaria a corrida? Concordaram em chamar a ambulância. Dario conduzido de volta e recostado à parede não tinha os sapatos nem o alfinete de pérola na gravata. Alguém informou da farmácia na outra rua. Não carregaram Dario além da esquina; a farmácia no fim do quarteirão e, além do mais, muito pesado. Foi largado na porta de uma peixaria. Um enxame de moscas lhe cobriu o rosto, sem que fizesse um gesto para espantá-las. Ocupado o café próximo pelas pessoas que vieram apreciar o incidente e, agora, comendo e bebendo, gozavam as delícias da noite. Dario ficou torto como o deixaram, no degrau da peixaria, sem o relógio de pulso. Um terceiro sugeriu que lhe examinassem os papéis, retirados - com vários objetos - de seus bolsos e alinhados sobre a camisa branca. Ficaram sabendo do nome, idade e sinal de nascença. O endereço na carteira era de outra cidade. Registrou-se correria de mais de duzentos curiosos que, a essa hora, ocupavam toda a rua e as calçadas: era a polícia. O carro negro investiu a multidão. Várias pessoas tropeçaram no corpo de Dario, que foi pisoteado dezessete vezes. O guarda aproximou-se do cadáver e não pôde identificá-lo — os bolsos vazios. Restava a aliança de ouro na mão esquerda, que ele próprio quando vivo - só podia destacar umedecida com sabonete. Ficou decidido que o caso era com o rabecão. A última boca repetiu: 
    - Ele morreu, ele morreu. A gente começou a se dispersar. Dario levara duas horas para morrer, ninguém acreditou que estivesse no fim. Agora, aos que podiam vê-lo, tinha todo o ar de um defunto. Um senhor piedoso despiu o paletó de Dario para lhe sustentar a cabeça. Cruzou as suas mãos no peito. Não pôde fechar os olhos nem a boca, onde a espuma tinha desaparecido. Apenas um homem morto e a multidão se espalhou, as mesas do café ficaram vazias. Na janela alguns moradores com almofadas para descansar os cotovelos. Um menino de cor e descalço veio com uma vela, que acendeu ao lado do cadáver. Parecia morto há muitos anos, quase o retrato de um morto desbotado pela chuva. Fecharam-se uma a uma as janelas e, três horas depois, lá estava Dario à espera do rabecão. A cabeça agora na pedra, sem o paletó, e o dedo sem a aliança. A vela tinha queimado até a metade e apagou-se às primeiras gotas da chuva, que voltava a cair. 

    Texto extraído do livro "Vinte Contos Menores", Editora Record – Rio de Janeiro, 1979, pág. 20. Este texto faz parte dos 100 melhores contos brasileiros do século, seleção de Ítalo Moriconi para a Editora Objetiva.
A estrutura do gênero textual a que o texto “Uma vela para Dario” pertence, pode variar dependendo do estilo do autor e do propósito da história, mas geralmente segue uma estrutura básica comum a muitas narrativas curtas. Aqui está uma estrutura típica deste gênero textual.
I. Introdução (Exposição): Apresenta os personagens principais, o cenário e estabelece o contexto inicial da história. Geralmente, nesta parte, são introduzidos o conflito principal ou o problema que será abordado ao longo da narrativa. 

II. Desenvolvimento (Conflito): Desenvolve a trama principal, apresenta os obstáculos enfrentados pelos personagens e desenvolve a tensão da história. É nesta parte que o conflito central se intensifica.

III. Clímax: É o ponto de virada da história, o momento de maior tensão ou drama, onde o conflito atinge seu ponto mais alto e a situação se torna crítica para os personagens.
IV. Desfecho (Resolução): Apresenta a conclusão da história, onde o conflito é resolvido de alguma forma. Pode haver uma revelação surpreendente, uma solução inesperada ou uma mudança significativa na situação dos personagens. Este é o momento em que a história atinge sua resolução e se encaminha para o final.

V. Conclusão (Encerramento): Fecha a história, fornecendo um sentido de conclusão e fechamento para os eventos narrados. Pode incluir reflexões finais, uma mensagem ou uma última reviravolta. 
 
Assinale a alternativa que apresenta o CLÍMAX do texto “ Uma vela para Dario”.
Alternativas
Q2447957 Português
Leia o texto para responder a questão de Língua portuguesa

“UMA VELA PARA DARIO” 

Dalton Trevisan

    Dario vinha apressado, guarda-chuva no braço esquerdo e, assim que dobrou a esquina, diminuiu o passo até parar, encostando-se à parede de uma casa. Por ela escorregando, sentou-se na calçada, ainda úmida de chuva, e descansou na pedra o cachimbo. Dois ou três passantes rodearam-no e indagaram se não se sentia bem. Dario abriu a boca, moveu os lábios, não se ouviu resposta. O senhor gordo, de branco, sugeriu que devia sofrer de ataque. Ele reclinou-se mais um pouco, estendido agora na calçada, e o cachimbo tinha apagado. O rapaz de bigode pediu aos outros que se afastassem e o deixassem respirar. Abriu-lhe o paletó, o colarinho, a gravata e a cinta. Quando lhe retiraram os sapatos, Dario roncou feio e bolhas de espuma surgiram no canto da boca. Cada pessoa que chegava erguia-se na ponta dos pés, embora não o pudesse ver. Os moradores da rua conversavam de uma porta à outra, as crianças foram despertadas e de pijama acudiram à janela. O senhor gordo repetia que Dario sentara-se na calçada, soprando ainda a fumaça do cachimbo e encostando o guarda-chuva na parede. Mas não se via guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado. A velhinha de cabeça grisalha gritou que ele estava morrendo. Um grupo o arrastou para o táxi da esquina. Já no carro a metade do corpo, protestou o motorista: quem pagaria a corrida? Concordaram em chamar a ambulância. Dario conduzido de volta e recostado à parede não tinha os sapatos nem o alfinete de pérola na gravata. Alguém informou da farmácia na outra rua. Não carregaram Dario além da esquina; a farmácia no fim do quarteirão e, além do mais, muito pesado. Foi largado na porta de uma peixaria. Um enxame de moscas lhe cobriu o rosto, sem que fizesse um gesto para espantá-las. Ocupado o café próximo pelas pessoas que vieram apreciar o incidente e, agora, comendo e bebendo, gozavam as delícias da noite. Dario ficou torto como o deixaram, no degrau da peixaria, sem o relógio de pulso. Um terceiro sugeriu que lhe examinassem os papéis, retirados - com vários objetos - de seus bolsos e alinhados sobre a camisa branca. Ficaram sabendo do nome, idade e sinal de nascença. O endereço na carteira era de outra cidade. Registrou-se correria de mais de duzentos curiosos que, a essa hora, ocupavam toda a rua e as calçadas: era a polícia. O carro negro investiu a multidão. Várias pessoas tropeçaram no corpo de Dario, que foi pisoteado dezessete vezes. O guarda aproximou-se do cadáver e não pôde identificá-lo — os bolsos vazios. Restava a aliança de ouro na mão esquerda, que ele próprio quando vivo - só podia destacar umedecida com sabonete. Ficou decidido que o caso era com o rabecão. A última boca repetiu: 
    - Ele morreu, ele morreu. A gente começou a se dispersar. Dario levara duas horas para morrer, ninguém acreditou que estivesse no fim. Agora, aos que podiam vê-lo, tinha todo o ar de um defunto. Um senhor piedoso despiu o paletó de Dario para lhe sustentar a cabeça. Cruzou as suas mãos no peito. Não pôde fechar os olhos nem a boca, onde a espuma tinha desaparecido. Apenas um homem morto e a multidão se espalhou, as mesas do café ficaram vazias. Na janela alguns moradores com almofadas para descansar os cotovelos. Um menino de cor e descalço veio com uma vela, que acendeu ao lado do cadáver. Parecia morto há muitos anos, quase o retrato de um morto desbotado pela chuva. Fecharam-se uma a uma as janelas e, três horas depois, lá estava Dario à espera do rabecão. A cabeça agora na pedra, sem o paletó, e o dedo sem a aliança. A vela tinha queimado até a metade e apagou-se às primeiras gotas da chuva, que voltava a cair. 

    Texto extraído do livro "Vinte Contos Menores", Editora Record – Rio de Janeiro, 1979, pág. 20. Este texto faz parte dos 100 melhores contos brasileiros do século, seleção de Ítalo Moriconi para a Editora Objetiva.

"Compassivo" é um adjetivo que descreve alguém que sente compaixão ou empatia pelos outros, especialmente aqueles que estão sofrendo ou passando por dificuldades. Uma pessoa compassiva é sensível aos sentimentos e necessidades dos outros e está disposta a oferecer ajuda, apoio ou conforto. Essa qualidade envolve uma capacidade genuína de entender e se solidarizar com o sofrimento alheio. 


Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo de “COMPASSIVO”.

Alternativas
Q2447956 Português
Leia o texto para responder a questão de Língua portuguesa

“UMA VELA PARA DARIO” 

Dalton Trevisan

    Dario vinha apressado, guarda-chuva no braço esquerdo e, assim que dobrou a esquina, diminuiu o passo até parar, encostando-se à parede de uma casa. Por ela escorregando, sentou-se na calçada, ainda úmida de chuva, e descansou na pedra o cachimbo. Dois ou três passantes rodearam-no e indagaram se não se sentia bem. Dario abriu a boca, moveu os lábios, não se ouviu resposta. O senhor gordo, de branco, sugeriu que devia sofrer de ataque. Ele reclinou-se mais um pouco, estendido agora na calçada, e o cachimbo tinha apagado. O rapaz de bigode pediu aos outros que se afastassem e o deixassem respirar. Abriu-lhe o paletó, o colarinho, a gravata e a cinta. Quando lhe retiraram os sapatos, Dario roncou feio e bolhas de espuma surgiram no canto da boca. Cada pessoa que chegava erguia-se na ponta dos pés, embora não o pudesse ver. Os moradores da rua conversavam de uma porta à outra, as crianças foram despertadas e de pijama acudiram à janela. O senhor gordo repetia que Dario sentara-se na calçada, soprando ainda a fumaça do cachimbo e encostando o guarda-chuva na parede. Mas não se via guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado. A velhinha de cabeça grisalha gritou que ele estava morrendo. Um grupo o arrastou para o táxi da esquina. Já no carro a metade do corpo, protestou o motorista: quem pagaria a corrida? Concordaram em chamar a ambulância. Dario conduzido de volta e recostado à parede não tinha os sapatos nem o alfinete de pérola na gravata. Alguém informou da farmácia na outra rua. Não carregaram Dario além da esquina; a farmácia no fim do quarteirão e, além do mais, muito pesado. Foi largado na porta de uma peixaria. Um enxame de moscas lhe cobriu o rosto, sem que fizesse um gesto para espantá-las. Ocupado o café próximo pelas pessoas que vieram apreciar o incidente e, agora, comendo e bebendo, gozavam as delícias da noite. Dario ficou torto como o deixaram, no degrau da peixaria, sem o relógio de pulso. Um terceiro sugeriu que lhe examinassem os papéis, retirados - com vários objetos - de seus bolsos e alinhados sobre a camisa branca. Ficaram sabendo do nome, idade e sinal de nascença. O endereço na carteira era de outra cidade. Registrou-se correria de mais de duzentos curiosos que, a essa hora, ocupavam toda a rua e as calçadas: era a polícia. O carro negro investiu a multidão. Várias pessoas tropeçaram no corpo de Dario, que foi pisoteado dezessete vezes. O guarda aproximou-se do cadáver e não pôde identificá-lo — os bolsos vazios. Restava a aliança de ouro na mão esquerda, que ele próprio quando vivo - só podia destacar umedecida com sabonete. Ficou decidido que o caso era com o rabecão. A última boca repetiu: 
    - Ele morreu, ele morreu. A gente começou a se dispersar. Dario levara duas horas para morrer, ninguém acreditou que estivesse no fim. Agora, aos que podiam vê-lo, tinha todo o ar de um defunto. Um senhor piedoso despiu o paletó de Dario para lhe sustentar a cabeça. Cruzou as suas mãos no peito. Não pôde fechar os olhos nem a boca, onde a espuma tinha desaparecido. Apenas um homem morto e a multidão se espalhou, as mesas do café ficaram vazias. Na janela alguns moradores com almofadas para descansar os cotovelos. Um menino de cor e descalço veio com uma vela, que acendeu ao lado do cadáver. Parecia morto há muitos anos, quase o retrato de um morto desbotado pela chuva. Fecharam-se uma a uma as janelas e, três horas depois, lá estava Dario à espera do rabecão. A cabeça agora na pedra, sem o paletó, e o dedo sem a aliança. A vela tinha queimado até a metade e apagou-se às primeiras gotas da chuva, que voltava a cair. 

    Texto extraído do livro "Vinte Contos Menores", Editora Record – Rio de Janeiro, 1979, pág. 20. Este texto faz parte dos 100 melhores contos brasileiros do século, seleção de Ítalo Moriconi para a Editora Objetiva.
“Cada pessoa que chegava erguia-se na ponta dos pés, embora não o pudesse ver.” De acordo com o contexto em que estão inseridos os vocábulos sublinhados, assinale a alternativa que especifica a classe gramatical de cada termo respectivamente.
Alternativas
Q2447955 Português
Leia o texto para responder a questão de Língua portuguesa

“UMA VELA PARA DARIO” 

Dalton Trevisan

    Dario vinha apressado, guarda-chuva no braço esquerdo e, assim que dobrou a esquina, diminuiu o passo até parar, encostando-se à parede de uma casa. Por ela escorregando, sentou-se na calçada, ainda úmida de chuva, e descansou na pedra o cachimbo. Dois ou três passantes rodearam-no e indagaram se não se sentia bem. Dario abriu a boca, moveu os lábios, não se ouviu resposta. O senhor gordo, de branco, sugeriu que devia sofrer de ataque. Ele reclinou-se mais um pouco, estendido agora na calçada, e o cachimbo tinha apagado. O rapaz de bigode pediu aos outros que se afastassem e o deixassem respirar. Abriu-lhe o paletó, o colarinho, a gravata e a cinta. Quando lhe retiraram os sapatos, Dario roncou feio e bolhas de espuma surgiram no canto da boca. Cada pessoa que chegava erguia-se na ponta dos pés, embora não o pudesse ver. Os moradores da rua conversavam de uma porta à outra, as crianças foram despertadas e de pijama acudiram à janela. O senhor gordo repetia que Dario sentara-se na calçada, soprando ainda a fumaça do cachimbo e encostando o guarda-chuva na parede. Mas não se via guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado. A velhinha de cabeça grisalha gritou que ele estava morrendo. Um grupo o arrastou para o táxi da esquina. Já no carro a metade do corpo, protestou o motorista: quem pagaria a corrida? Concordaram em chamar a ambulância. Dario conduzido de volta e recostado à parede não tinha os sapatos nem o alfinete de pérola na gravata. Alguém informou da farmácia na outra rua. Não carregaram Dario além da esquina; a farmácia no fim do quarteirão e, além do mais, muito pesado. Foi largado na porta de uma peixaria. Um enxame de moscas lhe cobriu o rosto, sem que fizesse um gesto para espantá-las. Ocupado o café próximo pelas pessoas que vieram apreciar o incidente e, agora, comendo e bebendo, gozavam as delícias da noite. Dario ficou torto como o deixaram, no degrau da peixaria, sem o relógio de pulso. Um terceiro sugeriu que lhe examinassem os papéis, retirados - com vários objetos - de seus bolsos e alinhados sobre a camisa branca. Ficaram sabendo do nome, idade e sinal de nascença. O endereço na carteira era de outra cidade. Registrou-se correria de mais de duzentos curiosos que, a essa hora, ocupavam toda a rua e as calçadas: era a polícia. O carro negro investiu a multidão. Várias pessoas tropeçaram no corpo de Dario, que foi pisoteado dezessete vezes. O guarda aproximou-se do cadáver e não pôde identificá-lo — os bolsos vazios. Restava a aliança de ouro na mão esquerda, que ele próprio quando vivo - só podia destacar umedecida com sabonete. Ficou decidido que o caso era com o rabecão. A última boca repetiu: 
    - Ele morreu, ele morreu. A gente começou a se dispersar. Dario levara duas horas para morrer, ninguém acreditou que estivesse no fim. Agora, aos que podiam vê-lo, tinha todo o ar de um defunto. Um senhor piedoso despiu o paletó de Dario para lhe sustentar a cabeça. Cruzou as suas mãos no peito. Não pôde fechar os olhos nem a boca, onde a espuma tinha desaparecido. Apenas um homem morto e a multidão se espalhou, as mesas do café ficaram vazias. Na janela alguns moradores com almofadas para descansar os cotovelos. Um menino de cor e descalço veio com uma vela, que acendeu ao lado do cadáver. Parecia morto há muitos anos, quase o retrato de um morto desbotado pela chuva. Fecharam-se uma a uma as janelas e, três horas depois, lá estava Dario à espera do rabecão. A cabeça agora na pedra, sem o paletó, e o dedo sem a aliança. A vela tinha queimado até a metade e apagou-se às primeiras gotas da chuva, que voltava a cair. 

    Texto extraído do livro "Vinte Contos Menores", Editora Record – Rio de Janeiro, 1979, pág. 20. Este texto faz parte dos 100 melhores contos brasileiros do século, seleção de Ítalo Moriconi para a Editora Objetiva.

Com base no texto, analise as afirmações a seguir: 



I. O texto narra o ocorrido de um homem chamado Dario, que repentinamente senta-se na calçada após ter uma crise.


II. Passantes se aproximam para ajudar, mas logo demonstram indiferença à sua situação.


III. Dario acaba morrendo lentamente, enquanto a multidão ao redor parece mais interessada em observar do que em prestar socorro.


IV. A polícia chega tarde, e Dario é pisoteado várias vezes. No final, sua morte é tratada com descaso, com as pessoas voltando às suas atividades normais.


V.  Um menino, porém, acende uma vela ao lado do corpo de Dario, evidenciando um gesto de compaixão em meio à indiferença geral.



É correto o contido em:


Alternativas
Ano: 2024 Banca: FAU Órgão: Prefeitura de Prudentópolis - PR Provas: FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Advogado | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Analista Contábil | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Assistente Social | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Contador | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Arquiteto Urbanista | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Professor de Libras | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Topógrafo | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Engenheiro Agrônomo | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Engenheiro Ambiental | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Psicólogo - I | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Engenheiro Civil | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Médico Clínico Geral | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Pedagogo | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Médico da Família e Comunidade | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Fisioterapeuta | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Médico Generalista | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Médico Ginecologista | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Médico Pediatra | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Médico Psiquiatra | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Médico Veterinário | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Nutricionista | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Fonoaudiólogo | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Instrutor de Educação Física | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Bioquímico - Farmacêutico | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Dentista | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Enfermeiro - I |
Q2445984 Conhecimentos Gerais
Uma das práticas culturais representativa da cultura do município de Prudentópolis é a produção de __________. Com traços, cores e desenhos artesanalmente pintados sobre a fina casca de ovos, podem ser entendidos como elementos decorativos e também como amuletos que simbolizam a vida, a saúde ou a longevidade, por exemplo. Qual das alternativas abaixo se refere a essa prática cultural? 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FAU Órgão: Prefeitura de Prudentópolis - PR Provas: FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Advogado | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Analista Contábil | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Assistente Social | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Contador | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Arquiteto Urbanista | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Professor de Libras | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Topógrafo | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Engenheiro Agrônomo | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Engenheiro Ambiental | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Psicólogo - I | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Engenheiro Civil | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Médico Clínico Geral | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Pedagogo | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Médico da Família e Comunidade | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Fisioterapeuta | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Médico Generalista | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Médico Ginecologista | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Médico Pediatra | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Médico Psiquiatra | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Médico Veterinário | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Nutricionista | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Fonoaudiólogo | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Instrutor de Educação Física | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Bioquímico - Farmacêutico | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Dentista | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Enfermeiro - I |
Q2445982 Conhecimentos Gerais
O cenário econômico brasileiro possui diversas grandes empresas multinacionais. É parte de suas estratégias trabalhar com aquisições de outros grupos e/ou corporações de maneira a se posicionar estrategicamente no seu mercado. Em setembro de 2023, a Nestlé, uma das maiores empresas de alimentos do mundo, adquiriu o grupo CRM e por conseguinte passou a controlar duas expressivas marcas de chocolates no Brasil. Qual das alternativas abaixo se referem a estas duas marcas?
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FAU Órgão: Prefeitura de Prudentópolis - PR Provas: FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Advogado | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Analista Contábil | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Assistente Social | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Contador | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Arquiteto Urbanista | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Professor de Libras | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Topógrafo | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Engenheiro Agrônomo | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Engenheiro Ambiental | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Psicólogo - I | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Engenheiro Civil | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Médico Clínico Geral | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Pedagogo | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Médico da Família e Comunidade | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Fisioterapeuta | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Médico Generalista | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Médico Ginecologista | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Médico Pediatra | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Médico Psiquiatra | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Médico Veterinário | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Nutricionista | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Fonoaudiólogo | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Instrutor de Educação Física | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Bioquímico - Farmacêutico | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Dentista | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Enfermeiro - I |
Q2445981 Conhecimentos Gerais
Assim como a história brasileira, Prudentópolis foi decisivamente marcada pela imigração. E, apesar de ser conhecida como a Ucrânia Brasileira, sua história não teve apenas imigrantes daquele país. Entre as alternativas abaixo, qual delas se refere a um grupo de imigrantes que juntos representam significativa contribuição para a colonização do município de Prudentópolis?
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FAU Órgão: Prefeitura de Prudentópolis - PR Provas: FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Advogado | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Analista Contábil | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Assistente Social | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Contador | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Arquiteto Urbanista | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Professor de Libras | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Topógrafo | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Engenheiro Agrônomo | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Engenheiro Ambiental | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Psicólogo - I | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Engenheiro Civil | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Médico Clínico Geral | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Pedagogo | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Médico da Família e Comunidade | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Fisioterapeuta | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Médico Generalista | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Médico Ginecologista | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Médico Pediatra | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Médico Psiquiatra | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Médico Veterinário | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Nutricionista | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Fonoaudiólogo | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Instrutor de Educação Física | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Bioquímico - Farmacêutico | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Dentista | FAU - 2024 - Prefeitura de Prudentópolis - PR - Enfermeiro - I |
Q2445980 Conhecimentos Gerais
No fim de janeiro de 2024, um acidente com um caminhão causou um derramamento de ácido sulfônico na área da Serra Dona Francisca. O produto atingiu o Rio Seco, afluente do rio Cubatão. Além da preocupação ambiental, o fato rapidamente causou alarde até mesmo na esfera federal da defesa civil, pois o Cubatão faz parte do abastecimento de água de uma das maiores cidades de Santa Catarina. Qual das alternativas abaixo se refere a essa cidade? 
Alternativas
Respostas
12001: D
12002: E
12003: B
12004: D
12005: A
12006: D
12007: B
12008: A
12009: B
12010: B
12011: D
12012: D
12013: D
12014: A
12015: A
12016: D
12017: A
12018: C
12019: D
12020: E