Questões de Concurso Comentadas para professor - artes

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Q1140386 Pedagogia
Para Veiga, a construção do projeto político-pedagógico é entendido como a própria organização do trabalho pedagógico da escola como um todo. Todo projeto supõe rupturas com o presente e promessas para o futuro. Um projeto educativo pode ser tomado como promessa frente a determinadas rupturas. Para a autora, o projeto político-pedagógico
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Q1140385 Pedagogia
Libâneo (2013) afirma que a escola de décadas atrás serviu aos interesses das camadas dominantes da sociedade e, para isso, estabeleceu os seus objetivos, conteúdos, métodos e sistema de organização do ensino. Para o autor, atualmente, o ensino é entendido como
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Q1140384 Pedagogia
Para Pimenta (1990), a construção do projeto pedagógico na escola é um trabalho coletivo de professores e pedagogos empenhados em colocar sua profissão a serviço da democratização do ensino em nosso país. A escola que se quer democrática precisa definir, a priori, uma nova qualidade, que passa, dentre outras, pelas questões de organização escolar que modifique a realidade que aí está, a partir dessa realidade encontrada. Dessa forma, para a autora, o ponto de partida para construção de um projeto real é
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Q1140383 Pedagogia
Weiz (2000) afirma que o conhecimento não é concebido como uma cópia do real, incorporado diretamente pelo sujeito; pressupõe uma atividade, por parte de quem aprende, que organiza e integra os novos conhecimentos aos já existentes. Isso vale tanto para o aluno quanto para o professor em processo de transformação. Nesse sentido, a autora está se referindo ao modelo de aprendizagem
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Q1140382 Pedagogia
Para Vinha (1999), não se usam recompensas ou punições com as crianças, de forma alguma. Quando o adulto usa do castigo para que a criança não tenha alguns comportamentos, ela permanece heterônoma. Ao educar as crianças para a autonomia, precisa-se tratá-la com respeito mútuo. Piaget (in Vinha) diz que, quando for necessário tomar uma atitude para educar uma criança, o educador deve valer-se
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Q1140381 Pedagogia
Perceber, compreender, criticar e, se necessário, alterar a sua prática pedagógica constitui um desafio para a escola, o que pode ser efetivado mediante um conjunto de ações norteadas pelo projeto político-pedagógico construído coletivamente. Há um razoável consenso entre os educadores de que o projeto político-pedagógico, construído de forma coletiva e participativa, constitui o norte orientador das práticas curriculares e pedagógicas na escola. Nesse sentido, o Conselho Escolar, segundo Aguiar (2006), pode exercer um papel relevante na gestão escolar, contribuindo
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Q1140380 Pedagogia

Em uma apresentação sobre as tendências pedagógicas aos professores da Rede Municipal de Francisco Morato, o palestrante destaca os seguintes pontos:


•  A atividade escolar: deve centrar-se em discussões de temas sociais e políticos e em ações concretas sobre a realidade social imediata;

•  O professor: deve agir como um coordenador de atividades, aquele que organiza e atua conjuntamente com os alunos;

•  O conhecimento: o homem cria a cultura na medida em que, integrando-se nas condições de seu contexto de vida, reflete sobre ela e dá respostas aos desafios que encontra.


Segundo as autoras Queiroz e Moita (2007), o palestrante está se referindo à tendência pedagógica

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Q1140376 Português

      Há povos que gostam de apelidos. Brasileiros, hispanos e norte-americanos estão entre os principais. Quase ninguém imagina que Bill Clinton seja, na verdade, William Jefferson Clinton. Difícil supor que um Pepe mexicano seja José e um Pancho tivesse chegado ao batistério como Francisco. Bem, qual estrangeiro suporá Chico como apelido de Francisco? Em eras pré-politicamente corretas, abundavam os “japas”, os “chinas”, os “gordos” e os “carecas”. Hoje, tudo implica risco.

      Além do apelido, existem apostos que qualificam mais do que uma simples alcunha. Por vezes, são qualificativos positivos: Alexandre, o Grande; Luís XIV, o Rei-Sol; Luís XV, o Bem-Amado; e, no campo republicano, Simon Bolívar, o Libertador. Podem ser eufemismos para defeitos, como a indecisão crônica de Filipe II da Espanha. A história oficial o registra como Filipe, “o Prudente”. Há as diferenças nacionais. A única rainha do Antigo Regime português é conhecida na terrinha como D. Maria I, a Pia. No Brasil, por vários motivos, ela é “a Louca”.

      Os qualificativos para famosos são uma maneira de defesa dos fracos. Não posso derrubar presidente, não tenho a fama de um craque, não tenho o dinheiro de fulano: tasco-lhe um apelido como a vingança do bagre diante do hipopótamo. Rio um pouco, divulgo diante do meu limitado grupo igualmente ressentido e me sinto vingado. Apelidar de forma negativa é, quase sempre, reconhecer minha inferioridade.

      Fazer graça com a característica alheia pode revelar o mico interno de cada um de nós. Nosso macaquinho é inferior aos grandes símios. Em choques, apenas temos a possibilidade de subir rapidamente em galhos mais finos do que os rivais poderosos poderiam. Escalar e gritar: orangotango bobo, gorila vacilão, chimpanzé flácido! Lá de cima, protegido pela nossa fraqueza-força, rimos do maior. Apelidar é defender-se e tentar, ao menos na fala, vencer quem parece superior a nossas forças. Classificar o outro de tonto traz alívio; por exclusão, eu não sou.


(Leandro Karnal, O nome que eu desejo e o apelido que eu tenho. O Estado de S. Paulo, 03 de julho de 2019. Adaptado)

A passagem “Rio um pouco, divulgo diante do meu limitado grupo igualmente ressentido e me sinto vingado.” está reescrita de acordo com a norma-padrão de emprego de verbos e colocação pronominal em:
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Q1140374 Português

      Há povos que gostam de apelidos. Brasileiros, hispanos e norte-americanos estão entre os principais. Quase ninguém imagina que Bill Clinton seja, na verdade, William Jefferson Clinton. Difícil supor que um Pepe mexicano seja José e um Pancho tivesse chegado ao batistério como Francisco. Bem, qual estrangeiro suporá Chico como apelido de Francisco? Em eras pré-politicamente corretas, abundavam os “japas”, os “chinas”, os “gordos” e os “carecas”. Hoje, tudo implica risco.

      Além do apelido, existem apostos que qualificam mais do que uma simples alcunha. Por vezes, são qualificativos positivos: Alexandre, o Grande; Luís XIV, o Rei-Sol; Luís XV, o Bem-Amado; e, no campo republicano, Simon Bolívar, o Libertador. Podem ser eufemismos para defeitos, como a indecisão crônica de Filipe II da Espanha. A história oficial o registra como Filipe, “o Prudente”. Há as diferenças nacionais. A única rainha do Antigo Regime português é conhecida na terrinha como D. Maria I, a Pia. No Brasil, por vários motivos, ela é “a Louca”.

      Os qualificativos para famosos são uma maneira de defesa dos fracos. Não posso derrubar presidente, não tenho a fama de um craque, não tenho o dinheiro de fulano: tasco-lhe um apelido como a vingança do bagre diante do hipopótamo. Rio um pouco, divulgo diante do meu limitado grupo igualmente ressentido e me sinto vingado. Apelidar de forma negativa é, quase sempre, reconhecer minha inferioridade.

      Fazer graça com a característica alheia pode revelar o mico interno de cada um de nós. Nosso macaquinho é inferior aos grandes símios. Em choques, apenas temos a possibilidade de subir rapidamente em galhos mais finos do que os rivais poderosos poderiam. Escalar e gritar: orangotango bobo, gorila vacilão, chimpanzé flácido! Lá de cima, protegido pela nossa fraqueza-força, rimos do maior. Apelidar é defender-se e tentar, ao menos na fala, vencer quem parece superior a nossas forças. Classificar o outro de tonto traz alívio; por exclusão, eu não sou.


(Leandro Karnal, O nome que eu desejo e o apelido que eu tenho. O Estado de S. Paulo, 03 de julho de 2019. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a reescrita da frase obedece à norma-padrão de concordância, regência e emprego de pronome relativo.
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Q1140372 Português

      Há povos que gostam de apelidos. Brasileiros, hispanos e norte-americanos estão entre os principais. Quase ninguém imagina que Bill Clinton seja, na verdade, William Jefferson Clinton. Difícil supor que um Pepe mexicano seja José e um Pancho tivesse chegado ao batistério como Francisco. Bem, qual estrangeiro suporá Chico como apelido de Francisco? Em eras pré-politicamente corretas, abundavam os “japas”, os “chinas”, os “gordos” e os “carecas”. Hoje, tudo implica risco.

      Além do apelido, existem apostos que qualificam mais do que uma simples alcunha. Por vezes, são qualificativos positivos: Alexandre, o Grande; Luís XIV, o Rei-Sol; Luís XV, o Bem-Amado; e, no campo republicano, Simon Bolívar, o Libertador. Podem ser eufemismos para defeitos, como a indecisão crônica de Filipe II da Espanha. A história oficial o registra como Filipe, “o Prudente”. Há as diferenças nacionais. A única rainha do Antigo Regime português é conhecida na terrinha como D. Maria I, a Pia. No Brasil, por vários motivos, ela é “a Louca”.

      Os qualificativos para famosos são uma maneira de defesa dos fracos. Não posso derrubar presidente, não tenho a fama de um craque, não tenho o dinheiro de fulano: tasco-lhe um apelido como a vingança do bagre diante do hipopótamo. Rio um pouco, divulgo diante do meu limitado grupo igualmente ressentido e me sinto vingado. Apelidar de forma negativa é, quase sempre, reconhecer minha inferioridade.

      Fazer graça com a característica alheia pode revelar o mico interno de cada um de nós. Nosso macaquinho é inferior aos grandes símios. Em choques, apenas temos a possibilidade de subir rapidamente em galhos mais finos do que os rivais poderosos poderiam. Escalar e gritar: orangotango bobo, gorila vacilão, chimpanzé flácido! Lá de cima, protegido pela nossa fraqueza-força, rimos do maior. Apelidar é defender-se e tentar, ao menos na fala, vencer quem parece superior a nossas forças. Classificar o outro de tonto traz alívio; por exclusão, eu não sou.


(Leandro Karnal, O nome que eu desejo e o apelido que eu tenho. O Estado de S. Paulo, 03 de julho de 2019. Adaptado)

É correto afirmar que o último parágrafo descreve, de forma figurada, situação que encontra paralelo na frase:
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Q1140370 Português

      Há povos que gostam de apelidos. Brasileiros, hispanos e norte-americanos estão entre os principais. Quase ninguém imagina que Bill Clinton seja, na verdade, William Jefferson Clinton. Difícil supor que um Pepe mexicano seja José e um Pancho tivesse chegado ao batistério como Francisco. Bem, qual estrangeiro suporá Chico como apelido de Francisco? Em eras pré-politicamente corretas, abundavam os “japas”, os “chinas”, os “gordos” e os “carecas”. Hoje, tudo implica risco.

      Além do apelido, existem apostos que qualificam mais do que uma simples alcunha. Por vezes, são qualificativos positivos: Alexandre, o Grande; Luís XIV, o Rei-Sol; Luís XV, o Bem-Amado; e, no campo republicano, Simon Bolívar, o Libertador. Podem ser eufemismos para defeitos, como a indecisão crônica de Filipe II da Espanha. A história oficial o registra como Filipe, “o Prudente”. Há as diferenças nacionais. A única rainha do Antigo Regime português é conhecida na terrinha como D. Maria I, a Pia. No Brasil, por vários motivos, ela é “a Louca”.

      Os qualificativos para famosos são uma maneira de defesa dos fracos. Não posso derrubar presidente, não tenho a fama de um craque, não tenho o dinheiro de fulano: tasco-lhe um apelido como a vingança do bagre diante do hipopótamo. Rio um pouco, divulgo diante do meu limitado grupo igualmente ressentido e me sinto vingado. Apelidar de forma negativa é, quase sempre, reconhecer minha inferioridade.

      Fazer graça com a característica alheia pode revelar o mico interno de cada um de nós. Nosso macaquinho é inferior aos grandes símios. Em choques, apenas temos a possibilidade de subir rapidamente em galhos mais finos do que os rivais poderosos poderiam. Escalar e gritar: orangotango bobo, gorila vacilão, chimpanzé flácido! Lá de cima, protegido pela nossa fraqueza-força, rimos do maior. Apelidar é defender-se e tentar, ao menos na fala, vencer quem parece superior a nossas forças. Classificar o outro de tonto traz alívio; por exclusão, eu não sou.


(Leandro Karnal, O nome que eu desejo e o apelido que eu tenho. O Estado de S. Paulo, 03 de julho de 2019. Adaptado)

Do ponto de vista do autor, a propensão a apelidar com expressões pejorativas
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Q1136394 Legislação dos Municípios do Estado do Espírito Santo
Para efeitos da lei que dispõe sobre o Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos do Magistério Público do Município de Viana-ES, sobre a progressão horizontal, indique a alternativa CORRETA.
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Q1136323 Artes Plásticas
O Museu de Arte Popular da Paraíba (MAPP), localizado na cidade de Campina Grande, visa preservar e difundir as heranças da musicalidade, das artes manuais, da literatura de cordel, da xilogravura e da cantoria, características do povo nordestino e suas miscigenações. A Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) é a grande aliada e defensora do Museu, a qual auxiliou na construção do edifício, sendo atualmente responsável pela administração e por projetos de pesquisa. Sobre essa questão, assinale a alternativa que apresenta o nome popular atribuído ao MAPP.
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Q1136322 Pedagogia
A nova Base Nacional Comum Curricular (BNCC – 2018), para o Ensino Fundamental, tem como princípio unificar o ensino brasileiro de Norte a Sul. As instituições escolares devem implementar a reforma nos currículos até 2020. Sobre as proposições no ensino de Arte, assinale a alternativa correta.
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Q1136314 Educação Artística
Ao escolher uma determinada obra de arte para ser estudada, o educador deve ter claro quais são os propósitos e objetivos a serem alcançados. Para tanto, é necessária a elaboração de um roteiro, contendo as informações sobre o artista, descrição, interpretação e exercício de aprendizagem, a fim de que, ao final do processo, os alunos possam se expressarem, formalmente, por meio de objetos bi ou tridimensionais (desenho, pintura, colagem, gravura, escultura, instalações). Nesse contexto, a metodologia triangular do ensino de arte propõe os seguintes eixos:
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Q1136313 Educação Artística
O andamento é indicado normalmente com termos italianos ou com sinais metronômicos. Allegro, vivace e presto fazem parte do andamento
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Q1136310 Educação Artística

Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.

O modernismo no Brasil foi um movimento cultural que teve grandes proporções críticas e repercutiu, principalmente, no cenário artístico e literário do país, gerando tumultos e desconforto para a sociedade de artistas brasileiros. O modernismo tinha como objetivos e características, em sua primeira, segunda e terceira fases:


I. a quebra com o "tradicionalismo" da época, experimentando novas técnicas e criações artísticas, sendo suas características o rompimento com as estruturas do passado, valorização do índio brasileiro, nacionalismo ufanista exagerado e utópico, caráter revolucionário.

II. a valorização do tradicionalismo rompendo com padrões exagerados ditados pela elite. Suas características eram o fortalecimento de uma arte livre e revolucionária, mantendo padrões acadêmicos, valorização da cultura erudita, incentivo à descentralização da arte clássica.

III. a quebra com parâmetros revolucionários e as suas características eram a valorização da arte pela cultura afro-brasileira, traços livres de conceitos tradicionais na escultura e na pintura.

IV. a produção poética que, nesse período, teve influência do realismo e do romantismo, além da Psicanálise de Freud. Suas características foram o amadurecimento das ideias de 1922, nova postura artística, nacionalismo, universalismo e regionalismo, literatura construtiva e engajada.

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Q1136309 Artes Visuais
Pintura metafísica foi o nome dado ao estilo de pintura que se desenvolveu por volta de 1913, por iniciativa de Giorgio de Chirico e, posteriormente, por Carlo Carra, sendo esses artistas reconhecidos por inúmeras características, sobretudo os cenários arquitetônicos clássicos, perspectivas distorcidas, justaposição de objetos incongruentes, um inquietante ar de mistério. Esses artistas metafísicos acreditavam
Alternativas
Q1136308 Educação Artística
Atualmente, as tecnologias contemporâneas têm um papel cada vez maior na vida das pessoas. Essas tecnologias possibilitam
Alternativas
Respostas
17841: E
17842: D
17843: B
17844: E
17845: C
17846: A
17847: D
17848: C
17849: D
17850: D
17851: C
17852: A
17853: A
17854: A
17855: C
17856: A
17857: D
17858: D
17859: A
17860: B