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Q3671701 Português
Na expressão “o movimento pesado dos elefantes”, é possível identificar uma figura estilística chamada de:  
Alternativas
Q3671700 Português
Assinale a letra que apresenta o período corretamente pontuado: 
Alternativas
Q3671698 Português
Marque a alternativa em que há uma oração subordinada adverbial consecutiva: 
Alternativas
Q3671697 Português
Assinale a opção em que todas as palavras estão corretas do ponto de vista ortográfico:  
Alternativas
Q3671696 Português
O ESPORTE MATA!


A mídia tem falado da morte súbita de jogadores de futebol. Dá o que pensar. Cada vez que recebia a Caros Amigos, eu buscava, faminta, a coluna de José Róiz. O médico mineiro dizia coisas atrevidas nesse tempo de espetacularização do esporte, de culto aos músculos e às dietas de todo tipo. Mais ainda: ele falava de como bem viver. Morreu em 2003, para lá da curva dos 80, magrinho e sábio. E deixou tudo que ensinou em livro – um dentre outros escritos – republicado pela editora Casa Amarela, tem o título Esporte mata!. Indiferente às críticas que recebia e avesso a sensacionalismos, Róiz afirmava: ‘O homem não foi feito para correr.’

Róiz ensinava que nenhum adulto com mais de 25 anos deve fazer exercício violento, mas também não pode ter vida sedentária. O melhor é simplesmente caminhar, e muito, e dançar, hábito que preserva o vigor do corpo e da mente. Além disso, o médico só recomendava o vôlei, mas nunca o competitivo, aquele do atleta. Jogando vôlei, a pessoa caminha e faz as quatro ginásticas que Róiz considera necessárias – aquelas que contraem os músculos posteriores, situados ao longo da coluna vertebral.

Muitos escritos do médico mostram sua preocupação com o tipo de alimento consumido na vida moderna. Embora não fosse vegetariano, sugeria que as pessoas evitassem a carne, especialmente por causa de doenças como a da ‘vaca louca’. Para ele, a melhor refeição possível é feijão comum com carne de soja moída, acompanhada de uma fonte de vitamina C, como as frutas cítricas, podendo se substituir metade da mistura por um pouco de arroz e verdura. E o ideal, adotando ou não essa refeição, é ingerir uma pequena quantidade de alimento, evitando o excesso de proteínas, em intervalos de duas horas e meia. Isso estimula a produção de insulina, que ‘limpa’ o sangue, enviando para os tecidos a glicose, a gordura e os aminoácidos das proteínas.

Bem nutridas, as células do corpo ficam mais capazes de produzir anticorpos contra as doenças.

Róiz sempre dizia que não teria escrito o livro se não fosse pelo seguinte: a humanidade se divide em dois grupos, os longevos e os não-longevos. Nos longevos, que vivem mais, a insulina predomina sobre o glicocorticóide, um dos hormônios do estresse. Nos não-longevos, acontece o contrário. O problema é que os longevos são feitos de um ‘barro especial’, são minoria. A maioria tem dificuldade para nutrir todas as células do organismo. Assim, praticar esportes, se estressar e produzir mais e mais glicocorticóide vai piorar a situação, especialmente se a pessoa praticar musculação ou corrida e ainda tiver problemas de coluna ou de coração. Gilberto Felisberto Vasconcellos, que faz o prefácio do livro, resume bem o pensamento de Róiz: ‘Foi contra a grife globalizada do mundo: esporte não é vida. Nem saúde.’


(Por Miriam Santini de Abreu, em Observatório da Imprensa). 
A mídia tem falado da morte súbita de jogadores de futebol. Dá o que pensar. Cada vez que recebia a Caros Amigos, eu buscava, faminta, a coluna de José Róiz. O médico mineiro dizia coisas atrevidas nesse tempo de espetacularização do esporte, de culto aos músculos e às dietas de todo tipo. Mais ainda: ele falava de como bem viver. Morreu em 2003, para lá da curva dos 80, magrinho e sábio. E deixou tudo que ensinou em livro – um dentre outros escritos – republicado pela editora Casa Amarela, tem o título Esporte mata!. Indiferente às críticas que recebia e avesso a sensacionalismos, Róiz afirmava: ‘O homem não foi feito para correr.’ 

Acerca das informações sobre José Róiz trazidas pelo texto, podemos afirmar corretamente que: 
Alternativas
Q3671695 Português
O ESPORTE MATA!


A mídia tem falado da morte súbita de jogadores de futebol. Dá o que pensar. Cada vez que recebia a Caros Amigos, eu buscava, faminta, a coluna de José Róiz. O médico mineiro dizia coisas atrevidas nesse tempo de espetacularização do esporte, de culto aos músculos e às dietas de todo tipo. Mais ainda: ele falava de como bem viver. Morreu em 2003, para lá da curva dos 80, magrinho e sábio. E deixou tudo que ensinou em livro – um dentre outros escritos – republicado pela editora Casa Amarela, tem o título Esporte mata!. Indiferente às críticas que recebia e avesso a sensacionalismos, Róiz afirmava: ‘O homem não foi feito para correr.’

Róiz ensinava que nenhum adulto com mais de 25 anos deve fazer exercício violento, mas também não pode ter vida sedentária. O melhor é simplesmente caminhar, e muito, e dançar, hábito que preserva o vigor do corpo e da mente. Além disso, o médico só recomendava o vôlei, mas nunca o competitivo, aquele do atleta. Jogando vôlei, a pessoa caminha e faz as quatro ginásticas que Róiz considera necessárias – aquelas que contraem os músculos posteriores, situados ao longo da coluna vertebral.

Muitos escritos do médico mostram sua preocupação com o tipo de alimento consumido na vida moderna. Embora não fosse vegetariano, sugeria que as pessoas evitassem a carne, especialmente por causa de doenças como a da ‘vaca louca’. Para ele, a melhor refeição possível é feijão comum com carne de soja moída, acompanhada de uma fonte de vitamina C, como as frutas cítricas, podendo se substituir metade da mistura por um pouco de arroz e verdura. E o ideal, adotando ou não essa refeição, é ingerir uma pequena quantidade de alimento, evitando o excesso de proteínas, em intervalos de duas horas e meia. Isso estimula a produção de insulina, que ‘limpa’ o sangue, enviando para os tecidos a glicose, a gordura e os aminoácidos das proteínas.

Bem nutridas, as células do corpo ficam mais capazes de produzir anticorpos contra as doenças.

Róiz sempre dizia que não teria escrito o livro se não fosse pelo seguinte: a humanidade se divide em dois grupos, os longevos e os não-longevos. Nos longevos, que vivem mais, a insulina predomina sobre o glicocorticóide, um dos hormônios do estresse. Nos não-longevos, acontece o contrário. O problema é que os longevos são feitos de um ‘barro especial’, são minoria. A maioria tem dificuldade para nutrir todas as células do organismo. Assim, praticar esportes, se estressar e produzir mais e mais glicocorticóide vai piorar a situação, especialmente se a pessoa praticar musculação ou corrida e ainda tiver problemas de coluna ou de coração. Gilberto Felisberto Vasconcellos, que faz o prefácio do livro, resume bem o pensamento de Róiz: ‘Foi contra a grife globalizada do mundo: esporte não é vida. Nem saúde.’


(Por Miriam Santini de Abreu, em Observatório da Imprensa). 
A mídia tem falado da morte súbita de jogadores de futebol. Dá o que pensar. Cada vez que recebia a Caros Amigos, eu buscava, faminta, a coluna de José Róiz. O médico mineiro dizia coisas atrevidas nesse tempo de espetacularização do esporte, de culto aos músculos e às dietas de todo tipo. Mais ainda: ele falava de como bem viver. Morreu em 2003, para lá da curva dos 80, magrinho e sábio. E deixou tudo que ensinou em livro – um dentre outros escritos – republicado pela editora Casa Amarela, tem o título Esporte mata!. Indiferente às críticas que recebia e avesso a sensacionalismos, Róiz afirmava: ‘O homem não foi feito para correr.’ 

Sobre o autor do texto lido, podemos afirmar que: 
Alternativas
Q3671694 Enfermagem
O ESPORTE MATA!


A mídia tem falado da morte súbita de jogadores de futebol. Dá o que pensar. Cada vez que recebia a Caros Amigos, eu buscava, faminta, a coluna de José Róiz. O médico mineiro dizia coisas atrevidas nesse tempo de espetacularização do esporte, de culto aos músculos e às dietas de todo tipo. Mais ainda: ele falava de como bem viver. Morreu em 2003, para lá da curva dos 80, magrinho e sábio. E deixou tudo que ensinou em livro – um dentre outros escritos – republicado pela editora Casa Amarela, tem o título Esporte mata!. Indiferente às críticas que recebia e avesso a sensacionalismos, Róiz afirmava: ‘O homem não foi feito para correr.’

Róiz ensinava que nenhum adulto com mais de 25 anos deve fazer exercício violento, mas também não pode ter vida sedentária. O melhor é simplesmente caminhar, e muito, e dançar, hábito que preserva o vigor do corpo e da mente. Além disso, o médico só recomendava o vôlei, mas nunca o competitivo, aquele do atleta. Jogando vôlei, a pessoa caminha e faz as quatro ginásticas que Róiz considera necessárias – aquelas que contraem os músculos posteriores, situados ao longo da coluna vertebral.

Muitos escritos do médico mostram sua preocupação com o tipo de alimento consumido na vida moderna. Embora não fosse vegetariano, sugeria que as pessoas evitassem a carne, especialmente por causa de doenças como a da ‘vaca louca’. Para ele, a melhor refeição possível é feijão comum com carne de soja moída, acompanhada de uma fonte de vitamina C, como as frutas cítricas, podendo se substituir metade da mistura por um pouco de arroz e verdura. E o ideal, adotando ou não essa refeição, é ingerir uma pequena quantidade de alimento, evitando o excesso de proteínas, em intervalos de duas horas e meia. Isso estimula a produção de insulina, que ‘limpa’ o sangue, enviando para os tecidos a glicose, a gordura e os aminoácidos das proteínas.

Bem nutridas, as células do corpo ficam mais capazes de produzir anticorpos contra as doenças.

Róiz sempre dizia que não teria escrito o livro se não fosse pelo seguinte: a humanidade se divide em dois grupos, os longevos e os não-longevos. Nos longevos, que vivem mais, a insulina predomina sobre o glicocorticóide, um dos hormônios do estresse. Nos não-longevos, acontece o contrário. O problema é que os longevos são feitos de um ‘barro especial’, são minoria. A maioria tem dificuldade para nutrir todas as células do organismo. Assim, praticar esportes, se estressar e produzir mais e mais glicocorticóide vai piorar a situação, especialmente se a pessoa praticar musculação ou corrida e ainda tiver problemas de coluna ou de coração. Gilberto Felisberto Vasconcellos, que faz o prefácio do livro, resume bem o pensamento de Róiz: ‘Foi contra a grife globalizada do mundo: esporte não é vida. Nem saúde.’


(Por Miriam Santini de Abreu, em Observatório da Imprensa). 
Acerca das informações trazidas pelo texto sobre a insulina, podemos afirmar corretamente que: 
Alternativas
Q3671693 Enfermagem
O ESPORTE MATA!


A mídia tem falado da morte súbita de jogadores de futebol. Dá o que pensar. Cada vez que recebia a Caros Amigos, eu buscava, faminta, a coluna de José Róiz. O médico mineiro dizia coisas atrevidas nesse tempo de espetacularização do esporte, de culto aos músculos e às dietas de todo tipo. Mais ainda: ele falava de como bem viver. Morreu em 2003, para lá da curva dos 80, magrinho e sábio. E deixou tudo que ensinou em livro – um dentre outros escritos – republicado pela editora Casa Amarela, tem o título Esporte mata!. Indiferente às críticas que recebia e avesso a sensacionalismos, Róiz afirmava: ‘O homem não foi feito para correr.’

Róiz ensinava que nenhum adulto com mais de 25 anos deve fazer exercício violento, mas também não pode ter vida sedentária. O melhor é simplesmente caminhar, e muito, e dançar, hábito que preserva o vigor do corpo e da mente. Além disso, o médico só recomendava o vôlei, mas nunca o competitivo, aquele do atleta. Jogando vôlei, a pessoa caminha e faz as quatro ginásticas que Róiz considera necessárias – aquelas que contraem os músculos posteriores, situados ao longo da coluna vertebral.

Muitos escritos do médico mostram sua preocupação com o tipo de alimento consumido na vida moderna. Embora não fosse vegetariano, sugeria que as pessoas evitassem a carne, especialmente por causa de doenças como a da ‘vaca louca’. Para ele, a melhor refeição possível é feijão comum com carne de soja moída, acompanhada de uma fonte de vitamina C, como as frutas cítricas, podendo se substituir metade da mistura por um pouco de arroz e verdura. E o ideal, adotando ou não essa refeição, é ingerir uma pequena quantidade de alimento, evitando o excesso de proteínas, em intervalos de duas horas e meia. Isso estimula a produção de insulina, que ‘limpa’ o sangue, enviando para os tecidos a glicose, a gordura e os aminoácidos das proteínas.

Bem nutridas, as células do corpo ficam mais capazes de produzir anticorpos contra as doenças.

Róiz sempre dizia que não teria escrito o livro se não fosse pelo seguinte: a humanidade se divide em dois grupos, os longevos e os não-longevos. Nos longevos, que vivem mais, a insulina predomina sobre o glicocorticóide, um dos hormônios do estresse. Nos não-longevos, acontece o contrário. O problema é que os longevos são feitos de um ‘barro especial’, são minoria. A maioria tem dificuldade para nutrir todas as células do organismo. Assim, praticar esportes, se estressar e produzir mais e mais glicocorticóide vai piorar a situação, especialmente se a pessoa praticar musculação ou corrida e ainda tiver problemas de coluna ou de coração. Gilberto Felisberto Vasconcellos, que faz o prefácio do livro, resume bem o pensamento de Róiz: ‘Foi contra a grife globalizada do mundo: esporte não é vida. Nem saúde.’


(Por Miriam Santini de Abreu, em Observatório da Imprensa). 
Quanto às recomendações do médico José Róiz para uma vida mais saudável, assinale a alternativa incorreta: 
Alternativas
Q3671692 Português
O ESPORTE MATA!


A mídia tem falado da morte súbita de jogadores de futebol. Dá o que pensar. Cada vez que recebia a Caros Amigos, eu buscava, faminta, a coluna de José Róiz. O médico mineiro dizia coisas atrevidas nesse tempo de espetacularização do esporte, de culto aos músculos e às dietas de todo tipo. Mais ainda: ele falava de como bem viver. Morreu em 2003, para lá da curva dos 80, magrinho e sábio. E deixou tudo que ensinou em livro – um dentre outros escritos – republicado pela editora Casa Amarela, tem o título Esporte mata!. Indiferente às críticas que recebia e avesso a sensacionalismos, Róiz afirmava: ‘O homem não foi feito para correr.’

Róiz ensinava que nenhum adulto com mais de 25 anos deve fazer exercício violento, mas também não pode ter vida sedentária. O melhor é simplesmente caminhar, e muito, e dançar, hábito que preserva o vigor do corpo e da mente. Além disso, o médico só recomendava o vôlei, mas nunca o competitivo, aquele do atleta. Jogando vôlei, a pessoa caminha e faz as quatro ginásticas que Róiz considera necessárias – aquelas que contraem os músculos posteriores, situados ao longo da coluna vertebral.

Muitos escritos do médico mostram sua preocupação com o tipo de alimento consumido na vida moderna. Embora não fosse vegetariano, sugeria que as pessoas evitassem a carne, especialmente por causa de doenças como a da ‘vaca louca’. Para ele, a melhor refeição possível é feijão comum com carne de soja moída, acompanhada de uma fonte de vitamina C, como as frutas cítricas, podendo se substituir metade da mistura por um pouco de arroz e verdura. E o ideal, adotando ou não essa refeição, é ingerir uma pequena quantidade de alimento, evitando o excesso de proteínas, em intervalos de duas horas e meia. Isso estimula a produção de insulina, que ‘limpa’ o sangue, enviando para os tecidos a glicose, a gordura e os aminoácidos das proteínas.

Bem nutridas, as células do corpo ficam mais capazes de produzir anticorpos contra as doenças.

Róiz sempre dizia que não teria escrito o livro se não fosse pelo seguinte: a humanidade se divide em dois grupos, os longevos e os não-longevos. Nos longevos, que vivem mais, a insulina predomina sobre o glicocorticóide, um dos hormônios do estresse. Nos não-longevos, acontece o contrário. O problema é que os longevos são feitos de um ‘barro especial’, são minoria. A maioria tem dificuldade para nutrir todas as células do organismo. Assim, praticar esportes, se estressar e produzir mais e mais glicocorticóide vai piorar a situação, especialmente se a pessoa praticar musculação ou corrida e ainda tiver problemas de coluna ou de coração. Gilberto Felisberto Vasconcellos, que faz o prefácio do livro, resume bem o pensamento de Róiz: ‘Foi contra a grife globalizada do mundo: esporte não é vida. Nem saúde.’


(Por Miriam Santini de Abreu, em Observatório da Imprensa). 
O autor da obra “Esporte Mata!” diz ter sido motivado pela percepção de um fato. Acerca disso, assinale a alternativa correta:  
Alternativas
Q3670805 Pedagogia
Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil constitui-se em um conjunto de referências e orientações pedagógicas que visam a contribuir com a implantação ou implementação de práticas educativas de qualidade que possam promover e ampliar as condições necessárias para o exercício da cidadania das crianças brasileiras. Assim, assinale a alternativa correta em relação ao seu objetivo: 
Alternativas
Q3670804 Pedagogia
Primeira infância é o período que abrange os primeiros 6 (seis) anos completos ou 72 (setenta e dois) meses de vida da criança. Quanto aos aspectos da primeira infância, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3670803 Pedagogia
De acordo com as metas estabelecidas pelo Plano Nacional de Educação (PNE), assinale abaixo a alternativa correta relacionada à meta 1.
Alternativas
Q3670802 Pedagogia
Relacione os momentos da avaliação da educação infantil, indicados na coluna 1, com suas respectivas formas de avaliar, constantes na coluna 2:

Coluna 1

1.Antes 2.Durante 3.Depois

Coluna 2

(__)Reconhecimento das potencialidades da criança. O que ela já pode fazer sozinha?
(__)Observar as potencialidades, os avanços, as estratégias, se há alguma dificuldade.
(__)Observar e documentar quais os avanços (ou retrocessos) no desenvolvimento e na aprendizagem.

Escolha a alternativa que estabelece a associação correta, de cima para baixo, entre as colunas: 
Alternativas
Q3670801 Pedagogia
Associe os termos sobre campos de experiências na BNCC, apresentados na coluna 1 com seu conteúdo correspondente apresentado na Coluna 2:

Coluna 1

1.Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações.
2.Escuta, fala pensamento e imaginação.
3.O eu, o outro e o nós.

Coluna 2


(__)É na interação com os pares e com adultos que as crianças vão constituindo um modo próprio de agir, sentir e pensar e vão descobrindo que existem outros modos de vida, pessoas diferentes, com outros pontos de vista.
(__)Nessas experiências, as crianças também se deparam, com conhecimentos matemáticos (contagem, ordenação, relações entre quantidades, dimensões, medidas, comparação de pesos e de comprimentos, avaliação de distâncias, reconhecimento de formas geométricas, conhecimento e reconhecimento de numerais cardinais e ordinais etc.) que igualmente aguçam a curiosidade.
(__)Desde o nascimento, as crianças participam de situações comunicativas cotidianas com as pessoas com as quais interagem. As primeiras formas de interação do bebê são os movimentos do seu corpo, o olhar, a postura corporal, o sorriso, o choro e outros recursos vocais, que ganham sentido com a interpretação do outro.

Assinale a alternativa que apresenta a associação correta:
Alternativas
Q3670800 Pedagogia
Sobre o papel do professor na educação infantil, julgue as seguintes afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F):

(__)A interação social em situações diversas é uma das estratégias mais importantes do professor para a promoção de aprendizagens pelas crianças.
(__)O professor deve planejar e oferecer uma gama variada de experiências que responda, simultaneamente, às demandas do grupo e não às individualidades de cada criança.
(__)O professor deve conhecer e considerar as singularidades das crianças de diferentes idades, assim como a diversidade de hábitos, costumes, valores, crenças, etnias etc.

Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento está correta:
Alternativas
Q3670799 Pedagogia
Para efetivação de seus objetivos, as propostas pedagógicas das instituições de Educação Infantil deverão prever condições para o trabalho coletivo e para a organização de materiais, espaços e tempos que assegurem:

I.A educação em sua integralidade, entendendo a brincadeira como algo indissociável ao processo educativo.
II.O estabelecimento de uma relação efetiva com a comunidade local e de mecanismos que garantam a gestão democrática e a consideração dos saberes da comunidade.
III.A indivisibilidade das dimensões expressivo motora, afetiva, cognitiva, linguística, ética, estética e sociocultural da criança.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3670798 Pedagogia
De acordo com o estatuto da criança e do adolescente, julgue as seguintes afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F):

(__)A criança e o adolescente têm direito a proteção à vida e à saúde, mediante a efetivação de políticas sociais públicas que permitam o nascimento e o desenvolvimento sadio e harmonioso, em condições dignas de existência.
(__)O direito à liberdade compreende buscar refúgio, auxílio e orientação.
(__)É proibido qualquer trabalho aos menores de dezesseis anos de idade.

Assinale a alternativa cuja ordem de julgamento de cima para baixo está correta:
Alternativas
Q3670797 Pedagogia
Proposta pedagógica ou projeto político pedagógico é o plano orientador das ações da instituição e define as metas que se pretende para a____e o desenvolvimento das crianças que nela são educados e cuidados.
Assinale a alternativa que corretamente completa a lacuna no excerto:
Alternativas
Q3670796 Pedagogia
Com base no conceito de singularidade da infância, analise as proposições abaixo:

I.As crianças possuem uma natureza singular, que as caracteriza como seres que sentem e pensam o mundo de um jeito muito próprio.
II.Nas interações que estabelecem desde cedo com as pessoas que lhe são próximas e com o meio que as circunda, as crianças revelam seu esforço para compreender o mundo em que vivem, as relações contraditórias que presenciam e, por meio das brincadeiras, explicitam as condições de vida a que estão submetidas e seus anseios e desejos.
III.O conhecimento da criança se constitui em uma cópia da realidade, imitando tudo o que está a sua volta.

Assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3670795 Pedagogia
De acordo com as diretrizes curriculares nacionais para a educação infantil, as propostas pedagógicas de Educação Infantil devem respeitar os princípios estabelecidos. Assinale a alternativa que corretamente lista esses princípios.
Alternativas
Respostas
7701: D
7702: A
7703: A
7704: A
7705: B
7706: E
7707: D
7708: C
7709: A
7710: D
7711: B
7712: A
7713: A
7714: B
7715: B
7716: D
7717: A
7718: A
7719: A
7720: D