Questões de Concurso Comentadas para professor - educação infantil

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Q3545519 Português
As cidades que nos abrigam

Historicamente, se registra que a humanidade preferiu construir cidades litorâneas, do que resulta inúmeros centros urbanos próximo aos oceanos, mares e em estuários de rios importantes, muitos com portos movimentados, importantes. Por vezes, as cidades eram fortificadas para conter possíveis ataques por mar. Isso não evitou grandes batalhas entre povos inimigos, e o vencedor poderia se dar ao desfrute de paz durante anos. Mas como os romanos criaram o mote, "si vis pacem para bellum", ou "se quer a paz, prepara-te para a guerra", com isso, a humanidade viveu tranquilamente por anos e séculos.

Atualmente, há conflitos locais e uma preocupação enorme de que essas contendas possam se ampliar regionalmente, ou pior, que sejam usadas armas nucleares, conforme noticia a mídia televisada e escrita. O risco de guerra deixa de ser local ou regional e passa a ser mundial pela amplitude dos danos que poderiam ocasionar. Há temor quanto a essa possibilidade, o que restringe os donos dos botões vermelhos para conter essa insânia desumana incomparável de uso de armamento nuclear.

Afastado o perigo de hecatombe — que pouco tem a ver com o meio urbano, objeto deste escrito, e, sim, com políticas nacionais ou continentais —, as cidades em geral estão em seu cotidiano com seus habitantes e o meio urbano sentindo-se à vontade em suas atividades diárias. Com isso, entende-se que se alargam os territórios das cidades ou adensam seu espaço urbanizado, sobretudo nas áreas centrais. No caso de Brasília, alguns argumentam que o Plano Piloto não pode ficar "engessado". Traduzindo, o mercado imobiliário deseja construir empregando outra tipologia de edifícios, mais altos. O que não se entende é ter edifícios fora do padrão vigente no Plano Piloto.

Todavia, há em Brasília favelas, como Pôr do Sol e Sol Nascente, em que não há infraestrutura, são carentes de atenção por parte dos governadores do DF e de Goiás. As favelas deveriam receber mais atenção das autoridades porque sua população está submetida à falta de infraestruturas básicas, não contam com água tratada e o esgoto está a céu aberto. Por isso, o favelamento deve acabar ou receber água tratada e esgotamento sanitário, com o que se findarão as epidemias em que as vítimas são crianças e idosos. Sem favelas, haveria cidades em que a população está se ocupando em seus afazeres, sobretudo se tiver onde trabalhar e linhas de ônibus para os deslocamentos para o trabalho ou buscar serviços em outros pontos da cidade.

No DF, é desejável que os agentes imobiliários procurem outros espaços para construir, que não destruam o que foi imaginado para o Plano Piloto e para o DF desde os primórdios. Uma cidade deve ser mostrada como um espaço em que não haja edificações fora dos padrões urbanísticos, como Águas Claras. Essa região administrativa (RA) serve de exemplo de espaço repleto de edificações com muitos andares e onde o setor imobiliário esteve intensamente presente. Águas Claras é o núcleo urbano que difere das demais RAs. Nestas, há restrições para edificações elevadas.

Nos anos de 1960, outros países se interessaram no que foi feito na capital federal, sobretudo no que diz respeito à urbanização. Alguns preciosistas podem levantar a preocupação de que, em seus 5.800 quilômetros quadrados, o DF se consolidou com uma espacialização alargada e pouco recomendável. Todavia, com o passar dos anos verificou-se que cada núcleo urbano (RA) se organizou internamente de forma a evitar que seus respectivos habitantes tivessem que percorrer grandes distâncias para obter bens e serviços. Todos esses núcleos organizaram-se de modo a contar com os necessários equipamentos e instituições para servir seus habitantes.

Os serviços do alto poder Judiciário, do Executivo e do Legislativo federais são encontrados apenas no Plano Piloto, e isso não haverá de se modificar porque foi assim que o núcleo histórico se estruturou e consolidou, devendo permanecer assim por décadas à frente. Nada impede, todavia, que os demais núcleos urbanos desenvolvam atividades e organizem serviços voltados para as pessoas próximas em termos de comércio e pequenas indústrias, não poluentes ambientais.

Outros argumentarão que o território como está organizado exige deslocamentos diários dos trabalhadores que exercem atividades em outras localidades e dos que buscam serviços fora de seu local de moradia. Isso se acomodará, pois os ajustamentos urbanos realizados no DF nessas seis décadas podem se assemelhar aos de outras cidades brasileiras. Nelas, há intensos deslocamentos dos trabalhadores da periferia para o centro nas primeiras horas da manhã e, em sentido contrário, ao fim do dia. Essa mobilidade ininterrupta é uma das características das grandes cidades que nos acolhem. 

(Fonte: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. In: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. [S. l.], 11 abr. 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6835502-artigo-as-cidades-que-nos-abrigam.html).
A partir análise dos recursos utilizados na construção do texto, é possível afirmar que: 
Alternativas
Q3545518 Português
As cidades que nos abrigam

Historicamente, se registra que a humanidade preferiu construir cidades litorâneas, do que resulta inúmeros centros urbanos próximo aos oceanos, mares e em estuários de rios importantes, muitos com portos movimentados, importantes. Por vezes, as cidades eram fortificadas para conter possíveis ataques por mar. Isso não evitou grandes batalhas entre povos inimigos, e o vencedor poderia se dar ao desfrute de paz durante anos. Mas como os romanos criaram o mote, "si vis pacem para bellum", ou "se quer a paz, prepara-te para a guerra", com isso, a humanidade viveu tranquilamente por anos e séculos.

Atualmente, há conflitos locais e uma preocupação enorme de que essas contendas possam se ampliar regionalmente, ou pior, que sejam usadas armas nucleares, conforme noticia a mídia televisada e escrita. O risco de guerra deixa de ser local ou regional e passa a ser mundial pela amplitude dos danos que poderiam ocasionar. Há temor quanto a essa possibilidade, o que restringe os donos dos botões vermelhos para conter essa insânia desumana incomparável de uso de armamento nuclear.

Afastado o perigo de hecatombe — que pouco tem a ver com o meio urbano, objeto deste escrito, e, sim, com políticas nacionais ou continentais —, as cidades em geral estão em seu cotidiano com seus habitantes e o meio urbano sentindo-se à vontade em suas atividades diárias. Com isso, entende-se que se alargam os territórios das cidades ou adensam seu espaço urbanizado, sobretudo nas áreas centrais. No caso de Brasília, alguns argumentam que o Plano Piloto não pode ficar "engessado". Traduzindo, o mercado imobiliário deseja construir empregando outra tipologia de edifícios, mais altos. O que não se entende é ter edifícios fora do padrão vigente no Plano Piloto.

Todavia, há em Brasília favelas, como Pôr do Sol e Sol Nascente, em que não há infraestrutura, são carentes de atenção por parte dos governadores do DF e de Goiás. As favelas deveriam receber mais atenção das autoridades porque sua população está submetida à falta de infraestruturas básicas, não contam com água tratada e o esgoto está a céu aberto. Por isso, o favelamento deve acabar ou receber água tratada e esgotamento sanitário, com o que se findarão as epidemias em que as vítimas são crianças e idosos. Sem favelas, haveria cidades em que a população está se ocupando em seus afazeres, sobretudo se tiver onde trabalhar e linhas de ônibus para os deslocamentos para o trabalho ou buscar serviços em outros pontos da cidade.

No DF, é desejável que os agentes imobiliários procurem outros espaços para construir, que não destruam o que foi imaginado para o Plano Piloto e para o DF desde os primórdios. Uma cidade deve ser mostrada como um espaço em que não haja edificações fora dos padrões urbanísticos, como Águas Claras. Essa região administrativa (RA) serve de exemplo de espaço repleto de edificações com muitos andares e onde o setor imobiliário esteve intensamente presente. Águas Claras é o núcleo urbano que difere das demais RAs. Nestas, há restrições para edificações elevadas.

Nos anos de 1960, outros países se interessaram no que foi feito na capital federal, sobretudo no que diz respeito à urbanização. Alguns preciosistas podem levantar a preocupação de que, em seus 5.800 quilômetros quadrados, o DF se consolidou com uma espacialização alargada e pouco recomendável. Todavia, com o passar dos anos verificou-se que cada núcleo urbano (RA) se organizou internamente de forma a evitar que seus respectivos habitantes tivessem que percorrer grandes distâncias para obter bens e serviços. Todos esses núcleos organizaram-se de modo a contar com os necessários equipamentos e instituições para servir seus habitantes.

Os serviços do alto poder Judiciário, do Executivo e do Legislativo federais são encontrados apenas no Plano Piloto, e isso não haverá de se modificar porque foi assim que o núcleo histórico se estruturou e consolidou, devendo permanecer assim por décadas à frente. Nada impede, todavia, que os demais núcleos urbanos desenvolvam atividades e organizem serviços voltados para as pessoas próximas em termos de comércio e pequenas indústrias, não poluentes ambientais.

Outros argumentarão que o território como está organizado exige deslocamentos diários dos trabalhadores que exercem atividades em outras localidades e dos que buscam serviços fora de seu local de moradia. Isso se acomodará, pois os ajustamentos urbanos realizados no DF nessas seis décadas podem se assemelhar aos de outras cidades brasileiras. Nelas, há intensos deslocamentos dos trabalhadores da periferia para o centro nas primeiras horas da manhã e, em sentido contrário, ao fim do dia. Essa mobilidade ininterrupta é uma das características das grandes cidades que nos acolhem. 

(Fonte: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. In: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. [S. l.], 11 abr. 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6835502-artigo-as-cidades-que-nos-abrigam.html).
Analise as afirmações feitas a respeito do texto lido e assinale a alternativa correta.
I – Brasília se diferencia da maioria das grandes cidades brasileiras por, entre outros fatores, não seguir a tendência histórica de se construírem cidades em regiões litorâneas ou próximas a grandes fontes de água.
II – Segundo o autor, a posição geográfica de Brasília configura-se uma vantagem para a população local, já que a distância do mar protege a cidade da hecatombe iminente no século.
III – É possível inferir que o “favelamento” é um sinal de exclusão da população mais carente, que não possui acesso a serviços e bens de consumo na região em que residem.
Alternativas
Q3539858 Pedagogia

Considerando os eixos da língua portuguesa, relacione a Coluna 1 à Coluna 2.



Coluna 1


1. Produção de Textos.


2. Oralidade.


3. Análise Linguística/Semiótica.



Coluna 2


( ) Compreende as práticas de linguagem relacionadas à interação e a autoria (individual ou coletiva) do texto escrito, oral e multissemiótico.


( ) Compreende as práticas de linguagem que ocorrem em situação oral com ou sem contato face a face.


( ) Oralização de textos em situações socialmente significativas e interações e discussões envolvendo temáticas e outras dimensões linguísticas do trabalho nos diferentes campos de atuação.


( ) Envolve os procedimentos e estratégias (meta)cognitivas de análise e avaliação consciente, durante os processos de leitura e de produção de textos.



A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q3539857 Pedagogia

Em relação ao Currículo para o Ensino Fundamental - Anos Iniciais, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.



( ) O conhecimento matemático é necessário para todos os alunos da Educação Básica, seja por sua grande aplicação na sociedade contemporânea, seja pelas suas potencialidades na formação de cidadãos críticos, cientes de suas responsabilidades sociais.


( ) Na BNCC, a área de Linguagens é composta pelos seguintes componentes curriculares: língua portuguesa, arte, educação física e uma língua estrangeira, de preferência, a língua espanhola.


( ) O Ensino Fundamental deve ter compromisso com o desenvolvimento do letramento numérico, definido como objetos de conhecimento e conteúdos.


( ) A área de Ciências da Natureza tem um compromisso com o desenvolvimento do letramento científico, que envolve a capacidade de compreender e interpretar o mundo (natural, social e tecnológico), mas também de transformá-lo com base nos aportes teóricos e processuais das ciências.



A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q3539856 Pedagogia

Sobre o processo de alfabetização descrito na BNCC, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.



I. Alfabetizar é trabalhar com a apropriação pelo aluno da ortografia do português do Brasil escrito.


II. Sobre a construção da língua escrita pela criança, é preciso diferenciar desenhos/grafismos (símbolos) de grafemas/letras (signos).


III. É preciso que os estudantes conheçam o alfabeto e a mecânica da escrita/leitura - processos que visam a que o indivíduo se torne alfabetizado.


IV. No eixo “oralidade”, aprofundam-se o conhecimento e o uso da língua oral, as características de interações discursivas e as estratégias de fala e escuta em intercâmbios orais.

Alternativas
Q3539855 Pedagogia

Assinale a alternativa INCORRETA em relação ao campo de experiência “espaços, tempos, quantidades, relações e transformações”. 

Alternativas
Q3539854 Pedagogia

De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e com as Diretrizes Curriculares para a Educação Básica, analise as perguntas abaixo:



⋅ Quais são os eixos estruturantes da Educação Infantil?


⋅ Qual a definição de Campo de Experiências?


⋅ Quantos grupos etários a BNCC apresenta para a Educação Infantil?


⋅ Como cada objetivo de aprendizagem e desenvolvimento é identificado?



Assinale a alternativa que contém, correta e respectivamente, as respostas para as perguntas acima.

Alternativas
Q3539841 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990

Considerando o disposto no ECA, são princípios que as entidades que desenvolvem programas de acolhimento familiar ou institucional devem adotar:



I. Preservação dos vínculos familiares e promoção da reintegração familiar.


II. Integragdo em familia substituta, quando esgotados os recursos de manutengdo na familia de origem.


III. Desenvolvimento de atividades em regime de coeducação.


IV. Desmembramento de grupos de irmãos.


V. Sempre que possível, a transferência para outras entidades de crianças e adolescentes abrigados.



Quais estão corretos? 

Alternativas
Q3539827 Português

Assinale a alternativa que preenche corretamente a frase a seguir com a conjunção subordinada concessiva adequada: “____________ o tempo estivesse chuvoso, Rodrigo decidiu sair para fazer sua caminhada”.  

Alternativas
Q3537222 Pedagogia

A documentação pedagógica se dá em dois níveis: o primeiro, interno, está ligado à construção dos processos documentais no interior da instituição de Educação Infantil; o segundo, de grande importância, diz respeito à comunicação dos percursos de aprendizagem. Ambos os níveis se dão em um ciclo que abrange desde o processo documental até a construção da comunicação, compondo-se de três partes inseparáveis de um mesmo processo: observação, registro e interpretação. O processo documental, em específico, compreende dois movimentos desse ciclo: produzir observáveis para a construção do caminho investigativo e projetar e reprojetar a ação educativa. É, por fim, no segundo nível da documentação pedagógica que está a construção da comunicação.


Considerando o movimento de projetar e reprojetar a ação educativa, assinale a alternativa que apresenta corretamente uma de suas características. 

Alternativas
Q3537221 Pedagogia

A BNCC afirma que “A entrada na creche ou na pré-escola significa, na maioria das vezes, a primeira separação das crianças dos seus vínculos afetivos familiares para se incorporarem a uma situação de socialização estruturada.” Essa transição do contexto familiar para a Educação Infantil pode caracterizar, em maior ou menor grau, um desafio para as crianças, as famílias e a própria instituição. Por isso, a BNCC aponta para a essencialidade da “prática do diálogo e o compartilhamento de responsabilidades entre a instituição de Educação Infantil e a família.” Na mesma direção, as DCNEIs afirmam que “a integração com a família necessita ser mantida e desenvolvida ao longo da permanência da criança na creche e pré-escola, exigência inescapável ante as características das crianças de 0 a 5 anos de idade, o que cria a necessidade de diálogo para que as práticas junto às crianças não se fragmentem.”


Assinale a alternativa que apresenta a ação, prevista nas DCNEIs, que propicia o diálogo direto entre família e instituição de Educação Infantil. 

Alternativas
Q3537220 Pedagogia
De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais, o Projeto Político Pedagógico (PPP), que pode ser nomeado, segundo a LDB, como Proposta ou Projeto Pedagógico, para além de um documento, representa um dos meios de viabilizar a escola democrática e autônoma para todos, com qualidade educacional. Considerando a Proposta Pedagógica da Educação Infantil, assinale a alternativa que corresponde à concepção do PPP nas DCNEIs. 
Alternativas
Q3537219 Pedagogia
Ao longo da história da humanidade, as concepções de criança e infância tiveram diferentes definições, refletindo os valores presentes na sociedade em diferentes períodos. Na Idade Média, por exemplo, a criança era vista como um “miniadulto”. Nos séculos XVI e XVII, a infância passou a ser entendida como uma etapa da vida que diferencia a criança do adulto. No Brasil do século XX, após o processo de abertura política da redemocratização do país, a criança passou a ser considerada um ser histórico e cultural que está inserido na sociedade e que, portanto, tem direitos e deveres. Qual é a concepção de criança apresentada pela BNCC e, consequentemente, utilizada para a construção da Proposta Pedagógica Curricular 2020 do município de Almirante Tamandaré? 
Alternativas
Q3537218 Pedagogia

No Referencial Curricular do Paraná para a Educação Infantil, apoiado na BNCC, é possível encontrar a seguinte afirmação: “Um dos princípios postos na legislação para a Educação Infantil é o cuidar e o educar, e o brincar em um processo de interação. Essa relação, que é indissociável, exige atenção aos momentos que permeiam o cotidiano da Educação Infantil, ricos de vivências e experiências. O professor precisa, nesse contexto, ‘refletir, selecionar, organizar, planejar, mediar e monitorar o conjunto das práticas e interações, garantindo a pluralidade de situações que promovam o desenvolvimento pleno das crianças’(BRASIL, 2017, p. 36).”


SEED/PR, 2018. Disponível em: http://www.referencialcurriculardoparana.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=8.


Essas ações do professor em relação ao conjunto das práticas pedagógicas podem ser entendidas como a efetivação de uma prática: 

Alternativas
Q3537217 Pedagogia
Segundo a Proposta Pedagógica Curricular 2020 do município de Almirante Tamandaré, nos casos em que se verifica que a criança não consegue acompanhar ou atingir o desenvolvimento esperado, ou não o apresenta, há que se averiguar, de forma integral e com o envolvimento da família, informações relevantes que contribuam para a identificação de aspectos que possam estar interferindo no avanço e no desenvolvimento dessa criança. Uma dessas formas de averiguação é a aplicação do Protocolo de Verificação do Desenvolvimento Infantil (PVDI), que, após analisado, oferece orientações de encaminhamento para cada resultado. De acordo com o PVDI, no caso em que uma criança é avaliada como “Em Processo”, essa criança:
Alternativas
Q3537216 Pedagogia
Nas Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Infantil, está posto que é preciso criar condições para que se possa assegurar “a dignidade da criança como pessoa humana e a proteção contra qualquer forma de violência – física ou simbólica – e negligência no interior da instituição ou praticadas pela família, prevendo os encaminhamentos de violação para instâncias competentes”. As condições necessárias para assegurar tal direito devem estar previstas: 
Alternativas
Q3537215 Pedagogia

Leia o trecho extraído do livro Quando eu voltar a ser criança, de Janusz Korczak, com tradução de Yan Micchalski, 2022.


         Em casa, o jantar não está pronto, então começo a brincar com Irene. Ah, sim, tenho uma irmãzinha, Irene. Tenho também pai e mãe. A brincadeira é a seguinte: eu fecho os olhos, tapo os ouvidos e viro-me para a parede. Ela esconde a boneca e eu a procuro […] Não é uma brincadeira tola, infantil. Trata-se de descobrir um segredo, achar algo que está oculto, mostrar que não dá para esconder uma coisa de tal modo que se torne impossível achá-la. Quanto mais difícil a conquista, mais gostosa a vitória. Quer se trate da verdade dos adultos – descoberta, invento, revelação –, quer se trate de boneca dentro de uma panela, toda a natureza é como Irene escondendo a boneca; e a humanidade, em laborioso esforço de busca, sou eu, um menino. Antes cacei a lebre com a velocidade das minhas pernas e a esperteza da minha corrida, agora acho a boneca através de dedução, intuição, obstinação […] Estou cansado depois desse dia tão longo e cheio de experiências.


Embora escrito em outra época, esse texto traz percepções que justificam a importância do brincar na rotina das crianças. Assinale a alternativa que apresenta a afirmação, contida na BNCC, que trata diretamente desse direito. 

Alternativas
Q3537214 Pedagogia
A Educação Infantil é a primeira etapa da Educação Básica e é oferecida em creches e pré-escolas, que educam e cuidam de crianças de 0 a 5 anos de idade. Segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), a Educação Infantil tem como finalidade: 
Alternativas
Q3537213 Pedagogia
Nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (DCNEIs), é possível encontrar conceitos importantes que sustentam e orientam a elaboração, o planejamento, a execução e a avaliação de propostas pedagógicas e curriculares de Educação Infantil. Assinale a alternativa que apresenta o conceito de currículo de acordo com esse documento. 
Alternativas
Respostas
4621: C
4622: B
4623: B
4624: A
4625: A
4626: D
4627: C
4628: B
4629: A
4630: B
4631: B
4632: B
4633: A
4634: B
4635: A
4636: C
4637: C
4638: D
4639: E
4640: E