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Quando você é criança, a idade é um negócio fundamental. É o dado mais importante depois do seu nome. Lembro que, na época, eu achava de uma obviedade tacanha esse “vou fazer", mas hoje entendo: o desejo de crescer é parte fundamental do software com que viemos ao mundo. Seis, vou fazer sete, é menos uma constatação óbvia do que uma saudável aspiração.
Dos 20 aos 30 anos, avança-se lentamente, com sentimentos contraditórios. A escola foi há séculos, mas ser adulto ainda é estranho. A resposta sincera a quantos anos você tem, nessa fase, seria: “26, queria fazer 25", “25, queria fazer 24", até chegar a 20 - acho que ninguém, a não ser dopado por doses cavalares de nostalgia e amnésia, gostaria de ir além, ou melhor, aquém, e voltar à adolescência.
Trinta anos é uma idade marcante. Agora é inegável que você ficou adulto. Mas aí você faz 35 e entra numa zona cinzenta (ou grisalha?) em que idade não significa mais muita coisa. A impressão que eu tenho, a esta altura do campeonato - qual altura, exatamente? - é que todo mundo tem a minha idade. Não sendo púbere nem gagá, estão todos no mesmo barco, uns com mais dor nas costas, mas no mesmo barco, trabalhando, casando, separando e resmungando nas redes sociais. Deve ser por isso que, sem perceber, parei de contar.
(Adaptado de: PRATA, Antonio. Folha de S. Paulo, 01/02/2015)
A mítica floresta amazônica vai muito além de um museu geográfico de espécies ameaçadas e representa muito mais do que um simples depósito de carbono. Evoluída nos últimos 50 milhões de anos, a floresta amazônica é o maior parque tecnológico que a Terra já conheceu, porque cada organismo seu, entre trilhões, é uma maravilha de miniaturização e automação. Qualquer apelo que se faça pela valorização da floresta precisa recuperar esse valor intrínseco.
Cada nova iniciativa em defesa da floresta tem trilhado os mesmos caminhos e pressionado as mesmas teclas. Neste comportamento, identificamos o que Einstein definiu como a própria insanidade: “fazer a mesma coisa, de novo, esperando resultados diferentes".
Análises abrangentes mostram numerosas oportunidades para a harmonização dos interesses da sociedade contem- porânea com uma Amazônia viva e vigorosa. Para chegarmos lá, é preciso compenetração, modéstia, dedicação e compromisso com a vida. Com os recursos tecnológicos disponíveis, podemos agregar inteligência à ocupação, otimizando um novo uso do solo, que abra espaço para a reconstrução ecológica da floresta. Podemos também revelar muitos outros segredos ainda bem guardados da resiliente biologia tropical e, com isso, ir muito além de compreender seus mecanismos.
A maioria dos problemas atuais podem se resolver por meio dos diversos princípios que guiam o funcionamento da natureza. Uma lista curta desses princípios, arrolados pela escritora Janine Benyus, constata que a natureza é propelida pela luz solar; utiliza somente a energia de que necessita; recicla todas as coisas; aposta na diversidade; demanda conhecimento local; limita os excessos internamente; e aproveita o poder dos limites.
Adaptado de: NOBRE, Antônio Donato. O Futuro Climático da Amazônia.
Disponível em: www.ccst.inpe.br)
Análises abrangentes mostram numerosas oportunidades para a harmonização... (4° parágrafo)
O segmento sublinhado que exerce, no contexto, a mesma função sintática que a do sublinhado acima está em:
A mítica floresta amazônica vai muito além de um museu geográfico de espécies ameaçadas e representa muito mais do que um simples depósito de carbono. Evoluída nos últimos 50 milhões de anos, a floresta amazônica é o maior parque tecnológico que a Terra já conheceu, porque cada organismo seu, entre trilhões, é uma maravilha de miniaturização e automação. Qualquer apelo que se faça pela valorização da floresta precisa recuperar esse valor intrínseco.
Cada nova iniciativa em defesa da floresta tem trilhado os mesmos caminhos e pressionado as mesmas teclas. Neste comportamento, identificamos o que Einstein definiu como a própria insanidade: “fazer a mesma coisa, de novo, esperando resultados diferentes".
Análises abrangentes mostram numerosas oportunidades para a harmonização dos interesses da sociedade contem- porânea com uma Amazônia viva e vigorosa. Para chegarmos lá, é preciso compenetração, modéstia, dedicação e compromisso com a vida. Com os recursos tecnológicos disponíveis, podemos agregar inteligência à ocupação, otimizando um novo uso do solo, que abra espaço para a reconstrução ecológica da floresta. Podemos também revelar muitos outros segredos ainda bem guardados da resiliente biologia tropical e, com isso, ir muito além de compreender seus mecanismos.
A maioria dos problemas atuais podem se resolver por meio dos diversos princípios que guiam o funcionamento da natureza. Uma lista curta desses princípios, arrolados pela escritora Janine Benyus, constata que a natureza é propelida pela luz solar; utiliza somente a energia de que necessita; recicla todas as coisas; aposta na diversidade; demanda conhecimento local; limita os excessos internamente; e aproveita o poder dos limites.
Adaptado de: NOBRE, Antônio Donato. O Futuro Climático da Amazônia.
Disponível em: www.ccst.inpe.br)
A mítica floresta amazônica vai muito além de um museu geográfico de espécies ameaçadas e representa muito mais do que um simples depósito de carbono. Evoluída nos últimos 50 milhões de anos, a floresta amazônica é o maior parque tecnológico que a Terra já conheceu, porque cada organismo seu, entre trilhões, é uma maravilha de miniaturização e automação. Qualquer apelo que se faça pela valorização da floresta precisa recuperar esse valor intrínseco.
Cada nova iniciativa em defesa da floresta tem trilhado os mesmos caminhos e pressionado as mesmas teclas. Neste comportamento, identificamos o que Einstein definiu como a própria insanidade: “fazer a mesma coisa, de novo, esperando resultados diferentes".
Análises abrangentes mostram numerosas oportunidades para a harmonização dos interesses da sociedade contem- porânea com uma Amazônia viva e vigorosa. Para chegarmos lá, é preciso compenetração, modéstia, dedicação e compromisso com a vida. Com os recursos tecnológicos disponíveis, podemos agregar inteligência à ocupação, otimizando um novo uso do solo, que abra espaço para a reconstrução ecológica da floresta. Podemos também revelar muitos outros segredos ainda bem guardados da resiliente biologia tropical e, com isso, ir muito além de compreender seus mecanismos.
A maioria dos problemas atuais podem se resolver por meio dos diversos princípios que guiam o funcionamento da natureza. Uma lista curta desses princípios, arrolados pela escritora Janine Benyus, constata que a natureza é propelida pela luz solar; utiliza somente a energia de que necessita; recicla todas as coisas; aposta na diversidade; demanda conhecimento local; limita os excessos internamente; e aproveita o poder dos limites.
Adaptado de: NOBRE, Antônio Donato. O Futuro Climático da Amazônia.
Disponível em: www.ccst.inpe.br)
( ) No âmbito do Serviço Social a questão social é situada como elemento central na relação entre profissão e realidade. Ao se colocar a questão social como referência para a ação profissional, coloca-se a questão da divisão da sociedade em classes, cuja apropriação da riqueza socialmente gerada é extremamente diferenciada.
( ) Dadas as configurações do capitalismo contemporâneo, cujo domínio do capital financeiro é inquestionável, tem-se que a questão social ganha contornos completamente novos, podendo, por isso mesmo, ser denominada mais apropriadamente de “nova questão social”.
( ) No interior do pensamento conservador, o cuidado com as manifestações da questão social é expressamente desvinculado de qualquer medida tendente a problematizar a ordem econômico-social estabelecida; trata-se de combater as suas manifestações sem tocar nos fundamentos da sociedade burguesa.
( ) Como transitória são as crises capitalistas, ainda que possamos verificar a intensidade e a redução dos interstícios entre uma e outra, é também transitória a questão social no seu interior. Isso porque a questão social não é constitutiva do desenvolvimento do capitalismo, mas da própria humanidade.
( ) Acrescida do adjetivo social, a palavra questão indica a existência de relações conflituosas entre portadores de interesses divergentes, mas não opostos ou antagônicos. Partindo desse pressuposto, então, podemos dizer que a questão social ganha contornos muitas vezes ininteligíveis, haja vista que seus determinantes independem da vontade humana.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Considerando os elementos trazidos pela autora ao abordar a gestão no contexto sócio-histórico da reestruturação capitalista, é correto afirmar:
1. Um dos efeitos mais perversos que o rumo das novas práticas de gestão passou a tomar diz respeito à paralela desqualificação do debate político sobre as políticas sociais e sua reconversão à medição técnica da realidade pelos especialistas.
2. No âmbito das práticas estatais de gestão, no contexto das reformas neoliberais, ganha expressão o debate a respeito do modus operandi das políticas sociais. E, neste sentido, o planejamento das ações e a administração dos recursos, como instrumentos de gestão, devem fortalecer o paradigma da universalização do acesso e contraditoriamente, promover a equivalência direito e consumo de serviço.
3. A espinha dorsal das reformas operadas no interior do Estado é a visão gerencial adotada pelos governos e que se sustenta na denominada gestão de resultados por meio da reorganização das carreiras e categorias funcionais no âmbito do Estado, da incorporação da gerência de resultados e da instituição das organizações sociais.
4. O pragmatismo tecnocrático se reveste de certo cinismo quanto mais avança a desideologização das narrativas e práticas sociais como se enfatiza na cultura da eficiência. O desenvolvimento técnico nas políticas sociais se realiza associadamente com a despolitização do debate sobre os direitos sociais, o que acentua o cinismo tecnocrático.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Situando sua análise sobre a supervisão em Serviço Social nesta perspectiva (crítica), a autora afirma que sua reflexão sobre o tema tem como pressupostos:
1. O domínio técnico-operativo; o entendimento das correlações de forças travadas nos espaços institucionais com vistas a atender às demandas do mercado de trabalho; a eficiência e a eficácia sob o ponto de vista institucional; o conhecimento empírico sobre as demandas e requisições que aparecem na realidade de intervenção.
2. A supervisão é a expressão da indissociabilidade entre trabalho e formação profissional; é expressão da unidade entre teoria e prática; não pode ser compreendida desvinculada dos seus componentes teórico, ético e político, da compreensão do significado social do Serviço Social na sociedade brasileira, dos valores que privilegia, de um projeto profissional que se conecta (ainda que por meio de muitas mediações) a projetos de sociedade.
3. A supervisão, qualquer que seja sua modalidade, não pode ser realizada independentemente do caráter e modelo de políticas sociais seja público ou privado e das formas particulares de enfrentamento da chamada “questão social" pelo Estado, bem como da sua relação com a dinâmica do mercado de trabalho; na supervisão se realiza a unidade entre ensino e aprendizagem.
4. O entendimento de que teoria e prática são coisas distintas, ainda que constituam uma unidade; a defesa intransigente de uma sociabilidade na qual a emancipação política é o principal objetivo; a necessidade da sistematização da prática, entendida como teorização e pressuposto para a realização da supervisão.
5. Compreensão da profissão como trabalho no sentido ontológico marxiano; a identidade entre supervisão e assessoria técnica; a incorporação de ações administrativas de controle e sua verificação segundo critérios burocrático-administrativos.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
1. Um esforço intenso do conjunto da categoria profissional, através de seus órgãos representativos, fez com que o Serviço Social atingisse o patamar de ciência, tendo como objeto próprio a questão social. O alcance desse patamar permitiu que o Serviço Social fosse integrado a grande área das Ciências Sociais Aplicadas junto às agências de fomento como o CNPq, Capes e outras. De acordo com Netto (2009), até os anos finais da década de 1960 o Serviço Social desconhecia a pesquisa como parte constitutiva do perfil profissional.
2. Para Yolanda Guerra (2009), a pesquisa assume um papel decisivo na conquista de um estatuto acadêmico que possibilita aliar formação com capacitação, condições indispensáveis tanto para uma intervenção profissional qualificada, quanto para a ampliação do patrimônio intelectual e bibliográfico do Serviço Social, que vem sendo produzido, especialmente, mas não exclusivamente, no âmbito da pós-graduação stricto senso.
3. Considerando que no cotidiano profissional o assistente social se depara com um conjunto de demandas que o fazem necessariamente agir de maneira imediata, não tem ele condições de desenvolver qualquer proposta de pesquisa que possa subsidiar a análise dessas demandas e reorientar suas práticas.
4. Ao abordar a questão da pesquisa em Serviço Social, Netto (2009) adverte que é impossível imaginar o desenvolvimento profissional sem que, no interior da categoria, exista um segmento dedicado expressamente à pesquisa – e tudo indica que tal segmento encontra seu espaço específico na universidade.
5. Na opinião de Netto (2009), nem todo assistente social tem que se dedicar sistematicamente à pesquisa. Por isso, “é preciso encontrar meios, canais e modos de coletivizar, com o conjunto da categoria, os avanços teóricos e técnico-operativos alcançados pelos pesquisadores.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
1. O objeto do planejamento da intervenção profissional é o segmento da realidade que lhe é posto como desafio, é o aspecto determinado de uma realidade total sobre o qual irá formular um conjunto de reflexões e de proposições para a intervenção.
2. À medida que a realidade social é dinâmica e, também, que o processo para apreendê-la se faz por sucessivas aproximações, não existe um momento no qual se possa dizer que se tenha perfeitamente delineado o objeto da intervenção: ele vai se construindo e reconstruindo permanentemente no decorrer de toda a ação planejada, em função de suas relações com o contexto que o produziu, sendo modificado e modificando-o permanentemente.
3. Na prática, a (re) construção do objeto da ação profissional é um processo que envolve operacionalização das demandas institucionais, das pressões dos usuários e das decisões profissionais. Uma vez que a intervenção e o planejamento da ação profissional se realizam primordialmente nas instituições, é a demanda institucional o ponto de partida e o ponto de referência para a construção e para o planejamento da intervenção.
4. O ponto de referência deve sempre ser as demandas da população; caso contrário o profissional estará fadado a reproduzir as relações de poder vigentes, se afastando do projeto ético-político defendido pela categoria. É preciso assumir essas demandas da população, entendendo-as como reveladoras de suas necessidades sociais mais essenciais.
5. O processo reconstrutivo do objeto se assenta sobre a percepção de que as questões tratadas na prática se colocam em níveis diferentes e de intervenção – do campo das microinterações ao das relações mais amplas – e que a ampliação desse âmbito interventivo não significa o abandono ou desqualificação da questão colocada pela instituição, mas a sua superação.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Neste sentido, pautando-se por Mattelart (1968) e sua equipe, mas ampliando o âmbito de exigência, a autora defende que podem ser considerados como objetivos do estudo de situação:
1. A configuração do marco de situações ou de antecedentes, acompanhada de análise compreensiva e explicativa de suas determinações.
2. A identificação sistemática e contínua de áreas críticas e de necessidades, a que se pode acrescentar, ainda, de oportunidades e de ameaças.
3. A determinação de elementos que permitam justificar a ação sobre o objeto; o estabelecimento de prioridades.
4. A análise dos instrumentos e das técnicas que podem ser operados na ação; a indicação de alternativas de intervenção.
5. A prevalência de conhecimentos específicos próprios das áreas do saber envolvidas nas etapas iniciais e interdisciplinares nas fases finais. Isso garante a autonomia dos profissionais em face das interpretações sobre a realidade de intervenção.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
A Lei Complementar nº 141/2012 dispõe, dentre outras medidas, sobre os valores mínimos a serem aplicados anualmente pela União, pelos Estados, pelo Distrito Federal e pelos Municípios em ações e serviços públicos de saúde; estabelece os critérios de rateio dos recursos de transferências para a saúde e as normas de fiscalização, avaliação e controle das despesas com saúde nas 3 esferas de governo. A Lei determina, ainda, a responsabilidade da gestão dos recursos destinados a ações e serviços públicos de saúde.
Assinale a alternativa correta em relação ao assunto.
1. Ter prévia avaliação do Conselho Nacional de Saúde.
2. Ter o medicamento sido prescrito por profissional de saúde, no exercício regular de suas funções no SUS.
3. Estar a prescrição em conformidade com a RENAME, os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas ou com a relação específica complementar estadual, distrital ou municipal de medicamentos.
4. Ter a dispensação ocorrida em unidades indicadas pela direção do SUS.
5. Estar o usuário assistido por ações e serviços de saúde do SUS.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Em seu livro O trabalho com grupos em Serviço Social, Carlos F. Nunes Moreira (2013) indica que o trabalho com grupos e as dinâmicas de grupo são inerentes à cultura profissional do assistente social e está presente no trabalho de campo desde seus primórdios.
Assinale a alternativa correta em relação ao assunto.
1. O grupo populacional heterogêneo que possui em comum a pobreza extrema, os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados.
2. Aqueles que não possuem moradia convencional regular, e que utilizam os logradouros públicos e as áreas degradadas como espaço de moradia e de sustento, de forma temporária ou permanente.
3. A população que utiliza as unidades de acolhimento para pernoite temporário ou como moradia provisória.
4. Prioritariamente, “mendigos" e “pedintes".
5. Em sua maioria, mulheres e crianças em situação de extrema pobreza.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Assinale a alternativa correta em relação ao assunto.
Segundo essa normativa, as medidas socioeducativas têm por objetivos:
1. Priorizar a semiliberdade e a internação em estabelecimento educacional.
2. A integração social do adolescente e a garantia de seus direitos individuais e sociais, por meio do cumprimento de seu plano individual de atendimento.
3. A desaprovação da conduta infracional, efetivando as disposições da sentença como parâmetro máximo de privação de liberdade ou restrição de direitos, observados os limites previstos em lei.
4. A responsabilização do adolescente quanto às consequências lesivas do ato infracional, sempre que possível incentivando a sua reparação.
5. A integração ao mercado de trabalho em instituições públicas ou privadas, mesmo que desaprovada pelo adolescente.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Em visita domiciliar realizada por um profissional de Serviço Social a uma família inserida no Programa Bolsa Família (PBF), o mesmo constata que esta se encontra em dificuldades para cumprir as condicionalidades exigidas pelo programa.
Em situações dessa natureza, o que deve embasar a ação do Assistente Social?