Questões de Concurso Comentadas para trt - 19ª região (al)

Foram encontradas 571 questões

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Q2108867 Arquitetura de Software
Na classe principal de uma aplicação criada com Spring Boot, para fazer com que a aplicação atue como um cliente Eureka utiliza-se a anotação
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Q2108866 Programação
Na abordagem do Spring para construir serviços web RESTful, as solicitações HTTP são tratadas por um controlador, que é uma classe identificada com a anotação
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Q2108864 Sistemas de Informação
Nos projetos da Plataforma Digital do Poder Judiciário PDPJ-Br, 
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Q2108863 Sistemas de Informação
A autenticação na Plataforma Digital do Poder Judiciário PDPJ-Br ocorre por meio de uma solução A, baseada em um aplicativo open source de gestão de identidades e acesso, denominado B, com base no protocolo C.
(Disponível em: https://docs.pdpj.jus.br)
De acordo com o texto acima, A, B e C são, correta e respectivamente: 
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Q2108862 Redes de Computadores
O Fibre Channel
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Q2108861 Redes de Computadores
É uma tecnologia usada no gerenciamento de armazenamento de dados que separa intencionalmente as funções responsáveis por provisionar capacidade, proteger dados e controlar o posicionamento de dados do hardware físico no qual os dados são armazenados. Com isto, torna-se possível que o hardware de armazenamento seja facilmente substituído, atualizado e expandido sem remover procedimentos operacionais ou descartar investimentos em software já realizados. Em sua forma mais versátil, as soluções baseadas nesta tecnologia ocultam particularidades de hardware proprietário por meio de uma camada de software de virtualização. Ao contrário dos hypervisors, que fazem um único servidor parecer muitas máquinas virtuais, esta tecnologia combina diversos dispositivos de armazenamento em pools gerenciados centralmente.
(Disponível em: https://www.datacore.com)
O texto acima se refere a
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Q2108858 Algoritmos e Estrutura de Dados
Considere que um método de ordenação tenha seu desempenho baseado no número de comparações que realiza para ordenar um vetor com N elementos em ordem crescente. Este método apresenta o seguinte resultado no melhor caso (NCmelhor), no caso médio (NCmédio) e no pior caso (NCpior):
NCmelhor = N-1 NCmédio ≅ (N*(N-1))/4 - 1/2 NCpior ≅ (N*(N-1)-1)/2

Com base nestes resultados, é correto afirmar que o método
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Q2108857 Arquitetura de Computadores
Em um processador, o tempo T gasto no processamento de M instruções em um pipeline com K estágios, sendo M muito maior que K, e tempo de ciclo de máquina igual a t, é dado por: T = M * t.
Considere que programa tem 1.000.000 (M) de instruções. Em uma arquitetura sem pipeline, o tempo médio de execução de cada instrução (t1) é 6,5 ns. Nesta arquitetura, o tempo gasto no processamento das M instruções é: T1 = 6,5 ns * 1.000.000 ≅ 6,5 ms. O ganho (T1/T2) na execução deste programa em um processador com pipeline de 5 estágios com ciclo de 2 ns (t2) é:
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Q2108856 Arquitetura de Computadores
Os processadores utilizam, para realizar a aritmética computacional de números inteiros, a representação de ponto fixo. Considerando o número 1010, cuja representação binária com 8 bits é 00001010, é correto afirmar:
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Q2108855 Legislação dos Tribunais do Trabalho (TST e TRTs)
De acordo com o que estabelece o Regimento Interno do Tribunal Regional do Trabalho da 19ª região, compete ao Presidente do Tribunal
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Q2108854 Direito Administrativo
Segundo o que estabelece a Lei de Improbidade Administrativa (Lei nº 8.429/1992 com alterações posteriores),
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Q2108853 Direito Administrativo
De acordo com o que estabelece a Lei nº 9.784/1999, que regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal,
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Q2108852 Direito Administrativo
À luz do que dispõe o Estatuto dos Servidores Públicos Federais (Lei nº 8.112/1990), acerca dos direitos e vantagens ali estabelecidos,
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Q2108851 Direito Administrativo
Segundo o que dispõe o Estatuto dos Servidores Públicos Federais (Lei nº 8.112/1990),
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Q2108847 Raciocínio Lógico
Cada quadradinho da figura deve ser preenchido com um número de tal forma que a soma de todos os cinco números seja 35 e a soma dos três primeiros seja 22. Dois quadradinhos já foram preenchidos. 
Imagem associada para resolução da questão


O número que deve aparecer no quadradinho cinza é:
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Q2108845 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.

Estamos todos nos fanatizando?

    O que separa alguém de convicções firmes de um fanático? A resposta não é fácil e pode mesmo ser impossível, ou antes subjetiva, dependente de crenças tão enraizadas em cada um de nós que mergulham no visceral, no irracional. Em resumo, fanatismo é a convicção firme dos que discordam de mim e portanto estão errados; convicção firme é o fanatismo de quem pensa como eu, logo está certo. As palavras não são inocentes.
    Mas será só isso? Estaremos condenados a esse estranho oxímoro, o relativismo absoluto, e à morte do diálogo? Ou haverá um modo menos cínico de lidar com visões de mundo divergentes? Em outras palavras, será possível recuperar um solo comum em que adversários negociem, firmem pactos em torno de certos – talvez poucos, mas cruciais – objetivos compartilhados? A palavra fanatismo tem duas acepções no Houaiss. A primeira é “zelo religioso obsessivo que pode levar a extremos de intolerância”. A segunda, derivada daquela por extensão, “facciosismo partidário; adesão cega a um sistema ou doutrina; dedicação excessiva a alguém ou algo; paixão”.
      A palavra passou ao português (em fins do século 18) como versão importada do adjetivo latino derivado de “fanum”, lugar sagrado, campo santo. O “fanaticus” tinha conotações positivas a princípio – era o inspirado pela chama divina –, mas não demorou a ganhar acepções como furioso, louco e delirante.

(Adaptado de: RODRIGUES, Sérgio. Folha de S. Paulo. 24.nov.2021)
É inteiramente regular o emprego do elemento sublinhado na frase: 
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Q2108844 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.

Estamos todos nos fanatizando?

    O que separa alguém de convicções firmes de um fanático? A resposta não é fácil e pode mesmo ser impossível, ou antes subjetiva, dependente de crenças tão enraizadas em cada um de nós que mergulham no visceral, no irracional. Em resumo, fanatismo é a convicção firme dos que discordam de mim e portanto estão errados; convicção firme é o fanatismo de quem pensa como eu, logo está certo. As palavras não são inocentes.
    Mas será só isso? Estaremos condenados a esse estranho oxímoro, o relativismo absoluto, e à morte do diálogo? Ou haverá um modo menos cínico de lidar com visões de mundo divergentes? Em outras palavras, será possível recuperar um solo comum em que adversários negociem, firmem pactos em torno de certos – talvez poucos, mas cruciais – objetivos compartilhados? A palavra fanatismo tem duas acepções no Houaiss. A primeira é “zelo religioso obsessivo que pode levar a extremos de intolerância”. A segunda, derivada daquela por extensão, “facciosismo partidário; adesão cega a um sistema ou doutrina; dedicação excessiva a alguém ou algo; paixão”.
      A palavra passou ao português (em fins do século 18) como versão importada do adjetivo latino derivado de “fanum”, lugar sagrado, campo santo. O “fanaticus” tinha conotações positivas a princípio – era o inspirado pela chama divina –, mas não demorou a ganhar acepções como furioso, louco e delirante.

(Adaptado de: RODRIGUES, Sérgio. Folha de S. Paulo. 24.nov.2021)

Estaremos condenados a esse estranho oxímoro, o relativismo absoluto, e à morte do diálogo?

Na frase acima, do segundo parágrafo do texto,

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Q2108843 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.

Estamos todos nos fanatizando?

    O que separa alguém de convicções firmes de um fanático? A resposta não é fácil e pode mesmo ser impossível, ou antes subjetiva, dependente de crenças tão enraizadas em cada um de nós que mergulham no visceral, no irracional. Em resumo, fanatismo é a convicção firme dos que discordam de mim e portanto estão errados; convicção firme é o fanatismo de quem pensa como eu, logo está certo. As palavras não são inocentes.
    Mas será só isso? Estaremos condenados a esse estranho oxímoro, o relativismo absoluto, e à morte do diálogo? Ou haverá um modo menos cínico de lidar com visões de mundo divergentes? Em outras palavras, será possível recuperar um solo comum em que adversários negociem, firmem pactos em torno de certos – talvez poucos, mas cruciais – objetivos compartilhados? A palavra fanatismo tem duas acepções no Houaiss. A primeira é “zelo religioso obsessivo que pode levar a extremos de intolerância”. A segunda, derivada daquela por extensão, “facciosismo partidário; adesão cega a um sistema ou doutrina; dedicação excessiva a alguém ou algo; paixão”.
      A palavra passou ao português (em fins do século 18) como versão importada do adjetivo latino derivado de “fanum”, lugar sagrado, campo santo. O “fanaticus” tinha conotações positivas a princípio – era o inspirado pela chama divina –, mas não demorou a ganhar acepções como furioso, louco e delirante.

(Adaptado de: RODRIGUES, Sérgio. Folha de S. Paulo. 24.nov.2021)
O “fanaticus” tinha conotações positivas a princípio [...], mas não demorou a ganhar acepções como furioso, louco e delirante.
Uma nova, correta e coerente redação da frase acima, caso se a inicie por O “fanaticus” não demorou a ganhar acepções como furioso, louco e delirante, deverá complementar-se com a seguinte construção:
Alternativas
Q2108842 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.

Estamos todos nos fanatizando?

    O que separa alguém de convicções firmes de um fanático? A resposta não é fácil e pode mesmo ser impossível, ou antes subjetiva, dependente de crenças tão enraizadas em cada um de nós que mergulham no visceral, no irracional. Em resumo, fanatismo é a convicção firme dos que discordam de mim e portanto estão errados; convicção firme é o fanatismo de quem pensa como eu, logo está certo. As palavras não são inocentes.
    Mas será só isso? Estaremos condenados a esse estranho oxímoro, o relativismo absoluto, e à morte do diálogo? Ou haverá um modo menos cínico de lidar com visões de mundo divergentes? Em outras palavras, será possível recuperar um solo comum em que adversários negociem, firmem pactos em torno de certos – talvez poucos, mas cruciais – objetivos compartilhados? A palavra fanatismo tem duas acepções no Houaiss. A primeira é “zelo religioso obsessivo que pode levar a extremos de intolerância”. A segunda, derivada daquela por extensão, “facciosismo partidário; adesão cega a um sistema ou doutrina; dedicação excessiva a alguém ou algo; paixão”.
      A palavra passou ao português (em fins do século 18) como versão importada do adjetivo latino derivado de “fanum”, lugar sagrado, campo santo. O “fanaticus” tinha conotações positivas a princípio – era o inspirado pela chama divina –, mas não demorou a ganhar acepções como furioso, louco e delirante.

(Adaptado de: RODRIGUES, Sérgio. Folha de S. Paulo. 24.nov.2021)
Ao analisar o sentido de fanatismo, o autor esclarece que essa palavra 
Alternativas
Q2108841 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.

Estamos todos nos fanatizando?

    O que separa alguém de convicções firmes de um fanático? A resposta não é fácil e pode mesmo ser impossível, ou antes subjetiva, dependente de crenças tão enraizadas em cada um de nós que mergulham no visceral, no irracional. Em resumo, fanatismo é a convicção firme dos que discordam de mim e portanto estão errados; convicção firme é o fanatismo de quem pensa como eu, logo está certo. As palavras não são inocentes.
    Mas será só isso? Estaremos condenados a esse estranho oxímoro, o relativismo absoluto, e à morte do diálogo? Ou haverá um modo menos cínico de lidar com visões de mundo divergentes? Em outras palavras, será possível recuperar um solo comum em que adversários negociem, firmem pactos em torno de certos – talvez poucos, mas cruciais – objetivos compartilhados? A palavra fanatismo tem duas acepções no Houaiss. A primeira é “zelo religioso obsessivo que pode levar a extremos de intolerância”. A segunda, derivada daquela por extensão, “facciosismo partidário; adesão cega a um sistema ou doutrina; dedicação excessiva a alguém ou algo; paixão”.
      A palavra passou ao português (em fins do século 18) como versão importada do adjetivo latino derivado de “fanum”, lugar sagrado, campo santo. O “fanaticus” tinha conotações positivas a princípio – era o inspirado pela chama divina –, mas não demorou a ganhar acepções como furioso, louco e delirante.

(Adaptado de: RODRIGUES, Sérgio. Folha de S. Paulo. 24.nov.2021)
No primeiro parágrafo busca-se distinguir entre uma pessoa de convicções firmes e a pessoa de um fanático. Tal distinção
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Respostas
81: B
82: D
83: A
84: B
85: C
86: C
87: B
88: D
89: A
90: A
91: E
92: D
93: A
94: D
95: C
96: D
97: A
98: E
99: B
100: C