Questões de Concurso Comentadas para degase

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Q3810417 Direito Penal
Adamastor, ao retornar do baile de carnaval, encontra a amiga de sua irmã, Josefa, com 20 anos de idade, deitada no sofá da sala embriagada. Com o desejo de satisfazer a própria lascívia, sem o consentimento de Josefa, Adamastor passa a beijá-la, momento no qual é interrompido com a chegada de Dirce. Adamastor cometeu o crime de
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Q3810416 Direito Penal
Sobre os crimes contra a honra, é correto afirmar que:
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Q3810415 Direito Penal
Assinale a alternativa correta sobre o erro de tipo (art. 20, caput, do CP).
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Q3810414 Direito Penal
A lei penal mais grave pode ser aplicada ao acusado de um crime cuja execução iniciou-se antes da sua vigência somente se
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Q3810413 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
De acordo com a Convenção sobre os Direitos da Criança, os Estados Partes devem adotar medidas que garantam a proteção integral da criança em situações que envolvam a relação com seus pais.

A partir da leitura do referido artigo, assinale o item correto.
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Q3810412 Direitos Humanos
O Pacto Internacional sobre Direitos Econômicos, Sociais e Culturais estabelece garantias fundamentais relacionadas ao direito à educação, reconhecendo-o como condição indispensável para o pleno desenvolvimento da personalidade humana e para a efetiva participação em uma sociedade livre. Com base nesse instrumento, marque a opção correta.
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Q3810411 Direitos Humanos
Os direitos humanos constituem a base normativa para a proteção da dignidade da pessoa humana, representando um dos pilares do constitucionalismo contemporâneo e da ordem internacional. Considerando seu conceito, assinale a alternativa correta.
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Q3810410 Direitos Humanos
O Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos, promulgado pelo Brasil, disciplina garantias fundamentais no tratamento de pessoas privadas de liberdade, em consonância com a dignidade da pessoa humana. Considerando o teor desse instrumento, marque o item correto.
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Q3810409 Direitos Humanos
A Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948 consagra garantias essenciais no âmbito penal, assegurando proteção contra arbitrariedades estatais e estabelecendo princípios estruturantes da justiça criminal. Considerando o conteúdo desse documento, identifique a alternativa correta.
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Q3810402 Português
Texto para a questão.


ENTENDA O QUE MUDA NO CORPO DOS ASTRONAUTAS QUE FICAM MUITO TEMPO NO ESPAÇO

Médicos da Nasa monitoram retorno de astronautas após nove meses em órbita, destacando alterações corporais desde o DNA até a altura durante missões espaciais


    Os astronautas Barry Wilmore e Suni Williams estão retornando à Terra após quase nove meses no espaço e em breve vão precisar se readaptar à vida com a gravidade.

    Até em seu DNA, os corpos dos astronautas podem sofrer alterações estranhas e às vezes significativas, principalmente durante um voo longo acima da Terra: eles começam a se alongar, frequentemente desenvolvendo uma “altura espacial” e, como os corpos humanos são compostos principalmente de líquidos, a redistribuição de fluidos também pode lhes dar “pernas de galinha” e “cabeça inchada”. Quando retornam, tudo isso começa a se reajustar.

    Os médicos manterão tudo isso em mente enquanto os astronautas Barry Wilmore e Suni Williams retornam nesta terça-feira (18) após quase nove meses no espaço. Os médicos da Nasa conversaram com os dois pouco antes de iniciarem sua jornada de volta, e eles disseram que estão “muito bem” em termos de saúde, disse à CNN Joe Dervay, um dos cirurgiões de voo da Nasa.

    Os cientistas ainda estão descobrindo os efeitos de longo prazo na saúde ao passar muito tempo no espaço, mas décadas de dados mostram que os astronautas sofrem mudanças físicas, mesmo após um breve período. A maioria dessas mudanças se reverterá pouco depois do retorno à Terra.

    “Existe alguma variabilidade individual sobre a rapidez com que se recuperam, mas é bastante impressionante ver como eles viram a página e realmente se adaptam rapidamente”, disse Dervay. “Frequentemente, se você olhar para eles alguns dias depois, você realmente não tem ideia do que eles acabaram de fazer nos últimos meses.”

    Sem a atração da Terra, os astronautas podem perder densidade óssea, e seus músculos começam a atrofiar. Eles podem perder controle motor, coordenação e equilíbrio no espaço, desenvolvendo um tipo de enjoo, mostram os estudos.

    A falta de gravidade também pode afetar seus sistemas imunológico e cardiovascular, sua visão e seu próprio DNA.

    A maioria dos efeitos parece ser de curta duração — apenas alguns problemas de saúde foram encontrados até agora com efeitos duradouros — e os astronautas podem esperar muitos exercícios de reabilitação na Terra para recuperar seus ossos e músculos.

    Embora Wilmore e Williams não fossem inicialmente esperados para permanecer na Estação Espacial Internacional por tanto tempo – sua viagem inicial deveria durar apenas oito dias – os líderes da Nasa não acreditam que os dois terão problemas de saúde incomuns por causa disso.

    “Não vemos necessidade de nenhuma precaução especial”, disse Dina Contella, gerente adjunta do Programa da Estação Espacial Internacional da Nasa, na sexta-feira (14). “Como qualquer astronauta que retorna, há um período de aclimatação, e isso variará por membro da tripulação”.

    Sem gravidade para o corpo se movimentar contra e com o corpo exposto à radiação no espaço, a atrofia e a disfunção muscular podem acontecer até com o astronauta mais em forma. A Nasa descobriu que os corpos dos astronautas podem experimentar redução de um terço no tamanho das fibras musculares em menos de duas semanas.

    Em um único mês no espaço, um astronauta também pode perder até 1,5% de sua massa óssea – aproximadamente tanto quanto uma mulher na pós-menopausa que não está em tratamento perde em cerca de um ano. Essa perda pode tornar as pessoas vulneráveis a fraturas e levar à osteoporose prematura, mas mais pesquisas são necessárias para saber se a perda óssea persiste muito tempo após o voo espacial. 

    Para ajudar a mitigar problemas ósseos e musculares, os astronautas seguem uma dieta especial e fazem cerca de 2 horas e meia de exercícios diariamente, em média. Eles podem usar uma esteira ou uma bicicleta ergométrica, mas também têm um Dispositivo Avançado de Exercício Resistivo especial que imita o levantamento de peso na Terra.


Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/entenda-o-que-muda-no-corpo-dos-astronautas-que-ficam-muito-tempo-no-espaco/. Acesso em: 18. mar. 2025.
“[...] mas é bastante impressionante ver como eles viram a página [...]”

A estrutura verbal demarcada, empregada na segunda pessoa do plural do pretérito mais-que-perfeito do indicativo, está corretamente estruturada na alternativa:
Alternativas
Q3810401 Português
Texto para a questão.


ENTENDA O QUE MUDA NO CORPO DOS ASTRONAUTAS QUE FICAM MUITO TEMPO NO ESPAÇO

Médicos da Nasa monitoram retorno de astronautas após nove meses em órbita, destacando alterações corporais desde o DNA até a altura durante missões espaciais


    Os astronautas Barry Wilmore e Suni Williams estão retornando à Terra após quase nove meses no espaço e em breve vão precisar se readaptar à vida com a gravidade.

    Até em seu DNA, os corpos dos astronautas podem sofrer alterações estranhas e às vezes significativas, principalmente durante um voo longo acima da Terra: eles começam a se alongar, frequentemente desenvolvendo uma “altura espacial” e, como os corpos humanos são compostos principalmente de líquidos, a redistribuição de fluidos também pode lhes dar “pernas de galinha” e “cabeça inchada”. Quando retornam, tudo isso começa a se reajustar.

    Os médicos manterão tudo isso em mente enquanto os astronautas Barry Wilmore e Suni Williams retornam nesta terça-feira (18) após quase nove meses no espaço. Os médicos da Nasa conversaram com os dois pouco antes de iniciarem sua jornada de volta, e eles disseram que estão “muito bem” em termos de saúde, disse à CNN Joe Dervay, um dos cirurgiões de voo da Nasa.

    Os cientistas ainda estão descobrindo os efeitos de longo prazo na saúde ao passar muito tempo no espaço, mas décadas de dados mostram que os astronautas sofrem mudanças físicas, mesmo após um breve período. A maioria dessas mudanças se reverterá pouco depois do retorno à Terra.

    “Existe alguma variabilidade individual sobre a rapidez com que se recuperam, mas é bastante impressionante ver como eles viram a página e realmente se adaptam rapidamente”, disse Dervay. “Frequentemente, se você olhar para eles alguns dias depois, você realmente não tem ideia do que eles acabaram de fazer nos últimos meses.”

    Sem a atração da Terra, os astronautas podem perder densidade óssea, e seus músculos começam a atrofiar. Eles podem perder controle motor, coordenação e equilíbrio no espaço, desenvolvendo um tipo de enjoo, mostram os estudos.

    A falta de gravidade também pode afetar seus sistemas imunológico e cardiovascular, sua visão e seu próprio DNA.

    A maioria dos efeitos parece ser de curta duração — apenas alguns problemas de saúde foram encontrados até agora com efeitos duradouros — e os astronautas podem esperar muitos exercícios de reabilitação na Terra para recuperar seus ossos e músculos.

    Embora Wilmore e Williams não fossem inicialmente esperados para permanecer na Estação Espacial Internacional por tanto tempo – sua viagem inicial deveria durar apenas oito dias – os líderes da Nasa não acreditam que os dois terão problemas de saúde incomuns por causa disso.

    “Não vemos necessidade de nenhuma precaução especial”, disse Dina Contella, gerente adjunta do Programa da Estação Espacial Internacional da Nasa, na sexta-feira (14). “Como qualquer astronauta que retorna, há um período de aclimatação, e isso variará por membro da tripulação”.

    Sem gravidade para o corpo se movimentar contra e com o corpo exposto à radiação no espaço, a atrofia e a disfunção muscular podem acontecer até com o astronauta mais em forma. A Nasa descobriu que os corpos dos astronautas podem experimentar redução de um terço no tamanho das fibras musculares em menos de duas semanas.

    Em um único mês no espaço, um astronauta também pode perder até 1,5% de sua massa óssea – aproximadamente tanto quanto uma mulher na pós-menopausa que não está em tratamento perde em cerca de um ano. Essa perda pode tornar as pessoas vulneráveis a fraturas e levar à osteoporose prematura, mas mais pesquisas são necessárias para saber se a perda óssea persiste muito tempo após o voo espacial. 

    Para ajudar a mitigar problemas ósseos e musculares, os astronautas seguem uma dieta especial e fazem cerca de 2 horas e meia de exercícios diariamente, em média. Eles podem usar uma esteira ou uma bicicleta ergométrica, mas também têm um Dispositivo Avançado de Exercício Resistivo especial que imita o levantamento de peso na Terra.


Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/entenda-o-que-muda-no-corpo-dos-astronautas-que-ficam-muito-tempo-no-espaco/. Acesso em: 18. mar. 2025.
Em se tratando da formação das palavras ressaltadas a seguir, é correto o que se afirma em:

• “Quando retornam, tudo isso começa a se reajustar.”
• “Eles podem perder controle motor, coordenação e equilíbrio no espaço [...]"
Alternativas
Q3810400 Português
Texto para a questão.


ENTENDA O QUE MUDA NO CORPO DOS ASTRONAUTAS QUE FICAM MUITO TEMPO NO ESPAÇO

Médicos da Nasa monitoram retorno de astronautas após nove meses em órbita, destacando alterações corporais desde o DNA até a altura durante missões espaciais


    Os astronautas Barry Wilmore e Suni Williams estão retornando à Terra após quase nove meses no espaço e em breve vão precisar se readaptar à vida com a gravidade.

    Até em seu DNA, os corpos dos astronautas podem sofrer alterações estranhas e às vezes significativas, principalmente durante um voo longo acima da Terra: eles começam a se alongar, frequentemente desenvolvendo uma “altura espacial” e, como os corpos humanos são compostos principalmente de líquidos, a redistribuição de fluidos também pode lhes dar “pernas de galinha” e “cabeça inchada”. Quando retornam, tudo isso começa a se reajustar.

    Os médicos manterão tudo isso em mente enquanto os astronautas Barry Wilmore e Suni Williams retornam nesta terça-feira (18) após quase nove meses no espaço. Os médicos da Nasa conversaram com os dois pouco antes de iniciarem sua jornada de volta, e eles disseram que estão “muito bem” em termos de saúde, disse à CNN Joe Dervay, um dos cirurgiões de voo da Nasa.

    Os cientistas ainda estão descobrindo os efeitos de longo prazo na saúde ao passar muito tempo no espaço, mas décadas de dados mostram que os astronautas sofrem mudanças físicas, mesmo após um breve período. A maioria dessas mudanças se reverterá pouco depois do retorno à Terra.

    “Existe alguma variabilidade individual sobre a rapidez com que se recuperam, mas é bastante impressionante ver como eles viram a página e realmente se adaptam rapidamente”, disse Dervay. “Frequentemente, se você olhar para eles alguns dias depois, você realmente não tem ideia do que eles acabaram de fazer nos últimos meses.”

    Sem a atração da Terra, os astronautas podem perder densidade óssea, e seus músculos começam a atrofiar. Eles podem perder controle motor, coordenação e equilíbrio no espaço, desenvolvendo um tipo de enjoo, mostram os estudos.

    A falta de gravidade também pode afetar seus sistemas imunológico e cardiovascular, sua visão e seu próprio DNA.

    A maioria dos efeitos parece ser de curta duração — apenas alguns problemas de saúde foram encontrados até agora com efeitos duradouros — e os astronautas podem esperar muitos exercícios de reabilitação na Terra para recuperar seus ossos e músculos.

    Embora Wilmore e Williams não fossem inicialmente esperados para permanecer na Estação Espacial Internacional por tanto tempo – sua viagem inicial deveria durar apenas oito dias – os líderes da Nasa não acreditam que os dois terão problemas de saúde incomuns por causa disso.

    “Não vemos necessidade de nenhuma precaução especial”, disse Dina Contella, gerente adjunta do Programa da Estação Espacial Internacional da Nasa, na sexta-feira (14). “Como qualquer astronauta que retorna, há um período de aclimatação, e isso variará por membro da tripulação”.

    Sem gravidade para o corpo se movimentar contra e com o corpo exposto à radiação no espaço, a atrofia e a disfunção muscular podem acontecer até com o astronauta mais em forma. A Nasa descobriu que os corpos dos astronautas podem experimentar redução de um terço no tamanho das fibras musculares em menos de duas semanas.

    Em um único mês no espaço, um astronauta também pode perder até 1,5% de sua massa óssea – aproximadamente tanto quanto uma mulher na pós-menopausa que não está em tratamento perde em cerca de um ano. Essa perda pode tornar as pessoas vulneráveis a fraturas e levar à osteoporose prematura, mas mais pesquisas são necessárias para saber se a perda óssea persiste muito tempo após o voo espacial. 

    Para ajudar a mitigar problemas ósseos e musculares, os astronautas seguem uma dieta especial e fazem cerca de 2 horas e meia de exercícios diariamente, em média. Eles podem usar uma esteira ou uma bicicleta ergométrica, mas também têm um Dispositivo Avançado de Exercício Resistivo especial que imita o levantamento de peso na Terra.


Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/entenda-o-que-muda-no-corpo-dos-astronautas-que-ficam-muito-tempo-no-espaco/. Acesso em: 18. mar. 2025.
Os conectivos demarcados, nos excertos I e II, introduzem, respectivamente,

I. “A Nasa descobriu que os corpos dos astronautas podem experimentar redução de um terço no tamanho das fibras musculares em menos de duas semanas.”
II. “Em um único mês no espaço, um astronauta também pode perder até 1,5% de sua massa óssea – aproximadamente tanto quanto uma mulher na pós-menopausa que não está em tratamento perde em cerca de um ano.”
Alternativas
Q3810399 Português
Texto para a questão.


ENTENDA O QUE MUDA NO CORPO DOS ASTRONAUTAS QUE FICAM MUITO TEMPO NO ESPAÇO

Médicos da Nasa monitoram retorno de astronautas após nove meses em órbita, destacando alterações corporais desde o DNA até a altura durante missões espaciais


    Os astronautas Barry Wilmore e Suni Williams estão retornando à Terra após quase nove meses no espaço e em breve vão precisar se readaptar à vida com a gravidade.

    Até em seu DNA, os corpos dos astronautas podem sofrer alterações estranhas e às vezes significativas, principalmente durante um voo longo acima da Terra: eles começam a se alongar, frequentemente desenvolvendo uma “altura espacial” e, como os corpos humanos são compostos principalmente de líquidos, a redistribuição de fluidos também pode lhes dar “pernas de galinha” e “cabeça inchada”. Quando retornam, tudo isso começa a se reajustar.

    Os médicos manterão tudo isso em mente enquanto os astronautas Barry Wilmore e Suni Williams retornam nesta terça-feira (18) após quase nove meses no espaço. Os médicos da Nasa conversaram com os dois pouco antes de iniciarem sua jornada de volta, e eles disseram que estão “muito bem” em termos de saúde, disse à CNN Joe Dervay, um dos cirurgiões de voo da Nasa.

    Os cientistas ainda estão descobrindo os efeitos de longo prazo na saúde ao passar muito tempo no espaço, mas décadas de dados mostram que os astronautas sofrem mudanças físicas, mesmo após um breve período. A maioria dessas mudanças se reverterá pouco depois do retorno à Terra.

    “Existe alguma variabilidade individual sobre a rapidez com que se recuperam, mas é bastante impressionante ver como eles viram a página e realmente se adaptam rapidamente”, disse Dervay. “Frequentemente, se você olhar para eles alguns dias depois, você realmente não tem ideia do que eles acabaram de fazer nos últimos meses.”

    Sem a atração da Terra, os astronautas podem perder densidade óssea, e seus músculos começam a atrofiar. Eles podem perder controle motor, coordenação e equilíbrio no espaço, desenvolvendo um tipo de enjoo, mostram os estudos.

    A falta de gravidade também pode afetar seus sistemas imunológico e cardiovascular, sua visão e seu próprio DNA.

    A maioria dos efeitos parece ser de curta duração — apenas alguns problemas de saúde foram encontrados até agora com efeitos duradouros — e os astronautas podem esperar muitos exercícios de reabilitação na Terra para recuperar seus ossos e músculos.

    Embora Wilmore e Williams não fossem inicialmente esperados para permanecer na Estação Espacial Internacional por tanto tempo – sua viagem inicial deveria durar apenas oito dias – os líderes da Nasa não acreditam que os dois terão problemas de saúde incomuns por causa disso.

    “Não vemos necessidade de nenhuma precaução especial”, disse Dina Contella, gerente adjunta do Programa da Estação Espacial Internacional da Nasa, na sexta-feira (14). “Como qualquer astronauta que retorna, há um período de aclimatação, e isso variará por membro da tripulação”.

    Sem gravidade para o corpo se movimentar contra e com o corpo exposto à radiação no espaço, a atrofia e a disfunção muscular podem acontecer até com o astronauta mais em forma. A Nasa descobriu que os corpos dos astronautas podem experimentar redução de um terço no tamanho das fibras musculares em menos de duas semanas.

    Em um único mês no espaço, um astronauta também pode perder até 1,5% de sua massa óssea – aproximadamente tanto quanto uma mulher na pós-menopausa que não está em tratamento perde em cerca de um ano. Essa perda pode tornar as pessoas vulneráveis a fraturas e levar à osteoporose prematura, mas mais pesquisas são necessárias para saber se a perda óssea persiste muito tempo após o voo espacial. 

    Para ajudar a mitigar problemas ósseos e musculares, os astronautas seguem uma dieta especial e fazem cerca de 2 horas e meia de exercícios diariamente, em média. Eles podem usar uma esteira ou uma bicicleta ergométrica, mas também têm um Dispositivo Avançado de Exercício Resistivo especial que imita o levantamento de peso na Terra.


Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/entenda-o-que-muda-no-corpo-dos-astronautas-que-ficam-muito-tempo-no-espaco/. Acesso em: 18. mar. 2025.
“Existe alguma variabilidade individual sobre a rapidez com que¹ se² recuperam [...]”

A função desempenhada pelas classes de palavras enumeradas anteriormente é
Alternativas
Q3810397 Português
Texto para a questão.


ENTENDA O QUE MUDA NO CORPO DOS ASTRONAUTAS QUE FICAM MUITO TEMPO NO ESPAÇO

Médicos da Nasa monitoram retorno de astronautas após nove meses em órbita, destacando alterações corporais desde o DNA até a altura durante missões espaciais


    Os astronautas Barry Wilmore e Suni Williams estão retornando à Terra após quase nove meses no espaço e em breve vão precisar se readaptar à vida com a gravidade.

    Até em seu DNA, os corpos dos astronautas podem sofrer alterações estranhas e às vezes significativas, principalmente durante um voo longo acima da Terra: eles começam a se alongar, frequentemente desenvolvendo uma “altura espacial” e, como os corpos humanos são compostos principalmente de líquidos, a redistribuição de fluidos também pode lhes dar “pernas de galinha” e “cabeça inchada”. Quando retornam, tudo isso começa a se reajustar.

    Os médicos manterão tudo isso em mente enquanto os astronautas Barry Wilmore e Suni Williams retornam nesta terça-feira (18) após quase nove meses no espaço. Os médicos da Nasa conversaram com os dois pouco antes de iniciarem sua jornada de volta, e eles disseram que estão “muito bem” em termos de saúde, disse à CNN Joe Dervay, um dos cirurgiões de voo da Nasa.

    Os cientistas ainda estão descobrindo os efeitos de longo prazo na saúde ao passar muito tempo no espaço, mas décadas de dados mostram que os astronautas sofrem mudanças físicas, mesmo após um breve período. A maioria dessas mudanças se reverterá pouco depois do retorno à Terra.

    “Existe alguma variabilidade individual sobre a rapidez com que se recuperam, mas é bastante impressionante ver como eles viram a página e realmente se adaptam rapidamente”, disse Dervay. “Frequentemente, se você olhar para eles alguns dias depois, você realmente não tem ideia do que eles acabaram de fazer nos últimos meses.”

    Sem a atração da Terra, os astronautas podem perder densidade óssea, e seus músculos começam a atrofiar. Eles podem perder controle motor, coordenação e equilíbrio no espaço, desenvolvendo um tipo de enjoo, mostram os estudos.

    A falta de gravidade também pode afetar seus sistemas imunológico e cardiovascular, sua visão e seu próprio DNA.

    A maioria dos efeitos parece ser de curta duração — apenas alguns problemas de saúde foram encontrados até agora com efeitos duradouros — e os astronautas podem esperar muitos exercícios de reabilitação na Terra para recuperar seus ossos e músculos.

    Embora Wilmore e Williams não fossem inicialmente esperados para permanecer na Estação Espacial Internacional por tanto tempo – sua viagem inicial deveria durar apenas oito dias – os líderes da Nasa não acreditam que os dois terão problemas de saúde incomuns por causa disso.

    “Não vemos necessidade de nenhuma precaução especial”, disse Dina Contella, gerente adjunta do Programa da Estação Espacial Internacional da Nasa, na sexta-feira (14). “Como qualquer astronauta que retorna, há um período de aclimatação, e isso variará por membro da tripulação”.

    Sem gravidade para o corpo se movimentar contra e com o corpo exposto à radiação no espaço, a atrofia e a disfunção muscular podem acontecer até com o astronauta mais em forma. A Nasa descobriu que os corpos dos astronautas podem experimentar redução de um terço no tamanho das fibras musculares em menos de duas semanas.

    Em um único mês no espaço, um astronauta também pode perder até 1,5% de sua massa óssea – aproximadamente tanto quanto uma mulher na pós-menopausa que não está em tratamento perde em cerca de um ano. Essa perda pode tornar as pessoas vulneráveis a fraturas e levar à osteoporose prematura, mas mais pesquisas são necessárias para saber se a perda óssea persiste muito tempo após o voo espacial. 

    Para ajudar a mitigar problemas ósseos e musculares, os astronautas seguem uma dieta especial e fazem cerca de 2 horas e meia de exercícios diariamente, em média. Eles podem usar uma esteira ou uma bicicleta ergométrica, mas também têm um Dispositivo Avançado de Exercício Resistivo especial que imita o levantamento de peso na Terra.


Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/entenda-o-que-muda-no-corpo-dos-astronautas-que-ficam-muito-tempo-no-espaco/. Acesso em: 18. mar. 2025.
Tendo por base a regência do verbo dar no contexto discursivo em evidência a seguir, assinale a alternativa correta.

“[...] a redistribuição de fluidos também pode lhes dar ‘pernas de galinha’ e ‘cabeça inchada’ [...]”
Alternativas
Q3810395 Português
Texto para a questão.


ENTENDA O QUE MUDA NO CORPO DOS ASTRONAUTAS QUE FICAM MUITO TEMPO NO ESPAÇO

Médicos da Nasa monitoram retorno de astronautas após nove meses em órbita, destacando alterações corporais desde o DNA até a altura durante missões espaciais


    Os astronautas Barry Wilmore e Suni Williams estão retornando à Terra após quase nove meses no espaço e em breve vão precisar se readaptar à vida com a gravidade.

    Até em seu DNA, os corpos dos astronautas podem sofrer alterações estranhas e às vezes significativas, principalmente durante um voo longo acima da Terra: eles começam a se alongar, frequentemente desenvolvendo uma “altura espacial” e, como os corpos humanos são compostos principalmente de líquidos, a redistribuição de fluidos também pode lhes dar “pernas de galinha” e “cabeça inchada”. Quando retornam, tudo isso começa a se reajustar.

    Os médicos manterão tudo isso em mente enquanto os astronautas Barry Wilmore e Suni Williams retornam nesta terça-feira (18) após quase nove meses no espaço. Os médicos da Nasa conversaram com os dois pouco antes de iniciarem sua jornada de volta, e eles disseram que estão “muito bem” em termos de saúde, disse à CNN Joe Dervay, um dos cirurgiões de voo da Nasa.

    Os cientistas ainda estão descobrindo os efeitos de longo prazo na saúde ao passar muito tempo no espaço, mas décadas de dados mostram que os astronautas sofrem mudanças físicas, mesmo após um breve período. A maioria dessas mudanças se reverterá pouco depois do retorno à Terra.

    “Existe alguma variabilidade individual sobre a rapidez com que se recuperam, mas é bastante impressionante ver como eles viram a página e realmente se adaptam rapidamente”, disse Dervay. “Frequentemente, se você olhar para eles alguns dias depois, você realmente não tem ideia do que eles acabaram de fazer nos últimos meses.”

    Sem a atração da Terra, os astronautas podem perder densidade óssea, e seus músculos começam a atrofiar. Eles podem perder controle motor, coordenação e equilíbrio no espaço, desenvolvendo um tipo de enjoo, mostram os estudos.

    A falta de gravidade também pode afetar seus sistemas imunológico e cardiovascular, sua visão e seu próprio DNA.

    A maioria dos efeitos parece ser de curta duração — apenas alguns problemas de saúde foram encontrados até agora com efeitos duradouros — e os astronautas podem esperar muitos exercícios de reabilitação na Terra para recuperar seus ossos e músculos.

    Embora Wilmore e Williams não fossem inicialmente esperados para permanecer na Estação Espacial Internacional por tanto tempo – sua viagem inicial deveria durar apenas oito dias – os líderes da Nasa não acreditam que os dois terão problemas de saúde incomuns por causa disso.

    “Não vemos necessidade de nenhuma precaução especial”, disse Dina Contella, gerente adjunta do Programa da Estação Espacial Internacional da Nasa, na sexta-feira (14). “Como qualquer astronauta que retorna, há um período de aclimatação, e isso variará por membro da tripulação”.

    Sem gravidade para o corpo se movimentar contra e com o corpo exposto à radiação no espaço, a atrofia e a disfunção muscular podem acontecer até com o astronauta mais em forma. A Nasa descobriu que os corpos dos astronautas podem experimentar redução de um terço no tamanho das fibras musculares em menos de duas semanas.

    Em um único mês no espaço, um astronauta também pode perder até 1,5% de sua massa óssea – aproximadamente tanto quanto uma mulher na pós-menopausa que não está em tratamento perde em cerca de um ano. Essa perda pode tornar as pessoas vulneráveis a fraturas e levar à osteoporose prematura, mas mais pesquisas são necessárias para saber se a perda óssea persiste muito tempo após o voo espacial. 

    Para ajudar a mitigar problemas ósseos e musculares, os astronautas seguem uma dieta especial e fazem cerca de 2 horas e meia de exercícios diariamente, em média. Eles podem usar uma esteira ou uma bicicleta ergométrica, mas também têm um Dispositivo Avançado de Exercício Resistivo especial que imita o levantamento de peso na Terra.


Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/entenda-o-que-muda-no-corpo-dos-astronautas-que-ficam-muito-tempo-no-espaco/. Acesso em: 18. mar. 2025.
“A falta de gravidade também pode afetar seus sistemas imunológico e cardiovascular, sua visão e seu próprio DNA.”

O paralelismo sintático, por meio dos pronomes destacados, proporciona ao período em evidência uma coesão do tipo
Alternativas
Q3810394 Português
Texto para a questão.


ENTENDA O QUE MUDA NO CORPO DOS ASTRONAUTAS QUE FICAM MUITO TEMPO NO ESPAÇO

Médicos da Nasa monitoram retorno de astronautas após nove meses em órbita, destacando alterações corporais desde o DNA até a altura durante missões espaciais


    Os astronautas Barry Wilmore e Suni Williams estão retornando à Terra após quase nove meses no espaço e em breve vão precisar se readaptar à vida com a gravidade.

    Até em seu DNA, os corpos dos astronautas podem sofrer alterações estranhas e às vezes significativas, principalmente durante um voo longo acima da Terra: eles começam a se alongar, frequentemente desenvolvendo uma “altura espacial” e, como os corpos humanos são compostos principalmente de líquidos, a redistribuição de fluidos também pode lhes dar “pernas de galinha” e “cabeça inchada”. Quando retornam, tudo isso começa a se reajustar.

    Os médicos manterão tudo isso em mente enquanto os astronautas Barry Wilmore e Suni Williams retornam nesta terça-feira (18) após quase nove meses no espaço. Os médicos da Nasa conversaram com os dois pouco antes de iniciarem sua jornada de volta, e eles disseram que estão “muito bem” em termos de saúde, disse à CNN Joe Dervay, um dos cirurgiões de voo da Nasa.

    Os cientistas ainda estão descobrindo os efeitos de longo prazo na saúde ao passar muito tempo no espaço, mas décadas de dados mostram que os astronautas sofrem mudanças físicas, mesmo após um breve período. A maioria dessas mudanças se reverterá pouco depois do retorno à Terra.

    “Existe alguma variabilidade individual sobre a rapidez com que se recuperam, mas é bastante impressionante ver como eles viram a página e realmente se adaptam rapidamente”, disse Dervay. “Frequentemente, se você olhar para eles alguns dias depois, você realmente não tem ideia do que eles acabaram de fazer nos últimos meses.”

    Sem a atração da Terra, os astronautas podem perder densidade óssea, e seus músculos começam a atrofiar. Eles podem perder controle motor, coordenação e equilíbrio no espaço, desenvolvendo um tipo de enjoo, mostram os estudos.

    A falta de gravidade também pode afetar seus sistemas imunológico e cardiovascular, sua visão e seu próprio DNA.

    A maioria dos efeitos parece ser de curta duração — apenas alguns problemas de saúde foram encontrados até agora com efeitos duradouros — e os astronautas podem esperar muitos exercícios de reabilitação na Terra para recuperar seus ossos e músculos.

    Embora Wilmore e Williams não fossem inicialmente esperados para permanecer na Estação Espacial Internacional por tanto tempo – sua viagem inicial deveria durar apenas oito dias – os líderes da Nasa não acreditam que os dois terão problemas de saúde incomuns por causa disso.

    “Não vemos necessidade de nenhuma precaução especial”, disse Dina Contella, gerente adjunta do Programa da Estação Espacial Internacional da Nasa, na sexta-feira (14). “Como qualquer astronauta que retorna, há um período de aclimatação, e isso variará por membro da tripulação”.

    Sem gravidade para o corpo se movimentar contra e com o corpo exposto à radiação no espaço, a atrofia e a disfunção muscular podem acontecer até com o astronauta mais em forma. A Nasa descobriu que os corpos dos astronautas podem experimentar redução de um terço no tamanho das fibras musculares em menos de duas semanas.

    Em um único mês no espaço, um astronauta também pode perder até 1,5% de sua massa óssea – aproximadamente tanto quanto uma mulher na pós-menopausa que não está em tratamento perde em cerca de um ano. Essa perda pode tornar as pessoas vulneráveis a fraturas e levar à osteoporose prematura, mas mais pesquisas são necessárias para saber se a perda óssea persiste muito tempo após o voo espacial. 

    Para ajudar a mitigar problemas ósseos e musculares, os astronautas seguem uma dieta especial e fazem cerca de 2 horas e meia de exercícios diariamente, em média. Eles podem usar uma esteira ou uma bicicleta ergométrica, mas também têm um Dispositivo Avançado de Exercício Resistivo especial que imita o levantamento de peso na Terra.


Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/entenda-o-que-muda-no-corpo-dos-astronautas-que-ficam-muito-tempo-no-espaco/. Acesso em: 18. mar. 2025.
“Eles podem perder controle motor, coordenação e equilíbrio no espaço, desenvolvendo um tipo de enjoo, mostram os estudos.” A expressão destacada indica
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Q1649050 Serviço Social
Visando a assegurar a todos existência digna e justiça social, a Constituição cria o direito à assistência social que, independentemente de contribuição, como o direito à saúde, ampara a quem dela necessitar. O Ministério da Saúde (2005) afirma, no documento “Marco legal: saúde, um direito de adolescentes”, que Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS) destaca, dentre seus objetivos, o amparo às crianças e aos adolescentes carentes, e garante um salário mínimo de benefício mensal à pessoa portadora de deficiência que comprove não possuir meios de prover a própria manutenção ou de tê-la provida por sua família. Essa LOAS é regulamentada pelo seguinte diploma legal:
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Q1649049 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
O Ministério da Saúde (2005) afirma, no documento “Marco legal: saúde, um direito de adolescentes” que a limitação legal dos adolescentes, para o exercício de direitos e deveres é um dos temas que tem suscitado muitas dúvidas. Sob essa ótica, no âmbito do direito penal, podemos afirmar que:
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Q1649048 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Segundo informações do Ministério da Saúde (2005) contidas no documento “Marco legal: saúde, um direito de adolescentes”, no âmbito do Direito do Trabalho, a Constituição Federal e o Estatuto da Criança e do Adolescente determinaram a proibição de trabalho noturno, perigoso ou insalubre a menor de 18, e de qualquer trabalho a menor de 16 anos, salvo na condição de:
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Q1649047 Enfermagem
Segundo o Ministério da Saúde (2010), no seu manual “Orientações para o atendimento à saúde do adolescente”, alguns pontos, no atendimento à saúde do adolescente, devem ser considerados na abordagem clínica, dentre os quais se inclui:
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Respostas
141: E
142: B
143: A
144: D
145: B
146: E
147: B
148: A
149: D
150: B
151: E
152: A
153: A
154: D
155: C
156: C
157: E
158: B
159: D
160: B