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A fala é adquirida no decorrer da vida, fator social e necessário para a comunicação humana. O ato de cantar busca desenvolver a transmissão de sentimentos, não apenas por meio das palavras, mas também pela forma como elas são ditas e expressas vocalmente. Para isso, o canto exige técnicas adequadas para os ajustes vocais. Os ajustes da voz cantada e falada são diferentes, mas as estruturas que produzem a voz são as mesmas.
Ao se utilizar o canto na sala de aula, é importante perceber que os alunos geralmente têm o hábito de cantar com muita força, sem zelo de aquecer a voz ou sem observar se o corpo está adequadamente preparado para o desenvolvimento vocal. Muitos problemas que são encontrados no canto podem ser evitados se o professor estabelecer um aquecimento regular com exercícios de relaxamento, alongamento, exercício para movimentação do diafragma, aquecimento e articulação das cordas vocais e controle da expiração para emissão vocal.
Um ponto a ser considerado no processo de ensino-aprendizagem da respiração adequada ao canto é saber a melhor forma de conduzir a inspiração e a emissão vocal. Ao cantar, o aluno deve, primeiramente, inspirar apenas pelo nariz, enchendo os pulmões, para que o ar passe pelas cordas vocais em posição fechada e chegue até a cavidade do diafragma. Caso contrário, o ar será comprimido apenas na caixa torácica. Após esta etapa, ocorre o processo de expiração, em que há a fonação. O ar é aspirado pelos pulmões e pela cavidade do diafragma, passando pelas cordas vocais em posição aberta para a produção do som.
A prática musical coletiva, seja ela vocal ou instrumental, pressupõe um processo de ensino-aprendizagem que parte essencialmente do fazer musical colaborativo. O professor, no papel de regente ou líder desse processo, deve contribuir com os seguintes aspectos: aperfeiçoar os elementos musicais de acordo com o nível de conhecimento musical de seus alunos; conduzir e dar subsídios para a interpretação do grupo, construindo a performance de acordo com o estilo/gênero e o grau de dificuldade da peça em estudo; e buscar a harmonia e a socialização entre seus integrantes, sendo que cada aluno tem compromisso com a musicalidade do todo.
A Lei n.º 11.769/2008 instituiu a música como um conteúdo obrigatório, mas não exclusivo, dentro do componente curricular arte. A partir disso, todas as escolas de Educação Básica foram obrigadas a instituir a música em seus currículos. Anos depois, com a Lei n.º 13.278/2016, passou a vigorar o entendimento de que as artes visuais, a dança, a música e o teatro são as linguagens que constituirão o componente curricular de arte, o que significa que o ensino de arte deve ser ensinado pelo professor de forma polivalente.
As metodologias ativas no contexto da educação musical são baseadas na aprendizagem pela perspectiva e pelo protagonismo do aluno, transformando-os em agentes engajados e responsáveis pela sua própria educação. Assim, o papel central da aprendizagem está no aluno e nas relações que ele estabelece com o conhecimento e com a aprendizagem musical. Deixar o aluno ser o protagonista exime a responsabilidade do professor para com o processo formativo dos alunos e do grupo, o que reforça seu papel de observador do processo de aprendizagem, e o docente se torna um curioso das práticas musicais geradas em sala de aula. Para isso, ele se coloca à margem da responsabilidade pelo conhecimento dos alunos, que o desenvolvem por meio da pesquisa de forma autônoma e individualizada.
A presença de coliformes fecais indica processamento inadequado, contaminação por outras fontes que não a fecal e presença de bactérias patogênicas, como Salmonella e Shiguella.
O Grupo D de Lancefield, Streptococcus e Enterococcus, quando presente, indica más condições higiênicas, ausência de higienização e contaminação por manipuladores, no caso de presença de Staphylococcus aureus; a presença de Streptococcus salivarius indica contaminação por pelos de animais.
Os aditivos alimentares são substâncias exclusivamente naturais, adicionadas aos alimentos a fim de conservá-los, intensificar seu sabor ou melhorar o aspecto, sendo largamente utilizados pela indústria alimentar.
Durante os primeiros dias de vida, o bebê amamentado recebe o colostro, um líquido amarelo transparente que supre as necessidades da criança durante a primeira semana.
Devido ao desenvolvimento acelerado muscular esquelético e endócrino, as necessidades de cálcio são maiores durante a infância.
A ingestão insuficiente de proteína na população adolescente tem relação direta com alterações no crescimento e no desenvolvimento.
O leite de uma mãe lactante adequadamente alimentada supre todas as vitaminas de que uma criança nascida a termo necessita, exceto a vitamina D.
Um notado aumento no suprimento de sangue materno durante a gestação eleva muito a demanda de ferro.
A deficiência de vitamina B12 e folato está associada a hiper-homocisteinemia, um fator de risco independente para doença cardiovascular oclusiva.
As complicações tardias da diabetes incluem doenças macrovasculares, microvasculares e neuropatia.
A diabetes tipo 1 é também conhecida como diabetes melito insulinodependente ou diabetes de início na juventude.
Entre os fatores de risco para diabetes tipo 2, inclui-se o sedentarismo.
O defeito primário na diabetes tipo 1 é a destruição das células β-pancreáticas, o que leva à deficiência absoluta de insulina.
O consumo de alho em pacientes hipertensos apresenta diversos mecanismos hipertensores.