Questões de Concurso
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I. A escassez de recursos diminui diretamente a capacidade de a equipe executar seu trabalho de forma eficaz.
II. A folga social é a tendência que os chefes possuem de atribuir a culpa à sua equipe por um desempenho inferior ao desejado.
III. As avaliações em grupos, participação nos lucros e resultados estimulam o empenho e o comprometimento das equipes.
IV. As equipes possuem necessidades distintas e os seus membros devem ser selecionados de modo a suprir essas necessidades.
V. O desempenho de uma equipe é o somatório das capacidades individuais de seus membros.
Está CORRETO o que se afirma em
I. Segundo as teorias da liderança situacional, não existe uma única maneira de liderar as pessoas. Essa vai depender de fatores contingenciais.
II. No processo de recrutamento e seleção, os gestores identificam os futuros líderes por meio de seus traços pessoais. A liderança é um atributo pessoal e os líderes nascem prontos, portanto, não são desenvolvidos.
III. Nem sempre os líderes são relevantes ao desempenho do grupo. Os substitutos de liderança, como uma elevada coesão grupal e uma atividade intrinsicamente gratificante, podem fornecer a mesma influência do líder sobre os subordinados.
Está CORRETO o que se afirma APENAS em
I. A comunicação informal é inevitável e sempre prejudicial para o alcance das metas organizacionais.
II. Ruído é qualquer interferência que impede a comunicação eficaz.
III. O jargão profissional melhora a comunicação entre grupos de distintas especialidades.
IV. O gestor deve criar um ambiente que encoraje o feedback das informações.
A partir do que foi exposto acima, conclui-se que
I. A ideia central do homem era a do homo complexo o qual tem necessidades múltiplas e complexas, como desejo de autodesenvolvimento, realização e autonomia de pensamento que deverão ser consideradas pela direção.
II. Os princípios da administração científica são: seleção e treinamento de pessoal, salários altos e custos baixos de produção, identificação da melhor maneira de executar tarefas e cooperação entre administradores e trabalhadores.
III. A administração científica opôs-se ao clientelismo e ao protecionismo do sistema de produção artesanal no qual se encontravam resquícios da autoridade tradicional descrita por Max Weber.
IV. Para este movimento, os comportamentos do trabalho não são consequências apenas do salário e das aptidões técnicas dos funcionários uma vez que as necessidades de reconhecimento e de segurança interferem no desempenho individual.
Analisadas as proposições acima conclui-se que.
I. A moralidade da Administração Pública não se limita à distinção entre o bem e o mal, devendo ser acrescida da ideia de que o fim é sempre o bem comum. O necessário predomínio da legalidade sobre a finalidade, na conduta do servidor público, é que poderá consolidar o respeito ao bem comum no ato administrativo.
II. A remuneração do servidor público é custeada pelos tributos pagos direta ou indiretamente por todos, até por ele próprio, e por isso se exige, como contrapartida, que a moralidade administrativa se integre no Direito, como elemento indissociável de sua aplicação e de sua finalidade, erigindo-se, como consequência, em fator de legalidade.
III. Deixar o servidor público qualquer pessoa à espera de solução que compete ao setor em que exerça suas funções, permitindo a formação de longas filas, ou qualquer outra espécie de atraso na prestação do serviço, não caracteriza apenas atitude contra a ética ou ato de desumanidade, mas principalmente grave dano moral aos usuários dos serviços públicos.
IV. O servidor deve prestar toda a sua atenção às ordens de seus superiores, buscando atentamente o seu cumprimento, e, assim, evitando a conduta de insubordinação. Os repetidos erros, o descaso e o acúmulo de desvios tornam-se permanentes dificuldades da obediência no desempenho da função pública.
Está CORRETO o que se afirma APENAS em
I. desempenhar, a tempo, as atribuições do cargo, função ou emprego público, mesmo dos quais não seja titular, sempre que solicitado.
II. somente admitir o retardo de prestação de contas em situações que exijam, tais como dificuldades de junção de documentos;
III. tratar cuidadosamente os usuários dos serviços, aperfeiçoando o processo de comunicação e contato com o público;
IV. ter consciência de que seu trabalho é regido por princípios éticos que se materializam na adequada prestação dos serviços públicos;
V. comunicar imediatamente a seus superiores todo e qualquer ato ou fato contrário ao interesse público, exigindo as providências cabíveis.
Está CORRETO o que se afirma APENAS em
I. os cargos, empregos e funções públicas são acessíveis aos brasileiros que preencham os requisitos estabelecidos em lei, assim como aos estrangeiros, na forma da lei.
II. as nomeações para cargos em comissão, declarados em lei de livre nomeação e exoneração, somente poderão ser realizadas mediante processo simplificado de seleção.
III. o prazo de validade do concurso público será de dois anos, prorrogável uma vez, por igual período.
IV. os vencimentos dos cargos do Poder Legislativo e do Poder Judiciário não poderão ser superiores aos pagos pelo Poder Executivo.
V. a lei reservará percentual dos cargos e empregos públicos para as pessoas portadoras de deficiência e definirá os critérios de sua admissão.
Está CORRETO o que se afirma APENAS em
I. Executa e controla o fluxo financeiro, abrangendo as receitas e despesas, contas a pagar e a receber.
II. Planeja, executa e controla, nas condições mais eficientes e econômicas, o fluxo de material, partindo das especificações dos artigos a comprar até a entrega do produto à unidade solicitante.
III. Envolve atividades de apoio, podendo ser citadas como exemplos: planejamento e programação de estoques, cadastramento, registro e controle.
IV. Envolve atividades executivas, podendo ser citadas como exemplos: compras, guarda, conservação e expedição.
Está CORRETO o que se afirma APENAS em
O céu está limpo, não há nenhuma nuvem acima de nós. O avião, entretanto, começa a dar saltos, e temos de por os cintos para evitar uma cabeçada na poltrona da frente. Olho pela janela: é que estamos sobrevoando de perto um grande tumulto de montanhas. As montanhas são belas, cobertas de florestas; no verde-escuro há manchas de ferrugem de palmeiras, algum ouro de ipê, alguma prata de embaúba — e de súbito uma cidade linda e um rio estreito. Dizem que é Petrópolis.
É fácil explicar que o vento nas montanhas faz corrente para baixo e para cima, como também o ar é mais frio debaixo da leve nuvem. A um passageiro assustado o comissário diz que “isso é natural". Mas o avião, com o tranquilo conforto imóvel com que nos faz vencer milhas em segundos, havia nos tirado o sentimento do natural (...)
(BRAGA, In, PAULINO, 2013, p.37-38)
I. Uma das funções da vírgula é separar as conjunções pospostas, como ocorre em “O avião, entretanto, começa a dar saltos" (linha 1).
II. O emprego dos dois pontos (linha 2) tem como finalidade introduzir um enunciado de natureza explicativa.
III. A vírgula após a expressão “para baixo e para cima" (linha 6) poderia ser substituída por dois pontos, sem prejuízo de sentido.
IV. O ponto que separa o enunciado “Dizem que é Petrópolis" (linha 5) infringe a norma culta, por isso deveria ser substituído por vírgula.
V. O ponto e vírgula, após o termo “florestas" (linha 4), separa as partes da descrição, levando o leitor a uma pausa mais acentuada.
Estão CORRETAS apenas as proposições que constam nos itens
O céu está limpo, não há nenhuma nuvem acima de nós. O avião, entretanto, começa a dar saltos, e temos de por os cintos para evitar uma cabeçada na poltrona da frente. Olho pela janela: é que estamos sobrevoando de perto um grande tumulto de montanhas. As montanhas são belas, cobertas de florestas; no verde-escuro há manchas de ferrugem de palmeiras, algum ouro de ipê, alguma prata de embaúba — e de súbito uma cidade linda e um rio estreito. Dizem que é Petrópolis.
É fácil explicar que o vento nas montanhas faz corrente para baixo e para cima, como também o ar é mais frio debaixo da leve nuvem. A um passageiro assustado o comissário diz que “isso é natural". Mas o avião, com o tranquilo conforto imóvel com que nos faz vencer milhas em segundos, havia nos tirado o sentimento do natural (...)
(BRAGA, In, PAULINO, 2013, p.37-38)
O céu está limpo, não há nenhuma nuvem acima de nós. O avião, entretanto, começa a dar saltos, e temos de por os cintos para evitar uma cabeçada na poltrona da frente. Olho pela janela: é que estamos sobrevoando de perto um grande tumulto de montanhas. As montanhas são belas, cobertas de florestas; no verde-escuro há manchas de ferrugem de palmeiras, algum ouro de ipê, alguma prata de embaúba — e de súbito uma cidade linda e um rio estreito. Dizem que é Petrópolis.
É fácil explicar que o vento nas montanhas faz corrente para baixo e para cima, como também o ar é mais frio debaixo da leve nuvem. A um passageiro assustado o comissário diz que “isso é natural". Mas o avião, com o tranquilo conforto imóvel com que nos faz vencer milhas em segundos, havia nos tirado o sentimento do natural (...)
(BRAGA, In, PAULINO, 2013, p.37-38)
LONGE DO CONSENSO
O debate sobre a viabilidade, as consequências e o alcance da transposição do Rio São Francisco se acirra cada vez mais, à medida que se aproximam os preparativos para a efetivação do projeto. No atual momento, os detalhes técnicos acabam dominando a cena. De um lado, está o governo federal, representado pelo Ministro da Integração Regional, que define o projeto como tecnicamente perfeito. Do outro, os críticos que, mobilizados em movimentos organizados ou não, tentam levar à opinião pública os argumentos que os fazem considerar o projeto um erro do começo ao fim. Cada lado vai para o embate munido de toda sorte de índices, tabelas, modelos e estatísticas. O geógrafo Aziz Ab'Saber faz logo a ressalva: "Água sozinha não cria condições de desenvolvimento. Falta aos técnicos do governo conhecer melhor a região como um todo, bem como as áreas que receberão água", alfineta.
(Anselmo Massad, Revista Fórum, nº27, junho/05)