Questões de Concurso Comentadas para ses-df

Foram encontradas 9.290 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3606094 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 30 anos, chegou ao pronto socorro, trazida por policiais, com quadro de agitação intensa. Foi retirada de um supermercado, pois estava sem roupa e dizia que era a modelo mais importante do mundo. A família foi localizada e relatou que há três semanas ela começou a ter insônia, passar as noites andando, cantando e desfilando pela casa. Ela possui duas internações anteriores por episódios depressivos graves. Nunca tinha apresentado um quadro como o atual. Ao exame psíquico apresentava-se desinibida, sexualizada, logorreica, com discurso com conteúdo grandioso e humor exaltado. A paciente possui antecedentes de glomerulonefrite, hipotireoidismo, hipertensão arterial e aumento de triglicérides.
Das alternativas abaixo, qual representa a melhor opção terapêutica para a paciente:
Alternativas
Q3606093 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 30 anos, chegou ao pronto socorro, trazida por policiais, com quadro de agitação intensa. Foi retirada de um supermercado, pois estava sem roupa e dizia que era a modelo mais importante do mundo. A família foi localizada e relatou que há três semanas ela começou a ter insônia, passar as noites andando, cantando e desfilando pela casa. Ela possui duas internações anteriores por episódios depressivos graves. Nunca tinha apresentado um quadro como o atual. Ao exame psíquico apresentava-se desinibida, sexualizada, logorreica, com discurso com conteúdo grandioso e humor exaltado. A paciente possui antecedentes de glomerulonefrite, hipotireoidismo, hipertensão arterial e aumento de triglicérides.
O diagnóstico mais provável para esta paciente é
Alternativas
Q3606092 Psiquiatria
Paciente masculino, 31 anos, vem ao pronto socorro trazido por vizinhos para avaliação devido a quadro de agitação há 1 hora. Apresenta-se inquieto, diz que não consegue ficar parado, levanta e senta na cadeira várias vezes. Acompanhantes relatam que o paciente esteve internado em hospital psiquiátrico durante 20 dias e teve alta há 3 dias. Mora só, e um dos vizinhos fornece suas refeições. Ao levar o almoço, o vizinho notou que o paciente estava inquieto, gesticulando e andando pela sala. Paciente trouxe seus medicamentos em uma sacola, que continha fluoxetina 20 mg, haloperidol 5 mg e diazepan 10 mg. Ao exame físico, apresenta pressão arterial 130 x 80 mmHg, freqüência cardíaca 110 batimentos por minuto, freqüência respiratória 22 movimentos respiratórios por minuto, afebril, sem outras alterações. Ao exame psíquico, vigil, condições de higiene precárias, atenção voluntária reduzida e espontânea aumentada, orientado alopsiquicamente, humor plano, afeto hipomodulante e hiporresssonante, balbucia palavras incompreensíveis, enquanto coça a cabeça e o tronco.

Qual é o diagnóstico mais provável para os sintomas apresentados?
Alternativas
Q3606091 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 78 anos, avaliado em regime de interconsulta pela psiquiatria a pedido da clínica médica. A paciente foi levada ao hospital por familiares devido ao comportamento considerado "estranho" pelos acompanhantes iniciado no dia anterior. À admissão, o relato era de que a paciente apresentava-se consciente, porém confusa, com discreta agitação psicomotora, discurso incoerente e resposta inadequada aos comandos verbais. A filha informou que a paciente estava fazendo uso de medicamentos anticolinérgicos para dor abdominal e teve vários episódios de diarreia. Foi indicada internação para observação clínica. Foram solicitados exames laboratoriais, tomografia computadorizada de crânio e instituída hidratação com correção hidroeletrolítica. Na avaliação pela psiquiatria, apresentou desatenta porém orientada, não reconheceu os familiares, discurso confuso. Exame dificultado por pouca cooperação da paciente.
Ao ser questionado pela família sobre o risco de demência associado à manifestação da paciente, qual seria a melhor resposta a ser oferecida pelo médico ou médica responsável pela assistência à paciente:
Alternativas
Q3606090 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 78 anos, avaliado em regime de interconsulta pela psiquiatria a pedido da clínica médica. A paciente foi levada ao hospital por familiares devido ao comportamento considerado "estranho" pelos acompanhantes iniciado no dia anterior. À admissão, o relato era de que a paciente apresentava-se consciente, porém confusa, com discreta agitação psicomotora, discurso incoerente e resposta inadequada aos comandos verbais. A filha informou que a paciente estava fazendo uso de medicamentos anticolinérgicos para dor abdominal e teve vários episódios de diarreia. Foi indicada internação para observação clínica. Foram solicitados exames laboratoriais, tomografia computadorizada de crânio e instituída hidratação com correção hidroeletrolítica. Na avaliação pela psiquiatria, apresentou desatenta porém orientada, não reconheceu os familiares, discurso confuso. Exame dificultado por pouca cooperação da paciente.
Em relação ao caso descrito:
Alternativas
Q3606089 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 78 anos, avaliado em regime de interconsulta pela psiquiatria a pedido da clínica médica. A paciente foi levada ao hospital por familiares devido ao comportamento considerado "estranho" pelos acompanhantes iniciado no dia anterior. À admissão, o relato era de que a paciente apresentava-se consciente, porém confusa, com discreta agitação psicomotora, discurso incoerente e resposta inadequada aos comandos verbais. A filha informou que a paciente estava fazendo uso de medicamentos anticolinérgicos para dor abdominal e teve vários episódios de diarreia. Foi indicada internação para observação clínica. Foram solicitados exames laboratoriais, tomografia computadorizada de crânio e instituída hidratação com correção hidroeletrolítica. Na avaliação pela psiquiatria, apresentou desatenta porém orientada, não reconheceu os familiares, discurso confuso. Exame dificultado por pouca cooperação da paciente.
O quadro descrito é causado pela disfunção predominante de qual neurotransmissor?
Alternativas
Q3606088 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 78 anos, avaliado em regime de interconsulta pela psiquiatria a pedido da clínica médica. A paciente foi levada ao hospital por familiares devido ao comportamento considerado "estranho" pelos acompanhantes iniciado no dia anterior. À admissão, o relato era de que a paciente apresentava-se consciente, porém confusa, com discreta agitação psicomotora, discurso incoerente e resposta inadequada aos comandos verbais. A filha informou que a paciente estava fazendo uso de medicamentos anticolinérgicos para dor abdominal e teve vários episódios de diarreia. Foi indicada internação para observação clínica. Foram solicitados exames laboratoriais, tomografia computadorizada de crânio e instituída hidratação com correção hidroeletrolítica. Na avaliação pela psiquiatria, apresentou desatenta porém orientada, não reconheceu os familiares, discurso confuso. Exame dificultado por pouca cooperação da paciente.
Qual é o prognóstico mais provável para o quadro?
Alternativas
Q3606086 Psiquiatria
Caso clínico para responder às questões 49 e 50. Paciente masculino, 32 anos, foi levado ao pronto-socorro pelo SAMU depois que a namorada chamou o 192 para relatar que ele estava ameaçando pular da janela do hotel. Após fumar um cigarro de maconha começou a acreditar que uma tatuagem recente tinha traços que escondiam poderes misteriosos. Logo ficou convencido de que o tatuador estava conspirando com outras pessoas contra ele e que namorada o traía. Ele foi admitido na unidade de internação psiquiátrica. No dia seguinte, a família compareceu e revelou que o paciente já havia sido hospitalizado outras quatro vezes por questões psiquiátricas: duas vezes com sintomas clássicos de mania, uma vez devido a depressão e sete meses antes, o paciente havia sido internado devido a um episódio de psicose induzida por cannabis, que respondeu bem a risperidona.

No segundo dia da internação, o paciente começou a perceber que sua esposa não o traia e que os símbolos em sua tatuagem não tinham significado. Ao terceiro dia, afirmou espontaneamente que a paranoia havia sido resultado da intoxicação por cannabis. Recusou-se a continuar com risperidona, mas prosseguiu com a monoterapia com lítio. Ele teve alta com consulta de acompanhamento com seu psiquiatra ambulatorial.
Considerando a recusa do paciente em dar continuidade ao uso da risperidona, a postura do médico perante o paciente neste caso deve ser:
Alternativas
Q3606085 Psiquiatria
Caso clínico para responder às questões 49 e 50. Paciente masculino, 32 anos, foi levado ao pronto-socorro pelo SAMU depois que a namorada chamou o 192 para relatar que ele estava ameaçando pular da janela do hotel. Após fumar um cigarro de maconha começou a acreditar que uma tatuagem recente tinha traços que escondiam poderes misteriosos. Logo ficou convencido de que o tatuador estava conspirando com outras pessoas contra ele e que namorada o traía. Ele foi admitido na unidade de internação psiquiátrica. No dia seguinte, a família compareceu e revelou que o paciente já havia sido hospitalizado outras quatro vezes por questões psiquiátricas: duas vezes com sintomas clássicos de mania, uma vez devido a depressão e sete meses antes, o paciente havia sido internado devido a um episódio de psicose induzida por cannabis, que respondeu bem a risperidona.

No segundo dia da internação, o paciente começou a perceber que sua esposa não o traia e que os símbolos em sua tatuagem não tinham significado. Ao terceiro dia, afirmou espontaneamente que a paranoia havia sido resultado da intoxicação por cannabis. Recusou-se a continuar com risperidona, mas prosseguiu com a monoterapia com lítio. Ele teve alta com consulta de acompanhamento com seu psiquiatra ambulatorial.
Qual é a relação entre o uso de cannabis e o quadro apresentado pelo paciente?
Alternativas
Q3606084 Psiquiatria
Paciente atendimento masculino, 34 anos, escriturário, buscou no serviço médico psiquiátrico na instituição onde trabalha. Queixa Principal: "Tudo começou em 14 de novembro quando comecei a ver um homem vestido de preto me acompanhando o tempo todo". No curso da entrevista, afirmou categoricamente que não consegue trabalhar por que está com bloqueio na memória desde o início do mês de novembro. Ao curso da consulta, mediante interesse manifesto pelo médico, descreve em detalhes a aparência do homem que somente ele vê e o comportamento ameaçador do mesmo para consigo diariamente. Comenta que quase todos os dias as pessoas ficam lhe observando com estranheza por que ele pede continuamente para esse homem se afastar. Diz que no trabalho, esse fenômeno alucinatório fica mais intenso e enfatiza o medo que sente chegando a tremer-se o corpo todo. Durante a consulta, a medida que foi falando sobre o fenômeno, chegou a cair lentamente ao chão e manifestar uma situação que pareceu uma convulsão, qual teve duração de cerca de 10 minutos, com remissão espontânea. Não apresentou ferimentos após cessado o evento e não teve liberação esfincteriana. Exame neurológico normal após o evento apesar de pouca colaboração do paciente. Após acalmado, sentou-se novamente e seguiu a entrevista. Pediu que lhe fosse conferido afastamento do trabalho. Sua ficha funcional revelou que tem tido problemas frequentes com o chefe e esteve sob consideração para demissão.

Qual é o diagnóstico mais apropriado para o caso?
Alternativas
Q3606083 Psiquiatria
Paciente feminina, 25 anos, com retardo mental moderado e alteração do comportamento com agitação е heteroagressividade em "surtos". Em uso atual de carbamazepina 400mg/dia e diazepam 10 mg/dia. Chega para atendimento em consulta ambulatorial sozinha. О acompanhante revela que a paciente está grávida (gestação de 8 semanas) e diz que nos últimos 5 dias tem ouvido vozes de pessoas que não vê e acha que as pessoas a estão olhando de um "jeito" diferente.

Qual é a conduta mais apropriada para o caso?
Alternativas
Q3606082 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Um paciente, 32 anos, marceneiro, deu entrada pela emergência trazida pelo SAMU após tentativa de suicídio. Acompanhado por um amigo, que conta que o paciente tomou todos os comprimidos do remédio que usa para dormir. Relata também que o amigo é tranquilo, bem humorado, e lida excepcionalmente bem com o estresse imposto no ambiente de trabalho. Não tem muitos amigos, e desde que se divorciou tem estado mais "caseiro" e sempre recusa os convites para confraternizar com os colegas. 
Sobre a epidemiologia do suicídio, pode-se afirmar
Alternativas
Q3606081 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Um paciente, 32 anos, marceneiro, deu entrada pela emergência trazida pelo SAMU após tentativa de suicídio. Acompanhado por um amigo, que conta que o paciente tomou todos os comprimidos do remédio que usa para dormir. Relata também que o amigo é tranquilo, bem humorado, e lida excepcionalmente bem com o estresse imposto no ambiente de trabalho. Não tem muitos amigos, e desde que se divorciou tem estado mais "caseiro" e sempre recusa os convites para confraternizar com os colegas. 
Que cuidado deve ser obrigatoriamente tomado antes de conceder alta hospitalar para o domicilio à paciente?
Alternativas
Q3606080 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Um paciente, 32 anos, marceneiro, deu entrada pela emergência trazida pelo SAMU após tentativa de suicídio. Acompanhado por um amigo, que conta que o paciente tomou todos os comprimidos do remédio que usa para dormir. Relata também que o amigo é tranquilo, bem humorado, e lida excepcionalmente bem com o estresse imposto no ambiente de trabalho. Não tem muitos amigos, e desde que se divorciou tem estado mais "caseiro" e sempre recusa os convites para confraternizar com os colegas. 
Qual dos seguintes fatores deveria ser considerado como risco para suicídio para o caso?
Alternativas
Q3606079 Psiquiatria
Paciente masculino, 42 anos, bancário, casado, vem a uma consulta na psiquiatria com queixas de "esquecimentos frequentes": conta que nunca se lembra se trancou ou não a porta ao sair para trabalhar, e retoma incontáveis vezes para conferir, temendo que caso não o faça, algo catastrófico possa acontecer. Refere que não consegue parar, e mesmo que se esforce para lembrar de ter trancado a porta, não resiste ao impulso de voltar para conferir.

Semiologicamente, qual manifestação frequentemente está presente em pacientes como o descrito acima?
Alternativas
Q3606078 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 27 anos, sem diagnóstico psiquiátrico até o momento. Foi levada ao hospital por seu marido por que estava muito eufórica e verborrágica. Estava muito excitada, sem dormir, falava quase incessantemente e se negava a comer. Fazia orações fervorosamente incluindo palavras incompreensíveis alegando ter o dom de "falar em línguas". O conteúdo do discurso era predominantemente sobre religião e somente interrompia para cantar hinos e louvores religiosos entremeados com abordagem de pessoas desconhecidas acusando-as de serem "pecadoras", ordenando-as a orar consigo. Parecia não ouvir quando as pessoas falavam com ela. Como a paciente se negava a ir ao hospital, seu marido a conduziu à emergência psiquiátrica mediante contenção física.

Do histórico psiquiátrico pregresso consta que aos 22 anos a paciente teve um longo episódio depressivo após o fim de seu primeiro casamento. Não consultou médico à ocasião e depois de alguns meses gradualmente melhorou e recobrou seu estado de ânimo habitual e seu nível de atividade.

O exame físico e neurológico e exames laboratoriais eram normais.
Considerando a admissão desta paciente no contexto hospitalar, qual seria a conduta mais adequada? 
Alternativas
Q3606077 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 27 anos, sem diagnóstico psiquiátrico até o momento. Foi levada ao hospital por seu marido por que estava muito eufórica e verborrágica. Estava muito excitada, sem dormir, falava quase incessantemente e se negava a comer. Fazia orações fervorosamente incluindo palavras incompreensíveis alegando ter o dom de "falar em línguas". O conteúdo do discurso era predominantemente sobre religião e somente interrompia para cantar hinos e louvores religiosos entremeados com abordagem de pessoas desconhecidas acusando-as de serem "pecadoras", ordenando-as a orar consigo. Parecia não ouvir quando as pessoas falavam com ela. Como a paciente se negava a ir ao hospital, seu marido a conduziu à emergência psiquiátrica mediante contenção física.

Do histórico psiquiátrico pregresso consta que aos 22 anos a paciente teve um longo episódio depressivo após o fim de seu primeiro casamento. Não consultou médico à ocasião e depois de alguns meses gradualmente melhorou e recobrou seu estado de ânimo habitual e seu nível de atividade.

O exame físico e neurológico e exames laboratoriais eram normais.
O exame do estado mental da paciente poderia ser traduzido para os seguintes termos:
Alternativas
Q3606076 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 27 anos, sem diagnóstico psiquiátrico até o momento. Foi levada ao hospital por seu marido por que estava muito eufórica e verborrágica. Estava muito excitada, sem dormir, falava quase incessantemente e se negava a comer. Fazia orações fervorosamente incluindo palavras incompreensíveis alegando ter o dom de "falar em línguas". O conteúdo do discurso era predominantemente sobre religião e somente interrompia para cantar hinos e louvores religiosos entremeados com abordagem de pessoas desconhecidas acusando-as de serem "pecadoras", ordenando-as a orar consigo. Parecia não ouvir quando as pessoas falavam com ela. Como a paciente se negava a ir ao hospital, seu marido a conduziu à emergência psiquiátrica mediante contenção física.

Do histórico psiquiátrico pregresso consta que aos 22 anos a paciente teve um longo episódio depressivo após o fim de seu primeiro casamento. Não consultou médico à ocasião e depois de alguns meses gradualmente melhorou e recobrou seu estado de ânimo habitual e seu nível de atividade.

O exame físico e neurológico e exames laboratoriais eram normais.
Considerando o histórico psiquiátrico pregresso e o quadro atual, assinale a melhor alternativa
Alternativas
Q3606075 Psiquiatria
Paciente masculino, 21 anos, compareceu na consulta em psiquiatria acompanhado pela mãe. Apresentava um semblante carregado e triste, denotando um humor bastante deprimido. O tom de voz era baixo e o discurso pausado e lento embora coerente. Adotou postura corporal normal ao longo de toda a consulta e atitude cooperativa, mostrando também alguma facilidade em estabelecer contato visual com o entrevistador, ainda que mantivesse cabisbaixa em muitos outros elementos. Os sintomas apontados pelo paciente foram dificuldade para dormir, ansiedade, agitação interior, taquicardia, dificuldade de concentração e memória, inibição psicomotora, fadiga, perda de interesse e motivação, mesmo pelas coisas que antes lhe davam prazer: "a maior parte do tempo não me apetece fazer nada, não tenho interesse por nada". Há duas semanas esteve em atendimento em uma emergência psiquiátrica quando foi prescrito clonazepan 1 mg à noite em caso de insônia, e venlafaxina 75 mg pela manhã, diariamente.

Qual é a conduta mais apropriada para o caso?
Alternativas
Q3606074 Psiquiatria
Paciente feminina, 29 anos, casada, com uma filha de sete anos, enfermeira, em vigência da gravidez do seu segundo filho (IG=29 semanas). Compareceu à primeira consulta psiquiátrica acompanhada de seu marido. Foi diagnosticada com "início de depressão" pelo médico e família e comunidade no pré-natal por sintomas de cansaço, indisposição e choro fácil. Encaminhada para atenção especializada. Chegou para consulta com o psiquiatra já em uso de fluoxetina 20 mg (1 comprimido ao dia) há 3 meses, assintomática, exceto por insônia que estava piorando com a progressão da gestação.

Qual seria a melhor escolha terapêutica para esta paciente?
Alternativas
Respostas
1781: A
1782: D
1783: B
1784: A
1785: C
1786: D
1787: B
1788: D
1789: A
1790: A
1791: B
1792: D
1793: B
1794: D
1795: A
1796: A
1797: A
1798: B
1799: D
1800: C