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Profissionais de saúde negacionistas decidem não se vacinar contra a Covid
Mesmo atuando em hospitais e outras unidades de saúde, alguns funcionários da área creem em boatos contra vacinas e recusam imunização. Pedro Alberto tem 46 anos e trabalha como técnico em imobilização ortopédica em um hospital particular na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro. Pela profissão e pela idade, ele já deveria ter tomado ao menos a primeira dose de alguma das vacinas contra o coronavírus em uso no país. Pedro, contudo, não tomou – porque não quis.
Disponível em: https://www.metropoles.com/brasil/profissionais-de-saudenegacionistas-decidem-nao-se-vacinar-contra-a-covid. Acesso em: 11 out. 2025
O texto traz uma notícia veiculada no site Metrópoles na época da Pandemia de COVID 19. Com base na leitura realizada, à luz da NR 32, caberia ao empregador
Art. 86. O Serviço que executa as atividades relacionadas ao EAC deve implementar um PGQ, que contemple, no mínimo:
I - o gerenciamento das tecnologias;
II - o gerenciamento dos riscos inerentes;
III - a gestão de documentos;
IV - a gestão de pessoal e de educação permanente dos profissionais;
V - o gerenciamento dos Processos Operacionais; e
VI - a Gestão do Controle da Qualidade (GCQ).
Faz parte, como constituinte desse programa, o Gerenciamento das Tecnologias. Estão inclusos nesse gerenciamento as
A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, imunoprevenível, de evolução abrupta e gravidade variável, com elevada letalidade nas suas formas graves. A doença é causada por um vírus transmitido por mosquitos, e possui dois ciclos de transmissão (urbano e silvestre).
No ciclo urbano, a transmissão ocorre a partir de vetores urbanos infectados. No ciclo silvestre, os transmissores são mosquitos com hábitos predominantemente silvestres. No ciclo silvestre, os primatas não humanos (PNHs) são considerados os principais hospedeiros, amplificadores do vírus, e são vítimas da doença assim como o ser humano, que, nesse ciclo, apresenta-se como hospedeiro acidental.
É uma doença de notificação compulsória imediata, ou seja, todo evento suspeito (tanto morte de primatas não-humanos, quanto casos humanos com sintomatologia compatível) deve ser prontamente comunicado/notificado, em até 24 horas após a suspeita inicial, às autoridades locais competentes pela via mais rápida (telefone, email etc.). Às autoridades estaduais de saúde cabe notificar os eventos de febre amarela suspeitos ao Ministério da Saúde.
Importante: No Brasil o ciclo da doença atualmente é silvestre. Os últimos casos de febre amarela urbana foram registrados no Brasil em 1942 e todos os casos confirmados desde então decorrem do ciclo silvestre de transmissão.
Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/f/febreamarela. Acesso em: 08 out. 2025. [Adaptado].
Sobre os ciclos urbano e silvestre de transmissão da febre amarela, há que se considerar que se diferem porque o ciclo
A Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO) emitiu um alerta epidemiológico para todos os municípios goianos em relação à identificação da febre amarela em um macaco encontrado morto em Abadia de Goiás. A morte do animal foi notificada no dia 25 de agosto e a confirmação laboratorial ocorreu nesta semana. Outros dois casos estão sendo investigados em Guapó e Aragoiânia.
A SES-GO informa que não há casos ou óbitos confirmados por febre amarela em humanos no ano de 2025, sendo o último caso registrado em 2017. As principais medidas de prevenção para humanos incluem a vacinação, o uso de repelentes e roupas que minimizem a exposição da pele. A vacina da febre amarela faz parte do calendário básico de vacinação das crianças de 9 meses a menores de 5 anos, sendo uma dose aos 9 meses de idade e uma dose de reforço aos 4 anos, além de dose única na população de 5 a 59 anos de idade nãovacinada. Em Goiás, a cobertura vacinal para a febre amarela está atualmente em 71,57%, abaixo da meta prevista pelo Ministério da Saúde, que é de 95%.
Disponível em: https://goias.gov.br/saude/goias-confirma-circulacao-do-virusda-febre-amarela-em-abadia-de-goias/. Acesso em: 08 out. 2025. [Adaptado].
Sobre a febre amarela, pode-se dizer que se trata de uma infecção viral, com vírus pertencente à família
O peptídeo natiurético tipo B (BNP) é um hormônio que é principalmente liberado do miocárdio no ventrículo... O BNP possui uma multiplicidade de funções cardíacas e é liberado como um hormônio contrarregulatório, em resposta a uma variedade de estresses cardíacos, mas particularmente de estiramento (strech) cardíaco. É significativamente afetado por mudanças no volume e no desempenho cardíaco, e entre os seus efeitos estão a redução do volume de fluido e vasodilatação. Assim, este hormônio é um biomarcador sensível a alterações na fisiologia ventricular.
BURTIS & BURTIS. Tietz: Fundamentos de Química Clínica e diagnóstico molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016, p. 1051.
Em relação ao texto exposto, em pacientes com doença de Chagas crônica, o BNP pode contribuir para o diagnóstico
Surto na Bahia é alerta para transmissão da doença de Chagas por alimentos
A Vigilância Epidemiológica da Bahia emitiu um alerta sobre o surto de transmissão oral da doença de Chagas após a confirmação de cinco casos e uma morte no primeiro semestre. Causada pelo parasita chamado Trypanosoma cruzi, a doença é tradicionalmente conhecida por ser transmitida por meio da picada do inseto barbeiro.
A transmissibilidade da doença, no entanto, mudou de perfil nos últimos anos. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, casos de transmissão oral da doença de Chagas, ou seja, quando a doença é transmitida pela ingestão de alimentos contaminados atualmente somam cerca de 70% de todos os casos da doença no Brasil. Dentre estes alimentos contaminados, destacam-se o açaí e o caldo de cana, a popular garapa.
Disponível em: https://chagas.fiocruz.br/blog/surto-na-bahia-e-alerta-paratransmissao-da-doenca-de-chagas-por-alimentos/. Acesso em: 08 out. 2025. [Adaptado].
Sobre a transmissão oral da doença de Chagas, é possível considerar que seu principal mecanismo é pela ingestão da forma