Questões de Concurso Comentadas para ufrn

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Q843429 Português

                           Trabalho escravo é ainda uma realidade no Brasil

            Esse tipo de violação não prende mais o indivíduo a correntes, mas acomete a

             iberdade do trabalhador e o mantém submisso a uma situação de exploração

                                                                                                    Natalia Suzuki (*) e Thiago Casteli


      O trabalho escravo ainda é uma violação de direitos humanos que persiste no Brasil. A sua existência foi assumida pelo governo federal perante o país e a Organização Inte rnacional do Trabalho (OIT) em 1995, o que fez com que o Brasil se tornasse uma das primeiras nações do mundo a reconhecer oficialmente a escravidão contemporânea em seu território. Daquele ano até 2016, mais de 50 mil trabalhadores foram libertados de situações análogas a de escravidão em atividades econômicas nas zonas rural e urbana.

      Quem é o trabalhador escravo? Em geral, são migrantes que deixaram suas casas em busca de melhores condições de vida e de sustento para as suas famílias. Saem de suas cidades atraídos por falsas promessas de aliciadores ou migram, forçadamente, por uma série de motivos, que pode incluir a falta de opção econômica, guerras e até perseguições políticas. No Brasil, os trabalhadores provêm de diversos estados das regiões Centro-Oeste, Nordeste e Norte, mas também podem ser migrantes internacionais de países latino-americanos – como a Bolívia, Paraguai e Peru –, africanos, além de procedentes do Haiti e do Oriente Médio. Essas pessoas podem se destinar à região de expansão agrícola ou aos centros urbanos à procura de oportunidades de trabalho.

      Tradicionalmente, o trabalho escravo é empregado em atividades econômicas na zona rural, como a pecuária, a produção de carvão e os cultivos de cana-de-açúcar, soja e algodão. Nos últimos anos, essa situação também é verificada em centros urbanos, principalmente na construção civil e na confecção têxtil.

      No Brasil, 95% das pessoas submetidas ao trabalho escravo rural são homens. Em geral, as atividades para as quais esse tipo de mão-de-obra é utilizado exigem força física, por isso, os aliciadores buscam principalmente homens e jovens. Os dados oficiais do Programa Seguro-Desemprego de 2003 a 2014 indicam que, entre os trabalhadores libertados, 72,1% são analfabetos ou não concluíram o quinto ano do Ensino Fundamental.

      Muitas vezes, o trabalhador submetido ao trabalho escravo consegue fugir da situação de exploração, colocando a sua vida em risco. Quando tem sucesso em sua empreitada, recorre a órgãos governamentais ou a organizações da sociedade civil para denunciar a violação que sofreu. Diante disso, o governo brasileiro tem centrado seus esforços para o combate desse crime, especialmente na fiscalização de propriedades e na repressão por meio da punição administrativa e econômica de empregadores flagrados utilizando mão-de-obra escrava.

      Enquanto isso, o trabalhador libertado tende a retornar a sua cidade de origem, onde as condições que o levaram a migrar permanecem as mesmas. Diante dessa situação, o indivíduo pode novamente ser aliciado para outro trabalho em que será explorado, perpetuando uma dinâmica que chamamos de “Ciclo do Trabalho Escravo”.

      Para que esse ciclo vicioso seja rompido, são necessárias ações que incidam na vida do trabalhador para além do âmbito da repressão do crime. Por isso, a erradicação do problema passa também pela adoção de políticas públicas de assistência à vítima e prevenção para reverter a situação de pobreza e de vulnerabilidade de comunidades. Dentre essas políticas, estão as ações formativas no âmbito da educação, como aquelas propostas pelo programa Escravo, nem pensar!

T * Natalia Suzuki é jornalista, mestre em Ciência Política pela FFLCH-USP e coordenadora do programa “Escravo, nem Pensar!”, programa de educação para prevenção do trabalho escravo da ONG Repórter Brasil.

Disponível em:http://www.cartaeducacao.com.br/aulas /fundamental-2/trabalho-escravo-e-ainda-uma-realidade-no-brasil/. Acesso em: 15 jul de 2017. [Adaptado]

De acordo com o texto, no Brasil, o trabalho escravo
Alternativas
Q843428 Português

                           Trabalho escravo é ainda uma realidade no Brasil

            Esse tipo de violação não prende mais o indivíduo a correntes, mas acomete a

             iberdade do trabalhador e o mantém submisso a uma situação de exploração

                                                                                                    Natalia Suzuki (*) e Thiago Casteli


      O trabalho escravo ainda é uma violação de direitos humanos que persiste no Brasil. A sua existência foi assumida pelo governo federal perante o país e a Organização Inte rnacional do Trabalho (OIT) em 1995, o que fez com que o Brasil se tornasse uma das primeiras nações do mundo a reconhecer oficialmente a escravidão contemporânea em seu território. Daquele ano até 2016, mais de 50 mil trabalhadores foram libertados de situações análogas a de escravidão em atividades econômicas nas zonas rural e urbana.

      Quem é o trabalhador escravo? Em geral, são migrantes que deixaram suas casas em busca de melhores condições de vida e de sustento para as suas famílias. Saem de suas cidades atraídos por falsas promessas de aliciadores ou migram, forçadamente, por uma série de motivos, que pode incluir a falta de opção econômica, guerras e até perseguições políticas. No Brasil, os trabalhadores provêm de diversos estados das regiões Centro-Oeste, Nordeste e Norte, mas também podem ser migrantes internacionais de países latino-americanos – como a Bolívia, Paraguai e Peru –, africanos, além de procedentes do Haiti e do Oriente Médio. Essas pessoas podem se destinar à região de expansão agrícola ou aos centros urbanos à procura de oportunidades de trabalho.

      Tradicionalmente, o trabalho escravo é empregado em atividades econômicas na zona rural, como a pecuária, a produção de carvão e os cultivos de cana-de-açúcar, soja e algodão. Nos últimos anos, essa situação também é verificada em centros urbanos, principalmente na construção civil e na confecção têxtil.

      No Brasil, 95% das pessoas submetidas ao trabalho escravo rural são homens. Em geral, as atividades para as quais esse tipo de mão-de-obra é utilizado exigem força física, por isso, os aliciadores buscam principalmente homens e jovens. Os dados oficiais do Programa Seguro-Desemprego de 2003 a 2014 indicam que, entre os trabalhadores libertados, 72,1% são analfabetos ou não concluíram o quinto ano do Ensino Fundamental.

      Muitas vezes, o trabalhador submetido ao trabalho escravo consegue fugir da situação de exploração, colocando a sua vida em risco. Quando tem sucesso em sua empreitada, recorre a órgãos governamentais ou a organizações da sociedade civil para denunciar a violação que sofreu. Diante disso, o governo brasileiro tem centrado seus esforços para o combate desse crime, especialmente na fiscalização de propriedades e na repressão por meio da punição administrativa e econômica de empregadores flagrados utilizando mão-de-obra escrava.

      Enquanto isso, o trabalhador libertado tende a retornar a sua cidade de origem, onde as condições que o levaram a migrar permanecem as mesmas. Diante dessa situação, o indivíduo pode novamente ser aliciado para outro trabalho em que será explorado, perpetuando uma dinâmica que chamamos de “Ciclo do Trabalho Escravo”.

      Para que esse ciclo vicioso seja rompido, são necessárias ações que incidam na vida do trabalhador para além do âmbito da repressão do crime. Por isso, a erradicação do problema passa também pela adoção de políticas públicas de assistência à vítima e prevenção para reverter a situação de pobreza e de vulnerabilidade de comunidades. Dentre essas políticas, estão as ações formativas no âmbito da educação, como aquelas propostas pelo programa Escravo, nem pensar!

T * Natalia Suzuki é jornalista, mestre em Ciência Política pela FFLCH-USP e coordenadora do programa “Escravo, nem Pensar!”, programa de educação para prevenção do trabalho escravo da ONG Repórter Brasil.

Disponível em:http://www.cartaeducacao.com.br/aulas /fundamental-2/trabalho-escravo-e-ainda-uma-realidade-no-brasil/. Acesso em: 15 jul de 2017. [Adaptado]

O propósito comunicativo prioritário do texto é
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Q843387 Matemática Financeira

Durante uma aula de matemática financeira, o professor apresentou a seguinte ilustração de fluxo de caixa aos alunos:


Imagem associada para resolução da questão


Em seguida, o professor solicitou que os alunos utilizassem o Excel 2010 para calcular o valor presente e confirmar se o valor apresentado na figura estava correto. Colocando-se na condição de aluno dessa turma, analise as fórmulas a seguir com o intuito de verificar aquelas que estão corretas para o cálculo do valor presente ilustrado.


I =ARRED(12500/((1+0,7%)^1);0)

II =ARRED(12500/((1+0,7/100)^1);)

III =ARRED(12500/((1,007)^0);1)

IV =ARRED(12500/((1,07)^1);0)


Para encontrar a mesma resposta que consta da ilustração, devem ser utilizadas as fórmulas

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Q843386 Noções de Informática

O assistente administrativo do curso de Direito de uma instituição de ensino superior recebeu de volta da coordenadora o arquivo da ata da reunião do colegiado do curso, para que fossem feitas as correções por ela indicadas. Como é prática da coordenadora, ela utilizou a ferramenta de controle de alterações do Microsoft Word 2010, para que os erros encontrados não sejam repetidos no futuro.


O assistente optou por revisar cada alteração controlada e seus respectivos comentários em sequência, porque, às vezes, a coordenadora realiza alterações equivocadamente. Para tanto, ele deve,

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Q843379 Administração Financeira e Orçamentária

Observe a figura reproduzida a seguir que contém as ruas do Campus Central da UFRN.


Imagem associada para resolução da questão


A via pública que contorna o Campus Central da UFRN é utilizada livremente pela população natalense para se deslocar pelos bairros circunvizinhos, além de ser a via de acesso para a comunidade acadêmica contornar o campus. Também conhecida como Anel Viário, conforme é ilustrada na linha 1 da figura, tem sua manutenção realizada pela própria universidade que, há cerca de dois anos, implantou ciclo faixas para proporcionar mais mobilidade à comunidade.


Considerando que as ciclo faixas foram construídas com recursos oriundos do orçamento da universidade, de acordo com os critérios de classificação das despesas públicas, esse gasto deve ter sido classificado, do ponto de vista coercitivo, econômico e da competência, respectivamente, como despesa

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Q843378 Administração Financeira e Orçamentária
Dentro da função distributiva do orçamento, a Universidade Federal do Vale do Assu aloca bolsas de apoio técnico para alunos de baixa renda, os quais, em contrapartida, cumprem uma jornada de 20 horas semanais em alguma unidade da instituição, sem vínculo empregatício. Do ponto de vista econômico, esse gasto deve ser classificado como uma despesa
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Q843377 Redação Oficial
Na Universidade Federal do Vale do Assú, o chefe de gabinete do reitor necessita enviar um memorando para a Pró-Reitora de Graduação, convocando-a para uma reunião com os representantes discentes, cuja pauta se refere às reclamações sobre a central de atendimento ao aluno. De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, o pronome de tratamento a ser usado na abertura da correspondência e os termos do fechamento do memorando devem ser, respectivamente,
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Q843376 Redação Oficial

De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, o correio eletrônico (“e-mail”), por seu baixo custo e celeridade, transformou-se na principal forma de comunicação e de envio de documentos. Analise as recomendações a seguir, observando sua consonância com o que dispõe o manual sobre o uso desse meio de comunicação em correspondências oficiais.

I- Deve-se definir uma forma rígida para sua estrutura, no padrão ofício.

II- Deve-se evitar o uso de linguagem incompatível com uma comunicação oficial.

III- A mensagem que encaminha algum arquivo deve trazer informações mínimas sobre seu conteúdo.

IV- Sempre que disponível, deve-se utilizar recurso de confirmação de leitura.


Estão de acordo com o Manual de Redação da Presidência da República as recomendações

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Q843372 Arquivologia
Para facilitar e agilizar a localização das pastas em um arquivo, a secretária do Departamento de Ciências Sociais fixou um índice onomástico na porta do armário, de forma que, quando precisar retirar uma delas, basta identificar seu número na lista e efetuar a busca no arquivo, no qual as pastas estarão arquivadas em ordem numérica crescente. Essa prática, muito comum nos escritórios, utiliza o método de arquivamento
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Q843371 Arquivologia

Visando sua localização futura, documentos podem ser armazenados de quatro formas distintas, de acordo com um dos seguintes métodos de arquivamento: alfabético, numérico, geográfico ou ideográfico. Para que os documentos dos docentes de uma instituição de ensino sejam arquivados em pastas, é necessário organizá-los de acordo com um desses critérios. Suponha que a relação apresentada a seguir seja desses docentes e que suas pastas devam ser ordenadas para fins de arquivamento pelo primeiro dos métodos anteriormente citados.


A - José Ouro Preto

B - Pedro da Silveira Neto

C - Heitor Villa-Lobos

D- Jesuína Santa Cruz

E - Antônio Teixeira


De acordo com as regras de alfabetação, essas pastas devem ser organizadas na seguinte ordem: 

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Q843370 Administração de Recursos Materiais
O armazenamento de materiais depende das dimensões e das características dos produtos, que podem requerer desde uma simples prateleira até sistemas complexos que envolvam investimentos significativos. Uma das técnicas de estocagem é o pallet que consiste em
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Q843369 Administração de Recursos Materiais
Suponha que o diretor de uma unidade administrativa esteja fazendo a previsão de consumo de materiais para o próximo ano. Para tanto, ele deve utilizar métodos sistematizados para que não ocorra desperdício nem falta de material. Os três principais métodos que o diretor poderá utilizar são
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Q843367 Administração Pública
A Carta de Serviço ao Cidadão/Usuário é um documento elaborado por uma organização pública com o objetivo de informar aos cidadãos os serviços por ela prestados. Sua prática implica em um processo de transformação sustentada em princípios fundamentais, que são:
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Q843365 Administração Geral
As ferramentas da gestão da qualidade são utilizadas com o objetivo de identificar, analisar e propor soluções para problemas que interferem na excelência dos serviços prestados ao usuário. Uma dessas ferramentas é o Diagrama de Pareto que significa a representação gráfica
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Q843364 Administração Geral
Segundo a teoria dos dois fatores proposta por Herzberg, são exemplos de fatores motivacionais no trabalho:
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Q843363 Administração Geral
A motivação das pessoas na organização pode ser explicada por meio da Hierarquia de Necessidades de Maslow. Uma das necessidades é a de estima, que inclui fatores como
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Q843362 Administração Geral
A transmissão de uma informação no dia a dia de trabalho é sempre afetada por falhas que ocorrem no processo de comunicação. A falha que ocorre no momento da decodificação do significado da mensagem é provocada pelo
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Q843361 Administração Geral
A postura do líder pode ser explicada de acordo com várias teorias. Uma delas é a dos estilos de liderança, que define a conduta do líder como
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Q843360 Administração Geral
A estrutura clássica de uma organização é representada sob a forma de uma pirâmide, que apresenta níveis distintos, indo desde a sua base até o topo. Os funcionários que produzem, fisicamente, os bens e serviços como também trabalham em tarefas específica s estão situados no nível
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Q843359 Administração Geral
O desenho da estrutura organizacional oferece informações úteis, como a especia lização do trabalho, a amplitude de controle, a cadeia de comando, os níveis de autoridade, a centralização versus a descentralização e a departamentalização. Um dos critérios de departamentalização é o funcional, que agrupa as atividades em
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Respostas
2361: C
2362: B
2363: C
2364: A
2365: B
2366: A
2367: C
2368: D
2369: B
2370: D
2371: D
2372: D
2373: D
2374: B
2375: B
2376: A
2377: B
2378: C
2379: C
2380: D