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Self-repairing software tackles malware
University of Utah computer scientists have developed software that not only detects and eradicates never-before-seen viruses and other malware, but also automatically repairs damage caused by them. The software then prevents the invader from ever infecting the computer
again.
A3 is a software suite that works with a virtual machine - a virtual computer that emulates the operations of a computer without dedicated hardware. The A3 software is designed to watch over the virtual machine's operating system and applications, says Eric Eide, University of Utah research assistant professor of computer science leading the university's A3 team with U computer science associate professor John Regehr. A3 is designed to protect servers or similar business-grade computers that run on the Linux operating system. It also has been demonstrated to protect military applications.
The new software called A3, or Advanced Adaptive Applications, was co-developed by Massachusetts-based defense contractor, Raytheon BBN. The four-year project was completed in late September.
There are no plans to adapt A3 for home computers or laptops, but Eide says this could be possible in the future.
"A3 technologies could find their way into consumer products someday, which would help consumer devices protect themselves against fast-spreading malware or internal corruption of software components. But we haven't tried those experiments yet," he says.
Unlike a normal virus scanner on consumer PCs that compares a catalog of known viruses to something that has infected the computer, A3 can detect new, unknown viruses or malware automatically by sensing that something is occurring in the computer's operation that is not correct. It then can stop the virus, approximate a repair for the damaged software code, and then learn to never let that bug enter the machine gain.
While the military has an interest in A3 to enhance cybersecurity for its mission-critical systems, A3 also potentially could be used in the consumer space, such as in web services like Amazon. If a virus or attack stops the service, A3 could repair it in minutes without having to take the servers down.
Source: http://www.sciencedaily.com
I. A3 works exactly the same way as a normal virus scanner on consumer PCs.
II. The A3 software already found their way into consumer products and cloud-computing.
III. The software is designed to protect military servers that run on the Linux operating system.
IV. A3 only stops the virus and repairs the damaged software code.
According to the text:
Self-repairing software tackles malware
University of Utah computer scientists have developed software that not only detects and eradicates never-before-seen viruses and other malware, but also automatically repairs damage caused by them. The software then prevents the invader from ever infecting the computer
again.
A3 is a software suite that works with a virtual machine - a virtual computer that emulates the operations of a computer without dedicated hardware. The A3 software is designed to watch over the virtual machine's operating system and applications, says Eric Eide, University of Utah research assistant professor of computer science leading the university's A3 team with U computer science associate professor John Regehr. A3 is designed to protect servers or similar business-grade computers that run on the Linux operating system. It also has been demonstrated to protect military applications.
The new software called A3, or Advanced Adaptive Applications, was co-developed by Massachusetts-based defense contractor, Raytheon BBN. The four-year project was completed in late September.
There are no plans to adapt A3 for home computers or laptops, but Eide says this could be possible in the future.
"A3 technologies could find their way into consumer products someday, which would help consumer devices protect themselves against fast-spreading malware or internal corruption of software components. But we haven't tried those experiments yet," he says.
Unlike a normal virus scanner on consumer PCs that compares a catalog of known viruses to something that has infected the computer, A3 can detect new, unknown viruses or malware automatically by sensing that something is occurring in the computer's operation that is not correct. It then can stop the virus, approximate a repair for the damaged software code, and then learn to never let that bug enter the machine gain.
While the military has an interest in A3 to enhance cybersecurity for its mission-critical systems, A3 also potentially could be used in the consumer space, such as in web services like Amazon. If a virus or attack stops the service, A3 could repair it in minutes without having to take the servers down.
Source: http://www.sciencedaily.com

Você ainda vai usar uma moeda virtual
Quando a Apple lançou sua nova geração de iPhones, há algumas semanas, muita gente ficou desapontada. A empresa que era líder isolada em inovação dessa vez pareceu estar a reboque. A grande novidade em hardware foi o tamanho dos aparelhos, que cresceram.
Mesmo isso foi "cópia" do que os concorrentes já vinham fazendo. Mas quem olhar com cuidado vai ver que verdadeira novidade estava no software, com o lançamento do Apple Pay, uma entrada de cabeça da empresa no mercado de pagamentos virtuais.
O Apple Pay foi lido como um passo da empresa para se aproximar dos bancos e das empresas de cartão de crédito para resolver um problema que ambos não foram capazes de resolver sozinhos: massificar os celulares como meio de pagamento, transformando-o no novo "cartão de crédito" do futuro.
No entanto, a leitura mais interessante não apareceu em muitos lugares. O Apple Pay é também uma porta de entrada para as chamadas "moedas virtuais", especialmente para o Bitcoin.
Para quem ainda não está familiarizado, o Bitcoin é uma moeda cujo banco central é a própria internet. Ela é gerada por um complexo conjunto de regras definidas por software e está se tornando hoje um ativo cada vez mais importante.
Apesar de a Apple não declarar nada oficialmente sobre a relação entre Bitcoin e ApplePay, uma série de pistas indica que a empresa está de olho nesse campo. Uma dessas é que a companhia eliminou, em junho último, sua proibição para aplicativos que envolvessem unidades monetárias virtuais, que eram banidos até então.
Outra é que o Apple Pay vai ser aberto para o desenvolvimento por terceiros. Em outras palavras, aplicativos que estão experimentando com o uso do Bitcoin (como o Stripe e o PayPal) poderão ser integrados ao sistema Apple Pay.
O elemento mais importante, no entanto, é que, graças ao poder econômico e simbólico da Apple, o lançamento do Apple Pay fará com que a infraestrutura necessária para aceitar pagamentos por meio do celular se espalhe pelo mundo.
Cada vez mais lojas vão aceitar o "smartphone" como meio de pagamento. Uma vez que isso aconteça, Inês é morta. Não importará se você tem no bolso dólares, reais, bitcoins, ou dirhams marroquinos. Qualquer moeda do planeta pode ser usada para qualquer transação.
Nesse momento, o rei do pedaço vira o Bitcoin, moeda "nativa" da internet e que se adapta melhor a ela do que qualquer dinheiro emitido em papel.
[...]
Isso parece ficção científica, mas anote essas palavras: você ainda vai usar uma moeda virtual.
(http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ronaldolemos)
“Isso parece ficção científica, mas anote essas palavras: você ainda vai usar uma moeda virtual.”
Assinale a opção em que aparece uma análise correta sobre o uso da palavra “essas” no trecho.
Você ainda vai usar uma moeda virtual
Quando a Apple lançou sua nova geração de iPhones, há algumas semanas, muita gente ficou desapontada. A empresa que era líder isolada em inovação dessa vez pareceu estar a reboque. A grande novidade em hardware foi o tamanho dos aparelhos, que cresceram.
Mesmo isso foi "cópia" do que os concorrentes já vinham fazendo. Mas quem olhar com cuidado vai ver que verdadeira novidade estava no software, com o lançamento do Apple Pay, uma entrada de cabeça da empresa no mercado de pagamentos virtuais.
O Apple Pay foi lido como um passo da empresa para se aproximar dos bancos e das empresas de cartão de crédito para resolver um problema que ambos não foram capazes de resolver sozinhos: massificar os celulares como meio de pagamento, transformando-o no novo "cartão de crédito" do futuro.
No entanto, a leitura mais interessante não apareceu em muitos lugares. O Apple Pay é também uma porta de entrada para as chamadas "moedas virtuais", especialmente para o Bitcoin.
Para quem ainda não está familiarizado, o Bitcoin é uma moeda cujo banco central é a própria internet. Ela é gerada por um complexo conjunto de regras definidas por software e está se tornando hoje um ativo cada vez mais importante.
Apesar de a Apple não declarar nada oficialmente sobre a relação entre Bitcoin e ApplePay, uma série de pistas indica que a empresa está de olho nesse campo. Uma dessas é que a companhia eliminou, em junho último, sua proibição para aplicativos que envolvessem unidades monetárias virtuais, que eram banidos até então.
Outra é que o Apple Pay vai ser aberto para o desenvolvimento por terceiros. Em outras palavras, aplicativos que estão experimentando com o uso do Bitcoin (como o Stripe e o PayPal) poderão ser integrados ao sistema Apple Pay.
O elemento mais importante, no entanto, é que, graças ao poder econômico e simbólico da Apple, o lançamento do Apple Pay fará com que a infraestrutura necessária para aceitar pagamentos por meio do celular se espalhe pelo mundo.
Cada vez mais lojas vão aceitar o "smartphone" como meio de pagamento. Uma vez que isso aconteça, Inês é morta. Não importará se você tem no bolso dólares, reais, bitcoins, ou dirhams marroquinos. Qualquer moeda do planeta pode ser usada para qualquer transação.
Nesse momento, o rei do pedaço vira o Bitcoin, moeda "nativa" da internet e que se adapta melhor a ela do que qualquer dinheiro emitido em papel.
[...]
Isso parece ficção científica, mas anote essas palavras: você ainda vai usar uma moeda virtual.
(http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ronaldolemos)
I. Apesar de a Apple não declarar nada oficialmente sobre a relação entre Bitcoin e ApplePay, uma série de pistas indica que a empresa está de olho nesse campo.
II. Uma dessas é que a companhia eliminou, em junho último, sua proibição para aplicativos que envolvessem unidades monetárias virtuais, que eram banidos até então.
III. O elemento mais importante, no entanto, é que, graças ao poder econômico e simbólico da Apple, o lançamento do Apple Pay fará com que a infraestrutura necessária para aceitar pagamentos por meio do celular se espalhe pelo mundo.
Assinale a alternativa correta.
Você ainda vai usar uma moeda virtual
Quando a Apple lançou sua nova geração de iPhones, há algumas semanas, muita gente ficou desapontada. A empresa que era líder isolada em inovação dessa vez pareceu estar a reboque. A grande novidade em hardware foi o tamanho dos aparelhos, que cresceram.
Mesmo isso foi "cópia" do que os concorrentes já vinham fazendo. Mas quem olhar com cuidado vai ver que verdadeira novidade estava no software, com o lançamento do Apple Pay, uma entrada de cabeça da empresa no mercado de pagamentos virtuais.
O Apple Pay foi lido como um passo da empresa para se aproximar dos bancos e das empresas de cartão de crédito para resolver um problema que ambos não foram capazes de resolver sozinhos: massificar os celulares como meio de pagamento, transformando-o no novo "cartão de crédito" do futuro.
No entanto, a leitura mais interessante não apareceu em muitos lugares. O Apple Pay é também uma porta de entrada para as chamadas "moedas virtuais", especialmente para o Bitcoin.
Para quem ainda não está familiarizado, o Bitcoin é uma moeda cujo banco central é a própria internet. Ela é gerada por um complexo conjunto de regras definidas por software e está se tornando hoje um ativo cada vez mais importante.
Apesar de a Apple não declarar nada oficialmente sobre a relação entre Bitcoin e ApplePay, uma série de pistas indica que a empresa está de olho nesse campo. Uma dessas é que a companhia eliminou, em junho último, sua proibição para aplicativos que envolvessem unidades monetárias virtuais, que eram banidos até então.
Outra é que o Apple Pay vai ser aberto para o desenvolvimento por terceiros. Em outras palavras, aplicativos que estão experimentando com o uso do Bitcoin (como o Stripe e o PayPal) poderão ser integrados ao sistema Apple Pay.
O elemento mais importante, no entanto, é que, graças ao poder econômico e simbólico da Apple, o lançamento do Apple Pay fará com que a infraestrutura necessária para aceitar pagamentos por meio do celular se espalhe pelo mundo.
Cada vez mais lojas vão aceitar o "smartphone" como meio de pagamento. Uma vez que isso aconteça, Inês é morta. Não importará se você tem no bolso dólares, reais, bitcoins, ou dirhams marroquinos. Qualquer moeda do planeta pode ser usada para qualquer transação.
Nesse momento, o rei do pedaço vira o Bitcoin, moeda "nativa" da internet e que se adapta melhor a ela do que qualquer dinheiro emitido em papel.
[...]
Isso parece ficção científica, mas anote essas palavras: você ainda vai usar uma moeda virtual.
(http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ronaldolemos)
Você ainda vai usar uma moeda virtual
Quando a Apple lançou sua nova geração de iPhones, há algumas semanas, muita gente ficou desapontada. A empresa que era líder isolada em inovação dessa vez pareceu estar a reboque. A grande novidade em hardware foi o tamanho dos aparelhos, que cresceram.
Mesmo isso foi "cópia" do que os concorrentes já vinham fazendo. Mas quem olhar com cuidado vai ver que verdadeira novidade estava no software, com o lançamento do Apple Pay, uma entrada de cabeça da empresa no mercado de pagamentos virtuais.
O Apple Pay foi lido como um passo da empresa para se aproximar dos bancos e das empresas de cartão de crédito para resolver um problema que ambos não foram capazes de resolver sozinhos: massificar os celulares como meio de pagamento, transformando-o no novo "cartão de crédito" do futuro.
No entanto, a leitura mais interessante não apareceu em muitos lugares. O Apple Pay é também uma porta de entrada para as chamadas "moedas virtuais", especialmente para o Bitcoin.
Para quem ainda não está familiarizado, o Bitcoin é uma moeda cujo banco central é a própria internet. Ela é gerada por um complexo conjunto de regras definidas por software e está se tornando hoje um ativo cada vez mais importante.
Apesar de a Apple não declarar nada oficialmente sobre a relação entre Bitcoin e ApplePay, uma série de pistas indica que a empresa está de olho nesse campo. Uma dessas é que a companhia eliminou, em junho último, sua proibição para aplicativos que envolvessem unidades monetárias virtuais, que eram banidos até então.
Outra é que o Apple Pay vai ser aberto para o desenvolvimento por terceiros. Em outras palavras, aplicativos que estão experimentando com o uso do Bitcoin (como o Stripe e o PayPal) poderão ser integrados ao sistema Apple Pay.
O elemento mais importante, no entanto, é que, graças ao poder econômico e simbólico da Apple, o lançamento do Apple Pay fará com que a infraestrutura necessária para aceitar pagamentos por meio do celular se espalhe pelo mundo.
Cada vez mais lojas vão aceitar o "smartphone" como meio de pagamento. Uma vez que isso aconteça, Inês é morta. Não importará se você tem no bolso dólares, reais, bitcoins, ou dirhams marroquinos. Qualquer moeda do planeta pode ser usada para qualquer transação.
Nesse momento, o rei do pedaço vira o Bitcoin, moeda "nativa" da internet e que se adapta melhor a ela do que qualquer dinheiro emitido em papel.
[...]
Isso parece ficção científica, mas anote essas palavras: você ainda vai usar uma moeda virtual.
(http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ronaldolemos)
I. Na hipótese de negativa de acesso a informações, o requerente pode interpor recurso em 1ª instância, à autoridade hierarquicamente superior àquela que emitiu a decisão, no prazo de 10 (dez) dias a contar da sua ciência. A autoridade deve apreciar o recurso no prazo de 5 (cinco) dias, contado da sua apresentação, conforme o disposto no decreto que regulamenta a Lei de Acesso à Informação.
II. Para os pedidos respondidos pelos órgãos subordinados à Presidência, na hipótese de negativa de acesso à informação, o requerente deve interpor recurso em 1ª instância, à Autoridade da Dataprev responsável pela implementação das medidas necessárias ao cumprimento da Lei de Acesso à Informação.
III. Desprovido o recurso em 1ª instância, pode o requerente apresentar recurso em 2ª instância, à autoridade máxima da Dataprev (Presidente) no prazo de 10 (dez) dias a contar da sua ciência. A autoridade máxima deve se manifestar em 5 (cinco) dias, contados do recebimento do recurso, conforme o disposto no decreto que regulamenta a Lei de Acesso à Informação.
Tomando por base o item 5.7 da N/PO/009/00 (Processo de Transparência Passiva da Lei de Informação), que dispõe sobre os “Recursos contra as negativas de acesso":
Aponte a alternativa que foge ao escopo do referido manual.
Período I:
O projeto está parado há dois anos no Congresso e tem como um dos principais pontos de impasse o artigo que trata da neutralidade de rede.
Veja, agora, a mudança de tempo verbal:
Período II:
O projeto estava parado havia dois anos no Congresso e tinha como um dos principais pontos de impasse o artigo que tratava da neutralidade de rede.
Sobre as duas maneiras de organizar o período, registradas acima, analise as afirmações.
I. No período I, a forma verbal “ha” deveria aparecer no plural.
II. No período II, a forma verbal “havia" deveria aparecer no plural.
III. Em ambos os períodos, houve desrespeito às normas de concordância verbal em mais de uma passagem.
Está correto o que se afirma em:
O negociador pode utilizar-se de diversos estilos para conseguir atingir seus objetivos. Quando o negociador dá ênfase em informações, dados, detalhes, perfeição, preocupação com o micro, segurança e garantia, ele demonstra estar utilizando o estilo:
Aponte em qual alternativa ele se acha inserido.
I. Os principais objetivos da Arquitetura da Informação são a identificação e organização das necessidades de informação de uma instituição. Para isso, dentre outros, são construídos os mapas informacionais.
II. A Arquitetura da Informação refere-se ao processo de modelagem de dados e construção da estrutura de banco de dados e sua publicação em um website.
III. A Arquitetura da Informação deve criar as estruturas
Está correto o que se afirma em:
I. O objeto da Diplomática é a configuração interna do documento.
II. A espécie documental configurada de acordo com a atividade que a gerou, é o objeto da Diplomática e da Tipologia Documental.
III. A Tipologia pode ser chamada de Diplomática Arquivística ou Diplomática Contemporânea.
Está correto o que se afirma em: