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Q3525129 Pedagogia
Estudando sobre gestão democrática, o professor João se deu conta de que a escola em que leciona não tem Conselho Escolar (CE). Interessado em contribuir para a intensificação do caráter democrático da escola, ele consultou o documento do MEC intitulado Conselhos escolares: democratização da escola e construção da cidadania (Brasil, 2004). Acabou desistindo de atuar na criação do Conselho Escolar, entendendo que esse papel não cabe a um professor. Tendo em vista o que diz o referido documento, o entendimento de João está
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Q3525125 Legislação Estadual
Dalila, professora de inglês da rede estadual de São Paulo, é uma pessoa transexual em fase de transição. No início do ano letivo, ela solicitou uma atualização do seu cadastro na secretaria da escola, indicando o prenome pelo qual agora se identifica. A comunidade escolar prontamente passou a se referir a Dalila pelo prenome indicado. No entanto, um professor e um aluno têm se recusado a adotar a escolha de tratamento nominal feita por Dalila, chamando-a pelo prenome masculino pelo qual a conheciam antes. Considerando o que estabelece o § 1° do artigo 2° do Decreto Estadual n° 55.588/2010 sobre o tratamento nominal de pessoas transexuais, é correto afirmar que
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Q3525124 Pedagogia
O artigo 2° da Resolução CNE/CP n° 1/2004 apresenta a meta das diretrizes curriculares nacionais para a educação das relações étnico-raciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira e africana, nos seguintes termos: “promover a educação de cidadãos __________  no seio da sociedade multicultural e pluriétnica do Brasil, buscando relações étnico-sociais positivas, rumo à construção de nação democrática”.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna, conforme o texto do documento.
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Q3525123 Legislação Federal
A Lei n° 13.445/2017 (Lei de Migração), em seu artigo 3°, estabelece princípios e diretrizes para a política migratória brasileira. A esse respeito, o inciso X do referido artigo prevê expressamente a inclusão social, laboral e produtiva do migrante por meio
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Q3525117 Filosofia
Kant discute a relação entre a razão especulativa e as ilusões transcendentes na seguinte passagem da Crítica da razão pura: “Um procedimento desta espécie, que consiste em submeter ao exame os fatos da razão, e, segundo o caso, à sua repreensão, pode-se designar por censura da razão. E incontestável que esta censura conduz inevitavelmente à dúvida com respeito a todo o uso transcendental dos princípios. (…) O primeiro passo nas coisas da razão pura (…) é dogmático. O segundo passo (…) é cético e testemunha a prudência do juízo avisado pela experiência. Mas é ainda necessário um terceiro passo, (…) o qual tem por fundamento máximas sólidas e de provada universalidade; consiste em submeter a exame não os fatos da razão, mas a própria razão no que respeita a todo o poder e capacidade de conhecimento puro a priori; já não se trata aqui da censura, mas da crítica da razão”.
A passagem da “censura” para a “crítica”, mencionada no excerto, implica
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Q3525116 Filosofia
Em Filosofando: introdução à filosofia, Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins dizem: “Os filósofos do Círculo de Viena pertencem ao movimento filosófico do positivismo lógico (…), segundo o qual o saber científico deve ser expurgado de conceitos vazios e dos falsos problemas metafísicos, submetendo-se ao critério da verificabilidade”.
O critério mencionado no excerto, no contexto apresentado por Aranha e Martins, estabelece que o saber é científico
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Q3525115 Filosofia
No texto “John Locke e o individualismo liberal”, Leonel Itaussu Almeida Mello apresenta um conceito fundamental para a compreensão do contratualismo lockeano. Diz ele: “Em Locke, o contrato social é um pacto de consentimento em que os homens concordam livremente em formar a sociedade civil para preservar e consolidar ainda mais os direitos que possuíam originalmente no estado de natureza. No estado civil os direitos naturais inalienáveis do ser humano à vida, à liberdade e aos bens estão melhor protegidos sob o amparo da lei, do árbitro e da força comum de um corpo político unitário”.
À luz da teoria contratualista mencionada, a noção de “pacto de consentimento” é
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Q3525114 Filosofia
Aristóteles aborda uma das relações entre ética e política, no livro Ética a Nicômaco, da seguinte forma: “A resposta à pergunta que estamos fazendo é também evidente pela definição da felicidade, por quando dissemos que ela é uma atividade virtuosa da alma, de certa espécie. (…) o objetivo da vida política é o melhor dos fins, e essa ciência dedica o melhor de seus esforços a fazer com que os cidadãos sejam bons e capazes de nobres ações”.
No excerto, o Estado, detentor da vida política, possui o papel de
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Q3525113 Filosofia
Na Crítica da razão pura, Kant apresenta sua crítica ao empirismo de Hume. Diz o filósofo: “Hume concluiu pois, falsamente, da contingência da nossa ação de determinar segundo a lei, a contingência da própria lei e confundiu a passagem do conceito de uma coisa à experiência possível (…) com a síntese dos objetos da experiência real que, na verdade, é sempre empírica”.
A crítica kantiana mencionada está pautada em sua concepção de causalidade como
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Q3525112 Filosofia
“No processo de legitimação do pacto social, o fundamental é a condição de igualdade das partes contratantes. As cláusulas do contrato, quando bem compreendidas, reduzem-se a uma só”, explica Milton Meira do Nascimento no texto “Rousseau: da servidão à liberdade”. E completa com um trecho do próprio Rousseau: “a alienação total de cada associado, com todos os seus direitos, à comunidade toda, porque, em primeiro lugar, cada um dando-se completamente, a condição é igual para todos e, sendo a condição igual para todos, ninguém se interessa por tornar onerosa para os demais”.
De acordo com Rousseau, a falta da “alienação total” implica
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Q3525111 Filosofia
No livro Ética prática, Peter Singer aborda os desafios éticos contemporâneos que surgem da relação do ser humano com o meio ambiente. Ele destaca que: “(…) uma ética antropocêntrica pode constituir a base de argumentos fortes em favor daquilo a que podemos chamar ‘valores ambientais’. Uma tal ética não implica que o crescimento econômico seja mais importante que a preservação do meio natural; pelo contrário, é perfeitamente compatível com uma ética antropocêntrica encarar o crescimento econômico baseado na exploração de recursos insubstituíveis como algo que traz ganhos à geração presente e possivelmente a mais uma ou duas gerações seguintes, mas a um preço que será pago por todas as gerações do futuro”.
No trecho, o autor destaca a insuficiência a longo prazo do modelo ético mencionado. Esse modelo tem suas raízes herdadas
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Q3525110 Filosofia
Em seu interesse por definir em que consiste a reflexão filosófica, Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins, em sua obra Filosofando: introdução à filosofia, examinam a proposta do filósofo Demerval Saviani, que conceitua filosofia com uma “reflexão radical, rigorosa e de conjunto sobre os problemas apresentados pela realidade”.
Ao compartilhar com Saviani o atributo “radical”, Aranha e Martins concebem a reflexão filosófica como algo
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Q3525109 Filosofia
No artigo “Elementos da cultura digital para o ensino de filosofia no Ensino Médio: o que dizem as pesquisas?”, Madalena da Silva, Joel Cezar Bonin e Ramón Garrote concluem sobre o “novo” ambiente escolar: “Observou- -se, com base nas pesquisas, que os recursos digitais são potencializados para engajar os estudantes do Ensino Médio e promover reflexão crítica na disciplina de Filosofia”.
Segundo os autores, a função do docente no “novo” ambiente escolar é
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Q3525108 Filosofia
Alberto Cupani discute a concepção de Filosofia da Tecnologia de Mario Bunge no artigo “A tecnologia como problema filosófico: três enfoques”. Cupani destaca a influência iluminista no entendimento de Bunge de modo que, para este autor: “(…) a tecnologia pode ser vista como a concretização da ação plenamente racional. E quanto mais racionais forem o pensamento e a ação humanos, melhor poderá ser, em princípio, a sua vida – sustenta Bunge (…). Essa convicção explica que ele possa classificar como tecnologias atividades tais como a medicina, a administração ou a pedagogia, (…) o otimismo bungeano chega a supor possível uma ‘engenharia social’”.
A expressão “engenharia social”, resultante da visão otimista de Bunge, apresentada por Cupani, diz respeito ao entendimento segundo o qual
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Q3525107 Filosofia
Juvenal Savian Filho caracteriza o raciocínio indutivo a partir do seguinte exemplo, em seu livro Argumentação: a ferramenta do filosofar: “O remédio x fez Pedro melhorar do estômago. O mesmo remédio fez Ana melhorar do estômago. O mesmo remédio fez Carlos melhorar do estômago. O mesmo remédio fez duas mil pessoas melhorar do estômago. Então, conclui-se que o remédio x faz bem para o estômago”.
David Hume, na obra Investigações sobre o Entendimento Humano, discute uma limitação fundamental desse tipo de raciocínio, que se refere à
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Q3525106 Filosofia
“A felicidade é, portanto, algo absoluto e autossuficiente, sendo também a finalidade da ação”, diz Aristóteles em sua obra Ética a Nicômaco. Com tal afirmação, o filósofo grego apresenta em sua ética uma característica presente em todo o seu pensamento filosófico.
A característica do pensamento filosófico aristotélico ilustrada no texto é
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Q3525105 Filosofia
Ao abordarem a filosofia desenvolvida nos séculos XIX e XX, Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins, no livro Filosofando: introdução à filosofia, explicam um dos acontecimentos importantes desse período: “Chama-se ‘virada linguística’ (…) a revolução que representou o novo paradigma filosófico da epistemologia. A filosofia analítica privilegia a análise conceitual, utilizando os novos recursos da linguística à sua disposição e os da lógica simbólica, que permitem o estudo lógico das sentenças. (…) Abandona as noções do ‘sujeito que conhece’ para se limitar à investigação da linguagem”.
O primeiro Wittgenstein contribui com essa virada ao defender que
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Q3525104 Filosofia
Na Crítica da razão pura, Kant explica a criticidade presente em sua filosofia: “Em todos os seus empreendimentos deve a razão submeter-se à crítica e não pode fazer qualquer ataque à liberdade desta, sem se prejudicar a si mesma e atrair sobre si uma suspeita desfavorável. Nada há de tão importante, com respeito à utilidade, nem nada de tão sagrado que possa furtar-se a esta investigação aprofundada que não faz exceção para ninguém”.
A criticidade da filosofia kantiana se fundamenta no método que
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Q3525103 Filosofia
A análise que Andrew Feenberg desenvolve sobre a tecnologia é uma das abordagens discutidas no artigo “A tecnologia como problema filosófico: três enfoques”, de Alberto Cupani. Apesar da crítica à reificação social que a tecnologia tem promovido, Cupani destaca uma postura de esperança de Feenberg: “Essa esperança do autor fundamenta-se no fato de que a hegemonia do ‘código técnico’ do capitalismo não pode impedir que haja iniciativas contrárias”.
A esperança de Feenberg está pautada no que ele denomina “margens de manobra”, que consiste na
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Q3525102 Filosofia
Um dos filósofos estudados no livro Filosofando: introdução à filosofia, de Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins, é Francis Bacon. Dizem elas: “É conhecido como severo crítico da filosofia medieval, por considerá-la desinteressada e contemplativa, uma vez que, de acordo com o espírito da nova ciência moderna, Bacon aspirava a um saber instrumental que possibilitasse o controle da natureza. (…) Bacon inicia seu trabalho pela denúncia dos preconceitos e das noções falsas que dificultam a apreensão da realidade, aos quais chama de ídolos”.
A crítica do filósofo aos ídolos corresponde à crítica 
Alternativas
Respostas
2981: D
2982: E
2983: C
2984: A
2985: A
2986: C
2987: A
2988: D
2989: B
2990: A
2991: C
2992: E
2993: D
2994: B
2995: D
2996: C
2997: A
2998: E
2999: D
3000: B