Questões de Concurso
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
Inaugurada no Theatro Municipal de São Paulo, em 13 de fevereiro de 1922, a Semana de Arte Moderna chega a seu centenário num momento em que a cultura e valores estimados pelos modernistas, como a diversidade, a liberdade e a educação, são alvos frequentes de ataques retrógrados.
A semana foi organizada por um grupo de artistas e escritores que vinha se articulando em torno de ideias e planos de renovação do ambiente artístico e cultural. A São Paulo na qual viviam era uma cidade emergente, que experimentava uma notável aceleração de sua economia sob o impulso da abundante riqueza do café.
Prefigurava-se naqueles tempos a formação de uma metrópole industrial que estaria destinada, na visão de sua elite, e, também, dos jovens modernistas, a exercer um papel modernizante na esfera nacional, não apenas como polo econômico, mas também cultural.
Comemorava-se em 1922 o centenário da Independência, e o festival modernista que reuniu nomes como Anita Malfatti, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Heitor Villa-Lobos e Di Cavalcanti era uma oportunidade de lançar da capital paulista uma plataforma para o futuro.
Há, naturalmente, muitos aspectos a questionar no movimento modernista de São Paulo, desde episódios das biografias de seus participantes a temas polêmicos ligados à sua atuação pública. Não há dúvida, contudo, de que a aventura modernista tinha, em suas sementes, um projeto de país progressista. Neste projeto, a diversidade racial, a potência da natureza e a extraordinária riqueza cultural se congregavam de maneira estimulante.
(Lições de 22. Folha de São Paulo, 13.02.2022. Adaptado).
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Inaugurada no Theatro Municipal de São Paulo, em 13 de fevereiro de 1922, a Semana de Arte Moderna chega a seu centenário num momento em que a cultura e valores estimados pelos modernistas, como a diversidade, a liberdade e a educação, são alvos frequentes de ataques retrógrados.
A semana foi organizada por um grupo de artistas e escritores que vinha se articulando em torno de ideias e planos de renovação do ambiente artístico e cultural. A São Paulo na qual viviam era uma cidade emergente, que experimentava uma notável aceleração de sua economia sob o impulso da abundante riqueza do café.
Prefigurava-se naqueles tempos a formação de uma metrópole industrial que estaria destinada, na visão de sua elite, e, também, dos jovens modernistas, a exercer um papel modernizante na esfera nacional, não apenas como polo econômico, mas também cultural.
Comemorava-se em 1922 o centenário da Independência, e o festival modernista que reuniu nomes como Anita Malfatti, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Heitor Villa-Lobos e Di Cavalcanti era uma oportunidade de lançar da capital paulista uma plataforma para o futuro.
Há, naturalmente, muitos aspectos a questionar no movimento modernista de São Paulo, desde episódios das biografias de seus participantes a temas polêmicos ligados à sua atuação pública. Não há dúvida, contudo, de que a aventura modernista tinha, em suas sementes, um projeto de país progressista. Neste projeto, a diversidade racial, a potência da natureza e a extraordinária riqueza cultural se congregavam de maneira estimulante.
(Lições de 22. Folha de São Paulo, 13.02.2022. Adaptado).
( ) A igualdade da assistência à saúde, sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie é um princípio a ser seguido.
( ) A utilização da epidemiologia para o estabelecimento de prioridades visa a alocação centralizada de recursos, gerindo um sistema centralizado.
( ) Deve ocorrer a divulgação de informações quanto ao potencial dos serviços de saúde e a sua utilização pelo usuário.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
I. O banco de horas possui vigência anual, sendo que o saldo positivo ou negativo de horas no banco, caso não seja, respectivamente, gozado ou normalizado até o último dia do ano, deverá ser feito dentro de 6 (seis) meses a contar do início do ano subsequente, caso contrário importará em pagamento em pecúnia com o respectivo adicional ou em desconto salarial.
II. Na hipótese de desligamento do servidor ocupante de cargo efetivo, as horas não compensadas serão pagas na forma desta Lei Complementar.
III. As unidades que realizam serviços essenciais e que não podem sofrer interrupção por interesse público, deverão prever antecipadamente o número necessário de horas, para fins de composição do banco de horas dos seus servidores.
IV. O banco de horas também poderá ser utilizado para a compensação de eventual ponte em feriado, ponto facultativo e revezamentos de final de ano.
É correto o que se afirma em
Leia o texto abaixo para responder à questão.
A aproximação das comemorações do bicentenário da Independência tem despertado em alguns historiadores o desejo de promover um certo resgate da reputação da família real, e que foi satirizada em filmes e séries televisivas. Fundada em 1810 por Dom João 6º, a Biblioteca Nacional menciona esse objetivo em seu caderno de projetos para o bicentenário. O documento busca valorizar “personagens que se tornaram chacotas para o público em geral, através da TV e do cinema, quando a historiografia é capaz de trazer conteúdo objetivo e sério sobre a família que reinou no Brasil”.
“É preciso apresentar a dimensão familiar da monarquia, da forma como se constituiu o poder no Brasil, e como questões centrais como autoridade, bem comum, religiosidade, sacrifício, vícios, doações e abusos vinham à tona”, diz a instituição. Em maio deste ano, a biblioteca promoveu uma exposição virtual sobre dona Maria, mãe de dom João 6º, em que o adjetivo “a louca” foi deixado de lado. Em seu lugar, privilegiou-se o título formal da soberana, dona Maria 1ª.
“É importante dignificar os fundadores da nação e superar um cacoete de negação que é muito forte”, diz Luiz Ramires Jr, coordenador-geral do centro de pesquisa e editoração da Biblioteca Nacional. Para ele, usar a sátira é algo que pode levar o tema ao conhecimento de mais pessoas, mas com riscos no processo. “À medida que você faz chacota dessas figuras centrais, isso decanta, sobretudo, em livros didáticos”.
Como afirma a historiadora Mary del Priore, “dona Maria foi uma mulher responsável pela criação de academias, assinatura de diversos tratados de comércio e diplomáticos. Muitos a adoravam, tanto que quando a família real vem para o Brasil, ela recebe cartas pedindo que volte para Portugal”. Nascida em 1734, ela tornou-se rainha em 1777. Para seus contemporâneos, era conhecida como “a piedosa”, pelo fervor religioso, que a fez isolar da corte o Marquês de Pombal, adepto do Iluminismo português. A instabilidade mental começou na segunda década de reinado, acentuando-se após uma sucessão de perdas na família, especialmente a do primogênito, Dom José, em 1788, aos 27 anos.
O adjetivo “louca”, segundo a historiadora, é uma construção do movimento republicano português, em fins do século 19, em uma estratégia de deslegitimar a monarquia. Um dos maiores responsáveis por cunhar o termo à soberana foi o influente poeta modernista português Guerra Junqueira (1850-1923). Em seu poema “Pátria”, de 1896, o poeta descreve a rainha num estado de loucura, fúria e delírio. A república portuguesa acabaria sendo proclamada em 1910.
(Uma outra história. Folha de São Paulo, 31.10.2021.
Adaptado).
Leia o texto abaixo para responder à questão.
A aproximação das comemorações do bicentenário da Independência tem despertado em alguns historiadores o desejo de promover um certo resgate da reputação da família real, e que foi satirizada em filmes e séries televisivas. Fundada em 1810 por Dom João 6º, a Biblioteca Nacional menciona esse objetivo em seu caderno de projetos para o bicentenário. O documento busca valorizar “personagens que se tornaram chacotas para o público em geral, através da TV e do cinema, quando a historiografia é capaz de trazer conteúdo objetivo e sério sobre a família que reinou no Brasil”.
“É preciso apresentar a dimensão familiar da monarquia, da forma como se constituiu o poder no Brasil, e como questões centrais como autoridade, bem comum, religiosidade, sacrifício, vícios, doações e abusos vinham à tona”, diz a instituição. Em maio deste ano, a biblioteca promoveu uma exposição virtual sobre dona Maria, mãe de dom João 6º, em que o adjetivo “a louca” foi deixado de lado. Em seu lugar, privilegiou-se o título formal da soberana, dona Maria 1ª.
“É importante dignificar os fundadores da nação e superar um cacoete de negação que é muito forte”, diz Luiz Ramires Jr, coordenador-geral do centro de pesquisa e editoração da Biblioteca Nacional. Para ele, usar a sátira é algo que pode levar o tema ao conhecimento de mais pessoas, mas com riscos no processo. “À medida que você faz chacota dessas figuras centrais, isso decanta, sobretudo, em livros didáticos”.
Como afirma a historiadora Mary del Priore, “dona Maria foi uma mulher responsável pela criação de academias, assinatura de diversos tratados de comércio e diplomáticos. Muitos a adoravam, tanto que quando a família real vem para o Brasil, ela recebe cartas pedindo que volte para Portugal”. Nascida em 1734, ela tornou-se rainha em 1777. Para seus contemporâneos, era conhecida como “a piedosa”, pelo fervor religioso, que a fez isolar da corte o Marquês de Pombal, adepto do Iluminismo português. A instabilidade mental começou na segunda década de reinado, acentuando-se após uma sucessão de perdas na família, especialmente a do primogênito, Dom José, em 1788, aos 27 anos.
O adjetivo “louca”, segundo a historiadora, é uma construção do movimento republicano português, em fins do século 19, em uma estratégia de deslegitimar a monarquia. Um dos maiores responsáveis por cunhar o termo à soberana foi o influente poeta modernista português Guerra Junqueira (1850-1923). Em seu poema “Pátria”, de 1896, o poeta descreve a rainha num estado de loucura, fúria e delírio. A república portuguesa acabaria sendo proclamada em 1910.
(Uma outra história. Folha de São Paulo, 31.10.2021.
Adaptado).
Leia o texto abaixo para responder à questão.
A aproximação das comemorações do bicentenário da Independência tem despertado em alguns historiadores o desejo de promover um certo resgate da reputação da família real, e que foi satirizada em filmes e séries televisivas. Fundada em 1810 por Dom João 6º, a Biblioteca Nacional menciona esse objetivo em seu caderno de projetos para o bicentenário. O documento busca valorizar “personagens que se tornaram chacotas para o público em geral, através da TV e do cinema, quando a historiografia é capaz de trazer conteúdo objetivo e sério sobre a família que reinou no Brasil”.
“É preciso apresentar a dimensão familiar da monarquia, da forma como se constituiu o poder no Brasil, e como questões centrais como autoridade, bem comum, religiosidade, sacrifício, vícios, doações e abusos vinham à tona”, diz a instituição. Em maio deste ano, a biblioteca promoveu uma exposição virtual sobre dona Maria, mãe de dom João 6º, em que o adjetivo “a louca” foi deixado de lado. Em seu lugar, privilegiou-se o título formal da soberana, dona Maria 1ª.
“É importante dignificar os fundadores da nação e superar um cacoete de negação que é muito forte”, diz Luiz Ramires Jr, coordenador-geral do centro de pesquisa e editoração da Biblioteca Nacional. Para ele, usar a sátira é algo que pode levar o tema ao conhecimento de mais pessoas, mas com riscos no processo. “À medida que você faz chacota dessas figuras centrais, isso decanta, sobretudo, em livros didáticos”.
Como afirma a historiadora Mary del Priore, “dona Maria foi uma mulher responsável pela criação de academias, assinatura de diversos tratados de comércio e diplomáticos. Muitos a adoravam, tanto que quando a família real vem para o Brasil, ela recebe cartas pedindo que volte para Portugal”. Nascida em 1734, ela tornou-se rainha em 1777. Para seus contemporâneos, era conhecida como “a piedosa”, pelo fervor religioso, que a fez isolar da corte o Marquês de Pombal, adepto do Iluminismo português. A instabilidade mental começou na segunda década de reinado, acentuando-se após uma sucessão de perdas na família, especialmente a do primogênito, Dom José, em 1788, aos 27 anos.
O adjetivo “louca”, segundo a historiadora, é uma construção do movimento republicano português, em fins do século 19, em uma estratégia de deslegitimar a monarquia. Um dos maiores responsáveis por cunhar o termo à soberana foi o influente poeta modernista português Guerra Junqueira (1850-1923). Em seu poema “Pátria”, de 1896, o poeta descreve a rainha num estado de loucura, fúria e delírio. A república portuguesa acabaria sendo proclamada em 1910.
(Uma outra história. Folha de São Paulo, 31.10.2021.
Adaptado).
Analise a frase abaixo para responder à questão abaixo.
À medida que você faz chacota dessas figuras centrais, isso decanta, “sobretudo”, em livros didáticos.
É correto afirmar que o termo destacado desempenha a função de
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A aproximação das comemorações do bicentenário da Independência tem despertado em alguns historiadores o desejo de promover um certo resgate da reputação da família real, e que foi satirizada em filmes e séries televisivas. Fundada em 1810 por Dom João 6º, a Biblioteca Nacional menciona esse objetivo em seu caderno de projetos para o bicentenário. O documento busca valorizar “personagens que se tornaram chacotas para o público em geral, através da TV e do cinema, quando a historiografia é capaz de trazer conteúdo objetivo e sério sobre a família que reinou no Brasil”.
“É preciso apresentar a dimensão familiar da monarquia, da forma como se constituiu o poder no Brasil, e como questões centrais como autoridade, bem comum, religiosidade, sacrifício, vícios, doações e abusos vinham à tona”, diz a instituição. Em maio deste ano, a biblioteca promoveu uma exposição virtual sobre dona Maria, mãe de dom João 6º, em que o adjetivo “a louca” foi deixado de lado. Em seu lugar, privilegiou-se o título formal da soberana, dona Maria 1ª.
“É importante dignificar os fundadores da nação e superar um cacoete de negação que é muito forte”, diz Luiz Ramires Jr, coordenador-geral do centro de pesquisa e editoração da Biblioteca Nacional. Para ele, usar a sátira é algo que pode levar o tema ao conhecimento de mais pessoas, mas com riscos no processo. “À medida que você faz chacota dessas figuras centrais, isso decanta, sobretudo, em livros didáticos”.
Como afirma a historiadora Mary del Priore, “dona Maria foi uma mulher responsável pela criação de academias, assinatura de diversos tratados de comércio e diplomáticos. Muitos a adoravam, tanto que quando a família real vem para o Brasil, ela recebe cartas pedindo que volte para Portugal”. Nascida em 1734, ela tornou-se rainha em 1777. Para seus contemporâneos, era conhecida como “a piedosa”, pelo fervor religioso, que a fez isolar da corte o Marquês de Pombal, adepto do Iluminismo português. A instabilidade mental começou na segunda década de reinado, acentuando-se após uma sucessão de perdas na família, especialmente a do primogênito, Dom José, em 1788, aos 27 anos.
O adjetivo “louca”, segundo a historiadora, é uma construção do movimento republicano português, em fins do século 19, em uma estratégia de deslegitimar a monarquia. Um dos maiores responsáveis por cunhar o termo à soberana foi o influente poeta modernista português Guerra Junqueira (1850-1923). Em seu poema “Pátria”, de 1896, o poeta descreve a rainha num estado de loucura, fúria e delírio. A república portuguesa acabaria sendo proclamada em 1910.
(Uma outra história. Folha de São Paulo, 31.10.2021.
Adaptado).
Leia o texto abaixo para responder à questão.
A aproximação das comemorações do bicentenário da Independência tem despertado em alguns historiadores o desejo de promover um certo resgate da reputação da família real, e que foi satirizada em filmes e séries televisivas. Fundada em 1810 por Dom João 6º, a Biblioteca Nacional menciona esse objetivo em seu caderno de projetos para o bicentenário. O documento busca valorizar “personagens que se tornaram chacotas para o público em geral, através da TV e do cinema, quando a historiografia é capaz de trazer conteúdo objetivo e sério sobre a família que reinou no Brasil”.
“É preciso apresentar a dimensão familiar da monarquia, da forma como se constituiu o poder no Brasil, e como questões centrais como autoridade, bem comum, religiosidade, sacrifício, vícios, doações e abusos vinham à tona”, diz a instituição. Em maio deste ano, a biblioteca promoveu uma exposição virtual sobre dona Maria, mãe de dom João 6º, em que o adjetivo “a louca” foi deixado de lado. Em seu lugar, privilegiou-se o título formal da soberana, dona Maria 1ª.
“É importante dignificar os fundadores da nação e superar um cacoete de negação que é muito forte”, diz Luiz Ramires Jr, coordenador-geral do centro de pesquisa e editoração da Biblioteca Nacional. Para ele, usar a sátira é algo que pode levar o tema ao conhecimento de mais pessoas, mas com riscos no processo. “À medida que você faz chacota dessas figuras centrais, isso decanta, sobretudo, em livros didáticos”.
Como afirma a historiadora Mary del Priore, “dona Maria foi uma mulher responsável pela criação de academias, assinatura de diversos tratados de comércio e diplomáticos. Muitos a adoravam, tanto que quando a família real vem para o Brasil, ela recebe cartas pedindo que volte para Portugal”. Nascida em 1734, ela tornou-se rainha em 1777. Para seus contemporâneos, era conhecida como “a piedosa”, pelo fervor religioso, que a fez isolar da corte o Marquês de Pombal, adepto do Iluminismo português. A instabilidade mental começou na segunda década de reinado, acentuando-se após uma sucessão de perdas na família, especialmente a do primogênito, Dom José, em 1788, aos 27 anos.
O adjetivo “louca”, segundo a historiadora, é uma construção do movimento republicano português, em fins do século 19, em uma estratégia de deslegitimar a monarquia. Um dos maiores responsáveis por cunhar o termo à soberana foi o influente poeta modernista português Guerra Junqueira (1850-1923). Em seu poema “Pátria”, de 1896, o poeta descreve a rainha num estado de loucura, fúria e delírio. A república portuguesa acabaria sendo proclamada em 1910.
(Uma outra história. Folha de São Paulo, 31.10.2021.
Adaptado).
É o hormônio que tem sido associado ao aumento da permeabilidade da microcirculação, alterando os índices e padrões de produção do colágeno gengival, aumentando o metabolismo do folato e alterando a resposta imune. O trecho refere-se ao(à)
Assinale a alternativa que descreve corretamente o procedimento sepultamento radicular.
Das deformidades mucogengivais e condições do rebordo edêntulo que predispõe a doença periodontal, são condições ligadas ao excesso de gengiva, EXCETO,
A periodontite agressiva difere da forma crônica, principalmente, pela
I. rápida velocidade de progressão da doença observada em um indivíduo saudável.
II. presença de grandes acúmulos de placa e cálculo.
III. presença de uma história familiar de doença agressiva que sugere um traço genético.
É correto o que se afirma em
A notação dentária 22 é referente ao elemento incisivo lateral