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No que se refere ao Estatuto da Criança e do Adolescente, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Considera-se criança a pessoa até treze anos de idade.
II – A criança e o adolescente gozam de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana.
III – Considera-se adolescente a pessoa entre treze e dezoito anos de idade.
Ainda no que se refere sobre a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Educação infantil gratuita às crianças de até 5 (cinco) anos de idade.
II – Acesso público e gratuito aos ensinos fundamental e médio para todos os que não os concluíram na idade própria.
III – educação básica obrigatória e gratuita dos 4 (quatro) aos 17 (dezessete) anos de idade.
De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação nacional, o ensino será ministrado com base nos seguintes princípios, EXCETO:
Em se tratando de desmaio de crianças em creches, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Não se deve afrouxar as roupas das crianças.
II – Deve-se manter a tranquilidade e afastar os curiosos.
III – Deve-se colocar a criança deitada de costas no chão, com as pernas mais elevadas do que o corpo.
No que se refere às fraturas de crianças em creches, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Se a fratura não estiver visível, a única maneira de ter certeza é através da radiografia.
II – É indicado inicialmente colocar gelo no local, observar o inchaço e verificar se há hematoma.
III – Se o inchaço persistir e houver muitos hematomas, é provável que tenha ocorrido algum tipo de comprometimento ósseo.
No que se refere aos acidentes com queimaduras em crianças, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Queimaduras por líquido quente são bastante comuns em crianças.
II – Se a queimadura for leve, recomenda-se colocar a parte do corpo queimada debaixo de água corrente por 15 minutos.
III – Se a queimadura for muito grave e a criança não estiver respirando, recomenda-se fazer respiração boca a boca e chamar o resgate imediatamente.
No que se refere aos métodos de higiene das creches, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Os funcionários da cozinha devem utilizar luvas e toucas.
II – A lavanderia da creche não deve receber luz natural.
III – Alimentos perecíveis e não perecíveis podem ser guardados no mesmo local.
No que se refere aos cuidados com as crianças em creches, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – A limpeza é desnecessária para evitar a contaminação.
II – Os funcionários das creches não devem utilizar sabonetes líquidos para lavar suas mãos.
III – O refeitório é um espaço também destinado à socialização.
Ainda no que se refere à rotina de uma creche, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – O conjunto de ações simultâneas, que envolvem crianças e adultos deve ser flexível.
II – Os acontecimentos diários são únicos e, por essa razão, é preciso ter consciência das múltiplas dialéticas, com o cuidado de não reduzir o cotidiano ao rotineiro, repetitivo e a-histórico.
III – Uma característica básica do currículo é a interdisciplinaridade, ou seja, tudo deve estar inter-relacionado.
No que se refere ao cotidiano da creche, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – A creche é um equipamento de assistência e de educação, onde a criança é prioridade absoluta.
II – A educação se dá pelo relacionamento com outras crianças e adultos, fazendo desse cotidiano uma proposta educativa.
III – O cotidiano de uma creche deve ser robotizado para um melhor aproveitamento das crianças.
No que se refere aos adjetivos pátrios, assinale a alternativa INCORRETA:
TEXTO
As línguas vivas foram influenciadas pela
migração do campo para a cidade. Idiomas
falados em determinadas regiões rurais e por
apenas alguns milhares de pessoas, corriam
perigo quando estas se mudavam para zonas
urbanas. Tais línguas regionais também sofriam
quando a cultura citadina, através dos novos
meios de comunicação, chegava ao campo. Da
mesma forma, estavam em risco se a invasão de
algum idioma mais popular – o inglês ou o russo,
por exemplo – oferecesse mais esperança de
emprego, melhor educação ou acesso a
entretenimento. Fora da Europa, centenas de
línguas nativas vivas e vigorosas em 1900
passaram a ser faladas por apenas alguns
milhares de pessoas. Quando um idioma sofria
tal decadência, a maioria dos falantes o usava
somente em parte de seu cotidiano, muitas vezes
sem explorar todos os seus recursos e suas
complexidades, pois os ouvintes de tal língua,
especialmente os jovens, não a conheciam por
completo. Das mais de 6 mil línguas do mundo,
a maioria tinha, relativamente, poucos falantes
no final do século. Elas estavam sob ameaça,
uma vez que o rádio, a televisão, os jornais e os
livros davam preferência àquelas faladas pela
maioria. O iídiche possui hoje cerca de um terço
dos falantes que tinha em 1900, quando era
usado nas regiões centrais e leste da Europa. O
íngrio e outros dois idiomas falados nas
proximidades do Mar Báltico reuniam, em 1970,
somente algumas poucas centenas de falantes
cada um. A língua dálmata, usada no litoral leste
do Mar Adriático, sumiu em 1898. O manx, que
se falava na Ilha de Man, no Mar da Irlanda, foi
extinto em 1974. Na Austrália, vários idiomas se
perderam. Um erudito estudou cinco línguas
vivas de aborígenes, da região tropical de
Queensland, e revelou com tristeza, em 1992,
que três estavam extintas, uma tinha apenas dez
falantes e a última continuava viva apenas na
mente de um falante solitário. Não eram línguas
simples, que morreram por falta de flexibilidade
e vocabulário. A maioria possuía uma gramática
complexa e um impressionante léxico de cerca
de 10 mil palavras. Entre as numerosas línguas
em risco pelo mundo, a maioria não sobreviveu.
(BLAINEY, Geoffrey. Uma Breve História do
Século XX. 2 ed. São Paulo: Fundamento, p. 287).
Na última palavra do texto, o autor utilizou o verbo “sobreviver” no seguinte tempo verbal:
TEXTO
As línguas vivas foram influenciadas pela
migração do campo para a cidade. Idiomas
falados em determinadas regiões rurais e por
apenas alguns milhares de pessoas, corriam
perigo quando estas se mudavam para zonas
urbanas. Tais línguas regionais também sofriam
quando a cultura citadina, através dos novos
meios de comunicação, chegava ao campo. Da
mesma forma, estavam em risco se a invasão de
algum idioma mais popular – o inglês ou o russo,
por exemplo – oferecesse mais esperança de
emprego, melhor educação ou acesso a
entretenimento. Fora da Europa, centenas de
línguas nativas vivas e vigorosas em 1900
passaram a ser faladas por apenas alguns
milhares de pessoas. Quando um idioma sofria
tal decadência, a maioria dos falantes o usava
somente em parte de seu cotidiano, muitas vezes
sem explorar todos os seus recursos e suas
complexidades, pois os ouvintes de tal língua,
especialmente os jovens, não a conheciam por
completo. Das mais de 6 mil línguas do mundo,
a maioria tinha, relativamente, poucos falantes
no final do século. Elas estavam sob ameaça,
uma vez que o rádio, a televisão, os jornais e os
livros davam preferência àquelas faladas pela
maioria. O iídiche possui hoje cerca de um terço
dos falantes que tinha em 1900, quando era
usado nas regiões centrais e leste da Europa. O
íngrio e outros dois idiomas falados nas
proximidades do Mar Báltico reuniam, em 1970,
somente algumas poucas centenas de falantes
cada um. A língua dálmata, usada no litoral leste
do Mar Adriático, sumiu em 1898. O manx, que
se falava na Ilha de Man, no Mar da Irlanda, foi
extinto em 1974. Na Austrália, vários idiomas se
perderam. Um erudito estudou cinco línguas
vivas de aborígenes, da região tropical de
Queensland, e revelou com tristeza, em 1992,
que três estavam extintas, uma tinha apenas dez
falantes e a última continuava viva apenas na
mente de um falante solitário. Não eram línguas
simples, que morreram por falta de flexibilidade
e vocabulário. A maioria possuía uma gramática
complexa e um impressionante léxico de cerca
de 10 mil palavras. Entre as numerosas línguas
em risco pelo mundo, a maioria não sobreviveu.
(BLAINEY, Geoffrey. Uma Breve História do
Século XX. 2 ed. São Paulo: Fundamento, p. 287).
Na parte final do texto, o autor utiliza a palavra “erudito”. Assinale a alternativa que apresenta um antônimo para referida palavra:
TEXTO
As línguas vivas foram influenciadas pela
migração do campo para a cidade. Idiomas
falados em determinadas regiões rurais e por
apenas alguns milhares de pessoas, corriam
perigo quando estas se mudavam para zonas
urbanas. Tais línguas regionais também sofriam
quando a cultura citadina, através dos novos
meios de comunicação, chegava ao campo. Da
mesma forma, estavam em risco se a invasão de
algum idioma mais popular – o inglês ou o russo,
por exemplo – oferecesse mais esperança de
emprego, melhor educação ou acesso a
entretenimento. Fora da Europa, centenas de
línguas nativas vivas e vigorosas em 1900
passaram a ser faladas por apenas alguns
milhares de pessoas. Quando um idioma sofria
tal decadência, a maioria dos falantes o usava
somente em parte de seu cotidiano, muitas vezes
sem explorar todos os seus recursos e suas
complexidades, pois os ouvintes de tal língua,
especialmente os jovens, não a conheciam por
completo. Das mais de 6 mil línguas do mundo,
a maioria tinha, relativamente, poucos falantes
no final do século. Elas estavam sob ameaça,
uma vez que o rádio, a televisão, os jornais e os
livros davam preferência àquelas faladas pela
maioria. O iídiche possui hoje cerca de um terço
dos falantes que tinha em 1900, quando era
usado nas regiões centrais e leste da Europa. O
íngrio e outros dois idiomas falados nas
proximidades do Mar Báltico reuniam, em 1970,
somente algumas poucas centenas de falantes
cada um. A língua dálmata, usada no litoral leste
do Mar Adriático, sumiu em 1898. O manx, que
se falava na Ilha de Man, no Mar da Irlanda, foi
extinto em 1974. Na Austrália, vários idiomas se
perderam. Um erudito estudou cinco línguas
vivas de aborígenes, da região tropical de
Queensland, e revelou com tristeza, em 1992,
que três estavam extintas, uma tinha apenas dez
falantes e a última continuava viva apenas na
mente de um falante solitário. Não eram línguas
simples, que morreram por falta de flexibilidade
e vocabulário. A maioria possuía uma gramática
complexa e um impressionante léxico de cerca
de 10 mil palavras. Entre as numerosas línguas
em risco pelo mundo, a maioria não sobreviveu.
(BLAINEY, Geoffrey. Uma Breve História do
Século XX. 2 ed. São Paulo: Fundamento, p. 287).
Na linha 13 do texto, o autor utiliza a palavra “vigorosas”. Assinale a alternativa que NÃO corresponde a um antônimo dessa palavra:
TEXTO
As línguas vivas foram influenciadas pela
migração do campo para a cidade. Idiomas
falados em determinadas regiões rurais e por
apenas alguns milhares de pessoas, corriam
perigo quando estas se mudavam para zonas
urbanas. Tais línguas regionais também sofriam
quando a cultura citadina, através dos novos
meios de comunicação, chegava ao campo. Da
mesma forma, estavam em risco se a invasão de
algum idioma mais popular – o inglês ou o russo,
por exemplo – oferecesse mais esperança de
emprego, melhor educação ou acesso a
entretenimento. Fora da Europa, centenas de
línguas nativas vivas e vigorosas em 1900
passaram a ser faladas por apenas alguns
milhares de pessoas. Quando um idioma sofria
tal decadência, a maioria dos falantes o usava
somente em parte de seu cotidiano, muitas vezes
sem explorar todos os seus recursos e suas
complexidades, pois os ouvintes de tal língua,
especialmente os jovens, não a conheciam por
completo. Das mais de 6 mil línguas do mundo,
a maioria tinha, relativamente, poucos falantes
no final do século. Elas estavam sob ameaça,
uma vez que o rádio, a televisão, os jornais e os
livros davam preferência àquelas faladas pela
maioria. O iídiche possui hoje cerca de um terço
dos falantes que tinha em 1900, quando era
usado nas regiões centrais e leste da Europa. O
íngrio e outros dois idiomas falados nas
proximidades do Mar Báltico reuniam, em 1970,
somente algumas poucas centenas de falantes
cada um. A língua dálmata, usada no litoral leste
do Mar Adriático, sumiu em 1898. O manx, que
se falava na Ilha de Man, no Mar da Irlanda, foi
extinto em 1974. Na Austrália, vários idiomas se
perderam. Um erudito estudou cinco línguas
vivas de aborígenes, da região tropical de
Queensland, e revelou com tristeza, em 1992,
que três estavam extintas, uma tinha apenas dez
falantes e a última continuava viva apenas na
mente de um falante solitário. Não eram línguas
simples, que morreram por falta de flexibilidade
e vocabulário. A maioria possuía uma gramática
complexa e um impressionante léxico de cerca
de 10 mil palavras. Entre as numerosas línguas
em risco pelo mundo, a maioria não sobreviveu.
(BLAINEY, Geoffrey. Uma Breve História do
Século XX. 2 ed. São Paulo: Fundamento, p. 287).
Como se sabe, a palavra “tais” pode apresentar diferentes classes gramaticais. Assinale a alternativa que apresenta a classe gramatical utilizada pelo autor na linha 5 do texto:
TEXTO
As línguas vivas foram influenciadas pela
migração do campo para a cidade. Idiomas
falados em determinadas regiões rurais e por
apenas alguns milhares de pessoas, corriam
perigo quando estas se mudavam para zonas
urbanas. Tais línguas regionais também sofriam
quando a cultura citadina, através dos novos
meios de comunicação, chegava ao campo. Da
mesma forma, estavam em risco se a invasão de
algum idioma mais popular – o inglês ou o russo,
por exemplo – oferecesse mais esperança de
emprego, melhor educação ou acesso a
entretenimento. Fora da Europa, centenas de
línguas nativas vivas e vigorosas em 1900
passaram a ser faladas por apenas alguns
milhares de pessoas. Quando um idioma sofria
tal decadência, a maioria dos falantes o usava
somente em parte de seu cotidiano, muitas vezes
sem explorar todos os seus recursos e suas
complexidades, pois os ouvintes de tal língua,
especialmente os jovens, não a conheciam por
completo. Das mais de 6 mil línguas do mundo,
a maioria tinha, relativamente, poucos falantes
no final do século. Elas estavam sob ameaça,
uma vez que o rádio, a televisão, os jornais e os
livros davam preferência àquelas faladas pela
maioria. O iídiche possui hoje cerca de um terço
dos falantes que tinha em 1900, quando era
usado nas regiões centrais e leste da Europa. O
íngrio e outros dois idiomas falados nas
proximidades do Mar Báltico reuniam, em 1970,
somente algumas poucas centenas de falantes
cada um. A língua dálmata, usada no litoral leste
do Mar Adriático, sumiu em 1898. O manx, que
se falava na Ilha de Man, no Mar da Irlanda, foi
extinto em 1974. Na Austrália, vários idiomas se
perderam. Um erudito estudou cinco línguas
vivas de aborígenes, da região tropical de
Queensland, e revelou com tristeza, em 1992,
que três estavam extintas, uma tinha apenas dez
falantes e a última continuava viva apenas na
mente de um falante solitário. Não eram línguas
simples, que morreram por falta de flexibilidade
e vocabulário. A maioria possuía uma gramática
complexa e um impressionante léxico de cerca
de 10 mil palavras. Entre as numerosas línguas
em risco pelo mundo, a maioria não sobreviveu.
(BLAINEY, Geoffrey. Uma Breve História do
Século XX. 2 ed. São Paulo: Fundamento, p. 287).
A palavra “migração”, utilizada pelo autor do texto (linha 2) possui como sinônimos, EXCETO:
TEXTO
As línguas vivas foram influenciadas pela
migração do campo para a cidade. Idiomas
falados em determinadas regiões rurais e por
apenas alguns milhares de pessoas, corriam
perigo quando estas se mudavam para zonas
urbanas. Tais línguas regionais também sofriam
quando a cultura citadina, através dos novos
meios de comunicação, chegava ao campo. Da
mesma forma, estavam em risco se a invasão de
algum idioma mais popular – o inglês ou o russo,
por exemplo – oferecesse mais esperança de
emprego, melhor educação ou acesso a
entretenimento. Fora da Europa, centenas de
línguas nativas vivas e vigorosas em 1900
passaram a ser faladas por apenas alguns
milhares de pessoas. Quando um idioma sofria
tal decadência, a maioria dos falantes o usava
somente em parte de seu cotidiano, muitas vezes
sem explorar todos os seus recursos e suas
complexidades, pois os ouvintes de tal língua,
especialmente os jovens, não a conheciam por
completo. Das mais de 6 mil línguas do mundo,
a maioria tinha, relativamente, poucos falantes
no final do século. Elas estavam sob ameaça,
uma vez que o rádio, a televisão, os jornais e os
livros davam preferência àquelas faladas pela
maioria. O iídiche possui hoje cerca de um terço
dos falantes que tinha em 1900, quando era
usado nas regiões centrais e leste da Europa. O
íngrio e outros dois idiomas falados nas
proximidades do Mar Báltico reuniam, em 1970,
somente algumas poucas centenas de falantes
cada um. A língua dálmata, usada no litoral leste
do Mar Adriático, sumiu em 1898. O manx, que
se falava na Ilha de Man, no Mar da Irlanda, foi
extinto em 1974. Na Austrália, vários idiomas se
perderam. Um erudito estudou cinco línguas
vivas de aborígenes, da região tropical de
Queensland, e revelou com tristeza, em 1992,
que três estavam extintas, uma tinha apenas dez
falantes e a última continuava viva apenas na
mente de um falante solitário. Não eram línguas
simples, que morreram por falta de flexibilidade
e vocabulário. A maioria possuía uma gramática
complexa e um impressionante léxico de cerca
de 10 mil palavras. Entre as numerosas línguas
em risco pelo mundo, a maioria não sobreviveu.
(BLAINEY, Geoffrey. Uma Breve História do
Século XX. 2 ed. São Paulo: Fundamento, p. 287).
De acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – As línguas inglesa e russa não eram tão populares no início do século XX.
II – Fora da Europa o interesse pelas línguas tradicionais aumentou consideravelmente.
III – Atualmente, há cerca de 6 mil idiomas falados em todo o mundo.
TEXTO
As línguas vivas foram influenciadas pela
migração do campo para a cidade. Idiomas
falados em determinadas regiões rurais e por
apenas alguns milhares de pessoas, corriam
perigo quando estas se mudavam para zonas
urbanas. Tais línguas regionais também sofriam
quando a cultura citadina, através dos novos
meios de comunicação, chegava ao campo. Da
mesma forma, estavam em risco se a invasão de
algum idioma mais popular – o inglês ou o russo,
por exemplo – oferecesse mais esperança de
emprego, melhor educação ou acesso a
entretenimento. Fora da Europa, centenas de
línguas nativas vivas e vigorosas em 1900
passaram a ser faladas por apenas alguns
milhares de pessoas. Quando um idioma sofria
tal decadência, a maioria dos falantes o usava
somente em parte de seu cotidiano, muitas vezes
sem explorar todos os seus recursos e suas
complexidades, pois os ouvintes de tal língua,
especialmente os jovens, não a conheciam por
completo. Das mais de 6 mil línguas do mundo,
a maioria tinha, relativamente, poucos falantes
no final do século. Elas estavam sob ameaça,
uma vez que o rádio, a televisão, os jornais e os
livros davam preferência àquelas faladas pela
maioria. O iídiche possui hoje cerca de um terço
dos falantes que tinha em 1900, quando era
usado nas regiões centrais e leste da Europa. O
íngrio e outros dois idiomas falados nas
proximidades do Mar Báltico reuniam, em 1970,
somente algumas poucas centenas de falantes
cada um. A língua dálmata, usada no litoral leste
do Mar Adriático, sumiu em 1898. O manx, que
se falava na Ilha de Man, no Mar da Irlanda, foi
extinto em 1974. Na Austrália, vários idiomas se
perderam. Um erudito estudou cinco línguas
vivas de aborígenes, da região tropical de
Queensland, e revelou com tristeza, em 1992,
que três estavam extintas, uma tinha apenas dez
falantes e a última continuava viva apenas na
mente de um falante solitário. Não eram línguas
simples, que morreram por falta de flexibilidade
e vocabulário. A maioria possuía uma gramática
complexa e um impressionante léxico de cerca
de 10 mil palavras. Entre as numerosas línguas
em risco pelo mundo, a maioria não sobreviveu.
(BLAINEY, Geoffrey. Uma Breve História do
Século XX. 2 ed. São Paulo: Fundamento, p. 287).
De acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – O iídiche era falado pela comunidade judaica de Jerusalém.
II – O íngrio ainda é o idioma mais falado nos países do Mar Báltico, tais como Letônia, Estônia e Lituânia.
III – A língua dálmata não é mais falada atualmente.
TEXTO
As línguas vivas foram influenciadas pela
migração do campo para a cidade. Idiomas
falados em determinadas regiões rurais e por
apenas alguns milhares de pessoas, corriam
perigo quando estas se mudavam para zonas
urbanas. Tais línguas regionais também sofriam
quando a cultura citadina, através dos novos
meios de comunicação, chegava ao campo. Da
mesma forma, estavam em risco se a invasão de
algum idioma mais popular – o inglês ou o russo,
por exemplo – oferecesse mais esperança de
emprego, melhor educação ou acesso a
entretenimento. Fora da Europa, centenas de
línguas nativas vivas e vigorosas em 1900
passaram a ser faladas por apenas alguns
milhares de pessoas. Quando um idioma sofria
tal decadência, a maioria dos falantes o usava
somente em parte de seu cotidiano, muitas vezes
sem explorar todos os seus recursos e suas
complexidades, pois os ouvintes de tal língua,
especialmente os jovens, não a conheciam por
completo. Das mais de 6 mil línguas do mundo,
a maioria tinha, relativamente, poucos falantes
no final do século. Elas estavam sob ameaça,
uma vez que o rádio, a televisão, os jornais e os
livros davam preferência àquelas faladas pela
maioria. O iídiche possui hoje cerca de um terço
dos falantes que tinha em 1900, quando era
usado nas regiões centrais e leste da Europa. O
íngrio e outros dois idiomas falados nas
proximidades do Mar Báltico reuniam, em 1970,
somente algumas poucas centenas de falantes
cada um. A língua dálmata, usada no litoral leste
do Mar Adriático, sumiu em 1898. O manx, que
se falava na Ilha de Man, no Mar da Irlanda, foi
extinto em 1974. Na Austrália, vários idiomas se
perderam. Um erudito estudou cinco línguas
vivas de aborígenes, da região tropical de
Queensland, e revelou com tristeza, em 1992,
que três estavam extintas, uma tinha apenas dez
falantes e a última continuava viva apenas na
mente de um falante solitário. Não eram línguas
simples, que morreram por falta de flexibilidade
e vocabulário. A maioria possuía uma gramática
complexa e um impressionante léxico de cerca
de 10 mil palavras. Entre as numerosas línguas
em risco pelo mundo, a maioria não sobreviveu.
(BLAINEY, Geoffrey. Uma Breve História do
Século XX. 2 ed. São Paulo: Fundamento, p. 287).
De acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – O rádio e a televisão preferiam os idiomas falados pela maioria das pessoas.
II – Os aborígenes eram poliglotas.
III – As línguas aborígenes foram extintas em razão de problemas raciais na Austrália.
TEXTO
As línguas vivas foram influenciadas pela
migração do campo para a cidade. Idiomas
falados em determinadas regiões rurais e por
apenas alguns milhares de pessoas, corriam
perigo quando estas se mudavam para zonas
urbanas. Tais línguas regionais também sofriam
quando a cultura citadina, através dos novos
meios de comunicação, chegava ao campo. Da
mesma forma, estavam em risco se a invasão de
algum idioma mais popular – o inglês ou o russo,
por exemplo – oferecesse mais esperança de
emprego, melhor educação ou acesso a
entretenimento. Fora da Europa, centenas de
línguas nativas vivas e vigorosas em 1900
passaram a ser faladas por apenas alguns
milhares de pessoas. Quando um idioma sofria
tal decadência, a maioria dos falantes o usava
somente em parte de seu cotidiano, muitas vezes
sem explorar todos os seus recursos e suas
complexidades, pois os ouvintes de tal língua,
especialmente os jovens, não a conheciam por
completo. Das mais de 6 mil línguas do mundo,
a maioria tinha, relativamente, poucos falantes
no final do século. Elas estavam sob ameaça,
uma vez que o rádio, a televisão, os jornais e os
livros davam preferência àquelas faladas pela
maioria. O iídiche possui hoje cerca de um terço
dos falantes que tinha em 1900, quando era
usado nas regiões centrais e leste da Europa. O
íngrio e outros dois idiomas falados nas
proximidades do Mar Báltico reuniam, em 1970,
somente algumas poucas centenas de falantes
cada um. A língua dálmata, usada no litoral leste
do Mar Adriático, sumiu em 1898. O manx, que
se falava na Ilha de Man, no Mar da Irlanda, foi
extinto em 1974. Na Austrália, vários idiomas se
perderam. Um erudito estudou cinco línguas
vivas de aborígenes, da região tropical de
Queensland, e revelou com tristeza, em 1992,
que três estavam extintas, uma tinha apenas dez
falantes e a última continuava viva apenas na
mente de um falante solitário. Não eram línguas
simples, que morreram por falta de flexibilidade
e vocabulário. A maioria possuía uma gramática
complexa e um impressionante léxico de cerca
de 10 mil palavras. Entre as numerosas línguas
em risco pelo mundo, a maioria não sobreviveu.
(BLAINEY, Geoffrey. Uma Breve História do
Século XX. 2 ed. São Paulo: Fundamento, p. 287).
De acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – As línguas inglesa e russa não eram tão conhecidas no começo do século XX.
II – A possibilidade de conquistar empregos influenciou na modificação linguística da época.
III – Em 1900, o número de idiomas falados na Europa triplicou.