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Q3963961 Noções de Informática
O educador de Ensino Infantil irá criar uma apresentação com slides, com o tema “Processo de integração da escola, família e comunidade”, contendo textos, imagens e fotos. A apresentação será exibida em uma televisão na unidade escolar. Para criar apresentações em slides, qual é o programa correto a ser utilizado?
Alternativas
Q3963957 Noções de Informática
A reunião da Coordenação Pedagógica de Educação Infantil irá ocorrer excepcionalmente em formato virtual (on-line). Na pauta estão as atividades pedagógicas desenvolvidas na unidade escolar. Para participar do encontro, é necessária uma plataforma de videoconferência. Qual ferramenta a seguir deve ser utilizada?
Alternativas
Q3963955 Português
A questão se refere ao texto a seguir:


Eletrizante, nova série expõe a crueldade da sobrecarga mental de mães


  Nova sensação das redes sociais, a série "All Her Fault" ("É Tudo Culpa Dela" numa tradução literal), disponível no Prime Video, é uma história bem elaborada e com reviravoltas surpreendentes que fazem o espectador ansiar pelo próximo episódio.

  A série, entretanto, não é apenas um ótimo produto de entretenimento. Além de hipnotizar o público, a produção tem a qualidade de esmiuçar, ainda que de maneira discreta, uma questão que vem sendo muito debatida nos últimos anos e que, muitas vezes, é subestimada: a sobrecarga mental das mulheres.

   Todo o conflito é disparado quando a empresária Marissa não checa se o número que lhe enviou uma mensagem de texto realmente pertence a Jenny, mãe de um dos colegas de escola de seu filho, Milo. Essa desatenção faz com que ela caia numa armadilha e tenha o filho sequestrado pela babá que trabalhava para Jenny, que, por sua vez, começa a ser questionada por não ter investigado com mais profundidade o histórico da profissional que contratou.

   A partir do sequestro de Milo, Marissa e Jenny são alvo de cobranças, insinuações e julgamentos precipitados, que desconsideram o excesso de responsabilidades que elas possuem e a falta de participação de seus respectivos maridos nas decisões relativas à família. Tudo recai sobre as costas de Marissa e Jenny, que não são vistas como vítimas da situação, mas como parte do problema.

   Essa dimensão humana das personagens, que é muito bem explorada, torna “É Tudo Culpa Dela” ainda mais angustiante. A minissérie mostra que mães estão sempre a um passo de vivenciarem um filme de terror e que, para isso, nem precisam ter os filhos sequestrados. Basta não darem conta das expectativas alheias ou não agirem como os outros esperam que elas se comportem.


(Autoria de Ricky Hiraoka. Texto adaptado. Disponível em: https://www.uol.com.br/splash/colunas/rickyhiraoka/2026/01/16/all-her-fault.htm?cmpid=copiaecola Acesso em 16 jan. 2026)
A palavra “sobrecarga”, empregada no texto para caracterizar a experiência das personagens femininas, é formada por:
Alternativas
Q3963954 Português
A questão se refere ao texto a seguir:


Eletrizante, nova série expõe a crueldade da sobrecarga mental de mães


  Nova sensação das redes sociais, a série "All Her Fault" ("É Tudo Culpa Dela" numa tradução literal), disponível no Prime Video, é uma história bem elaborada e com reviravoltas surpreendentes que fazem o espectador ansiar pelo próximo episódio.

  A série, entretanto, não é apenas um ótimo produto de entretenimento. Além de hipnotizar o público, a produção tem a qualidade de esmiuçar, ainda que de maneira discreta, uma questão que vem sendo muito debatida nos últimos anos e que, muitas vezes, é subestimada: a sobrecarga mental das mulheres.

   Todo o conflito é disparado quando a empresária Marissa não checa se o número que lhe enviou uma mensagem de texto realmente pertence a Jenny, mãe de um dos colegas de escola de seu filho, Milo. Essa desatenção faz com que ela caia numa armadilha e tenha o filho sequestrado pela babá que trabalhava para Jenny, que, por sua vez, começa a ser questionada por não ter investigado com mais profundidade o histórico da profissional que contratou.

   A partir do sequestro de Milo, Marissa e Jenny são alvo de cobranças, insinuações e julgamentos precipitados, que desconsideram o excesso de responsabilidades que elas possuem e a falta de participação de seus respectivos maridos nas decisões relativas à família. Tudo recai sobre as costas de Marissa e Jenny, que não são vistas como vítimas da situação, mas como parte do problema.

   Essa dimensão humana das personagens, que é muito bem explorada, torna “É Tudo Culpa Dela” ainda mais angustiante. A minissérie mostra que mães estão sempre a um passo de vivenciarem um filme de terror e que, para isso, nem precisam ter os filhos sequestrados. Basta não darem conta das expectativas alheias ou não agirem como os outros esperam que elas se comportem.


(Autoria de Ricky Hiraoka. Texto adaptado. Disponível em: https://www.uol.com.br/splash/colunas/rickyhiraoka/2026/01/16/all-her-fault.htm?cmpid=copiaecola Acesso em 16 jan. 2026)
O texto apresentado, ao analisar a série All Her Fault (É Tudo Culpa Dela), caracteriza-se predominantemente como um texto do gênero: 
Alternativas
Q3963953 Português
A questão se refere ao texto a seguir:


Eletrizante, nova série expõe a crueldade da sobrecarga mental de mães


  Nova sensação das redes sociais, a série "All Her Fault" ("É Tudo Culpa Dela" numa tradução literal), disponível no Prime Video, é uma história bem elaborada e com reviravoltas surpreendentes que fazem o espectador ansiar pelo próximo episódio.

  A série, entretanto, não é apenas um ótimo produto de entretenimento. Além de hipnotizar o público, a produção tem a qualidade de esmiuçar, ainda que de maneira discreta, uma questão que vem sendo muito debatida nos últimos anos e que, muitas vezes, é subestimada: a sobrecarga mental das mulheres.

   Todo o conflito é disparado quando a empresária Marissa não checa se o número que lhe enviou uma mensagem de texto realmente pertence a Jenny, mãe de um dos colegas de escola de seu filho, Milo. Essa desatenção faz com que ela caia numa armadilha e tenha o filho sequestrado pela babá que trabalhava para Jenny, que, por sua vez, começa a ser questionada por não ter investigado com mais profundidade o histórico da profissional que contratou.

   A partir do sequestro de Milo, Marissa e Jenny são alvo de cobranças, insinuações e julgamentos precipitados, que desconsideram o excesso de responsabilidades que elas possuem e a falta de participação de seus respectivos maridos nas decisões relativas à família. Tudo recai sobre as costas de Marissa e Jenny, que não são vistas como vítimas da situação, mas como parte do problema.

   Essa dimensão humana das personagens, que é muito bem explorada, torna “É Tudo Culpa Dela” ainda mais angustiante. A minissérie mostra que mães estão sempre a um passo de vivenciarem um filme de terror e que, para isso, nem precisam ter os filhos sequestrados. Basta não darem conta das expectativas alheias ou não agirem como os outros esperam que elas se comportem.


(Autoria de Ricky Hiraoka. Texto adaptado. Disponível em: https://www.uol.com.br/splash/colunas/rickyhiraoka/2026/01/16/all-her-fault.htm?cmpid=copiaecola Acesso em 16 jan. 2026)
Com base na leitura do texto, analise as afirmações a seguir:

I. O texto sustenta que a série constrói seu conflito central a partir de um erro pontual de Marissa, mas amplia essa situação para discutir a sobrecarga mental enfrentada pelas mulheres.
II. As reações sociais ao sequestro de Milo revelam julgamentos que ignoram a desigual divisão de responsabilidades familiares entre homens e mulheres.
III. O texto defende que as personagens femininas são retratadas como vítimas da situação, recebendo compreensão e empatia por parte da sociedade representada na série.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3963951 Português

A questão se refere ao texto a seguir.


Bem-estar nas escolas: desafios estruturais e caminhos para fortalecer estudantes e educadores



   As escolas ocupam um papel central no desenvolvimento integral de crianças e adolescentes. Mais do que espaços de aprendizagem acadêmica, são ambientes de convivência, construção de vínculos e ampliação de repertórios sociais e emocionais. Quando o bem-estar está presente, estudantes se engajam mais, permanecem na escola e aprendem melhor. 

   Durante muito tempo, a saúde mental e o bem-estar foram tratados como temas secundários nas políticas educacionais. Nos últimos anos, o avanço das evidências científicas tem reforçado que aprendizagem, bem-estar físico e saúde mental caminham juntos. Ambientes seguros, relações de cuidado e práticas pedagógicas intencionais estão diretamente associados ao engajamento escolar e ao enfrentamento da evasão, um dos grandes desafios da educação pública brasileira.

   Estudos recentes ajudam a dimensionar esse desafio. Em 2025, uma pesquisa conduzida pelo Instituto Educbank, em parceria com o Great Place to Study, mostrou que 57% dos estudantes não percebem a escola ou seus professores como atentos ao seu bem-estar. Apenas cerca de 20% afirmaram se sentir acolhidos no ambiente escolar. 

  Outro fator que passou a influenciar diretamente o clima escolar é o uso de celulares. A regulamentação nacional, em vigor desde 2024, ao restringir o uso dos aparelhos em sala de aula a fins pedagógicos, contribuiu para melhorias na atenção, na participação dos estudantes e na redução de conflitos. A medida também estimulou debates sobre cidadania digital, equilíbrio no uso de telas e práticas pedagógicas mais intencionais.

  Nos últimos anos, políticas públicas têm incorporado o bem-estar, a saúde mental e o desenvolvimento socioemocional aos currículos escolares. Esse movimento representa um avanço importante. No entanto, a simples inclusão do tema nos documentos oficiais não garante mudanças sustentáveis, especialmente em redes públicas marcadas por desigualdades estruturais. 

  Sem investimento consistente na formação continuada de educadores e em condições institucionais que apoiem o trabalho pedagógico, iniciativas voltadas ao bem-estar tendem a permanecer no plano normativo. Evidências mostram que escolas que fortalecem relações colaborativas, gestão participativa e práticas de cuidado apresentam melhores resultados de aprendizagem e maior engajamento da comunidade escolar.

   Avançar exige compreender o bem-estar como uma construção coletiva, incluindo ações voltadas para o suporte de professores. Isso envolve fortalecer políticas públicas integradas, investir na formação continuada, ampliar equipes multiprofissionais, criar espaços reais de escuta nas escolas e promover práticas pedagógicas que enfrentem as causas do bullying e da evasão escolar, com atenção especial à promoção da equidade racial.

  A aprovação da Política Nacional de Atenção Psicossocial nas Comunidades Escolares, em 2024, representa um marco importante ao reconhecer a saúde mental como parte do direito à educação. O desafio agora está na implementação efetiva dessa política nos estados e municípios, transformando marcos legais em ações concretas. 

   Nesse contexto, redes públicas de ensino, em articulação com organizações da sociedade civil, têm demonstrado avanços relevantes. A Coalizão para Educação Integral para Adolescentes, por exemplo, reúne governos e organizações em torno da promoção de ambientes escolares mais seguros, do fortalecimento da educação integral e do enfrentamento das desigualdades raciais.

  Fortalecer o bem-estar nas escolas é tratá-lo como um eixo estruturante das políticas educacionais, integrado à formação docente, à gestão escolar e à promoção da equidade. Esse é um esforço coletivo, que exige colaboração entre poder público, organizações da sociedade civil e lideranças educacionais comprometidas com uma escola que acolha, engaje e garanta o desenvolvimento integral de todas as pessoas.


(Texto adaptado Disponível em: https://fundacaolemann.org.br/noticias/bem-estar-nasescolas/ Acesso em 20 jan. 2026)
Considere o trecho:

“Ambientes seguros, relações de cuidado e práticas pedagógicas intencionais estão diretamente associados ao engajamento escolar e ao enfrentamento da evasão.”

No trecho, as palavras “seguros”, “pedagógicas” e “diretamente” pertencem, respectivamente, às classes gramaticais:
Alternativas
Q3963950 Português

A questão se refere ao texto a seguir.


Bem-estar nas escolas: desafios estruturais e caminhos para fortalecer estudantes e educadores



   As escolas ocupam um papel central no desenvolvimento integral de crianças e adolescentes. Mais do que espaços de aprendizagem acadêmica, são ambientes de convivência, construção de vínculos e ampliação de repertórios sociais e emocionais. Quando o bem-estar está presente, estudantes se engajam mais, permanecem na escola e aprendem melhor. 

   Durante muito tempo, a saúde mental e o bem-estar foram tratados como temas secundários nas políticas educacionais. Nos últimos anos, o avanço das evidências científicas tem reforçado que aprendizagem, bem-estar físico e saúde mental caminham juntos. Ambientes seguros, relações de cuidado e práticas pedagógicas intencionais estão diretamente associados ao engajamento escolar e ao enfrentamento da evasão, um dos grandes desafios da educação pública brasileira.

   Estudos recentes ajudam a dimensionar esse desafio. Em 2025, uma pesquisa conduzida pelo Instituto Educbank, em parceria com o Great Place to Study, mostrou que 57% dos estudantes não percebem a escola ou seus professores como atentos ao seu bem-estar. Apenas cerca de 20% afirmaram se sentir acolhidos no ambiente escolar. 

  Outro fator que passou a influenciar diretamente o clima escolar é o uso de celulares. A regulamentação nacional, em vigor desde 2024, ao restringir o uso dos aparelhos em sala de aula a fins pedagógicos, contribuiu para melhorias na atenção, na participação dos estudantes e na redução de conflitos. A medida também estimulou debates sobre cidadania digital, equilíbrio no uso de telas e práticas pedagógicas mais intencionais.

  Nos últimos anos, políticas públicas têm incorporado o bem-estar, a saúde mental e o desenvolvimento socioemocional aos currículos escolares. Esse movimento representa um avanço importante. No entanto, a simples inclusão do tema nos documentos oficiais não garante mudanças sustentáveis, especialmente em redes públicas marcadas por desigualdades estruturais. 

  Sem investimento consistente na formação continuada de educadores e em condições institucionais que apoiem o trabalho pedagógico, iniciativas voltadas ao bem-estar tendem a permanecer no plano normativo. Evidências mostram que escolas que fortalecem relações colaborativas, gestão participativa e práticas de cuidado apresentam melhores resultados de aprendizagem e maior engajamento da comunidade escolar.

   Avançar exige compreender o bem-estar como uma construção coletiva, incluindo ações voltadas para o suporte de professores. Isso envolve fortalecer políticas públicas integradas, investir na formação continuada, ampliar equipes multiprofissionais, criar espaços reais de escuta nas escolas e promover práticas pedagógicas que enfrentem as causas do bullying e da evasão escolar, com atenção especial à promoção da equidade racial.

  A aprovação da Política Nacional de Atenção Psicossocial nas Comunidades Escolares, em 2024, representa um marco importante ao reconhecer a saúde mental como parte do direito à educação. O desafio agora está na implementação efetiva dessa política nos estados e municípios, transformando marcos legais em ações concretas. 

   Nesse contexto, redes públicas de ensino, em articulação com organizações da sociedade civil, têm demonstrado avanços relevantes. A Coalizão para Educação Integral para Adolescentes, por exemplo, reúne governos e organizações em torno da promoção de ambientes escolares mais seguros, do fortalecimento da educação integral e do enfrentamento das desigualdades raciais.

  Fortalecer o bem-estar nas escolas é tratá-lo como um eixo estruturante das políticas educacionais, integrado à formação docente, à gestão escolar e à promoção da equidade. Esse é um esforço coletivo, que exige colaboração entre poder público, organizações da sociedade civil e lideranças educacionais comprometidas com uma escola que acolha, engaje e garanta o desenvolvimento integral de todas as pessoas.


(Texto adaptado Disponível em: https://fundacaolemann.org.br/noticias/bem-estar-nasescolas/ Acesso em 20 jan. 2026)
Considere o período “Situações de violência e discriminação racial, que afetam de forma desproporcional estudantes negros, comprometem o bem-estar, ampliam o estresse e fragilizam a permanência escolar.”

A oração destacada classifica-se como:
Alternativas
Q3963949 Português

A questão se refere ao texto a seguir.


Bem-estar nas escolas: desafios estruturais e caminhos para fortalecer estudantes e educadores



   As escolas ocupam um papel central no desenvolvimento integral de crianças e adolescentes. Mais do que espaços de aprendizagem acadêmica, são ambientes de convivência, construção de vínculos e ampliação de repertórios sociais e emocionais. Quando o bem-estar está presente, estudantes se engajam mais, permanecem na escola e aprendem melhor. 

   Durante muito tempo, a saúde mental e o bem-estar foram tratados como temas secundários nas políticas educacionais. Nos últimos anos, o avanço das evidências científicas tem reforçado que aprendizagem, bem-estar físico e saúde mental caminham juntos. Ambientes seguros, relações de cuidado e práticas pedagógicas intencionais estão diretamente associados ao engajamento escolar e ao enfrentamento da evasão, um dos grandes desafios da educação pública brasileira.

   Estudos recentes ajudam a dimensionar esse desafio. Em 2025, uma pesquisa conduzida pelo Instituto Educbank, em parceria com o Great Place to Study, mostrou que 57% dos estudantes não percebem a escola ou seus professores como atentos ao seu bem-estar. Apenas cerca de 20% afirmaram se sentir acolhidos no ambiente escolar. 

  Outro fator que passou a influenciar diretamente o clima escolar é o uso de celulares. A regulamentação nacional, em vigor desde 2024, ao restringir o uso dos aparelhos em sala de aula a fins pedagógicos, contribuiu para melhorias na atenção, na participação dos estudantes e na redução de conflitos. A medida também estimulou debates sobre cidadania digital, equilíbrio no uso de telas e práticas pedagógicas mais intencionais.

  Nos últimos anos, políticas públicas têm incorporado o bem-estar, a saúde mental e o desenvolvimento socioemocional aos currículos escolares. Esse movimento representa um avanço importante. No entanto, a simples inclusão do tema nos documentos oficiais não garante mudanças sustentáveis, especialmente em redes públicas marcadas por desigualdades estruturais. 

  Sem investimento consistente na formação continuada de educadores e em condições institucionais que apoiem o trabalho pedagógico, iniciativas voltadas ao bem-estar tendem a permanecer no plano normativo. Evidências mostram que escolas que fortalecem relações colaborativas, gestão participativa e práticas de cuidado apresentam melhores resultados de aprendizagem e maior engajamento da comunidade escolar.

   Avançar exige compreender o bem-estar como uma construção coletiva, incluindo ações voltadas para o suporte de professores. Isso envolve fortalecer políticas públicas integradas, investir na formação continuada, ampliar equipes multiprofissionais, criar espaços reais de escuta nas escolas e promover práticas pedagógicas que enfrentem as causas do bullying e da evasão escolar, com atenção especial à promoção da equidade racial.

  A aprovação da Política Nacional de Atenção Psicossocial nas Comunidades Escolares, em 2024, representa um marco importante ao reconhecer a saúde mental como parte do direito à educação. O desafio agora está na implementação efetiva dessa política nos estados e municípios, transformando marcos legais em ações concretas. 

   Nesse contexto, redes públicas de ensino, em articulação com organizações da sociedade civil, têm demonstrado avanços relevantes. A Coalizão para Educação Integral para Adolescentes, por exemplo, reúne governos e organizações em torno da promoção de ambientes escolares mais seguros, do fortalecimento da educação integral e do enfrentamento das desigualdades raciais.

  Fortalecer o bem-estar nas escolas é tratá-lo como um eixo estruturante das políticas educacionais, integrado à formação docente, à gestão escolar e à promoção da equidade. Esse é um esforço coletivo, que exige colaboração entre poder público, organizações da sociedade civil e lideranças educacionais comprometidas com uma escola que acolha, engaje e garanta o desenvolvimento integral de todas as pessoas.


(Texto adaptado Disponível em: https://fundacaolemann.org.br/noticias/bem-estar-nasescolas/ Acesso em 20 jan. 2026)
No trecho “Fortalecer o bem-estar nas escolas é tratá-lo como um eixo estruturante das políticas educacionais”, o emprego do pronome “lo” em “tratá-lo” contribui para: 
Alternativas
Q3963948 Português

A questão se refere ao texto a seguir.


Bem-estar nas escolas: desafios estruturais e caminhos para fortalecer estudantes e educadores



   As escolas ocupam um papel central no desenvolvimento integral de crianças e adolescentes. Mais do que espaços de aprendizagem acadêmica, são ambientes de convivência, construção de vínculos e ampliação de repertórios sociais e emocionais. Quando o bem-estar está presente, estudantes se engajam mais, permanecem na escola e aprendem melhor. 

   Durante muito tempo, a saúde mental e o bem-estar foram tratados como temas secundários nas políticas educacionais. Nos últimos anos, o avanço das evidências científicas tem reforçado que aprendizagem, bem-estar físico e saúde mental caminham juntos. Ambientes seguros, relações de cuidado e práticas pedagógicas intencionais estão diretamente associados ao engajamento escolar e ao enfrentamento da evasão, um dos grandes desafios da educação pública brasileira.

   Estudos recentes ajudam a dimensionar esse desafio. Em 2025, uma pesquisa conduzida pelo Instituto Educbank, em parceria com o Great Place to Study, mostrou que 57% dos estudantes não percebem a escola ou seus professores como atentos ao seu bem-estar. Apenas cerca de 20% afirmaram se sentir acolhidos no ambiente escolar. 

  Outro fator que passou a influenciar diretamente o clima escolar é o uso de celulares. A regulamentação nacional, em vigor desde 2024, ao restringir o uso dos aparelhos em sala de aula a fins pedagógicos, contribuiu para melhorias na atenção, na participação dos estudantes e na redução de conflitos. A medida também estimulou debates sobre cidadania digital, equilíbrio no uso de telas e práticas pedagógicas mais intencionais.

  Nos últimos anos, políticas públicas têm incorporado o bem-estar, a saúde mental e o desenvolvimento socioemocional aos currículos escolares. Esse movimento representa um avanço importante. No entanto, a simples inclusão do tema nos documentos oficiais não garante mudanças sustentáveis, especialmente em redes públicas marcadas por desigualdades estruturais. 

  Sem investimento consistente na formação continuada de educadores e em condições institucionais que apoiem o trabalho pedagógico, iniciativas voltadas ao bem-estar tendem a permanecer no plano normativo. Evidências mostram que escolas que fortalecem relações colaborativas, gestão participativa e práticas de cuidado apresentam melhores resultados de aprendizagem e maior engajamento da comunidade escolar.

   Avançar exige compreender o bem-estar como uma construção coletiva, incluindo ações voltadas para o suporte de professores. Isso envolve fortalecer políticas públicas integradas, investir na formação continuada, ampliar equipes multiprofissionais, criar espaços reais de escuta nas escolas e promover práticas pedagógicas que enfrentem as causas do bullying e da evasão escolar, com atenção especial à promoção da equidade racial.

  A aprovação da Política Nacional de Atenção Psicossocial nas Comunidades Escolares, em 2024, representa um marco importante ao reconhecer a saúde mental como parte do direito à educação. O desafio agora está na implementação efetiva dessa política nos estados e municípios, transformando marcos legais em ações concretas. 

   Nesse contexto, redes públicas de ensino, em articulação com organizações da sociedade civil, têm demonstrado avanços relevantes. A Coalizão para Educação Integral para Adolescentes, por exemplo, reúne governos e organizações em torno da promoção de ambientes escolares mais seguros, do fortalecimento da educação integral e do enfrentamento das desigualdades raciais.

  Fortalecer o bem-estar nas escolas é tratá-lo como um eixo estruturante das políticas educacionais, integrado à formação docente, à gestão escolar e à promoção da equidade. Esse é um esforço coletivo, que exige colaboração entre poder público, organizações da sociedade civil e lideranças educacionais comprometidas com uma escola que acolha, engaje e garanta o desenvolvimento integral de todas as pessoas.


(Texto adaptado Disponível em: https://fundacaolemann.org.br/noticias/bem-estar-nasescolas/ Acesso em 20 jan. 2026)
Analise as afirmações a seguir, à luz do texto:

I. Os dados estatísticos apresentados cumprem função argumentativa, pois dimensionam o problema do bem-estar escolar e sustentam a crítica às políticas educacionais tradicionais.
II. O texto indica que a simples inclusão do tema da saúde mental nos currículos é suficiente para produzir mudanças estruturais nas escolas públicas.
III. A referência à Política Nacional de Atenção Psicossocial e à Coalizão para Educação Integral sugere que o avanço na promoção do bem-estar escolar depende da articulação entre Estado e sociedade civil.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3963947 Pedagogia
Analise as afirmações a seguir relacionadas ao tema dos pensamentos e emoções na educação escolar, tendo como referência os pressupostos da Psicologia HistóricoCultural.

I. Para que o ensino alcance seus fins os(as) professores(as) devem considerar a relação de mútua determinação entre pensamentos e emoções.
II. Para que o ensino alcance seus fins os(as) professores(as) devem manter as emoções dos(as) alunos(as) sob controle, uma vez que elas podem prejudicar seu desenvolvimento cognitivo.
III. Para que o ensino alcance seus fins os(as) professores(as) devem criar afecções intelectuais positivas.
IV. Para que o ensino alcance seus fins os(as) professores(as) devem compreender que razão e emoção operam de maneiras independentes sobre o comportamento dos(as) alunos(as).
V. Para que o ensino alcance seus fins os(as) professores(as) devem priorizar atividades que demandem o pensamento lógico-formal.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3963945 Pedagogia
A Psicologia Histórico-Cultural vem desenvolvendo vários estudos sobre a atenção e sua importância para a aprendizagem dos(as) estudantes. Assinale qual das alternativas é CORRETA à luz dessa teoria.
Alternativas
Q3963943 Pedagogia
Leia as afirmações a seguir e analise quais correspondem ao conceito de atividade de estudo de acordo com a Psicologia Histórico-Cultural.

I. A atividade de estudo é a atividade guia do desenvolvimento na idade escolar.
II. A atividade de estudo envolve o conjunto das ações realizadas cotidianamente pelas crianças fora da escola, necessárias ao cumprimento dos deveres e tarefas escolares.
III. A atividade de estudo produz uma neoformação psicológica, que é essencial para a formação do pensamento teórico.
IV. A apropriação de conhecimentos teóricos por meio da atividade de estudo exige da criança determinadas qualidades psíquicas que envolvem o controle voluntário da conduta externa e dos processos psíquicos internos.
V. A estrutura da atividade de estudo é composta pelos seguintes elementos: realização de atividades de leitura, cópia e memorização seguidos de exercícios sobre os conteúdos do material estudado.
VI. O conteúdo fundamental da atividade de estudo são os conhecimentos empíricos.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3963940 Pedagogia
Alexis Leontiev desenvolveu a teoria da atividade que postula a existência de uma atividade principal, dominante ou atividade-guia em cada período do desenvolvimento humano. Leia as afirmações a seguir e analise quais estão CORRETAS de acordo com essa teoria.

I. As mudanças na atividade principal decorrem das mudanças de personalidade que ocorrem ao longo da infância, adolescência e idade adulta.
II. As mudanças da atividade principal são determinadas por mudanças no lugar que o ser humano objetivamente ocupa no sistema das relações humanas.
III. As mudanças na atividade principal são condicionadas pela maturação de processos biológicos típicos de cada idade.
IV. A transição para um novo período do desenvolvimento configura-se como salto qualitativo que resulta do acúmulo de mudanças graduais no interior de cada período estável do desenvolvimento.
V. Na transição entre períodos, a atividade dominante vai se esgotando como fonte de desenvolvimento de novas capacidades psíquicas e uma nova atividade desponta como guia na transição ao novo período.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3963939 Pedagogia
 Leia as alternativas apresentadas a seguir e assinale aquela que está CORRETA de acordo com Lev Vigotsky. 
Alternativas
Q3963936 Pedagogia
No contexto da educação inclusiva e das políticas públicas voltadas às pessoas com deficiência, a identificação correta das barreiras é fundamental para a promoção da participação social em igualdade de condições.
De acordo com as definições constantes no Art. 3º, da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, que institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), assinale a alternativa que define CORRETAMENTE o conceito de barreiras:
Alternativas
Q3963935 Pedagogia
Uma instituição de Educação Infantil está revisando seu Projeto Político Pedagógico para alinhá-lo às diretrizes legais vigentes. Durante esse processo, a equipe discute a organização dos espaços, tempos e materiais, bem como as práticas de cuidado, educação e convivência no cotidiano das crianças.
A Resolução CNE/CEB nº 5, de 17 de dezembro de 2009 que fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, em seu Artigo 8º dispõe sobre os objetivos e as condições da proposta pedagógica da Educação Infantil. Assinale a alternativa que melhor expressa uma prática coerente com o referido artigo:
Alternativas
Q3963934 Administração Pública
Em determinada unidade escolar, após a identificação de divergências quanto às prioridades pedagógicas e à aplicação de recursos financeiros, o Conselho Escolar foi acionado para deliberar sobre o Projeto Político-Pedagógico, analisar o plano de aplicação financeira da APM e definir encaminhamentos diante de problemas recorrentes de indisciplina. Paralelamente, o Conselho também promoveu assembleias com a comunidade e acompanhou indicadores de rendimento escolar.
Com base na Deliberação CME n º 1, de 21 de novembro de 2013 que dispõe sobre a implantação de Conselhos Escolares nas unidades de ensino do Sistema Municipal de Ensino e mais especificamente no Art. 4º, que define a natureza e as funções do Conselho Escolar, assinale a alternativa que CORRETAMENTE relaciona as atribuições descritas à função deliberativa do Conselho:
Alternativas
Q3963933 Pedagogia
Em uma unidade escolar municipal de Educação Infantil, o Coordenador Pedagógico identifica que as práticas pedagógicas valorizam majoritariamente referências eurocêntricas e que situações de estigmatização de crianças negras têm ocorrido de forma velada, por meio de brincadeiras e comentários naturalizados. Diante desse contexto, o Coordenador decide intervir para alinhar o trabalho pedagógico às diretrizes educacionais vigentes.
À luz do Art. 2º, da Resolução CNE nº 1/2004, que institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, a ação mais adequada do Coordenador Pedagógico da Educação Infantil é:
Alternativas
Q3963932 Pedagogia
No contexto da Educação Infantil, a Coordenadora Pedagógica identifica a necessidade de orientar professores quanto à emissão de documentos oficiais e registros internos envolvendo crianças transexuais.
Conforme o Decreto nº 55.588/2010, que dispõe sobre o tratamento nominal das pessoas transexuais e travestis nos órgãos públicos do Estado de São Paulo e dá providências correlatas, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3963931 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
À luz da Lei nº 13.431, de 4 de abril de 2017, que estabelece o sistema de garantia de direitos da criança e do adolescente vítima ou testemunha de violência e altera a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente) e especialmente do Art. 7º, que trata da escuta especializada, e em distinção ao depoimento especial, analise as alternativas a seguir e assinale a CORRETA
Alternativas
Respostas
1: D
2: D
3: C
4: D
5: B
6: A
7: A
8: D
9: C
10: D
11: D
12: C
13: C
14: A
15: B
16: D
17: A
18: C
19: B
20: D