Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de camboriú - sc

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Q3813912 Português
'A periferia nunca deixou de produzir literatura', defende coordenadora das Fábricas de Cultura


Os hábitos de leitura nas periferias da maior metrópole da América do Sul são o foco da pesquisa realizada pela Organização Social Poiesis, que analisou o público das oito unidades das Fábricas de Cultura presentes em São Paulo e apontou que mulheres representam 70% do público leitor.

Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, a literatura sempre esteve presente na comunidade, que não deixou "nenhum preconceito impedir de acessar a literatura".

"Todo esse movimento de literatura mostra que ela, na verdade, foi durante muito tempo vista como algo elitista, como algo para outro tipo de público, mas, enquanto isso, a periferia nunca deixou de produzir literatura, de produzir oralidade ou 'oralituras', expressão usada por Leda Maria Martins. A periferia nunca deixou que nenhum preconceito a impedisse de acessar a literatura, algo tão importante para todo ser humano", disse Ifé em entrevista ao Conexão BdF, da Rádio Brasil de Fato.

A pesquisa avaliou os hábitos de leitura dos frequentadores das bibliotecas das Fábricas de Cultura na Brasilândia, Capão Redondo, Diadema, Iguape, Jaçanã, Jardim São Luís , Osasco e Vila Nova Cachoeirinha. A coordenadora destaca que a literatura sempre esteve presente nas comunidades e que a diversidade de leitura apontada pela pesquisa ajuda a desconstruir preconceitos sobre "quem  e o que lê".

Os dados indicam que as mulheres foram 70% do total de leitores, porcentagem maior que a média nacional (61%). Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, o protagonismo feminino revela a participação singular das mulheres nas comunidades. "Sabemos o quanto as mulheres têm um papel fundamental nas periferias, não  nas questões do dia a dia, no trato com a própria família , com a comunidade, mas também com a literatura. Ficamos muito felizes em saber que as mulheres estão acessando a literatura, uma literatura diversa que fala tanto diretamente com as realidades delas quanto também com a literatura clássica", contou.

Representatividade

Para a coordenadora, a diversidade de leitura da população periférica — que inclui mangás clássicos, autores negros e indígenas — mostra que o acesso "às literaturas" precisa ser ampliado, sempre atento ao que o público deseja ler. Ela também ressalta a importância da representatividade e de uma curadoria coletiva.

"Recentemente, Ana Maria Gonçalves — primeira mulher negra a entrar na Academia Brasileira de Letras —, falou algo bem importante: que as pessoas racializadas, negras principalmente, muitas vezes não acessavam a literatura porque não se viam representadas, eram histórias que iam muito além da sua realidade. Quando uma criança, um jovem, um adolescente, uma pessoa trabalhadora consegue acessar uma história em que se sinta representada, essa literatura se aproxima", afirma Ifé.

(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2025/08/20/a-periferia-nunca-deixou-de -produzir-literatura-defende-coordenadora-das-fabricas-de-cultura/. Acesso em 25 ago. 2025. Adaptado.)
Leia o excerto a seguir e analise as assertivas:
"Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, a literatura sempre esteve presente na comunidade, que não deixou 'nenhum preconceito impedir de acessar a literatura'".

I.O pronome relativo "que" tem como referente "comunidade", podendo ser substituído por "a qual" sem prejuízo na coesão e no sentido do texto.
II.O pronome relativo "que" pode ter dois referentes, sendo eles "coordenadora" e "comunidade". Cabe à pessoa que lê o texto decidir qual referente deixa o texto mais claro.
III.O pronome relativo "que" introduz uma explicação, qualificando a comunidade.
IV.O pronome relativo "que" introduz uma oração restritiva, ou seja, tem-se apenas uma comunidade e essa não deixou o preconceito impedir o acesso à literatura.


É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3813911 Português
'A periferia nunca deixou de produzir literatura', defende coordenadora das Fábricas de Cultura


Os hábitos de leitura nas periferias da maior metrópole da América do Sul são o foco da pesquisa realizada pela Organização Social Poiesis, que analisou o público das oito unidades das Fábricas de Cultura presentes em São Paulo e apontou que mulheres representam 70% do público leitor.

Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, a literatura sempre esteve presente na comunidade, que não deixou "nenhum preconceito impedir de acessar a literatura".

"Todo esse movimento de literatura mostra que ela, na verdade, foi durante muito tempo vista como algo elitista, como algo para outro tipo de público, mas, enquanto isso, a periferia nunca deixou de produzir literatura, de produzir oralidade ou 'oralituras', expressão usada por Leda Maria Martins. A periferia nunca deixou que nenhum preconceito a impedisse de acessar a literatura, algo tão importante para todo ser humano", disse Ifé em entrevista ao Conexão BdF, da Rádio Brasil de Fato.

A pesquisa avaliou os hábitos de leitura dos frequentadores das bibliotecas das Fábricas de Cultura na Brasilândia, Capão Redondo, Diadema, Iguape, Jaçanã, Jardim São Luís , Osasco e Vila Nova Cachoeirinha. A coordenadora destaca que a literatura sempre esteve presente nas comunidades e que a diversidade de leitura apontada pela pesquisa ajuda a desconstruir preconceitos sobre "quem  e o que lê".

Os dados indicam que as mulheres foram 70% do total de leitores, porcentagem maior que a média nacional (61%). Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, o protagonismo feminino revela a participação singular das mulheres nas comunidades. "Sabemos o quanto as mulheres têm um papel fundamental nas periferias, não  nas questões do dia a dia, no trato com a própria família , com a comunidade, mas também com a literatura. Ficamos muito felizes em saber que as mulheres estão acessando a literatura, uma literatura diversa que fala tanto diretamente com as realidades delas quanto também com a literatura clássica", contou.

Representatividade

Para a coordenadora, a diversidade de leitura da população periférica — que inclui mangás clássicos, autores negros e indígenas — mostra que o acesso "às literaturas" precisa ser ampliado, sempre atento ao que o público deseja ler. Ela também ressalta a importância da representatividade e de uma curadoria coletiva.

"Recentemente, Ana Maria Gonçalves — primeira mulher negra a entrar na Academia Brasileira de Letras —, falou algo bem importante: que as pessoas racializadas, negras principalmente, muitas vezes não acessavam a literatura porque não se viam representadas, eram histórias que iam muito além da sua realidade. Quando uma criança, um jovem, um adolescente, uma pessoa trabalhadora consegue acessar uma história em que se sinta representada, essa literatura se aproxima", afirma Ifé.

(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2025/08/20/a-periferia-nunca-deixou-de -produzir-literatura-defende-coordenadora-das-fabricas-de-cultura/. Acesso em 25 ago. 2025. Adaptado.)
"Sabemos o quanto as mulheres têm um papel fundamental nas periferias, não só nas questões do dia a dia, no trato com a própria família, com a comunidade, mas também com a literatura."
No excerto, as expressões em destaque foram utilizadas para construir um sentido. A relação que elas estabelecem é de: 
Alternativas
Q3813910 Português
'A periferia nunca deixou de produzir literatura', defende coordenadora das Fábricas de Cultura


Os hábitos de leitura nas periferias da maior metrópole da América do Sul são o foco da pesquisa realizada pela Organização Social Poiesis, que analisou o público das oito unidades das Fábricas de Cultura presentes em São Paulo e apontou que mulheres representam 70% do público leitor.

Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, a literatura sempre esteve presente na comunidade, que não deixou "nenhum preconceito impedir de acessar a literatura".

"Todo esse movimento de literatura mostra que ela, na verdade, foi durante muito tempo vista como algo elitista, como algo para outro tipo de público, mas, enquanto isso, a periferia nunca deixou de produzir literatura, de produzir oralidade ou 'oralituras', expressão usada por Leda Maria Martins. A periferia nunca deixou que nenhum preconceito a impedisse de acessar a literatura, algo tão importante para todo ser humano", disse Ifé em entrevista ao Conexão BdF, da Rádio Brasil de Fato.

A pesquisa avaliou os hábitos de leitura dos frequentadores das bibliotecas das Fábricas de Cultura na Brasilândia, Capão Redondo, Diadema, Iguape, Jaçanã, Jardim São Luís , Osasco e Vila Nova Cachoeirinha. A coordenadora destaca que a literatura sempre esteve presente nas comunidades e que a diversidade de leitura apontada pela pesquisa ajuda a desconstruir preconceitos sobre "quem  e o que lê".

Os dados indicam que as mulheres foram 70% do total de leitores, porcentagem maior que a média nacional (61%). Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, o protagonismo feminino revela a participação singular das mulheres nas comunidades. "Sabemos o quanto as mulheres têm um papel fundamental nas periferias, não  nas questões do dia a dia, no trato com a própria família , com a comunidade, mas também com a literatura. Ficamos muito felizes em saber que as mulheres estão acessando a literatura, uma literatura diversa que fala tanto diretamente com as realidades delas quanto também com a literatura clássica", contou.

Representatividade

Para a coordenadora, a diversidade de leitura da população periférica — que inclui mangás clássicos, autores negros e indígenas — mostra que o acesso "às literaturas" precisa ser ampliado, sempre atento ao que o público deseja ler. Ela também ressalta a importância da representatividade e de uma curadoria coletiva.

"Recentemente, Ana Maria Gonçalves — primeira mulher negra a entrar na Academia Brasileira de Letras —, falou algo bem importante: que as pessoas racializadas, negras principalmente, muitas vezes não acessavam a literatura porque não se viam representadas, eram histórias que iam muito além da sua realidade. Quando uma criança, um jovem, um adolescente, uma pessoa trabalhadora consegue acessar uma história em que se sinta representada, essa literatura se aproxima", afirma Ifé.

(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2025/08/20/a-periferia-nunca-deixou-de -produzir-literatura-defende-coordenadora-das-fabricas-de-cultura/. Acesso em 25 ago. 2025. Adaptado.)
No excerto a seguir, a palavra destacada pode ser substituída, sem prejuízo no sentido, por:
"Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, o protagonismo feminino revela a participação singular das mulheres nas comunidades."
Alternativas
Q3813909 Português
'A periferia nunca deixou de produzir literatura', defende coordenadora das Fábricas de Cultura


Os hábitos de leitura nas periferias da maior metrópole da América do Sul são o foco da pesquisa realizada pela Organização Social Poiesis, que analisou o público das oito unidades das Fábricas de Cultura presentes em São Paulo e apontou que mulheres representam 70% do público leitor.

Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, a literatura sempre esteve presente na comunidade, que não deixou "nenhum preconceito impedir de acessar a literatura".

"Todo esse movimento de literatura mostra que ela, na verdade, foi durante muito tempo vista como algo elitista, como algo para outro tipo de público, mas, enquanto isso, a periferia nunca deixou de produzir literatura, de produzir oralidade ou 'oralituras', expressão usada por Leda Maria Martins. A periferia nunca deixou que nenhum preconceito a impedisse de acessar a literatura, algo tão importante para todo ser humano", disse Ifé em entrevista ao Conexão BdF, da Rádio Brasil de Fato.

A pesquisa avaliou os hábitos de leitura dos frequentadores das bibliotecas das Fábricas de Cultura na Brasilândia, Capão Redondo, Diadema, Iguape, Jaçanã, Jardim São Luís , Osasco e Vila Nova Cachoeirinha. A coordenadora destaca que a literatura sempre esteve presente nas comunidades e que a diversidade de leitura apontada pela pesquisa ajuda a desconstruir preconceitos sobre "quem  e o que lê".

Os dados indicam que as mulheres foram 70% do total de leitores, porcentagem maior que a média nacional (61%). Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, o protagonismo feminino revela a participação singular das mulheres nas comunidades. "Sabemos o quanto as mulheres têm um papel fundamental nas periferias, não  nas questões do dia a dia, no trato com a própria família , com a comunidade, mas também com a literatura. Ficamos muito felizes em saber que as mulheres estão acessando a literatura, uma literatura diversa que fala tanto diretamente com as realidades delas quanto também com a literatura clássica", contou.

Representatividade

Para a coordenadora, a diversidade de leitura da população periférica — que inclui mangás clássicos, autores negros e indígenas — mostra que o acesso "às literaturas" precisa ser ampliado, sempre atento ao que o público deseja ler. Ela também ressalta a importância da representatividade e de uma curadoria coletiva.

"Recentemente, Ana Maria Gonçalves — primeira mulher negra a entrar na Academia Brasileira de Letras —, falou algo bem importante: que as pessoas racializadas, negras principalmente, muitas vezes não acessavam a literatura porque não se viam representadas, eram histórias que iam muito além da sua realidade. Quando uma criança, um jovem, um adolescente, uma pessoa trabalhadora consegue acessar uma história em que se sinta representada, essa literatura se aproxima", afirma Ifé.

(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2025/08/20/a-periferia-nunca-deixou-de -produzir-literatura-defende-coordenadora-das-fabricas-de-cultura/. Acesso em 25 ago. 2025. Adaptado.)
A partir da leitura e da interpretação do texto, analise as assertivas a seguir e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)Uma literatura mais diversa tematicamente, que apresenta personagens diversos e plurais, aproxima-se, por exemplo, das pessoas racializadas. Isso porque elas conseguem se ver representadas na literatura.

(__)Uma pessoa trabalhadora apenas se identificará com literatura que tenha como tema o universo do trabalho. Por isso, a importância de ofertar livros que tenham a classe trabalhadora como protagonista.

(__)A diversidade de gêneros literários lidos pela população periférica revelou a importância de ampliar o acesso à literatura, tornando-a ainda mais diversa.

(__)A escolha das literaturas a ser ofertadas à população das periferias, pelas bibliotecas, deve ser feita por pessoas capacitadas, evitando oferecer obras que comumente esse público lê e priorizando os clássicos, aos quais essas pessoas têm pouco acesso ou se recusam a ler.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3813818 Pedagogia
A ética profissional, como modo de objetivação da vida ética, é um fenômeno historicamente condicionado pela natureza do trabalho em sociedade. Em face da conjuntura contemporânea, a reflexão filosófica e a intervenção política da categoria profissional são cruciais para a superação de tendências que fragilizam o compromisso ético. A respeito das esferas filosófica e política da ética profissional, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:

I.O apelo ao senso comum e o utilitarismo ético, típicos das tendências da sociedade capitalista, fragilizam a ética profissional.
PORQUE
II.A reflexão filosófica e a intervenção política da categoria são os principais caminhos para resgatar os valores genéricos, universalizar a capacidade de escolha consciente e confrontar a alienação e a mercantilização das relações humanas.


A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
Alternativas
Q3813816 Pedagogia
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), analise as Competências Específicas de Ensino Religioso para o Ensino Fundamental apresentadas a seguir:

I.Conhecer os aspectos estruturantes das diferentes tradições/movimentos religiosos e filosofias de vida, a partir de pressupostos científicos, filosóficos, estéticos e éticos.
II.Reconhecer e cuidar de si, do outro, da coletividade e da natureza, enquanto expressão de valor da vida.
III.Analisar as relações entre as tradições religiosas e os campos da cultura, da política, da economia, da saúde, da ciência, da tecnologia e do meio ambiente.
IV.Ensinar sobre os discursos e práticas de intolerância, discriminação e violência de cunho religioso, visando ao fomento do respeito à diversidade e à garantia dos direitos humanos no exercício da cidadania e da cultura de paz.


É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3813815 Direito Constitucional
Assinale a alternativa que apresenta o conceito correto de laicidade:
Alternativas
Q3813814 Psicologia
De acordo com Carl G. Jung, signos e símbolos pertencem a níveis diferentes da realidade. Para o autor, um signo é um elemento do mundo concreto, enquanto o símbolo é uma construção do mundo dos sentidos humanos. Considerando esse conceito, assinale a alternativa que apresenta a distinção correta entre signo e símbolo na perspectiva de Jung:
Alternativas
Q3813813 Pedagogia
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna no excerto, o qual trata do Zen Budismo:
O zen budismo celebra a vida. Considera o Nirvana um estado de graça, de paz e tranquilidade no presente. Pratica meditação, estuda os ensinamentos budistas e procura os preceitos que conduzem ao Nirvana aqui, agora, vivendo plenamente a vida − de acordo com _____________, sem extremos de bem-estar nem de austeridade. 
Alternativas
Q3813812 Pedagogia
De acordo com a professora Doutora Marise de Santana: "A expressão popularmente conhecida no Brasil por Exu refere-se ao termo em yorubá Èsù. É relacionado ao ar, à respiração e à energia da vida, sem a qual nenhum ser vivo pode existir. No exercício da teologia comparada, vê-se em hebraico a Ruáh, o sopro, o hálito de Deus, o ar, o vento, a respiração. O mesmo conceito aparece no sânscrito dos antigos vedas, com o nome de Atman, na religião persa como Dem, entre os gregos como Pneuma". Considerando a afirmação da professora Doutora Marise de Santana, pode-se dizer que a redução do mito africano ao Exu Maléfico é uma forma de: 
Alternativas
Q3813811 Pedagogia
Segundo a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), "O conhecimento religioso, objeto da área de Ensino Religioso, é produzido no âmbito das diferentes áreas do conhecimento científico das Ciências Humanas e Sociais, notadamente da(s) Ciência(s) da(s) Religião(ões)". De acordo com esse documento, a(s) Ciência(s) da(s) Religião(ões) investigam: 
Alternativas
Q3813810 Filosofia
O respeito pelo diferente é a essência da ética da alteridade. O rosto do outro não apenas nos interpela e convida, mas também nos revela o seu infinito, quebrando paradigmas tradicionais ao demonstrar que é na face alheia que encontramos nossa própria identificação. Esse conceito é atribuído ao filósofo: 
Alternativas
Q3813809 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC), no componente curricular de Ensino Religioso, propõe a abordagem das diferentes manifestações religiosas e filosofias de vida. Considerando as perspectivas seculares como ateísmo, agnosticismo, materialismo e ceticismo, assinale a alternativa que se alinha corretamente à proposta da BNCC sobre o tratamento dessas visões de mundo na educação básica: 
Alternativas
Q3813807 Pedagogia
Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona símbolos religiosos com suas respectivas religiões:
Primeira coluna: símbolos religiosos
1.Roda do Darma (Dharmachakra) 2.Estrela de Davi 3.Yin e Yang (Taijitu) 4.Lua Crescente com a Estrela
Segunda coluna: mecanismo de ação
(__)Judaísmo. (__)Taoismo e Filosofias Orientais. (__)Islamismo. (__)Budismo.
Alternativas
Q3813806 Pedagogia
Considerando a concepção de currículo como redes de conversações e ações complexas, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:

I.No planejamento didático, o(a) professor(a) deve articular conteúdos, linguagens e afetos em atividades cooperativas, reconhecendo que o currículo se produz nas relações entre sujeitos e contextos.
PORQUE
II.O currículo vivido constitui-se em redes sociotécnicas de conversações e ações que conectam micropolíticas do cotidiano escolar às políticas e práticas de diferentes contextos (formação, mídias, movimentos sociais), incidindo nas escolhas metodológicas.


A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
Alternativas
Q3813805 Pedagogia
Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona princípios para o uso pedagógico das Tecnologias da Informação e da Comunicação (TICs) com suas implicações didático-metodológicas no planejamento de aula.
Primeira coluna: princípios
1.Superação do uso meramente instrumental das TICs. 2.Constituição de redes horizontais de interação e colaboração. 3.Compromisso formativo com cidadania e participação democrática.
Segunda coluna: implicações didático-metodológicas
(__)Propor projetos colaborativos com autoria estudantil em ambientes digitais.
(__)Articular práticas de participação social e debate público.
(__)Planejar atividades que integrem múltiplas linguagens e contextos, abordando problemas reais e diferentes saberes.


Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas: 
Alternativas
Q3813804 Pedagogia
Na sociedade informacional contemporânea, a escola como "espaço de síntese" exige do professor uma prática pedagógica que transcenda a simples reprodução de informações. Considerando os desafios didático-metodológicos dessa concepção educativa, analise as estratégias pedagógicas apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)Promover situações de aprendizagem que articulem conhecimento sistematizado com informações midiáticas, desenvolvendo processos investigativos colaborativos que culminem em produções autorais dos estudantes.

(__)Implementar sequências didáticas centradas na curadoria crítica de conteúdos digitais, priorizando a análise comparativa de fontes e a construção coletiva de sínteses interpretativas.

(__)Organizar o trabalho pedagógico através da exposição sistemática de conteúdos curriculares, utilizando recursos multimidiáticos como ilustração complementar às explicações docentes.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3813803 Pedagogia
A integração da dimensão afetiva no exercício docente demanda do professor uma compreensão complexa da articulação entre conhecimento disciplinar e mundo vivencial dos estudantes. Considerando os fundamentos teóricos dessa abordagem pedagógica, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:

I.A aprendizagem significativa requer do professor a capacidade de articular linguagens analíticas e simbólicas, reconhecendo que a realidade vivida pelos estudantes não se capta através de uma linguagem única, mas por meio de uma conjunção de linguagens que revelam diferentes dimensões da experiência humana.

PORQUE

II.A cultura escolar incorpora necessariamente a dimensão afetiva, envolvendo sentimentos e emoções vinculados às relações familiares, escolares e sociais dos alunos, o que exige do docente sensibilidade para compreender motivações, interesses e necessidades individuais, estabelecendo mediações entre conhecimento sistematizado e o complexo universo experiencial de cada estudante.


A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
Alternativas
Q3813802 Pedagogia
 Projeto Político-Pedagógico constitui instrumento fundamental para a construção da identidade educativa institucional. Analise as características essenciais deste documento apresentadas a seguir:

I.Assume caráter político por articular-se ao compromisso sociopolítico e aos interesses coletivos da instituição, posicionando-se diante dos conflitos sociais na busca do bem comum.

II.Manifesta dimensão pedagógica ao definir e organizar atividades e projetos educativos necessários ao processo de ensino-aprendizagem, efetivando a intencionalidade educacional.

III.Configura-se como documento técnico-burocrático de periodicidade anual, elaborado exclusivamente pela equipe gestora para atender às demandas dos órgãos superiores de educação.


É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3813801 Pedagogia
Na teoria da aprendizagem significativa crítica, a facilitação do processo de ensino-aprendizagem demanda a compreensão de princípios fundamentais que orientem práticas pedagógicas transformadoras. Considerando os fundamentos teóricos dessa abordagem educacional, associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona princípios facilitadores com suas características pedagógicas essenciais:

Primeira coluna: princípios facilitadores
1.Princípio da interação social e do questionamento 2.Princípio do aprendiz como perceptor/representador 3.Princípio da consciência semântica
Segunda coluna: características pedagógicas essenciais
(__)Reconhecimento de que o significado reside nas pessoas e não nas palavras, compreendendo que a linguagem possui efeito fotográfico e que os significados mudam constantemente conforme as transformações do mundo.

(__)Enfoque no intercâmbio de perguntas em detrimento da transmissão de respostas, promovendo negociação de significados através da interação dialógica entre professor e estudantes.

(__)Compreensão de que o estudante constrói modelos mentais funcionais baseados em percepções prévias, representando internamente o mundo percebido de maneira singular e idiossincrática.


Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Alternativas
Respostas
181: C
182: D
183: C
184: A
185: D
186: E
187: D
188: D
189: E
190: A
191: A
192: C
193: D
194: C
195: C
196: E
197: A
198: E
199: E
200: C