Questões de Concurso
Comentadas para prefeitura de barra velha - sc
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I - Oferta Turística: compõe-se pelo conjunto de bens e serviços turísticos, devidamente organizados para serem oferecidos à demanda.
II - Demanda Turística: é formada pelo conjunto de consumidores (ou possíveis consumidores) de bens e serviços turísticos.
III - Núcleo Receptor: É a base física, o espaço geográfico, onde a oferta e a demanda não se encontram, e onde reside a população local.
IV - Operadores de Mercado: Entram aqui todas as empresas e os organismos cuja principal função é organizar a inter-relação entre a oferta e a demanda, como por exemplo: as agências de viagens, as companhias de transporte, secretarias de turismo e outros órgãos, tanto públicos como privados, que têm a função de organizar e promover o turismo.
Assinale a alternativa CORRETA:
Uma das intercorrências da nutrição __________ é a contaminação das fórmulas, podendo estar associada a complicações infecciosas, sendo a diarreia a mais frequente, a administração de fórmulas eventualmente contaminadas pode não somente causar distúrbios gastrintestinais, mas contribuir para infecções mais graves, especialmente em pacientes imunodeprimidos.
Analise as afirmativas e relacione as colunas:
1 - Traumáticas;
2 - não traumáticas;
( ) Mergulho em águas rasas;
( ) Processos degenerativos e/ou compressivos;
( ) Quedas;
( ) Processos infecciosos.
Assinale a alternativa CORRETA:
Vulcão de Fogo volta a entrar em erupção; mortes passam de 60 . Atividade vulcânica afeta 1,7 milhão de pessoas. Milhares de moradores tiveram que deixar suas casas. O Vulcão de Fogo, voltou a entrar em erupção na segunda-feira (04/06/2018) e a retirada de moradores de áreas próximas prossegue. A atividade vulcânica deixou 69 mortos, de acordo com o governo. Até o momento, apenas 13 vítimas fatais foram identificadas. A explosão de domingo do vulcão foi uma das mais violentas das últimas décadas.
(Disponível em: http://g1.globo.com/. Redação adaptada)
Onde ocorreu essa tragédia?
Durante milênios convivemos com a convicção de que não haveria limites para a atividade humana, seja quanto ao uso de recursos e serviços naturais, seja de energia, de praticamente tudo. O tempo encarregou-se de mostrar o contrário – com os limites na área dos recursos hídricos acentuados pelo crescimento da população; com o uso de combustíveis fósseis detonando a questão das mudanças do clima; com a insustentabilidade dos atuais padrões de produção e consumo, além da capacidade de reposição do planeta. Agora, mais alguns limites se esboçam no horizonte para a fabricação e uso de computadores, por causa do consumo de energia; da emissão de gases em razão do seu uso; da sobrecarga em vários tipos de utilização, que ameaça até com um “apagão planetário”; e da geração de lixo tecnológico.
Estudo recente do pesquisador Jonathan Kooney, do Lawrence Berkeley National Laboratory, na Califórnia, mostrou que o consumo de energia pelos computadores no mundo todo mais do que dobrou entre 2000 e 2005; passou de 29 bilhões de kilowatts-hora (kWh) para 61 bilhões de kWh; nos EUA, subiu de 12,5 bilhões de kWh para 24 bilhões de kWh. Outro estudo, do Global Action Plan, situa as emissões de gases poluentes geradas pelas tecnologias de informação e comunicação no mesmo nível das emissões feitas pelo transporte aéreo no mundo, 2% do total.
São números que começam a preocupar a própria indústria de produção de equipamentos nessas áreas. Uma semana depois da divulgação do último relatório, as principais produtoras desses equipamentos no mundo criaram um sistema conjunto para aumentar a eficiência de hardwares e softwares. Pensam em novas formas de suprimento de energia, talvez a solar, em substituição do tipo de corrente nos centros armazenadores de informações e em disseminar informações que advirtam sobre os problemas de estocagem ilimitada de informações, imagens ou som. A IBM, uma das maiores interessadas na questão, está investindo US$ 1 bilhão no projeto Big Green, segundo a revista New Scientist, para dobrar a capacidade de processamento de data centers sem aumentar o consumo de energia. (...)
Em vários pontos do mundo, especialistas começam a perguntar se também haverá um limite de utilização para a Internet, se poderá haver um “apagão” geral no mundo por causa da sobrecarga. (...)
E ainda há o problema do lixo tecnológico (peças e pedaços de computadores, pilhas, baterias), já tão grave que a própria ONU criou para ele um programa denominado Solving the E-waste Program (SEP), com diretrizes mundiais que apontam caminhos para ampliar a vida dos componentes e promover a reciclagem. No Brasil, para pilhas e baterias já existe uma Resolução (nº 257) do Conselho Nacional do Meio Ambiente, que determina a entrega de pilhas e baterias que contenham cádmio, chumbo, mercúrio e seus compostos, bem como produtos eletroeletrônicos que as incluam, aos estabelecimentos que os comercializem ou à rede de assistência técnica das respectivas indústrias, para que repassem aos fabricantes ou importadores, que deverão reutilizá-los, reciclá-los ou lhes dar destinação final adequada.
Mas o cumprimento ainda é escasso, mesmo com o crescimento acelerado da produção de lixo tecnológico.
(Washington Novaes. O Estado de S. Paulo, 15 fev. 2008. Com adaptações)
A partir da argumentação construída pelo autor, caracteriza-se como tese defendida no texto a