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Q3353214 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Descuido ambiental e desinformação ceifam vidas

A tragédia climática no Rio Grande do Sul ceifou vidas, gerou mais de 200 mil refugiados climáticos e apontou o dedo para a falta de planejamento no combate a tragédias climáticas previstas pela ciência

Por Dione O. Moura — UnB/ABEJ/Rede Biota Cerrado
Marlise Brenol — UnB/SBPJor/Rede Biota Cerrado
Liziane Guazina — UnB/Compolítica

    Não fosse suficiente a1 enchente que assola o Rio Grande do Sul (RS), também surge outra enxurrada: oceanos de desinformações que visam desestabilizar forças políticas e institucionais, provocar caos desmesurado e aumentar a dor. Contudo, nada surge da noite para o dia. Há fatores historicamente construídos para que a2 desinformação trafegue em indevida liberdade.

    Vamos lá, no caso da inundação no RS, partimos de uma agenda histórica de descuido ambiental. Para o Brasil se tornar o "celeiro do mundo", devastou biomas, ao custo de uma estrutura de vigilância e de controle ambiental crescentemente desmantelada por atores sociais que consideram que ecologia é balela, e de uma economia que gera hábitos de consumismo desenfreado, degradação ambiental, enorme produção de lixo, assoreamento de rios, poluição e devastação de biomas.

    E tem mais: em nosso país, há anos, inexiste solidez das normas de comunicação de risco que deveriam ser aplicadas do micro (bairro, município) ao macro (áreas metropolitanas, estado, regiões). Quais as3 áreas de risco? Quais populações podem ser atingidas? Quando e por quais mecanismos serão alertadas? Quais as rotas de evacuação? Escolas, igrejas, coletivos, Defesa Civil, quem atuará nos abrigos? Como proteger os mais vulneráveis? São perguntas que planos de comunicação de risco e de evacuação preventiva conseguem responder, desde que façamos as perguntas certas, na hora certa — antes que o risco (possibilidade) se materialize em dano (o risco concretizado). 

    Esse processo é fortalecido diante da desregulamentação das redes sociais e resulta em um pacote letal. Acreditamos, como sociedade, que vai ficar tudo bem enquanto destruímos o planeta. Achamos fofos os documentários de crianças de outros países sendo preparadas para possíveis terremotos, mas aqui no Brasil não precisamos disso… não? E as crianças desaparecidas na atual inundação no RS? E os idosos, os hospitais, as creches, as faculdades, as empresas, as comunidades inteiras submersas na água lamacenta?

    Não somente a inundação, mas todo esse conjunto ceifa vidas. Em síntese, falta prevenção há décadas e também nos dias anteriores as4 inundações. Se conseguimos fechar o comércio e as escolas quando é feriado, [________] não conseguimos fazê-lo antes de uma inundação dessas? Óbvio que conseguimos, desde que haja decisão política. Desde que não deixemos multiplicar o número de desabrigados até que a única saída esteja em orçamentos astronômicos emergenciais. Esse cenário histórico é perfeito para pavimentar a estrada da indevida liberdade de desinformar e proliferar o negacionismo climático. A lógica das plataformas de mídias sociais segue e amplifica o modelo da comunicação do grotesco de que nos falou Muniz Sodré.

    O grotesco, agora ampliado na internet, estimula os relatos mentirosos e sensacionalistas. Influenciadores digitais e as BigTechs nadam de braçada em plataformas de mídias sociais sem regulação. Desinformam em troca de alcance e engajamento, a atual moeda digital. Como consequência, levam veículos de imprensa — que, de forma irresponsável, __________(PUBLICA/PUBLICAM) sem a devida verificação — e muitos políticos — que assumem mentiras em discursos e postagens amplificadoras do círculo vicioso. É __________(PRECISO/PRECISA) prudência, em especial, na cobertura de catástrofes. Antes de pegar uma rodovia, você não passa no posto para calibragem, água e óleo para viajar com segurança? Pois, então, antes de acelerar fundo e repassar uma desinformação, cheque, nas agências de verificação e em sites jornalísticos, como a Agência Lupa, a Aos Fatos e o Estadão Verifica.

    A tragédia climática no RS ceifou vidas, gerou mais de 200 mil refugiados climáticos e apontou o dedo para a falta de planejamento no combate a tragédias climáticas previstas pela ciência. Enquanto as figuras públicas, em especial, deputados e senadores brasileiros, deputados estaduais/distritais, vereadores, prefeitos e governadores estiverem mais preocupados em criar narrativas para suas bases eleitorais nas redes sociais do que em gerenciar as crises, serão corresponsáveis por essa e por outras tragédias que possam vir. E se a pauta da biodiversidade, da conservação e da economia sustentável não se __________(TORNAR/TORNAREM) prioridade, catástrofes se multiplicarão. Se a dor das vítimas das enchentes no RS não __________(DOER/DOEREM) nos Três Poderes (nos níveis municipal, estadual e federal), a desesperança reinará em um país cujas faces não mais distinguiremos lama de lágrimas. Ainda podemos fazer algo. Façamos.

MOURA, Dione O.; BRENOL, Marlise; GUAZINA, Liziane. Descuido ambiental e desinformação ceifam vidas. Correio Braziliense, 12 de maio de 2024. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/05/6855238 -descuido-ambiental-e-desinformacao-ceifam-vidas.html. Acesso em: 13 mai. 2024. Adaptado.
Qual das estratégias abaixo NÃO foi empregada pelos autores para incluir diretamente o leitor no tema discorrido no texto?
Alternativas
Q3353213 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Descuido ambiental e desinformação ceifam vidas

A tragédia climática no Rio Grande do Sul ceifou vidas, gerou mais de 200 mil refugiados climáticos e apontou o dedo para a falta de planejamento no combate a tragédias climáticas previstas pela ciência

Por Dione O. Moura — UnB/ABEJ/Rede Biota Cerrado
Marlise Brenol — UnB/SBPJor/Rede Biota Cerrado
Liziane Guazina — UnB/Compolítica

    Não fosse suficiente a1 enchente que assola o Rio Grande do Sul (RS), também surge outra enxurrada: oceanos de desinformações que visam desestabilizar forças políticas e institucionais, provocar caos desmesurado e aumentar a dor. Contudo, nada surge da noite para o dia. Há fatores historicamente construídos para que a2 desinformação trafegue em indevida liberdade.

    Vamos lá, no caso da inundação no RS, partimos de uma agenda histórica de descuido ambiental. Para o Brasil se tornar o "celeiro do mundo", devastou biomas, ao custo de uma estrutura de vigilância e de controle ambiental crescentemente desmantelada por atores sociais que consideram que ecologia é balela, e de uma economia que gera hábitos de consumismo desenfreado, degradação ambiental, enorme produção de lixo, assoreamento de rios, poluição e devastação de biomas.

    E tem mais: em nosso país, há anos, inexiste solidez das normas de comunicação de risco que deveriam ser aplicadas do micro (bairro, município) ao macro (áreas metropolitanas, estado, regiões). Quais as3 áreas de risco? Quais populações podem ser atingidas? Quando e por quais mecanismos serão alertadas? Quais as rotas de evacuação? Escolas, igrejas, coletivos, Defesa Civil, quem atuará nos abrigos? Como proteger os mais vulneráveis? São perguntas que planos de comunicação de risco e de evacuação preventiva conseguem responder, desde que façamos as perguntas certas, na hora certa — antes que o risco (possibilidade) se materialize em dano (o risco concretizado). 

    Esse processo é fortalecido diante da desregulamentação das redes sociais e resulta em um pacote letal. Acreditamos, como sociedade, que vai ficar tudo bem enquanto destruímos o planeta. Achamos fofos os documentários de crianças de outros países sendo preparadas para possíveis terremotos, mas aqui no Brasil não precisamos disso… não? E as crianças desaparecidas na atual inundação no RS? E os idosos, os hospitais, as creches, as faculdades, as empresas, as comunidades inteiras submersas na água lamacenta?

    Não somente a inundação, mas todo esse conjunto ceifa vidas. Em síntese, falta prevenção há décadas e também nos dias anteriores as4 inundações. Se conseguimos fechar o comércio e as escolas quando é feriado, [________] não conseguimos fazê-lo antes de uma inundação dessas? Óbvio que conseguimos, desde que haja decisão política. Desde que não deixemos multiplicar o número de desabrigados até que a única saída esteja em orçamentos astronômicos emergenciais. Esse cenário histórico é perfeito para pavimentar a estrada da indevida liberdade de desinformar e proliferar o negacionismo climático. A lógica das plataformas de mídias sociais segue e amplifica o modelo da comunicação do grotesco de que nos falou Muniz Sodré.

    O grotesco, agora ampliado na internet, estimula os relatos mentirosos e sensacionalistas. Influenciadores digitais e as BigTechs nadam de braçada em plataformas de mídias sociais sem regulação. Desinformam em troca de alcance e engajamento, a atual moeda digital. Como consequência, levam veículos de imprensa — que, de forma irresponsável, __________(PUBLICA/PUBLICAM) sem a devida verificação — e muitos políticos — que assumem mentiras em discursos e postagens amplificadoras do círculo vicioso. É __________(PRECISO/PRECISA) prudência, em especial, na cobertura de catástrofes. Antes de pegar uma rodovia, você não passa no posto para calibragem, água e óleo para viajar com segurança? Pois, então, antes de acelerar fundo e repassar uma desinformação, cheque, nas agências de verificação e em sites jornalísticos, como a Agência Lupa, a Aos Fatos e o Estadão Verifica.

    A tragédia climática no RS ceifou vidas, gerou mais de 200 mil refugiados climáticos e apontou o dedo para a falta de planejamento no combate a tragédias climáticas previstas pela ciência. Enquanto as figuras públicas, em especial, deputados e senadores brasileiros, deputados estaduais/distritais, vereadores, prefeitos e governadores estiverem mais preocupados em criar narrativas para suas bases eleitorais nas redes sociais do que em gerenciar as crises, serão corresponsáveis por essa e por outras tragédias que possam vir. E se a pauta da biodiversidade, da conservação e da economia sustentável não se __________(TORNAR/TORNAREM) prioridade, catástrofes se multiplicarão. Se a dor das vítimas das enchentes no RS não __________(DOER/DOEREM) nos Três Poderes (nos níveis municipal, estadual e federal), a desesperança reinará em um país cujas faces não mais distinguiremos lama de lágrimas. Ainda podemos fazer algo. Façamos.

MOURA, Dione O.; BRENOL, Marlise; GUAZINA, Liziane. Descuido ambiental e desinformação ceifam vidas. Correio Braziliense, 12 de maio de 2024. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/05/6855238 -descuido-ambiental-e-desinformacao-ceifam-vidas.html. Acesso em: 13 mai. 2024. Adaptado.
O conectivo “Contudo”, utilizado no parágrafo introdutório do artigo, pode ser substituído, sem que haja alteração no sentido básico do enunciado em que ele ocorre, por
Alternativas
Q3353212 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Descuido ambiental e desinformação ceifam vidas

A tragédia climática no Rio Grande do Sul ceifou vidas, gerou mais de 200 mil refugiados climáticos e apontou o dedo para a falta de planejamento no combate a tragédias climáticas previstas pela ciência

Por Dione O. Moura — UnB/ABEJ/Rede Biota Cerrado
Marlise Brenol — UnB/SBPJor/Rede Biota Cerrado
Liziane Guazina — UnB/Compolítica

    Não fosse suficiente a1 enchente que assola o Rio Grande do Sul (RS), também surge outra enxurrada: oceanos de desinformações que visam desestabilizar forças políticas e institucionais, provocar caos desmesurado e aumentar a dor. Contudo, nada surge da noite para o dia. Há fatores historicamente construídos para que a2 desinformação trafegue em indevida liberdade.

    Vamos lá, no caso da inundação no RS, partimos de uma agenda histórica de descuido ambiental. Para o Brasil se tornar o "celeiro do mundo", devastou biomas, ao custo de uma estrutura de vigilância e de controle ambiental crescentemente desmantelada por atores sociais que consideram que ecologia é balela, e de uma economia que gera hábitos de consumismo desenfreado, degradação ambiental, enorme produção de lixo, assoreamento de rios, poluição e devastação de biomas.

    E tem mais: em nosso país, há anos, inexiste solidez das normas de comunicação de risco que deveriam ser aplicadas do micro (bairro, município) ao macro (áreas metropolitanas, estado, regiões). Quais as3 áreas de risco? Quais populações podem ser atingidas? Quando e por quais mecanismos serão alertadas? Quais as rotas de evacuação? Escolas, igrejas, coletivos, Defesa Civil, quem atuará nos abrigos? Como proteger os mais vulneráveis? São perguntas que planos de comunicação de risco e de evacuação preventiva conseguem responder, desde que façamos as perguntas certas, na hora certa — antes que o risco (possibilidade) se materialize em dano (o risco concretizado). 

    Esse processo é fortalecido diante da desregulamentação das redes sociais e resulta em um pacote letal. Acreditamos, como sociedade, que vai ficar tudo bem enquanto destruímos o planeta. Achamos fofos os documentários de crianças de outros países sendo preparadas para possíveis terremotos, mas aqui no Brasil não precisamos disso… não? E as crianças desaparecidas na atual inundação no RS? E os idosos, os hospitais, as creches, as faculdades, as empresas, as comunidades inteiras submersas na água lamacenta?

    Não somente a inundação, mas todo esse conjunto ceifa vidas. Em síntese, falta prevenção há décadas e também nos dias anteriores as4 inundações. Se conseguimos fechar o comércio e as escolas quando é feriado, [________] não conseguimos fazê-lo antes de uma inundação dessas? Óbvio que conseguimos, desde que haja decisão política. Desde que não deixemos multiplicar o número de desabrigados até que a única saída esteja em orçamentos astronômicos emergenciais. Esse cenário histórico é perfeito para pavimentar a estrada da indevida liberdade de desinformar e proliferar o negacionismo climático. A lógica das plataformas de mídias sociais segue e amplifica o modelo da comunicação do grotesco de que nos falou Muniz Sodré.

    O grotesco, agora ampliado na internet, estimula os relatos mentirosos e sensacionalistas. Influenciadores digitais e as BigTechs nadam de braçada em plataformas de mídias sociais sem regulação. Desinformam em troca de alcance e engajamento, a atual moeda digital. Como consequência, levam veículos de imprensa — que, de forma irresponsável, __________(PUBLICA/PUBLICAM) sem a devida verificação — e muitos políticos — que assumem mentiras em discursos e postagens amplificadoras do círculo vicioso. É __________(PRECISO/PRECISA) prudência, em especial, na cobertura de catástrofes. Antes de pegar uma rodovia, você não passa no posto para calibragem, água e óleo para viajar com segurança? Pois, então, antes de acelerar fundo e repassar uma desinformação, cheque, nas agências de verificação e em sites jornalísticos, como a Agência Lupa, a Aos Fatos e o Estadão Verifica.

    A tragédia climática no RS ceifou vidas, gerou mais de 200 mil refugiados climáticos e apontou o dedo para a falta de planejamento no combate a tragédias climáticas previstas pela ciência. Enquanto as figuras públicas, em especial, deputados e senadores brasileiros, deputados estaduais/distritais, vereadores, prefeitos e governadores estiverem mais preocupados em criar narrativas para suas bases eleitorais nas redes sociais do que em gerenciar as crises, serão corresponsáveis por essa e por outras tragédias que possam vir. E se a pauta da biodiversidade, da conservação e da economia sustentável não se __________(TORNAR/TORNAREM) prioridade, catástrofes se multiplicarão. Se a dor das vítimas das enchentes no RS não __________(DOER/DOEREM) nos Três Poderes (nos níveis municipal, estadual e federal), a desesperança reinará em um país cujas faces não mais distinguiremos lama de lágrimas. Ainda podemos fazer algo. Façamos.

MOURA, Dione O.; BRENOL, Marlise; GUAZINA, Liziane. Descuido ambiental e desinformação ceifam vidas. Correio Braziliense, 12 de maio de 2024. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/05/6855238 -descuido-ambiental-e-desinformacao-ceifam-vidas.html. Acesso em: 13 mai. 2024. Adaptado.
Qual é a relação semântica entre as orações que compõem o período “A tragédia climática no RS ceifou vidas, gerou mais de 200 mil refugiados climáticos e apontou o dedo para a falta de planejamento no combate a tragédias climáticas previstas pela ciência.”?
Alternativas
Q3353211 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Descuido ambiental e desinformação ceifam vidas

A tragédia climática no Rio Grande do Sul ceifou vidas, gerou mais de 200 mil refugiados climáticos e apontou o dedo para a falta de planejamento no combate a tragédias climáticas previstas pela ciência

Por Dione O. Moura — UnB/ABEJ/Rede Biota Cerrado
Marlise Brenol — UnB/SBPJor/Rede Biota Cerrado
Liziane Guazina — UnB/Compolítica

    Não fosse suficiente a1 enchente que assola o Rio Grande do Sul (RS), também surge outra enxurrada: oceanos de desinformações que visam desestabilizar forças políticas e institucionais, provocar caos desmesurado e aumentar a dor. Contudo, nada surge da noite para o dia. Há fatores historicamente construídos para que a2 desinformação trafegue em indevida liberdade.

    Vamos lá, no caso da inundação no RS, partimos de uma agenda histórica de descuido ambiental. Para o Brasil se tornar o "celeiro do mundo", devastou biomas, ao custo de uma estrutura de vigilância e de controle ambiental crescentemente desmantelada por atores sociais que consideram que ecologia é balela, e de uma economia que gera hábitos de consumismo desenfreado, degradação ambiental, enorme produção de lixo, assoreamento de rios, poluição e devastação de biomas.

    E tem mais: em nosso país, há anos, inexiste solidez das normas de comunicação de risco que deveriam ser aplicadas do micro (bairro, município) ao macro (áreas metropolitanas, estado, regiões). Quais as3 áreas de risco? Quais populações podem ser atingidas? Quando e por quais mecanismos serão alertadas? Quais as rotas de evacuação? Escolas, igrejas, coletivos, Defesa Civil, quem atuará nos abrigos? Como proteger os mais vulneráveis? São perguntas que planos de comunicação de risco e de evacuação preventiva conseguem responder, desde que façamos as perguntas certas, na hora certa — antes que o risco (possibilidade) se materialize em dano (o risco concretizado). 

    Esse processo é fortalecido diante da desregulamentação das redes sociais e resulta em um pacote letal. Acreditamos, como sociedade, que vai ficar tudo bem enquanto destruímos o planeta. Achamos fofos os documentários de crianças de outros países sendo preparadas para possíveis terremotos, mas aqui no Brasil não precisamos disso… não? E as crianças desaparecidas na atual inundação no RS? E os idosos, os hospitais, as creches, as faculdades, as empresas, as comunidades inteiras submersas na água lamacenta?

    Não somente a inundação, mas todo esse conjunto ceifa vidas. Em síntese, falta prevenção há décadas e também nos dias anteriores as4 inundações. Se conseguimos fechar o comércio e as escolas quando é feriado, [________] não conseguimos fazê-lo antes de uma inundação dessas? Óbvio que conseguimos, desde que haja decisão política. Desde que não deixemos multiplicar o número de desabrigados até que a única saída esteja em orçamentos astronômicos emergenciais. Esse cenário histórico é perfeito para pavimentar a estrada da indevida liberdade de desinformar e proliferar o negacionismo climático. A lógica das plataformas de mídias sociais segue e amplifica o modelo da comunicação do grotesco de que nos falou Muniz Sodré.

    O grotesco, agora ampliado na internet, estimula os relatos mentirosos e sensacionalistas. Influenciadores digitais e as BigTechs nadam de braçada em plataformas de mídias sociais sem regulação. Desinformam em troca de alcance e engajamento, a atual moeda digital. Como consequência, levam veículos de imprensa — que, de forma irresponsável, __________(PUBLICA/PUBLICAM) sem a devida verificação — e muitos políticos — que assumem mentiras em discursos e postagens amplificadoras do círculo vicioso. É __________(PRECISO/PRECISA) prudência, em especial, na cobertura de catástrofes. Antes de pegar uma rodovia, você não passa no posto para calibragem, água e óleo para viajar com segurança? Pois, então, antes de acelerar fundo e repassar uma desinformação, cheque, nas agências de verificação e em sites jornalísticos, como a Agência Lupa, a Aos Fatos e o Estadão Verifica.

    A tragédia climática no RS ceifou vidas, gerou mais de 200 mil refugiados climáticos e apontou o dedo para a falta de planejamento no combate a tragédias climáticas previstas pela ciência. Enquanto as figuras públicas, em especial, deputados e senadores brasileiros, deputados estaduais/distritais, vereadores, prefeitos e governadores estiverem mais preocupados em criar narrativas para suas bases eleitorais nas redes sociais do que em gerenciar as crises, serão corresponsáveis por essa e por outras tragédias que possam vir. E se a pauta da biodiversidade, da conservação e da economia sustentável não se __________(TORNAR/TORNAREM) prioridade, catástrofes se multiplicarão. Se a dor das vítimas das enchentes no RS não __________(DOER/DOEREM) nos Três Poderes (nos níveis municipal, estadual e federal), a desesperança reinará em um país cujas faces não mais distinguiremos lama de lágrimas. Ainda podemos fazer algo. Façamos.

MOURA, Dione O.; BRENOL, Marlise; GUAZINA, Liziane. Descuido ambiental e desinformação ceifam vidas. Correio Braziliense, 12 de maio de 2024. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/05/6855238 -descuido-ambiental-e-desinformacao-ceifam-vidas.html. Acesso em: 13 mai. 2024. Adaptado.
Analise as proposições abaixo, de acordo com a argumentação apresentada no artigo.
I. A subjugação de questões ambientais em vista da atividade econômica é um fator causador de desastres naturais no Brasil.
II. Os mecanismos digitais de propagação de informações colaboram para a conscientização acerca das causas dos desastres naturais no planeta.
III. Há uma deficiência no sistema de comunicação e de prevenção de desastres naturais no Brasil, o que potencializa as consequências das catástrofes ambientais.
IV. Atualmente não há ferramentas de checagem de informações que detectem informações falsas, o que dificulta a conscientização da sociedade acerca das mudanças climáticas.
Estão de acordo com o posicionamento dos autores
Alternativas
Q3353210 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Descuido ambiental e desinformação ceifam vidas

A tragédia climática no Rio Grande do Sul ceifou vidas, gerou mais de 200 mil refugiados climáticos e apontou o dedo para a falta de planejamento no combate a tragédias climáticas previstas pela ciência

Por Dione O. Moura — UnB/ABEJ/Rede Biota Cerrado
Marlise Brenol — UnB/SBPJor/Rede Biota Cerrado
Liziane Guazina — UnB/Compolítica

    Não fosse suficiente a1 enchente que assola o Rio Grande do Sul (RS), também surge outra enxurrada: oceanos de desinformações que visam desestabilizar forças políticas e institucionais, provocar caos desmesurado e aumentar a dor. Contudo, nada surge da noite para o dia. Há fatores historicamente construídos para que a2 desinformação trafegue em indevida liberdade.

    Vamos lá, no caso da inundação no RS, partimos de uma agenda histórica de descuido ambiental. Para o Brasil se tornar o "celeiro do mundo", devastou biomas, ao custo de uma estrutura de vigilância e de controle ambiental crescentemente desmantelada por atores sociais que consideram que ecologia é balela, e de uma economia que gera hábitos de consumismo desenfreado, degradação ambiental, enorme produção de lixo, assoreamento de rios, poluição e devastação de biomas.

    E tem mais: em nosso país, há anos, inexiste solidez das normas de comunicação de risco que deveriam ser aplicadas do micro (bairro, município) ao macro (áreas metropolitanas, estado, regiões). Quais as3 áreas de risco? Quais populações podem ser atingidas? Quando e por quais mecanismos serão alertadas? Quais as rotas de evacuação? Escolas, igrejas, coletivos, Defesa Civil, quem atuará nos abrigos? Como proteger os mais vulneráveis? São perguntas que planos de comunicação de risco e de evacuação preventiva conseguem responder, desde que façamos as perguntas certas, na hora certa — antes que o risco (possibilidade) se materialize em dano (o risco concretizado). 

    Esse processo é fortalecido diante da desregulamentação das redes sociais e resulta em um pacote letal. Acreditamos, como sociedade, que vai ficar tudo bem enquanto destruímos o planeta. Achamos fofos os documentários de crianças de outros países sendo preparadas para possíveis terremotos, mas aqui no Brasil não precisamos disso… não? E as crianças desaparecidas na atual inundação no RS? E os idosos, os hospitais, as creches, as faculdades, as empresas, as comunidades inteiras submersas na água lamacenta?

    Não somente a inundação, mas todo esse conjunto ceifa vidas. Em síntese, falta prevenção há décadas e também nos dias anteriores as4 inundações. Se conseguimos fechar o comércio e as escolas quando é feriado, [________] não conseguimos fazê-lo antes de uma inundação dessas? Óbvio que conseguimos, desde que haja decisão política. Desde que não deixemos multiplicar o número de desabrigados até que a única saída esteja em orçamentos astronômicos emergenciais. Esse cenário histórico é perfeito para pavimentar a estrada da indevida liberdade de desinformar e proliferar o negacionismo climático. A lógica das plataformas de mídias sociais segue e amplifica o modelo da comunicação do grotesco de que nos falou Muniz Sodré.

    O grotesco, agora ampliado na internet, estimula os relatos mentirosos e sensacionalistas. Influenciadores digitais e as BigTechs nadam de braçada em plataformas de mídias sociais sem regulação. Desinformam em troca de alcance e engajamento, a atual moeda digital. Como consequência, levam veículos de imprensa — que, de forma irresponsável, __________(PUBLICA/PUBLICAM) sem a devida verificação — e muitos políticos — que assumem mentiras em discursos e postagens amplificadoras do círculo vicioso. É __________(PRECISO/PRECISA) prudência, em especial, na cobertura de catástrofes. Antes de pegar uma rodovia, você não passa no posto para calibragem, água e óleo para viajar com segurança? Pois, então, antes de acelerar fundo e repassar uma desinformação, cheque, nas agências de verificação e em sites jornalísticos, como a Agência Lupa, a Aos Fatos e o Estadão Verifica.

    A tragédia climática no RS ceifou vidas, gerou mais de 200 mil refugiados climáticos e apontou o dedo para a falta de planejamento no combate a tragédias climáticas previstas pela ciência. Enquanto as figuras públicas, em especial, deputados e senadores brasileiros, deputados estaduais/distritais, vereadores, prefeitos e governadores estiverem mais preocupados em criar narrativas para suas bases eleitorais nas redes sociais do que em gerenciar as crises, serão corresponsáveis por essa e por outras tragédias que possam vir. E se a pauta da biodiversidade, da conservação e da economia sustentável não se __________(TORNAR/TORNAREM) prioridade, catástrofes se multiplicarão. Se a dor das vítimas das enchentes no RS não __________(DOER/DOEREM) nos Três Poderes (nos níveis municipal, estadual e federal), a desesperança reinará em um país cujas faces não mais distinguiremos lama de lágrimas. Ainda podemos fazer algo. Façamos.

MOURA, Dione O.; BRENOL, Marlise; GUAZINA, Liziane. Descuido ambiental e desinformação ceifam vidas. Correio Braziliense, 12 de maio de 2024. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/05/6855238 -descuido-ambiental-e-desinformacao-ceifam-vidas.html. Acesso em: 13 mai. 2024. Adaptado.
Qual das ocorrências da vogal A destacadas com números sobrescritos no texto deve vir acompanhada do acento grave?
Alternativas
Q3353026 Matemática

Considere a matriz Imagem associada para resolução da questão


Qual é o valor de −3b + 4 considerando que b é metade do determinante de A?

Alternativas
Q3353002 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

OS DILEMAS REGULATÓRIOS DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Conferência global conclui haver “potencial para danos graves”.
Desafio é garantir avanço reduzindo riscos.

A opinião do Globo (Em 06/11/2023)

Reunidos no Reino Unido, na última semana, representantes de 28 países, entre eles Estados Unidos, China, Japão, Alemanha, Brasil e Índia, chegaram a um acordo para tentar entender e gerenciar os riscos trazidos pela tecnologia conhecida como inteligência artificial (IA), a habilidade de computadores processarem linguagens de modo praticamente indistinto dos humanos. “Há potencial para danos graves, até mesmo catastróficos, deliberados ou não intencionais”, diz o texto da Declaração de Bletchley, local da cúpula sediada pelo governo britânico, onde Alan Turing, um dos fundadores da ciência da computação, trabalhou na Segunda Guerra Mundial.

Nas últimas duas décadas, uma técnica chamada “aprendizado de máquina” permitiu que softwares pudessem interpretar, com extrema rapidez, quantidades enormes de exemplos e aperfeiçoassem respostas a desafios complexos sem ser programados especificamente para enfrentá-los. Computadores se tornaram imbatíveis em jogos de estratégia e noutras atividades sofisticadas.

Embora não sejam autônomos, racionais nem independentes de trabalho humano, esses programas impõem novos riscos, principalmente nos campos da segurança cibernética, biotecnologia e desinformação, como destaca a Declaração de Bletchley. Alguns imaginam que ferramentas como o ChatGPT possam um dia informar a qualquer um como criar armas potentes ou espalhar doenças contagiosas.

Antes da reunião em Bletchley, o presidente americano, Joe Biden, assinou decreto para que regulem o uso de IA. Mostrou preocupação com o poder de desinformação e contou que sua equipe preparara, a título de ilustração, um vídeo fraudulento (deep fake) com Biden falando algo que nunca disse. O perigo desses vídeos é evidente, em especial quando o alvo são autoridades. Entre as novas regras divulgadas na Casa Branca, desenvolvedores de sistemas de IA terão de compartilhar resultados de testes de segurança e informações críticas com o governo.

O tema é considerado urgente no mundo todo. Até o final do ano, o Parlamento Europeu deverá aprovar a Lei da Inteligência Artificial. A China já adotou várias regras. O assunto vem sendo debatido também no Brasil. A questão é como proceder. Não há consenso sobre o que fazer para evitar os riscos sem que a regulação acabe estrangulando a inovação ou concentrando o poder nas mãos de poucas empresas financeiramente capazes de seguir as regras que vierem a ser impostas. Outra dúvida é se os governos precisarão criar novos organismos regulatórios ou se os existentes se adaptarão. O desafio diante do mundo é garantir a evolução da tecnologia, sem dúvida fonte de avanços, com o mínimo de riscos para os usuários, para a sociedade e para as instituições. A cúpula de Bletchley certamente não será a última a explorar os dilemas trazidos pela IA.
“Há potencial para danos graves, até mesmo catastróficos, deliberados ou não intencionais.” 1º§
É sinônimo da palavra destacada nessa frase, exceto:
Alternativas
Q2593754 Pedagogia

O currículo do Piauí propõe ações que devem ser adotadas dentro de cada instituição de ensino, como a:


I.flexibilização curricular contemplando a diversidade regional e cultural, considerando as modalidades de ensino.

II.implementação de práticas educacionais unicamente teóricas, sem necessidade de integração de recursos tecnológicos.

III.capacitação de professores e gestores no uso das tecnologias contemporâneas, com destaque para a cultura digital.

IV.priorização das abordagens pedagógicas convencionais em detrimento da cultura digital como componente do currículo.


Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Q2593753 História e Geografia de Estados e Municípios

O estado do Piauí, localizado na região Nordeste do Brasil, possui uma história rica e diversificada que remonta aos tempos pré-coloniais. Em relação aos aspectos relevantes da história desse estado, marque (V) nas afirmativas verdadeiras e (F) nas falsas.


( ) O território piauiense foi alvo de disputas entre portugueses, franceses e holandeses.

( ) Os índios Tremembé foram os primeiros habitantes do litoral piauiense.

( ) Sua ocupação aconteceu em decorrência da expansão da criação de gado na região.

( ) Fundado por colonizadores britânicos que buscavam a exploração de minérios preciosos.

( ) Oficialmente reconhecido como uma capitania colonial, com a fundação de Oeiras, a primeira capital.

( ) Durante o período colonial, foi uma das regiões mais ricas do Brasil devido à sua produção agrícola.


A sequência correta de cima para baixo é:

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Q2593752 Pedagogia

A função social e política da escola é um tema de grande relevância, suscitando debates que abarcam diversas perspectivas, entre elas a visão crítica e a visão neoliberal. Em relação a essas duas perspectivas que representam diferentes visões, relacione a 2ª coluna de acordo com a 1ª coluna.


1ª coluna:

1.Crítica.

2.Neoliberal.


2ª coluna:

( ) Destaca a preparação dos indivíduos para o mercado de trabalho, visando aumentar sua empregabilidade e produtividade.

( ) Defende a intervenção do Estado na educação para garantir o acesso equitativo à educação de qualidade e promover a justiça social.

( ) Reconhece a diversidade cultural, étnica, socioeconômica e de gênero, promovendo políticas inclusivas que respeitam e celebram as diferenças.

( ) Vê a educação como um investimento individual, voltado para o desenvolvimento de habilidades que aumentem a competitividade no mercado de trabalho.

( ) Promove a privatização e a descentralização da educação, reduzindo o papel do Estado e favorecendo políticas que beneficiam o setor privado.

( ) Valoriza habilidades específicas que são consideradas úteis para o mercado de trabalho, como habilidades de comunicação, pensamento analítico e resolução de problemas.


A sequência correta de cima para baixo é:

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Q2593751 Pedagogia

O Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei n° 8.069/1990, fornece um arcabouço legal para garantir os direitos e a proteção integral de crianças e adolescentes na escola, como:


I.políticas que limitam a participação ativa da criança ou adolescente nas decisões que influenciam suas experiências educacionais.

II.políticas de prevenção e combate ao bullying, à violência física e psicológica, bem como à exploração sexual e ao trabalho infantil.

III.direito à educação de qualidade para todos, independentemente de raça, gênero, condição social ou deficiência, garantindo a igualdade de acesso e permanência.

IV.implementação de medidas que promovam a inclusão, a diversidade e o respeito às diferenças individuais, bem como a oferta de programas de apoio pedagógico e psicossocial para aqueles que necessitam.

V.diretrizes para a formação de professores e profissionais da educação, a importância da capacitação para lidar com as demandas específicas da infância.


Está correto o que se afirma em:

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Q2593750 Pedagogia

Na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional atualizada, o Projeto Político-Pedagógico é reconhecido como um instrumento essencial para a promoção da qualidade da educação, da gestão democrática e da integração entre a escola e sua comunidade, porque:


I. orienta as ações educativas da escola, promovendo a integração entre as práticas pedagógicas e os objetivos educacionais.

II. estabelece diretrizes que influenciam as práticas pedagógicas da escola, podendo em alguns casos restringir a sua autonomia.

III. envolve a participação da comunidade no entorno da escola excluindo professores, alunos, pais e funcionários do processo de construção.

IV. possibilita um registro rígido e imutável de ações que não se revisa de acordo com as necessidades e mudanças sociais, culturais e educacionais.

V. colabora no desenvolvimento de uma cultura escolar que valoriza a diversidade, a inclusão e o respeito às diferenças individuais, promovendo uma educação plural.


Está correto o que se afirma em:

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Q2593749 Pedagogia

A compreensão das tendências pedagógicas é fundamental para que os educadores possam refletir sobre suas práticas e tomar decisões mais conscientes e embasadas em relação ao processo educativo. A respeito dessas tendências pedagógicas na prática escolar, avalie as afirmativas abaixo e marque (V) para as verdadeiras ou (F) para as falsas.


( ) A Pedagogia Tradicional valoriza a transmissão de conhecimento pelo professor e a repetição como método de aprendizagem.

( ) A Pedagogia Crítico-Social dos Conteúdos enfatiza a neutralidade do conhecimento, desconsiderando as relações de poder presentes na escola.

( ) A Pedagogia Libertadora, proposta por Paulo Freire, busca a conscientização e a emancipação dos alunos por meio da prática da problematização.

( ) A Pedagogia Histórico-Crítica reforça uma visão utilitarista da educação, em que o valor do conhecimento é medido apenas pela sua aplicabilidade imediata e pela sua contribuição para a produtividade econômica.

( ) A Pedagogia Tecnicista entende que a educação não é neutra, mas sim um reflexo das relações de poder e das estruturas sociais presentes na sociedade.


Está correto o que se afirma em:

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Q2593748 Pedagogia

O Currículo do Piauí para o Ensino Fundamental, resultado de uma construção coletiva e democrática, assegura uma base sólida para o desenvolvimento educacional, promovendo:


I. a desarticulação referencial do conhecimento entre as disciplinas sem foco no desenvolvimento integral do estudante.

II. a articulação e aplicação dos saberes, por meio de práticas pedagógicas que tenham como foco temas integradores.

III. o entendimento das experiências escolares que se desdobram em torno do conhecimento, permeadas pelas relações sociais, articulando vivências.

IV. a priorização única de habilidades técnicas em componentes curriculares que definem os conhecimentos essenciais.

V. o direito aos conhecimentos historicamente acumulados e, consequentemente, ao desenvolvimento integral.


Está correto o que se afirma em:

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Q2593747 Pedagogia

_________________________ apresenta a pedagogia histórico-crítica como possibilidade de superação das pedagogias crítico-reprodutivistas: Teoria do sistema de ensino como violência simbólica, Teoria da escola como aparelho ideológico do Estado e Teoria da escola dualista. Essas, embora cumpram importante papel ao apresentar um caráter crítico, levando em conta os determinantes sociais da educação, são pessimistas e deterministas uma vez que não vislumbram possibilidade alguma de que a escola possa contribuir para a transformação social, servindo apenas à reprodução das relações sociais vigentes.


A lacuna acima é corretamente preenchida por:

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Q2593746 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015

Segundo legislação vigente, considera-se pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em condições diferenciadas com as demais pessoas.

A afirmativa acima está incorreta porque:

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Q2593745 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990

Segundo a lei nº 8.069, a criança e o adolescente têm direito a proteção à vida e à saúde, mediante a efetivação de políticas sociais públicas que permitam o nascimento e o desenvolvimento sadio e harmonioso, em condições dignas de existência.

A afirmação está:

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Q2593744 Pedagogia

Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) têm por objetivo garantir um currículo mínimo para a educação básica brasileira, com propostas inovadoras, como por exemplo, a incorporação da transdisciplinaridade nas práticas pedagógicas. Ao se falar sobre a função dos Parâmetros Curriculares Nacionais, é esclarecido:


I- São uma referência nacional para o ensino fundamental.

II- Têm como função determinar o quadro curricular dos Estados e Municípios, depreciando as propostas e experiências já existentes, preterindo a discussão pedagógica interna das escolas e a elaboração de projetos educativos.

III- Servem de material de reflexão para a prática de professores e colocar a educação escolar próxima da formação do cidadão.

IV- Tratam sobre a formação integral do aluno, concebendo: a capacidade cognitiva como uma capacidade de resolver problemas nas mais diversas situações da vida, utilizando para isto as aquisições da linguagem, matemática, representações espaciais, temporal, gráfica, a utilização do corpo e as expressões da emoção.


Estão corretas as afirmações contidas em:

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Q2593743 Pedagogia

D. Alzira, mãe de Fernando, estudante do 5º ano do ensino fundamental da Escola Colibri, no início do ano letivo, ficou sabendo da importância do Conselho Escolar, órgão deliberativo, composto do Diretor da Escola, membro nato, e de representantes das comunidades escolar e local, eleitos por seus pares. Interessada em fazer parte do colegiado, foi buscar informações junto à gestão da escola. A ela foi respondido que:

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Q2593742 Pedagogia

A Educação de Jovens e Adultos - EJA é uma categoria organizacional constante da estrutura da educação nacional, com finalidades e funções específicas. A tarefa de propiciar a todos a atualização de conhecimentos por toda a vida é a função permanente da EJA e seu próprio sentido da EJA. Ela é um apelo para a educação permanente e criação de uma sociedade educada para o universalismo, a solidariedade, a igualdade e a diversidade. A essa responsabilidade da EJA, dá-se o nome de:

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Respostas
101: B
102: D
103: A
104: C
105: D
106: D
107: C
108: C
109: D
110: A
111: A
112: D
113: C
114: B
115: B
116: C
117: D
118: C
119: D
120: C