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Analise as afirmativas a seguir:
I. Integrar-se com os demais órgãos de poder de polícia administrativa, visando a contribuir para a normatização e a fiscalização das posturas e ordenamento urbano municipal; assim como encaminhar ao delegado de polícia, diante de flagrante delito, o autor da infração, preservando o local do crime, quando possível e sempre que necessário, são competências específicas das guardas municipais, respeitadas as competências dos órgãos federais e estaduais, de acordo com a Lei nº 13.022, de 2014.
II. Estabelecer parcerias com os órgãos estaduais e da União, ou de municípios vizinhos, por meio da celebração de convênios ou consórcios, com vistas ao desenvolvimento de ações preventivas integradas, é uma das competências específicas das guardas municipais, respeitadas as competências dos órgãos federais e estaduais, conforme dispõe a Lei nº 13.022, de 2014, em seu artigo 5º.
Marque a alternativa CORRETA:
Analise as afirmativas a seguir:
I. O peculato mediante erro de outrem, conforme previsto no artigo 313 do Código Penal, compreende a apropriação de dinheiro que, no exercício do cargo, recebeu por erro de outrem. Essa prática, de acordo com o referido texto legal, prevê pena de reclusão, de um a quatro anos, e multa.
II. À luz do Código Penal, solicitar ou receber, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, uma vantagem indevida, ou aceitar promessa de tal vantagem, caracteriza a prática de corrupção passiva. De acordo com o referido texto legal, essa ação prevê pena de reclusão, de 2 (dois) a 12 (doze) anos, e multa. Ainda de acordo com o referido Código, a pena é aumentada de um terço, se, em consequência da vantagem ou promessa, o funcionário retarda ou deixa de praticar qualquer ato de ofício ou o pratica infringindo dever funcional.
III. De acordo com o Código Penal, a prática de roubo prevê pena aumentada de 1/3 (um terço) até metade se a vítima está em serviço de transporte de valores e o agente conhece tal circunstância; se a subtração for de veículo automotor que venha a ser transportado para outro estado ou para o exterior; ou se há o concurso de duas ou mais pessoas; conforme determina o artigo 157, § 2º, do referido Código.
Marque a alternativa CORRETA:
Analise as afirmativas a seguir:
I. O artigo 89 da Lei nº 13.146, de 2015, determina que se apropriar de bens, proventos, pensão, benefícios, remuneração ou qualquer outro rendimento de pessoa com deficiência é uma ação sujeita à pena de reclusão, de 1 (um) a 6 (seis) meses, ou multa. Aumenta-se a pena em 100% (cem porcento) se o crime é cometido por tutor, inventariante, testamenteiro ou depositário judicial.
II. Nos termos do artigo 90 da Lei nº 13.146, de 2015, abandonar uma pessoa com deficiência em hospitais, casas de saúde, entidades de abrigamento ou congêneres é uma prática sujeita à pena de multa e prestação de serviço comunitário. Na mesma pena incorre quem não provê as necessidades básicas de pessoa com deficiência, quando obrigado por lei ou mandado.
Marque a alternativa CORRETA:
Por Tatiana Bautzer, em 2020.
O mercado de capitais brasileiro voltou à atividade com toda força no segundo trimestre de 2020, impulsionado por investidores locais, os quais estavam a procura de alternativas para os retornos mínimos com renda fixa, ainda que a crise da Covid-19 continue aumentando o impacto negativo sobre a economia.
As ofertas de ações de empresas brasileiras cresceram 10% no primeiro semestre de 2020, para 9,9 bilhões de dólares, segundo dados da Refinitiv, surpreendendo muitos banqueiros de investimento, especialmente pelo contraste com a paralisia do mercado de fusões e aquisições.
Empresas de outros mercados da América Latina não recorreram a ofertas de ações, com a empresa aérea panamenha Copa Holdings, como a única empresa não brasileira a concluir uma venda de ações na América Latina no primeiro semestre de 2020. Na América Latina, as ofertas de ações caíram 13%, para 10,2 bilhões de dólares.
A primeira onda de transações depois do início da pandemia de Covid-19 foi de ofertas subsequentes (de empresas já listadas na Bolsa de Valores) buscando "capital de resgate", disse o diretor de Equity Capital Markets para a América Latina do banco Morgan Stanley, Eduardo Mendez. O banco liderou os rankings de emissões de ações na América Latina e Brasil no primeiro semestre de 2020.
Foi o caso da varejista de eletroeletrônicos Via Varejo, que teve alta demanda por sua oferta de ações de 4,45 bilhões de reais, ainda que boa parte das suas mais de mil lojas físicas estivesse fechada por restrições para conter a pandemia. O Grupo SBF, dono da varejista de artigos esportivos Centauro, que também foi fortemente afetada pela pandemia, levantou 900 milhões de reais em junho de 2020 no mercado de ações.
O BTG Pactual, maior banco de investimentos independente da América Latina, captou 2,6 bilhões de reais em junho de 2020 para expandir sua atividade de varejo. Banqueiros de investimento dizem que até 50 empresas estão em discussões para novas emissões de ações, embora nem todas as operações venham a mercado em 2020.
Enquanto investidores estrangeiros continuam cautelosos, muitos investidores locais continuaram comprando ações mesmo durante os períodos de maior volatilidade do Ibovespa. No segundo trimestre de 2020, o índice Ibovespa subiu mais de 30%.
nalistas do Morgan Stanley estimam que as ações representem 25% do total de ativos sob gestão no Brasil em 2025, o dobro dos atuais 12%.
(Disponível em: https://bit.ly/32i2cL7. Copyright © Thomson Reuters. Com adaptações.)
I. No segundo trimestre de 2020, o índice Ibovespa caiu mais de 30% devido a fatores externos, como a alta do dólar e o aumento na oferta e na demanda de petróleo, de acordo com o texto.`
II. Analistas do banco Morgan Stanley estimam que as ações representem 25% do total de ativos sob gestão no Brasil em 2025, o dobro dos atuais 12%, conforme pode ser percebido a partir da leitura cuidadosa das informações do texto.
III. De um modo geral, na América Latina, as ofertas de ações subiram 13%, para 10,2 bilhões de dólares, como se pode concluir a partir da leitura cuidadosa das informações do texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Por Maria H. B. Passamai (adaptado).
Se buscarmos conceituar o que é ensinar, encontraremos definições como: “Ministrar o ensino [...]; instruir; lecionar; educar; dar a conhecer; transmitir conhecimentos” (AURÉLIO, 1986, p. 660) ou “[...] repassar ensinamentos; doutrinar; transmitir experiência prática [...] tornar conhecido, familiar; mostrar com precisão; indicar” (HOUAISS, 2001, p. 1159). Por outro lado, ensino “[...] vem de ensinar (lat. Insegnare) que quer dizer dar preleções sobre o que os outros ignoram ou sabem mal” (NÉRICE, 1989, p. 47). Mas, no enfoque didático, o ensino “[...] é a ação de prover circunstâncias para que o educando aprenda, podendo ser a ação direta do professor (como no caso da preleção) ou indireta (como no caso de orientar o educando para pesquisar)” (NÉRICE, 1989, p. 47). Desse modo, a ação de dirigir a aprendizagem do aluno, organizando-a, selecionando os conteúdos, as tarefas e as avaliações, é compreendida muito claramente como a função dos professores.
Os professores são, portanto, aqueles que professam algo que consideram verdadeiro, válido, necessário e útil para a perpetuação da cultura e daqueles objetivos indicados pela sociedade para preservação de sua sobrevivência. São pessoas especializadas e habilitadas para, sistematicamente, passar para o aluno/aprendente “[...] um conjunto de conhecimentos que o tempo e a experiência selecionaram da cultura universal e diz respeito à nossa vivência cultural” (TOSI, 2001, p. 24). Portanto, fica evidente que os conhecimentos acumulados ao longo da existência humana vão ser transmitidos pelo “ensinante” ao “aprendente”, mas, para tal, esses conhecimentos necessitam ser selecionados e organizados em conteúdos considerados, pela sociedade, como mais relevantes às suas crianças e jovens.
Visto dessa forma, o ato de ensinar indica que [...] a função do professor/a será facilitar o surgimento do contexto de compreensão comum e trazer instrumentos procedentes da ciência, do pensamento e das artes para enriquecer [...] espaço de conhecimento compartilhado, mas nunca substituir o processo de construção dialética desse espaço, impondo suas próprias representações ou cerceando as possibilidades de negociação aberta de todos e cada um dos elementos que compõem o contexto de compreensão comum.
(Didática - 1951. - Vitória, ES : Universidade Federal do Espírito Santo, Secretaria de Ensino a Distância, 2011. Fonte: https://bit.ly/3fqsVtC)
I. Após a análise do texto, é possível inferir que o termo ensino vem do verbo ensinar, que quer dizer criar ou conceber novos significados para definições ou conceitos obsoletos de uma cultura.
II. De acordo com o texto, nos últimos anos, os profissionais de educação têm privilegiado uma abordagem mais humanista e hermética da educação, sendo visivelmente influenciados por uma necessidade urgente de atender a resultados cobrados pelos familiares em relação à aquisição de conhecimentos. Se por um lado essa abordagem trouxe uma formação mais completa para os alunos, por outro também privilegiou a realização de avaliações que priorizam a classificação e a separação dos melhores e dos menos aptos, como se pode observar no texto.
III. As informações presentes no texto permitem inferir que a ação de dirigir a aprendizagem do aluno, organizando-a, selecionando os conteúdos, as tarefas e as avaliações, é raramente compreendida como uma função dos professores.
Marque a alternativa CORRETA:
Por Maria H. B. Passamai (adaptado).
Se buscarmos conceituar o que é ensinar, encontraremos definições como: “Ministrar o ensino [...]; instruir; lecionar; educar; dar a conhecer; transmitir conhecimentos” (AURÉLIO, 1986, p. 660) ou “[...] repassar ensinamentos; doutrinar; transmitir experiência prática [...] tornar conhecido, familiar; mostrar com precisão; indicar” (HOUAISS, 2001, p. 1159). Por outro lado, ensino “[...] vem de ensinar (lat. Insegnare) que quer dizer dar preleções sobre o que os outros ignoram ou sabem mal” (NÉRICE, 1989, p. 47). Mas, no enfoque didático, o ensino “[...] é a ação de prover circunstâncias para que o educando aprenda, podendo ser a ação direta do professor (como no caso da preleção) ou indireta (como no caso de orientar o educando para pesquisar)” (NÉRICE, 1989, p. 47). Desse modo, a ação de dirigir a aprendizagem do aluno, organizando-a, selecionando os conteúdos, as tarefas e as avaliações, é compreendida muito claramente como a função dos professores.
Os professores são, portanto, aqueles que professam algo que consideram verdadeiro, válido, necessário e útil para a perpetuação da cultura e daqueles objetivos indicados pela sociedade para preservação de sua sobrevivência. São pessoas especializadas e habilitadas para, sistematicamente, passar para o aluno/aprendente “[...] um conjunto de conhecimentos que o tempo e a experiência selecionaram da cultura universal e diz respeito à nossa vivência cultural” (TOSI, 2001, p. 24). Portanto, fica evidente que os conhecimentos acumulados ao longo da existência humana vão ser transmitidos pelo “ensinante” ao “aprendente”, mas, para tal, esses conhecimentos necessitam ser selecionados e organizados em conteúdos considerados, pela sociedade, como mais relevantes às suas crianças e jovens.
Visto dessa forma, o ato de ensinar indica que [...] a função do professor/a será facilitar o surgimento do contexto de compreensão comum e trazer instrumentos procedentes da ciência, do pensamento e das artes para enriquecer [...] espaço de conhecimento compartilhado, mas nunca substituir o processo de construção dialética desse espaço, impondo suas próprias representações ou cerceando as possibilidades de negociação aberta de todos e cada um dos elementos que compõem o contexto de compreensão comum.
(Didática - 1951. - Vitória, ES : Universidade Federal do Espírito Santo, Secretaria de Ensino a Distância, 2011. Fonte: https://bit.ly/3fqsVtC)
I. Uma análise cuidadosa do texto permite ao leitor entender que, em um mundo rico em recursos tecnológicos, onde os alunos têm um amplo acesso às informações da Internet, o papel do professor torna-se cada vez mais obsoleto. Para resgatar a sua importância no meio educativo, os professores devem sempre privilegiar a realização de aulas exclusivamente teóricas e expositivas, utilizando uma linguagem excessivamente rebuscada e repleta de termos técnicos, defende o texto
II. Fica evidente ao leitor, após a leitura do texto, que a prática do ensino é, antes de tudo, um esforço dialógico que envolve o professor, os alunos e os pais. É, também, o resultado de uma autoavaliação do profissional de educação que busca, antes de formar uma consciência cidadã nos alunos, compreender os próprios interesses e desejos de longo prazo, conforme se pode inferir do texto.
III. O texto apresenta ao leitor um pressuposto de que é evidente a lógica de que os conhecimentos acumulados ao longo da existência humana devem ser transmitidos pelo “ensinante” ao “aprendente” e que, para tal, é necessário que sejam selecionados conteúdos considerados, pela sociedade, como mais relevantes às suas crianças e jovens.
Marque a alternativa CORRETA:
Por Marina L. C. Pereira (adaptado).
Os desafios no processo de avaliação ainda convergem para a centralidade da concepção classificatória, apesar dos discursos dos professores simularem, muitas vezes, tendências inovadoras. De uma maneira geral, verifica-se que há uma forte resistência da comunidade escolar em torno das oportunidades de promoção do aluno na escola, que estão expressas na sugestão de regimes não seriados, ciclos, programas de aceleração e outros estabelecidos pela Lei de Diretrizes e Bases
A implementação dessas sugestões na Educação Básica evidencia, entre outros fatores, que a intervenção pedagógica do professor no processo de ensino e aprendizagem de seus alunos se configura num dos grandes entraves ao melhor atendimento dos processos individuais. Em outros termos, parece que há um forte predomínio do pressuposto da homogeneidade nas atividades didáticas. As tarefas iguais para todos os alunos e as explicações gerais para a turma representam a garantia da aprendizagem, em detrimento das atividades diversificadas.
Outro grande desafio ao processo avaliativo dos alunos diz respeito aos tempos e espaços escolares. Pensar a execução das tarefas em função do tempo que se tem, bem como os espaços que melhor favoreçam a aprendizagem do conhecimento sistematizado, ainda representa um desafio a ser superado.
Percebe-se que, frequentemente, o discurso dos professores tende a se referir ao tempo como um elemento limitador de sua ação didática. O mesmo ocorre com o espaço, sendo a sala de aula o único meio de se trabalhar o conhecimento. Deslocar as crianças para outro ambiente como a biblioteca, o pátio ou a horta da escola acaba por se tornar uma ação trabalhosa, e, muitas vezes por falta de objetividade no planejamento, uma atividade que não atinge os resultados esperados.
É fundamental organizar concretamente o aproveitamento do tempo em que o aluno permanece na escola. Isso reduz, entre outros aspectos, a improvisação que muitas vezes é o resultado da falta de tempo. A gestão do tempo escolar favorece a autonomia do aluno, este também aprende a controlar o tempo de realização de suas atividades.
(Repensando a avaliação escolar: desafios e perspectivas. Paideia. Fonte: https://bit.ly/35WVPOR)
I. O texto sugere que deslocar as crianças para outro ambiente como a biblioteca, o pátio ou a horta da escola acaba por se tornar uma ação trabalhosa, e, muitas vezes por falta de objetividade no planejamento, uma atividade que não atinge os resultados esperados.
II. De acordo com as informações do texto, pode-se concluir que, aparentemente, há um forte predomínio do pressuposto da homogeneidade nas atividades didáticas. Ou seja, as tarefas iguais para todos os alunos e as explicações gerais para a turma representam a garantia da aprendizagem, em detrimento das atividades diversificadas, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Por Marina L. C. Pereira (adaptado).
Os desafios no processo de avaliação ainda convergem para a centralidade da concepção classificatória, apesar dos discursos dos professores simularem, muitas vezes, tendências inovadoras. De uma maneira geral, verifica-se que há uma forte resistência da comunidade escolar em torno das oportunidades de promoção do aluno na escola, que estão expressas na sugestão de regimes não seriados, ciclos, programas de aceleração e outros estabelecidos pela Lei de Diretrizes e Bases
A implementação dessas sugestões na Educação Básica evidencia, entre outros fatores, que a intervenção pedagógica do professor no processo de ensino e aprendizagem de seus alunos se configura num dos grandes entraves ao melhor atendimento dos processos individuais. Em outros termos, parece que há um forte predomínio do pressuposto da homogeneidade nas atividades didáticas. As tarefas iguais para todos os alunos e as explicações gerais para a turma representam a garantia da aprendizagem, em detrimento das atividades diversificadas.
Outro grande desafio ao processo avaliativo dos alunos diz respeito aos tempos e espaços escolares. Pensar a execução das tarefas em função do tempo que se tem, bem como os espaços que melhor favoreçam a aprendizagem do conhecimento sistematizado, ainda representa um desafio a ser superado.
Percebe-se que, frequentemente, o discurso dos professores tende a se referir ao tempo como um elemento limitador de sua ação didática. O mesmo ocorre com o espaço, sendo a sala de aula o único meio de se trabalhar o conhecimento. Deslocar as crianças para outro ambiente como a biblioteca, o pátio ou a horta da escola acaba por se tornar uma ação trabalhosa, e, muitas vezes por falta de objetividade no planejamento, uma atividade que não atinge os resultados esperados.
É fundamental organizar concretamente o aproveitamento do tempo em que o aluno permanece na escola. Isso reduz, entre outros aspectos, a improvisação que muitas vezes é o resultado da falta de tempo. A gestão do tempo escolar favorece a autonomia do aluno, este também aprende a controlar o tempo de realização de suas atividades.
(Repensando a avaliação escolar: desafios e perspectivas. Paideia. Fonte: https://bit.ly/35WVPOR)
I. Historicamente, os desafios no processo de avaliação sempre têm se distanciado da concepção classificatória devido exclusivamente aos discursos dos professores ratificarem as tendências inovadoras, conforme se pode inferir a partir dos dados do texto.
II. De acordo com as informações do texto, pode-se inferir que a intervenção pedagógica do professor no processo de ensino e aprendizagem de seus alunos se configura um dos grandes entraves ao melhor atendimento dos processos individuais.
Marque a alternativa CORRETA:
Vivemos em uma sociedade letrada e o domínio do código escrito faz-se necessário em vários contextos e em várias práticas sociais. São cada vez mais comuns as situações nas quais temos que preencher um formulário, ou mesmo um cupom para participarmos de um sorteio; que temos que ler um folheto explicativo de um eletrodoméstico que compramos; e assim por diante.
Portanto, é impossível negarmos que, de uma forma ou de outra, o código escrito não esteja presente em nossas vidas de alguma maneira. No entanto, ao utilizarmos tais habilidades, não constatamos que só o fazemos dentro da escola e nas aulas de língua portuguesa. O mundo é uma totalidade complexa. Mas, mesmo assim, a escola teima em dividir seu conhecimento em partes.
A ideia de que a fragmentação facilitaria a compreensão do conhecimento científico orientou a elaboração de currículos básicos durante algum tempo e, com eles, certo número de disciplinas foi considerado indispensável à construção do saber escolar. [...] No entanto, não há como separar as áreas do conhecimento, pois uma complementa a outra, um assunto puxa outro. A formação do indivíduo é integral; não podemos então legar o alfabetizar letrando somente às aulas de língua portuguesa, se nas outras aulas também se lê e se escreve. Pois hoje, tão importante quanto conhecer o funcionamento do sistema de escrita e trabalhar os conteúdos de cada disciplina é engajar-se na busca pelo conhecimento em práticas sociais letradas. [...]
Por isso, aprender a ler e a escrever implica não apenas o conhecimento das letras e do modo de decodificá-las, [como fazemos] nas aulas de língua portuguesa, mas na possibilidade de usar esse conhecimento em benefício de formas de expressão e comunicação possíveis, reconhecidas, necessárias e legítimas no seu dia a dia dentro e fora da escola, dentro das aulas de língua portuguesa e também nas outras áreas de conhecimento.
(Fragmento adaptado. In: ALMEIDA, A. M. B. de et al. O letramento em todas as Áreas do Conhecimento do Currículo de Alfabetização. Disponível em: https://bit.ly/32mJp1m.)
I. No texto, está implícita a afirmação de que não adianta o indivíduo conhecer as letras e decodificá-las (habilidade leitora básica), se ele não consegue ampliar o seu leque de formação em práticas socioculturais mais amplas. Nesse sentido, aprender a ler e a escrever implica obter sucesso em todos os espaços de letramento.
II. As autoras do texto sustentam a tese de que, apesar de o conhecimento ser tratado cartesianamente pelas instituições de poder que “orientam” o que os professores devem ensinar (no caso do currículo), as escolas têm autonomia para promover uma formação integral do indivíduo.
Marque a alternativa CORRETA:
Vivemos em uma sociedade letrada e o domínio do código escrito faz-se necessário em vários contextos e em várias práticas sociais. São cada vez mais comuns as situações nas quais temos que preencher um formulário, ou mesmo um cupom para participarmos de um sorteio; que temos que ler um folheto explicativo de um eletrodoméstico que compramos; e assim por diante.
Portanto, é impossível negarmos que, de uma forma ou de outra, o código escrito não esteja presente em nossas vidas de alguma maneira. No entanto, ao utilizarmos tais habilidades, não constatamos que só o fazemos dentro da escola e nas aulas de língua portuguesa. O mundo é uma totalidade complexa. Mas, mesmo assim, a escola teima em dividir seu conhecimento em partes.
A ideia de que a fragmentação facilitaria a compreensão do conhecimento científico orientou a elaboração de currículos básicos durante algum tempo e, com eles, certo número de disciplinas foi considerado indispensável à construção do saber escolar. [...] No entanto, não há como separar as áreas do conhecimento, pois uma complementa a outra, um assunto puxa outro. A formação do indivíduo é integral; não podemos então legar o alfabetizar letrando somente às aulas de língua portuguesa, se nas outras aulas também se lê e se escreve. Pois hoje, tão importante quanto conhecer o funcionamento do sistema de escrita e trabalhar os conteúdos de cada disciplina é engajar-se na busca pelo conhecimento em práticas sociais letradas. [...]
Por isso, aprender a ler e a escrever implica não apenas o conhecimento das letras e do modo de decodificá-las, [como fazemos] nas aulas de língua portuguesa, mas na possibilidade de usar esse conhecimento em benefício de formas de expressão e comunicação possíveis, reconhecidas, necessárias e legítimas no seu dia a dia dentro e fora da escola, dentro das aulas de língua portuguesa e também nas outras áreas de conhecimento.
(Fragmento adaptado. In: ALMEIDA, A. M. B. de et al. O letramento em todas as Áreas do Conhecimento do Currículo de Alfabetização. Disponível em: https://bit.ly/32mJp1m.)
I. As autoras corroboram com a ideia de que a escola tem uma visão reducionista dos saberes científicos. É como se a instituição ignorasse o fato de as ciências estarem interligadas; isto é, um assunto “puxando” o outro.
II. O texto aponta para a ideia de que o código escrito se torna indispensável em diversas situações de interação que exigem o domínio de práticas de leitura e de escrita. Sendo assim, pode-se afirmar que esse contato não se dá exclusivamente na escola.
Marque a alternativa CORRETA:
Vivemos em uma sociedade letrada e o domínio do código escrito faz-se necessário em vários contextos e em várias práticas sociais. São cada vez mais comuns as situações nas quais temos que preencher um formulário, ou mesmo um cupom para participarmos de um sorteio; que temos que ler um folheto explicativo de um eletrodoméstico que compramos; e assim por diante.
Portanto, é impossível negarmos que, de uma forma ou de outra, o código escrito não esteja presente em nossas vidas de alguma maneira. No entanto, ao utilizarmos tais habilidades, não constatamos que só o fazemos dentro da escola e nas aulas de língua portuguesa. O mundo é uma totalidade complexa. Mas, mesmo assim, a escola teima em dividir seu conhecimento em partes.
A ideia de que a fragmentação facilitaria a compreensão do conhecimento científico orientou a elaboração de currículos básicos durante algum tempo e, com eles, certo número de disciplinas foi considerado indispensável à construção do saber escolar. [...] No entanto, não há como separar as áreas do conhecimento, pois uma complementa a outra, um assunto puxa outro. A formação do indivíduo é integral; não podemos então legar o alfabetizar letrando somente às aulas de língua portuguesa, se nas outras aulas também se lê e se escreve. Pois hoje, tão importante quanto conhecer o funcionamento do sistema de escrita e trabalhar os conteúdos de cada disciplina é engajar-se na busca pelo conhecimento em práticas sociais letradas. [...]
Por isso, aprender a ler e a escrever implica não apenas o conhecimento das letras e do modo de decodificá-las, [como fazemos] nas aulas de língua portuguesa, mas na possibilidade de usar esse conhecimento em benefício de formas de expressão e comunicação possíveis, reconhecidas, necessárias e legítimas no seu dia a dia dentro e fora da escola, dentro das aulas de língua portuguesa e também nas outras áreas de conhecimento.
(Fragmento adaptado. In: ALMEIDA, A. M. B. de et al. O letramento em todas as Áreas do Conhecimento do Currículo de Alfabetização. Disponível em: https://bit.ly/32mJp1m.)
I. As autoras consideram que, mesmo diante da complexidade do mundo, a escola insiste em dividir o conhecimento em partes. Isso se comprova também por meio da visão fragmentadora do conhecimento científico, trazida pelos currículos básicos.
II. Está claro, no texto, que as práticas de leitura e escrita não se dão apenas no contexto das aulas de língua portuguesa, pois nas aulas de outras disciplinas o estudante também tem contato com essas práticas. Sendo assim, alfabetizar letrando não é apenas restringir esse processo às aulas de língua materna.
Marque a alternativa CORRETA:
Vivemos em uma sociedade letrada e o domínio do código escrito faz-se necessário em vários contextos e em várias práticas sociais. São cada vez mais comuns as situações nas quais temos que preencher um formulário, ou mesmo um cupom para participarmos de um sorteio; que temos que ler um folheto explicativo de um eletrodoméstico que compramos; e assim por diante.
Portanto, é impossível negarmos que, de uma forma ou de outra, o código escrito não esteja presente em nossas vidas de alguma maneira. No entanto, ao utilizarmos tais habilidades, não constatamos que só o fazemos dentro da escola e nas aulas de língua portuguesa. O mundo é uma totalidade complexa. Mas, mesmo assim, a escola teima em dividir seu conhecimento em partes.
A ideia de que a fragmentação facilitaria a compreensão do conhecimento científico orientou a elaboração de currículos básicos durante algum tempo e, com eles, certo número de disciplinas foi considerado indispensável à construção do saber escolar. [...] No entanto, não há como separar as áreas do conhecimento, pois uma complementa a outra, um assunto puxa outro. A formação do indivíduo é integral; não podemos então legar o alfabetizar letrando somente às aulas de língua portuguesa, se nas outras aulas também se lê e se escreve. Pois hoje, tão importante quanto conhecer o funcionamento do sistema de escrita e trabalhar os conteúdos de cada disciplina é engajar-se na busca pelo conhecimento em práticas sociais letradas. [...]
Por isso, aprender a ler e a escrever implica não apenas o conhecimento das letras e do modo de decodificá-las, [como fazemos] nas aulas de língua portuguesa, mas na possibilidade de usar esse conhecimento em benefício de formas de expressão e comunicação possíveis, reconhecidas, necessárias e legítimas no seu dia a dia dentro e fora da escola, dentro das aulas de língua portuguesa e também nas outras áreas de conhecimento.
(Fragmento adaptado. In: ALMEIDA, A. M. B. de et al. O letramento em todas as Áreas do Conhecimento do Currículo de Alfabetização. Disponível em: https://bit.ly/32mJp1m.)
I. De acordo com o texto, a sociedade contemporânea é iletrada e, atualmente, o domínio do código escrito é dispensável na maioria dos contextos e práticas sociais.
II. A expressão “práticas sociais letradas”, no texto, faz referência às práticas sociais em que é escusável o domínio da leitura e da escrita (código escrito), a exemplo dos formulários, reportagens, notícias, ou outros gêneros textuais que circulam cotidianamente.
Marque a alternativa CORRETA:
Vivemos em uma sociedade letrada e o domínio do código escrito faz-se necessário em vários contextos e em várias práticas sociais. São cada vez mais comuns as situações nas quais temos que preencher um formulário, ou mesmo um cupom para participarmos de um sorteio; que temos que ler um folheto explicativo de um eletrodoméstico que compramos; e assim por diante.
Portanto, é impossível negarmos que, de uma forma ou de outra, o código escrito não esteja presente em nossas vidas de alguma maneira. No entanto, ao utilizarmos tais habilidades, não constatamos que só o fazemos dentro da escola e nas aulas de língua portuguesa. O mundo é uma totalidade complexa. Mas, mesmo assim, a escola teima em dividir seu conhecimento em partes.
A ideia de que a fragmentação facilitaria a compreensão do conhecimento científico orientou a elaboração de currículos básicos durante algum tempo e, com eles, certo número de disciplinas foi considerado indispensável à construção do saber escolar. [...] No entanto, não há como separar as áreas do conhecimento, pois uma complementa a outra, um assunto puxa outro. A formação do indivíduo é integral; não podemos então legar o alfabetizar letrando somente às aulas de língua portuguesa, se nas outras aulas também se lê e se escreve. Pois hoje, tão importante quanto conhecer o funcionamento do sistema de escrita e trabalhar os conteúdos de cada disciplina é engajar-se na busca pelo conhecimento em práticas sociais letradas. [...]
Por isso, aprender a ler e a escrever implica não apenas o conhecimento das letras e do modo de decodificá-las, [como fazemos] nas aulas de língua portuguesa, mas na possibilidade de usar esse conhecimento em benefício de formas de expressão e comunicação possíveis, reconhecidas, necessárias e legítimas no seu dia a dia dentro e fora da escola, dentro das aulas de língua portuguesa e também nas outras áreas de conhecimento.
(Fragmento adaptado. In: ALMEIDA, A. M. B. de et al. O letramento em todas as Áreas do Conhecimento do Currículo de Alfabetização. Disponível em: https://bit.ly/32mJp1m.)
I. É possível inferir, a partir da leitura do texto, que o indivíduo transita por outros espaços onde existem práticas sociais de letramento que não estão diretamente relacionadas à escola. Todavia, o domínio do código escrito (leitura e escrita), geralmente adquirido na escola, pode ser usado em benefício de formas de expressão e comunicação diversas.
II. De acordo com o texto, não há como separar as áreas do conhecimento, pois uma complementa a outra.
Marque a alternativa CORRETA:
TRABALHO EM GRUPO
O trabalho em grupo é uma oportunidade para o diálogo, a troca de ideias e de informações. É regido pelos princípios de facilitação da construção do conhecimento, troca de ideias e informações, possibilitando a prática da cooperação para conseguir um bem em comum.
No ambiente escolar, o trabalho em grupo favorece a formação de certos hábitos e atitudes de convívio social, tais como: a cooperação e a união de esforços para que um objetivo comum possa ser atingido; o planejamento das etapas de um trabalho; a divisão de tarefas e atribuições, tendo em vista a participação de todos; a exposição de ideias e opiniões de forma sucinta e objetiva, de forma a serem compreendidas; a aceitação de críticas construtivas; a capacidade de ouvir com atenção os colegas e a esperar a vez de falar; o respeito à opinião alheia; e a aceitação de uma decisão quando ficar resolvido que prevalecerá a maioria.
ESTUDOS DE CASO
O estudo de caso é uma estratégia que compreende uma apresentação de uma situação real aos estudantes dentro do assunto estudado, para que analisem e, se for necessário, proponham alternativas de solução. Essa estratégia facilita a construção do conhecimento e permite a troca de ideias e experiências.
ESTUDO DO MEIO
O estudo do meio é uma técnica que permite o estudo de forma direta do meio natural e social do qual o aluno participa. Essa técnica busca facilitar a construção do conhecimento e permitir a troca de ideias e informações, criando condições para que o aluno entre em contato com a realidade circundante, promovendo o estudo de seus mais variados aspectos de forma direta, objetiva e ordenada. O estudo do meio também propicia a aquisição de conhecimentos geográficos, históricos, econômicos, sociais, políticos, científicos e artísticos, entre outros. Assim, o estudo do meio contribui para o desenvolvimento de habilidades para a realização de entrevistas, para coletar dados, sintetizar e tirar conclusões, tudo isso de forma direta por meio da experiência vivida pelo estudante.
Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2UdWZ1o (acesso em 15/03/2020).
I. Após a leitura do texto, pode-se inferir que o estudo do meio busca criar condições para que o aluno conheça novas realidades e se qualifique para o mercado de trabalho. Essa técnica, afirma o texto, compreende o uso de um conjunto de técnicas e metodologias que priorizam o estudo direcionado de temas técnicos em detrimento da análise crítica do ambiente.
II. O trabalho em grupo tolhe a capacidade de exposição de opiniões, ideias e conhecimentos científicos no ambiente escolar, de acordo com o autor.
Marque a alternativa CORRETA:
TRABALHO EM GRUPO
O trabalho em grupo é uma oportunidade para o diálogo, a troca de ideias e de informações. É regido pelos princípios de facilitação da construção do conhecimento, troca de ideias e informações, possibilitando a prática da cooperação para conseguir um bem em comum.
No ambiente escolar, o trabalho em grupo favorece a formação de certos hábitos e atitudes de convívio social, tais como: a cooperação e a união de esforços para que um objetivo comum possa ser atingido; o planejamento das etapas de um trabalho; a divisão de tarefas e atribuições, tendo em vista a participação de todos; a exposição de ideias e opiniões de forma sucinta e objetiva, de forma a serem compreendidas; a aceitação de críticas construtivas; a capacidade de ouvir com atenção os colegas e a esperar a vez de falar; o respeito à opinião alheia; e a aceitação de uma decisão quando ficar resolvido que prevalecerá a maioria.
ESTUDOS DE CASO
O estudo de caso é uma estratégia que compreende uma apresentação de uma situação real aos estudantes dentro do assunto estudado, para que analisem e, se for necessário, proponham alternativas de solução. Essa estratégia facilita a construção do conhecimento e permite a troca de ideias e experiências.
ESTUDO DO MEIO
O estudo do meio é uma técnica que permite o estudo de forma direta do meio natural e social do qual o aluno participa. Essa técnica busca facilitar a construção do conhecimento e permitir a troca de ideias e informações, criando condições para que o aluno entre em contato com a realidade circundante, promovendo o estudo de seus mais variados aspectos de forma direta, objetiva e ordenada. O estudo do meio também propicia a aquisição de conhecimentos geográficos, históricos, econômicos, sociais, políticos, científicos e artísticos, entre outros. Assim, o estudo do meio contribui para o desenvolvimento de habilidades para a realização de entrevistas, para coletar dados, sintetizar e tirar conclusões, tudo isso de forma direta por meio da experiência vivida pelo estudante.
Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2UdWZ1o (acesso em 15/03/2020).
I. O autor do texto defende que, apenas através do estudo do meio é possível ao aluno compreender qualquer aspecto do meio natural no qual ele está inserido.
II. Uma das informações presentes no texto é a de que o trabalho em grupo favorece o respeito à opinião alheia e à aceitação da decisão, quando ficar resolvido que prevalecerá a opinião da maioria.
Marque a alternativa CORRETA:
I. Os sistemas municipais de ensino compreendem, entre outras, as instituições do Ensino Fundamental, Médio e de Educação Infantil mantidas pelo Poder Público municipal, de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
II. A educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais, nas organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais, de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
Marque a alternativa CORRETA:
I. O Simbolismo é um movimento literário da poesia e das outras artes que surgiu na França, no final do século XVI, como oposição ao realismo, ao naturalismo e ao positivismo da época. O Simbolismo fixa-se na historiografia literária brasileira com o início da Semana de Arte Moderna de 1922, em São Paulo, sendo financiado principalmente por grandes empresários que buscavam promover uma literatura mais adequada aos interesses capitalistas de uma economia em ascensão.
II. O subjetivismo é uma característica evidente do Romantismo e representa um dos traços fundamentais dessa estética (o “culto do eu”). O artista traz à tona o seu mundo interior com plena liberdade. Não há mais a preocupação com modelos clássicos e universalizantes; é a vitória do indivíduo, da sua visão de mundo, do seu impulso criador. É a exposição triunfal do homem interior em suas fantasias, aspirações e intuições.
III. A obra Grande Sertão: Veredas, de José de Alencar, descreve a história de Rubião, um narrador cosmopolita de classe média que usa filosoficamente a linguagem para expressar seu medo da modernidade, das novas tecnologias no campo e da urbanização das pequenas cidades do interior. O personagem principal, ao longo da narrativa, expõe ao leitor seu desejo de retornar ao seu “Grande Sertão” para reencontrar seus familiares e visitar os lugares onde viveu sua infância.
Marque a alternativa CORRETA:
I. Durante o Romantismo, no Brasil, o indianismo foi uma forma bastante representativa de nacionalismo literário que corresponde à busca de um legítimo antepassado nacional. Por outro lado, a figura do índio foi idealizada pelos escritores românticos com a finalidade de nivelar esse nosso antepassado ao português colonizador. Nessa perspectiva, o índio romântico é sempre bom, nobre, bonito e cavaleiro generoso.
II. O universo de personagens criado por Olavo Bilac está repleto de figuras mitológicas, políticos ineficazes e poderosos, de ignorantes que passam por sábios, de militares incapazes e tirânicos e de referências às culturas orientais. A esse mundo de privilegiados, o autor opõe as figuras do subúrbio, uma multidão de privilegiados, mostrando sua inspiração e sua satisfação contra uma ordem social satisfatória.
III. As obras literárias da primeira geração do Romantismo no Brasil possuem forte apelo nacionalista e indianista devido à influência de determinados eventos históricos, como a Semana de Arte Moderna de 1922, o governo militar de 1964 e o crescimento da indústria automotiva nacional. Esse movimento literário também ficou marcado pelas profundas referências à cultura de imigrantes nipônicos e europeus no Brasil.
Marque a alternativa CORRETA:
I. Usam-se os pronomes “este, estes, esta, estas e isto” para indicar o tempo presente ou futuro bem distante em relação ao momento do discurso. Em geral, os empregos de cada pronome não possuem relação com a natureza gramatical ou semântica do substantivo representado, pois o gênero pronominal representativo de um nome indica sempre um verbo implícito. Por exemplo: “Lembro-me que este ano passará muito rápido”.
II. Usam-se os pronomes "este" e "isto" para indicar um verbo transitivo indireto flexionado na terceira pessoa ou para remeter a uma ideia temporal qualificada como imprecisa no momento do discurso. Em geral, esses pronomes contribuem para a realização de uma analogia ou de um discurso rico em referências externas não sintetizáveis.
III. Na língua portuguesa, os verbos formam uma classe rica em possibilidades flexionais, pois as oposições entre tempos e modos referem-se a uma ampla diversidade de tempos verbais, distribuídos nos modos indicativo e subjuntivo e formas nominais, e, entre categorias de número e pessoa, referem-se a três pessoas no singular e três pessoas no plural.
Marque a alternativa CORRETA:
I. Os pronomes são um conjunto fechado de palavras de uma língua que podem substituir, modificar ou retomar substantivos variados, ou frases derivadas deles, na formação de sentenças. Na língua portuguesa, os pronomes “esse, esses, essa, essas e isso” são sempre usados apenas para indicar um momento futuro relacionado a um verbo transitivo indireto ou a um advérbio de modo.
II. A derivação parassintética consiste na derivação através do uso de um prefixo e um sufixo, em uma mesma raiz. Ou seja, nesse tipo de derivação, ocorre a adjunção simultânea de prefixo e sufixo a um radical, de tal modo que a supressão de um ou de outro resulta necessariamente em uma forma existente na língua portuguesa. Em geral, esse modelo de derivação resulta em substantivos próprios ou em verbos irregulares.
III. A morfologia compreende o estudo de diversas classes gramaticais. Ao estudar morfologia, estuda-se a formação de palavras através de elementos morfológicos (ou mórficos), que são as unidades que formam uma palavra. Nesse contexto, o verbo, por exemplo, é a palavra que exprime uma quantidade, um número, uma ordem numérica, uma qualidade ou uma característica de um sujeito.
Marque a alternativa CORRETA: