Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de areia - pb

Foram encontradas 140 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4047837 Português

Feita a leitura do texto, responda à questão



Rica e pobre campanha



    Na campanha eleitoral deste ano há uma coisa da qual os partidos e os candidatos não poderão se queixar, porque, além de ser farta a coleção de temas que estão a exigir discussões sérias e profundas, quem for aos palanques vai contar com a generosidade do Fundo Eleitoral, que ampliou suas reservas de R$ 2 bi para R$ 6 bi, violência praticada pelos deputados contra a seriedade, depois de obterem sanção presidencial com a lógica da extorsão. Aporte-se a esse tesouro o Fundo Partidário, mesmo que bem mais modesto, com R$ 1 bi, mas longe de estar na indigência. Obra do Congresso ao avançar no dinheiro que sai suado do bolso do povo. Acho que já reproduzi aqui o que, certa vez, disse o senador americano John Randolph: o mais delicioso dos privilégios é mesmo gastar o dinheiro dos outros… Sem dúvida.

    Não será, portanto, por falta de dinheiro que a campanha teria de se empobrecer quanto ao conteúdo, nem abrir mão de um alto nível, para se empenhar apenas no destino dos candidatos; mas, acima de tudo, que se transformasse numa eficiente jornada cívica, ajudando a instruir a natureza e a responsabilidade do voto.

    Feitas algumas comparações com o resto do mundo, algumas já conhecidas, observa-se que o Brasil pode ser incluído entre os que mais produzem maldades nas campanhas eleitorais, porque, na leva das verbas vultosas dos fundos, elegem-se poucos bem intencionados e muitos com ideias e planos perversos, valendo-se do dinheiro da população para trabalhar exatamente contra os interesses dela.

    Um ponto de observação, a partir dessa terrível realidade, recomenda que o eleitor deve se tornar mais exigente com o voto. Adotar extremo cuidado com os lobos que se vestem com pele de cordeiro, os que balem falsamente, dificultando a fácil identificação dos maus. Porque se os indesejados não trazem estrela na testa e não há como adivinhá-los, tudo concorre para que o voto se acautele cada vez mais, e não afunde no pântano da política armada pelos maus caracteres, que são muitos e nenhum pudor.

    Se a realidade política dos nossos dias revela o mundo de armadilhas e tramas contra os interesses nacionais, maior é a insegurança de grande parcela da população; e exatamente por isso não se pode abrir mão da guarda. Portanto, desconfiar das promessas vãs, seguidas de falsos sorrisos e agrados fáceis. Que assim seja neste 2022, para que o brasileiro não continue sendo criticado como gente que não sabe votar. Há anos, disse Pelé, num intervalo de suas habilidades com a bola, que o brasileiro precisava aprender a votar, referindo-se à pobreza da representação nas casas dos poderes. Hoje, o professor Daniel Ibrahim Marun, que vai publicar ensaio sobre eleições em países que visitou, como México, Canadá e Espanha, chega a conclusão muito próxima do atleta, garantindo que todos os males brotam e prosperam do descuido dos eleitores, principalmente quando votam com excesso de paixão ou ódio exagerado. Estejam eles na terra de Pelé ou em qualquer lugar do mundo (Wilson Cid – Jornal do Brasil, 01/02/ 2022). 

Na frase “Elegem-se poucos bem intencionados e muitos com ideias e planos perversos”, a partícula SE caracteriza-se, gramaticalmente, como:

Alternativas
Q4047836 Português

Feita a leitura do texto, responda à questão



Rica e pobre campanha



    Na campanha eleitoral deste ano há uma coisa da qual os partidos e os candidatos não poderão se queixar, porque, além de ser farta a coleção de temas que estão a exigir discussões sérias e profundas, quem for aos palanques vai contar com a generosidade do Fundo Eleitoral, que ampliou suas reservas de R$ 2 bi para R$ 6 bi, violência praticada pelos deputados contra a seriedade, depois de obterem sanção presidencial com a lógica da extorsão. Aporte-se a esse tesouro o Fundo Partidário, mesmo que bem mais modesto, com R$ 1 bi, mas longe de estar na indigência. Obra do Congresso ao avançar no dinheiro que sai suado do bolso do povo. Acho que já reproduzi aqui o que, certa vez, disse o senador americano John Randolph: o mais delicioso dos privilégios é mesmo gastar o dinheiro dos outros… Sem dúvida.

    Não será, portanto, por falta de dinheiro que a campanha teria de se empobrecer quanto ao conteúdo, nem abrir mão de um alto nível, para se empenhar apenas no destino dos candidatos; mas, acima de tudo, que se transformasse numa eficiente jornada cívica, ajudando a instruir a natureza e a responsabilidade do voto.

    Feitas algumas comparações com o resto do mundo, algumas já conhecidas, observa-se que o Brasil pode ser incluído entre os que mais produzem maldades nas campanhas eleitorais, porque, na leva das verbas vultosas dos fundos, elegem-se poucos bem intencionados e muitos com ideias e planos perversos, valendo-se do dinheiro da população para trabalhar exatamente contra os interesses dela.

    Um ponto de observação, a partir dessa terrível realidade, recomenda que o eleitor deve se tornar mais exigente com o voto. Adotar extremo cuidado com os lobos que se vestem com pele de cordeiro, os que balem falsamente, dificultando a fácil identificação dos maus. Porque se os indesejados não trazem estrela na testa e não há como adivinhá-los, tudo concorre para que o voto se acautele cada vez mais, e não afunde no pântano da política armada pelos maus caracteres, que são muitos e nenhum pudor.

    Se a realidade política dos nossos dias revela o mundo de armadilhas e tramas contra os interesses nacionais, maior é a insegurança de grande parcela da população; e exatamente por isso não se pode abrir mão da guarda. Portanto, desconfiar das promessas vãs, seguidas de falsos sorrisos e agrados fáceis. Que assim seja neste 2022, para que o brasileiro não continue sendo criticado como gente que não sabe votar. Há anos, disse Pelé, num intervalo de suas habilidades com a bola, que o brasileiro precisava aprender a votar, referindo-se à pobreza da representação nas casas dos poderes. Hoje, o professor Daniel Ibrahim Marun, que vai publicar ensaio sobre eleições em países que visitou, como México, Canadá e Espanha, chega a conclusão muito próxima do atleta, garantindo que todos os males brotam e prosperam do descuido dos eleitores, principalmente quando votam com excesso de paixão ou ódio exagerado. Estejam eles na terra de Pelé ou em qualquer lugar do mundo (Wilson Cid – Jornal do Brasil, 01/02/ 2022). 

Avalie a veracidade das proposições abaixo elencadas, referente ao conteúdo abordado na sequência do texto.



I. A riqueza da campanha de 2022 a que faz alusão o título diz respeito à abundância não só de temas que requerem discussão, como também de verbas provenientes do Fundo Eleitoral.


II. A pobreza da campanha de 2022 a que o título alude consiste no mau aproveitamento das verbas, pois não se investe na conscientização dos eleitores quanto ao voto, os debates não são de alto nível, recaindo o interesse apenas no destino dos candidatos.


III. O autor faz um alerta quanto à necessidade de o eleitor ser cauteloso ao escolher seus candidatos, não se deixando levar por discursos vazios, falsas promessas, ou seja, pelas aparências.


IV. O autor atribui a precária representatividade dos poderes à ignorância do eleitor brasileiro, que ainda não aprendeu a votar.


V. Conforme o texto, o voto motivado por excesso de paixão ou ódio exagerado é o fator determinante para a inclusão do Brasil entre os países em que há mais maldade nas campanhas.



É CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q4047835 Português

Leia o texto abaixo e, em seguida, responda à questão).



O outro



Atentos ao visual, candidatos usam roupas para disfarçar características durante programa eleitoral, como altura, peso e calvície. (Eleições, 21 ago. 2000)



    Ele queria muito ser eleito. Não: ele precisava muito ser eleito. Estava atrás de um emprego que lhe desse um bom salário, mordomias e verbas para gastar na contratação de assessores - além, claro, das múltiplas oportunidades que, como vereador, teria. O problema era arrumar votos. Não tinha amigos, não era conhecido, nem sequer recebera um apelido pitoresco que pudesse usar na propaganda. Mas o pior não era isso. O pior é que combinava um visual péssimo - baixinho, gordinho, careca- com uma congênita inabilidade para falar em público. Em desespero, resolveu procurar um marqueteiro. Estava disposto a gastar uma boa grana nisso, desde que pudesse adquirir uma nova imagem, uma imagem capaz de garantir a eleição.

    O marqueteiro, famoso, exigiu honorários salgados, mas garantiu resultados. Que, de fato, não se fizeram esperar. Em poucas semanas, o candidato era outro. Mais magro, mais alto (saltos especiais) com uma bela peruca, parecia agora um galã de novela. Além disso, transformara-se num fantástico orador, um orador capaz de galvanizar o público com uma única frase. Se foi eleito? Foi eleito com uma avalanche de votos. O que representou um duplo alívio: de um lado, conquistava o cargo tão sonhado. De outro, podia deixar de lado a peruca, os sapatos com saltos especiais e a dieta. E também podia falar normalmente, no tom meio fanhoso que o caracterizava.

    E aí começaram as surpresas desagradáveis. Quando foi tomar posse, ninguém o reconheceu. Mas como? Então era aquele o tipo charmoso, magnético, da tevê e dos cartazes? Era ele sim, como o comprovou, mostrando a identidade. Não foi a única contrariedade. Logo descobriu que, como vereador, era péssimo: não sabia falar, não convencia ninguém, sequer era procurado por lobistas. Bom mesmo, concluiu com amargura, era o Outro, aquele que o marqueteiro tinha inventado. Aquele, sim, podia fazer uma grande carreira, chegando quem sabe à Presidência.

    Mas onde estava o Outro? Só uma pessoa poderia ajudá-lo nessa busca, o marqueteiro. Só que o marqueteiro tinha sumido. Com o dinheiro ganho nas eleições, resolvera passar dois anos em alguma praia do Caribe.

Todas as noites o vereador sonha com o Outro. Vê-o na Câmara, discursando, empolgando multidões. Mas não sabe o que fazer para encontrá-lo. Sabe, sim, o que dirá se isso um dia acontecer. E o que dirá, numa voz fanhosa e emocionada, será: o senhor pode contar com meu voto - para sempre.


(Moacyr Scliar - Folha de São Paulo, 28 de agosto de 2000). 

Analise o emprego dos elementos em destaque nos diferentes contextos estruturais e avalie as classificações fornecidas para cada item.



I. “Estava atrás de um emprego que lhe desse um bom salário, mordomias e verbas para gastar na contratação de assessores - além, claro, das múltiplas oportunidades que, como vereador, teria”. (Adjetivo com função de modalizador).


II. “O marqueteiro, famoso, exigiu honorários salgados, mas garantiu resultados. Que, de fato, não se fizeram esperar”. (Locução prepositiva com função de modalizador).


III. “Não tinha amigos, não era conhecido, nem sequer recebera um apelido pitoresco que pudesse usar na propaganda.”. (Advérbio de intensidade usado com valor de negação).


IV. Sabe, sim, o que dirá se isso um dia acontecer. (Advérbio de afirmação usado com valor de ênfase).


V. “E o que dirá, numa voz fanhosa e emocionada, será: o senhor pode contar com meu voto - para sempre. (Locução conjuntiva usado com valor enfático).



É CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q4047831 Português

Leia o texto que segue, de modo a responder à questão.



UM FUTURO ELETRIZANTE



Os carros elétricos avançam no mercado internacional de automóveis e novas tecnologias como a do hidrogênio verde prometem acelerar ainda mais a expansão dos combustíveis livres de carbono



    O carro preferido de Clara Ford, esposa de Henry Ford, não era nenhum dos produzidos pelo marido. Durante a década de 30, o modelo que ela dirigia pelas ruas era um Detroit Electric, fabricado em 1915 pela Anderson Electric Car Company. Assim como Clara, várias outras mulheres faziam a mesma opção, uma vez que a publicidade da empresa na época ressaltava que o modelo era perfeito para o público feminino, por ser extremamente fácil de dirigir. Se no passado o apelo dos carros elétricos resvalava no machismo, nos dias de hoje os argumentos são bem mais universais. É a preocupação com o futuro do planeta e com a redução da emissão de carbono que embala as vendas das dezenas de modelos atuais.

    Um bom exemplo de como esse apelo tem funcionado foi demonstrado na mais recente edição do Internationale Automobil Ausstellung (IAA), o Salão do Automóvel de Munique (que antes era realizado em Frankfurt). Toda a mostra foi dedicada aos carros elétricos, em um reflexo de como a indústria automobilística tem se esforçado para se adequar aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Não por acaso, Volvo, Ford e Mercedes já anunciaram que pretendem deixar de vender carros movidos a gasolina e diesel a partir de 2030. A GM estipulou 2035 como prazo, enquanto a Volkswagen pretende fazer com que os elétricos representem 70% de suas vendas na Europa e 50% nos Estados Unidos e na China nos próximos anos. No Brasil, a transição para os carros totalmente elétricos ainda engatinha. Os motivos são os preços proibitivos dos automóveis – o mais barato, o minúsculo e JS1, da chinesa Jac Motors, custa 150 000 reais – e a rede de pontos de abastecimento é restrita.

    Atualmente, há dois tipos de carro totalmente elétricos em circulação nas ruas das cidades (os híbridos, mais comuns no Brasil, são uma categoria à parte). O primeiro – e mais comum – é o movido a bateria recarregável em tomadas especiais. São assim os carros produzidos pela americana Tesla [...] O outro tipo é o que se vale das chamadas células de combustível, cuja energia é gerada a partir de hidrogênio injetado por bombas especiais. Esse tipo de tecnologia é comum principalmente no Japão e na Coreia do Sul. [...] (Veja, 27/10/21)

Avalie as proposições abaixo, com relação ao uso de determinados recursos linguísticos no texto e assinale (V) para verdadeiro e (F) para falso:



( ) A partir do uso do AINDA, na frase “[...] e novas tecnologias como a do hidrogênio verde prometem acelerar ainda mais a expansão dos combustíveis livres de carbono” identifica-se uma informação pressuposta – a de que o uso de combustíveis livres de carbono é intenso e acelerado.


( ) Uma das justificativas apresentadas para a dificuldade, no Brasil, quanto à transição para os carros totalmente elétricos é a de que a rede de pontos de abastecimento é ainda restrita. Logo, há uma informação implícita, a de que esses pontos poderão se expandir, atenuando essa dificuldade.


( ) A informação entre parênteses no período que inicia o 3º parágrafo do texto representa uma ressalva sobre o uso de carros híbridos. Significa dizer que, no Brasil, não se usam carros elétricos, não só aqueles que se valem das chamadas células de combustível, mas também aqueles pertencentes à primeira categoria, recarregáveis em tomadas especiais.



A sequência CORRETA é: 

Alternativas
Q4047830 Português

Leia o texto que segue, de modo a responder à questão.



UM FUTURO ELETRIZANTE



Os carros elétricos avançam no mercado internacional de automóveis e novas tecnologias como a do hidrogênio verde prometem acelerar ainda mais a expansão dos combustíveis livres de carbono



    O carro preferido de Clara Ford, esposa de Henry Ford, não era nenhum dos produzidos pelo marido. Durante a década de 30, o modelo que ela dirigia pelas ruas era um Detroit Electric, fabricado em 1915 pela Anderson Electric Car Company. Assim como Clara, várias outras mulheres faziam a mesma opção, uma vez que a publicidade da empresa na época ressaltava que o modelo era perfeito para o público feminino, por ser extremamente fácil de dirigir. Se no passado o apelo dos carros elétricos resvalava no machismo, nos dias de hoje os argumentos são bem mais universais. É a preocupação com o futuro do planeta e com a redução da emissão de carbono que embala as vendas das dezenas de modelos atuais.

    Um bom exemplo de como esse apelo tem funcionado foi demonstrado na mais recente edição do Internationale Automobil Ausstellung (IAA), o Salão do Automóvel de Munique (que antes era realizado em Frankfurt). Toda a mostra foi dedicada aos carros elétricos, em um reflexo de como a indústria automobilística tem se esforçado para se adequar aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Não por acaso, Volvo, Ford e Mercedes já anunciaram que pretendem deixar de vender carros movidos a gasolina e diesel a partir de 2030. A GM estipulou 2035 como prazo, enquanto a Volkswagen pretende fazer com que os elétricos representem 70% de suas vendas na Europa e 50% nos Estados Unidos e na China nos próximos anos. No Brasil, a transição para os carros totalmente elétricos ainda engatinha. Os motivos são os preços proibitivos dos automóveis – o mais barato, o minúsculo e JS1, da chinesa Jac Motors, custa 150 000 reais – e a rede de pontos de abastecimento é restrita.

    Atualmente, há dois tipos de carro totalmente elétricos em circulação nas ruas das cidades (os híbridos, mais comuns no Brasil, são uma categoria à parte). O primeiro – e mais comum – é o movido a bateria recarregável em tomadas especiais. São assim os carros produzidos pela americana Tesla [...] O outro tipo é o que se vale das chamadas células de combustível, cuja energia é gerada a partir de hidrogênio injetado por bombas especiais. Esse tipo de tecnologia é comum principalmente no Japão e na Coreia do Sul. [...] (Veja, 27/10/21)

Avalie as proposições abaixo correspondentes aos pontos temáticos abordados no texto:



I. Mudança, no decorrer dos anos, quanto à motivação para o uso de carros elétricos, com tendência para o interesse pelas causas ambientais em detrimento das vontades individuais.


II. Disputa entre as empresas do setor automobilístico para estabelecer qual delas é mais eficiente e rápida em atender aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU, com relação à redução da emissão de carbono.


III. Os carros elétricos à base das chamadas células de combustível como um avanço no setor automobilístico por poderem vir a substituir os movidos à base de bateria recarregável já existentes.


IV. Preferência, no Brasil, pelos carros híbridos, motivada pelo alto custo dos carros totalmente elétricos e pela restrição dos pontos de abastecimento.



É CORRETO, em conformidade com texto, o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q4047753 Direito Tributário
Conforme disposto no art. 156, III da Constituição Federal compete aos municípios instituírem imposto sobre serviços de qualquer natureza, não compreendidos no art. 155, II, definidos em Lei Complementar. Sobre o ISS, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4047752 Direito Tributário
NÃO é característica do IPTU progressivo previsto pela Lei 10.257/2001 (Estatuto das Cidades):
Alternativas
Q4047751 Direito Tributário
Suprimir ou reduzir tributo, ou contribuição social e qualquer acessório, omitindo informação, ou prestando declaração falsa às autoridades fazendárias, constitui um crime: 
Alternativas
Q4047748 Direito Tributário
O decreto nº 70.235/72 rege o processo administrativo fiscal no âmbito federal, versando, dentre outros assuntos, da determinação e exigência dos créditos tributários da União, nos quais encontram-se delineados os trâmites de todas as fases processuais e administrativas. Assinale a opção CORRETAacerca dos procedimentos no processo administrativo fiscal:
Alternativas
Q4047747 Direito Tributário
O texto constitucional em sua Secção V, do Capítulo I do Título VI trata dos Impostos dos Municípios. Sobre este tema, é INCORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q4047746 Direito Tributário
Em ação de execução fiscal, atestando a certeza e liquidez do débito tributário, a Certidão de Dívida Ativa (CDA) indica o nome do devedor e seu domicílio, o montante devido, o modo de calcular os juros em razão da mora e o fulcro de lei em que a cobrança do crédito está fundamentada. Dessa forma, oferecendo o recurso cabível pela ausência de elementos essenciais, o executado demonstra não assistir razão ao ente municipal, apontando nulidades da CDA nas seguintes razões:
Alternativas
Q4047745 Direito Tributário
Não existem dúvidas de que a teoria adotada no Código Tributário Nacional, quando verificada no mundo dos fatos situação prevista em lei como fato gerador do tributo, nasce a obrigação tributária. Sobre crédito tributário e lançamento tributário, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4047743 Direito Tributário
O professor e escritor paraibano Ricardo Alexandre afirma em sua obra (Direito Tributário, 2021, pg 355) que: “A primeira observação a ser feita é que o legislador do CTN utilizou as palavras 'principal' e 'acessória' num sentido bem diferente daquele estudado em Direito Civil”. Sobre o tema é INCORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q4047742 Direito Tributário
No que tange à interpretação e integração da legislação tributária, o CTN dispõe que ela deve ser literalmente interpretada pelo que indica o texto de Lei, nas seguintes hipóteses: 
Alternativas
Q4047741 Direito Tributário
É certo afirmar que competência tributária e capacidade tributária ativa se apresentam com conceitos distintos que não se confundem.
Com base nestes dois institutos, aponte o item que NÃO traz afirmação correta dentre os que se seguem: 
Alternativas
Q4047740 Direito Tributário
Sobre taxas, assinale a assertiva CORRETA: 
Alternativas
Q4047739 Direito Financeiro
Considerando que Receita pública é a entrada de recursos nos cofres públicos de forma definitiva, indique o item CORRETO:
Alternativas
Q4047702 Direito Civil
Para se efetivar a responsabilidade civil do profissional médico, qual dos elementos abaixo NÃO é requisito indispensável?
Alternativas
Q4047666 Direito Processual Civil - Novo Código de Processo Civil - CPC 2015
De acordo com o novo Código de Processo Civil, sobre a perícia médica podemos afirmar, EXCETO:
Alternativas
Q4047631 Nutrição
A vitamina Ase origina de dois grupos de compostos: os carotenoides provitamina A, provenientes dos alimentos de origem vegetal, e o retinol ou vitamina A pré-formada, existente nos alimentos de origem animal, geralmente como ésteres retinílicos, em especial o palmitato de retinila. Nos dois casos, os carotenoides constituem a fonte original de vitamina A. No nosso organismo, onde acontece a transformação de caroteno em vitamina A? 
Alternativas
Respostas
61: C
62: B
63: D
64: D
65: D
66: E
67: C
68: E
69: A
70: E
71: C
72: B
73: A
74: D
75: B
76: D
77: A
78: C
79: E
80: D