Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de viseu - pa

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Q3867613 Saúde Pública
No modelo de atenção em saúde, fundamentado na assistência multiprofissional em saúde da família, é considerada atividade precípua do Agente Comunitário de Saúde, em sua área geográfica de atuação, __________________, para a busca de pessoas com sinais ou sintomas de doenças agudas ou crônicas, de agravos ou de eventos de importância para a saúde pública e consequente encaminhamento para a unidade de saúde de referência.
Qual alternativa preenche corretamente a lacuna de acordo com a Lei nº 11.350/06?
Alternativas
Q3867611 Legislação dos Municípios do Estado do Pará
Qual percentual de adicional de insalubridade a Lei Municipal nº 597/2024 estabelece para os Agentes Comunitários de Saúde?
Alternativas
Q3867610 Saúde Pública
____________________________ é o conjunto de serviços executados pela equipe de saúde que atendam às necessidades da população adscrita nos campos do cuidado, da promoção e manutenção da saúde, da prevenção de doenças e agravos, da cura, da reabilitação, redução de danos e dos cuidados paliativos. Inclui a responsabilização pela oferta de serviços em outros pontos de atenção à saúde e o reconhecimento adequado das necessidades biológicas, psicológicas, ambientais e sociais causadoras das doenças, e manejo das diversas tecnologias de cuidado e de gestão necessárias a estes fins, além da ampliação da autonomia das pessoas e coletividade
Considerando os princípios da Política Nacional da Atenção Básica de Saúde, qual alternativa preenche corretamente a lacuna acima? 
Alternativas
Q3867609 Direito Sanitário
Sobre o atendimento e a internação domiciliares no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), conforme a lei nº 8.080/90, marque a única alternativa correta. 
Alternativas
Q3867608 Saúde Pública
Sobre os princípios que regem os serviços públicos de saúde e os serviços privados contratados ou conveniados que integram o Sistema Único de Saúde (SUS), é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3867607 Direito Constitucional
Sobre a assistência à saúde e a participação da iniciativa privada, conforme a Constituição Federal, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3867606 Direito Constitucional
Analise os itens a seguir:
I. A saúde é direito de todos.
II. As políticas de saúde devem visar apenas à recuperação, não sendo obrigatória a promoção e a proteção.
III. O Estado tem o dever de garantir a saúde por meio de políticas sociais e econômicas.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, sendo V para verdadeiro e F para falso, considerando as disposições sobre saúde previstas na Constituição Federal.
Alternativas
Q3867605 Português
Analise o enunciado a seguir e assinale a alternativa correta quanto à análise sintática da oração destacada: "O professor afirmou que os alunos devem revisar todo o conteúdo antes da prova."
Alternativas
Q3867603 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão.

Tal pai, tal pet

Segundo pesquisa realizada pela a empresa Petz, 88% dos entrevistados consideram seus pets como membros da família

        O tema “pais de pet” é algo que está em evidência atualmente nas redes sociais, propondo debates para descobrir se os tutores podem ou não serem considerados pais, afinal, cuidar de um animalzinho não seria o mesmo que cuidar de um filho humano. No entanto, Leonardo Costa, jornalista e pai do gato Dudenildo e do cachorro Theobaldo, discorda disso. Para ele, os amores são semelhantes, já que ser tutor requer dar amor, carinho, cuidados com saúde, higiene, educação e alimentação. De acordo com a pesquisa realizada pela Petz, com 753 pessoas foram ouvidas, 88% dessas pessoas consideram seus animais de estimação como membros da família.

        Leonardo conta que decidiu ser pai de pet após passar a conviver com Theobaldo, o cachorrinho de sua esposa, que na época era apenas namorada, e acabou se vendo convencido a adotar um gato, o Gruguenildo, que estava em situação de rua. “Depois da doação, ele acabou virando o xodó da casa”. A Petz destaca que, de acordo com o levantamento feito, 38% das pessoas consideram seus animais como uma das coisas mais importantes da vida.

        O jornalista explicou que, tempos depois, Gruguenildo havia sido atacado por um grupo de cães da região onde mora, que conseguiu tirar o gato do meio dos cachorros, mas que assustado, ele acabou se escondendo em um bueiro próximo de onde estavam. Em uma tentativa desesperada de resgatar seu pet, Leonardo levantou a tampa do bueiro e acabou rompendo o tendão do bíceps. “Na hora não pensei que a tampa seria 60 quilos. Ele foi para o veterinário e eu para o hospital, ele quebrou a pata e eu rompi o tendão. Infelizmente ele veio a falecer dois dias depois”.

        “Foi o primeiro gato que tive e foi uma paixão muito forte, nunca pensei que fosse gostar tanto de um gato. Ele dormia na minha cama, ele escutava eu chegando e já ia para a porta, então é um verdadeiro filho… é um filho” definiu Leonardo ao ser questionado sobre o amor por seu animal de estimação. Tempos depois, o jornalista adotou o gato Dudenildo.

        Rosana Baiocô, servidora pública, mãe de sete gatos e simpatizante das causas animais, revela que seu amor pelos bichinhos é algo que veio de família, uma vez que, desde pequena, ela era acostumada a criar gatos. Ela explica que gosta de contribuir para algumas ONGs independentes que possuem projetos de custeio de castração, já que ajudam a evitar ninhadas e reduzir o abandono, ou de reciclagem para montar casinhas de animais em situação de rua.

Opiniões profissionais

        Fabiano Morais, médico veterinário, vê essa tendência como algo positivo para os animais de estimação, uma vez que, segundo ele, antes as pessoas não se preocupavam tanto com o bem-estar de pets. “Para a gente é ótimo, pois estão cuidando mais de seus bichinhos em relação a exames, raio-X, ultrassom. Assumir essa responsabilidade de cuidar deles, não apenas ter, mas cuidar também, acho isso excelente”.

        Cleber Pires, psicólogo clínico, explica que os seres humanos buscam uma vida reforçada positivamente com prazeres e satisfação e isso pode ser através dos pets, já que os mesmos, por convivência, são capazes de despertar em seus tutores sentimentos de amor, carinho e bem-estar, a ponto de serem tratados como filhos humanos, “Sem contar que eles nos oferecem lealdade, segurança, contribuindo, assim, para que tenhamos comportamentos psicologicamente saudáveis como ajudando a combater a ansiedade, estresse, depressão e nos fazem companhia” .

        Para Aline Nerissa, estagiária de um pet shop há mais de um ano, a tendência é benéfica para os negócios voltados a esse nicho, já que são procurados por pessoas que querem cuidar da saúde de seu animal, comprar brinquedos, roupinhas, e vários outros mimos. “Creio que pet shop, hospitais veterinários etc. se mantêm por conta disso, pois se as pessoas não tivessem tanto apego pelos bichinhos e não os considerassem ‘filhos`, não cuidariam tanto deles”, opinou sobre o assunto.

(ADAPTADO. Maria Eduarda Antunes, postado em 22/05/2024. Disponível em: https://jornalismo.iesb.br/destaque3/tal-pai-tal-pet/)
Analise as palavras retiradas do texto e assinale a alternativa correta quanto à classificação da sílaba tônica delas.
I. xodó – a sílaba tônica está na última sílaba.
II. família – a sílaba tônica está na penúltima sílaba;
III. higiene – a sílaba tônica está na última sílaba;
IV. cães – monossílabo tônico.
Alternativas
Q3867602 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão.

Tal pai, tal pet

Segundo pesquisa realizada pela a empresa Petz, 88% dos entrevistados consideram seus pets como membros da família

        O tema “pais de pet” é algo que está em evidência atualmente nas redes sociais, propondo debates para descobrir se os tutores podem ou não serem considerados pais, afinal, cuidar de um animalzinho não seria o mesmo que cuidar de um filho humano. No entanto, Leonardo Costa, jornalista e pai do gato Dudenildo e do cachorro Theobaldo, discorda disso. Para ele, os amores são semelhantes, já que ser tutor requer dar amor, carinho, cuidados com saúde, higiene, educação e alimentação. De acordo com a pesquisa realizada pela Petz, com 753 pessoas foram ouvidas, 88% dessas pessoas consideram seus animais de estimação como membros da família.

        Leonardo conta que decidiu ser pai de pet após passar a conviver com Theobaldo, o cachorrinho de sua esposa, que na época era apenas namorada, e acabou se vendo convencido a adotar um gato, o Gruguenildo, que estava em situação de rua. “Depois da doação, ele acabou virando o xodó da casa”. A Petz destaca que, de acordo com o levantamento feito, 38% das pessoas consideram seus animais como uma das coisas mais importantes da vida.

        O jornalista explicou que, tempos depois, Gruguenildo havia sido atacado por um grupo de cães da região onde mora, que conseguiu tirar o gato do meio dos cachorros, mas que assustado, ele acabou se escondendo em um bueiro próximo de onde estavam. Em uma tentativa desesperada de resgatar seu pet, Leonardo levantou a tampa do bueiro e acabou rompendo o tendão do bíceps. “Na hora não pensei que a tampa seria 60 quilos. Ele foi para o veterinário e eu para o hospital, ele quebrou a pata e eu rompi o tendão. Infelizmente ele veio a falecer dois dias depois”.

        “Foi o primeiro gato que tive e foi uma paixão muito forte, nunca pensei que fosse gostar tanto de um gato. Ele dormia na minha cama, ele escutava eu chegando e já ia para a porta, então é um verdadeiro filho… é um filho” definiu Leonardo ao ser questionado sobre o amor por seu animal de estimação. Tempos depois, o jornalista adotou o gato Dudenildo.

        Rosana Baiocô, servidora pública, mãe de sete gatos e simpatizante das causas animais, revela que seu amor pelos bichinhos é algo que veio de família, uma vez que, desde pequena, ela era acostumada a criar gatos. Ela explica que gosta de contribuir para algumas ONGs independentes que possuem projetos de custeio de castração, já que ajudam a evitar ninhadas e reduzir o abandono, ou de reciclagem para montar casinhas de animais em situação de rua.

Opiniões profissionais

        Fabiano Morais, médico veterinário, vê essa tendência como algo positivo para os animais de estimação, uma vez que, segundo ele, antes as pessoas não se preocupavam tanto com o bem-estar de pets. “Para a gente é ótimo, pois estão cuidando mais de seus bichinhos em relação a exames, raio-X, ultrassom. Assumir essa responsabilidade de cuidar deles, não apenas ter, mas cuidar também, acho isso excelente”.

        Cleber Pires, psicólogo clínico, explica que os seres humanos buscam uma vida reforçada positivamente com prazeres e satisfação e isso pode ser através dos pets, já que os mesmos, por convivência, são capazes de despertar em seus tutores sentimentos de amor, carinho e bem-estar, a ponto de serem tratados como filhos humanos, “Sem contar que eles nos oferecem lealdade, segurança, contribuindo, assim, para que tenhamos comportamentos psicologicamente saudáveis como ajudando a combater a ansiedade, estresse, depressão e nos fazem companhia” .

        Para Aline Nerissa, estagiária de um pet shop há mais de um ano, a tendência é benéfica para os negócios voltados a esse nicho, já que são procurados por pessoas que querem cuidar da saúde de seu animal, comprar brinquedos, roupinhas, e vários outros mimos. “Creio que pet shop, hospitais veterinários etc. se mantêm por conta disso, pois se as pessoas não tivessem tanto apego pelos bichinhos e não os considerassem ‘filhos`, não cuidariam tanto deles”, opinou sobre o assunto.

(ADAPTADO. Maria Eduarda Antunes, postado em 22/05/2024. Disponível em: https://jornalismo.iesb.br/destaque3/tal-pai-tal-pet/)
Analise o trecho abaixo, as expressões destacadas e suas respectivas funções. Em seguida, assinale a alternativa correta.
“Fabiano Morais, médico veterinário¹, vê essa tendência² como algo positivo para os animais de estimação, uma vez que, segundo³ ele, antes as pessoas não se preocupavam tanto com o bem-estar de pets. ‘Para a gente é ótimo, pois4 estão cuidando mais de seus bichinhos em relação a exames, raio-X, ultrassom.’”
1. Aposto explicativo.
2. Objeto direto.
3. Conjunção com ideia de conformidade.
4. Conjunção com ideia de justificação.
Alternativas
Q3867601 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão.

Tal pai, tal pet

Segundo pesquisa realizada pela a empresa Petz, 88% dos entrevistados consideram seus pets como membros da família

        O tema “pais de pet” é algo que está em evidência atualmente nas redes sociais, propondo debates para descobrir se os tutores podem ou não serem considerados pais, afinal, cuidar de um animalzinho não seria o mesmo que cuidar de um filho humano. No entanto, Leonardo Costa, jornalista e pai do gato Dudenildo e do cachorro Theobaldo, discorda disso. Para ele, os amores são semelhantes, já que ser tutor requer dar amor, carinho, cuidados com saúde, higiene, educação e alimentação. De acordo com a pesquisa realizada pela Petz, com 753 pessoas foram ouvidas, 88% dessas pessoas consideram seus animais de estimação como membros da família.

        Leonardo conta que decidiu ser pai de pet após passar a conviver com Theobaldo, o cachorrinho de sua esposa, que na época era apenas namorada, e acabou se vendo convencido a adotar um gato, o Gruguenildo, que estava em situação de rua. “Depois da doação, ele acabou virando o xodó da casa”. A Petz destaca que, de acordo com o levantamento feito, 38% das pessoas consideram seus animais como uma das coisas mais importantes da vida.

        O jornalista explicou que, tempos depois, Gruguenildo havia sido atacado por um grupo de cães da região onde mora, que conseguiu tirar o gato do meio dos cachorros, mas que assustado, ele acabou se escondendo em um bueiro próximo de onde estavam. Em uma tentativa desesperada de resgatar seu pet, Leonardo levantou a tampa do bueiro e acabou rompendo o tendão do bíceps. “Na hora não pensei que a tampa seria 60 quilos. Ele foi para o veterinário e eu para o hospital, ele quebrou a pata e eu rompi o tendão. Infelizmente ele veio a falecer dois dias depois”.

        “Foi o primeiro gato que tive e foi uma paixão muito forte, nunca pensei que fosse gostar tanto de um gato. Ele dormia na minha cama, ele escutava eu chegando e já ia para a porta, então é um verdadeiro filho… é um filho” definiu Leonardo ao ser questionado sobre o amor por seu animal de estimação. Tempos depois, o jornalista adotou o gato Dudenildo.

        Rosana Baiocô, servidora pública, mãe de sete gatos e simpatizante das causas animais, revela que seu amor pelos bichinhos é algo que veio de família, uma vez que, desde pequena, ela era acostumada a criar gatos. Ela explica que gosta de contribuir para algumas ONGs independentes que possuem projetos de custeio de castração, já que ajudam a evitar ninhadas e reduzir o abandono, ou de reciclagem para montar casinhas de animais em situação de rua.

Opiniões profissionais

        Fabiano Morais, médico veterinário, vê essa tendência como algo positivo para os animais de estimação, uma vez que, segundo ele, antes as pessoas não se preocupavam tanto com o bem-estar de pets. “Para a gente é ótimo, pois estão cuidando mais de seus bichinhos em relação a exames, raio-X, ultrassom. Assumir essa responsabilidade de cuidar deles, não apenas ter, mas cuidar também, acho isso excelente”.

        Cleber Pires, psicólogo clínico, explica que os seres humanos buscam uma vida reforçada positivamente com prazeres e satisfação e isso pode ser através dos pets, já que os mesmos, por convivência, são capazes de despertar em seus tutores sentimentos de amor, carinho e bem-estar, a ponto de serem tratados como filhos humanos, “Sem contar que eles nos oferecem lealdade, segurança, contribuindo, assim, para que tenhamos comportamentos psicologicamente saudáveis como ajudando a combater a ansiedade, estresse, depressão e nos fazem companhia” .

        Para Aline Nerissa, estagiária de um pet shop há mais de um ano, a tendência é benéfica para os negócios voltados a esse nicho, já que são procurados por pessoas que querem cuidar da saúde de seu animal, comprar brinquedos, roupinhas, e vários outros mimos. “Creio que pet shop, hospitais veterinários etc. se mantêm por conta disso, pois se as pessoas não tivessem tanto apego pelos bichinhos e não os considerassem ‘filhos`, não cuidariam tanto deles”, opinou sobre o assunto.

(ADAPTADO. Maria Eduarda Antunes, postado em 22/05/2024. Disponível em: https://jornalismo.iesb.br/destaque3/tal-pai-tal-pet/)
Analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa em que todas as palavras apresentadas seguem corretamente a mesma regra de grafia indicada nos itens I a IV, respectivamente.
I. ele acabou virando o "xodó" da casa – palavra com X.
II. Na "hora" não pensei que a tampa seria 60 quilos – palavra com H.
III. carinho e "bem-estar" – palavra com hífen.
IV. voltados a esse "nicho" – palavra com dígrafo.
Alternativas
Q3867600 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão.

Tal pai, tal pet

Segundo pesquisa realizada pela a empresa Petz, 88% dos entrevistados consideram seus pets como membros da família

        O tema “pais de pet” é algo que está em evidência atualmente nas redes sociais, propondo debates para descobrir se os tutores podem ou não serem considerados pais, afinal, cuidar de um animalzinho não seria o mesmo que cuidar de um filho humano. No entanto, Leonardo Costa, jornalista e pai do gato Dudenildo e do cachorro Theobaldo, discorda disso. Para ele, os amores são semelhantes, já que ser tutor requer dar amor, carinho, cuidados com saúde, higiene, educação e alimentação. De acordo com a pesquisa realizada pela Petz, com 753 pessoas foram ouvidas, 88% dessas pessoas consideram seus animais de estimação como membros da família.

        Leonardo conta que decidiu ser pai de pet após passar a conviver com Theobaldo, o cachorrinho de sua esposa, que na época era apenas namorada, e acabou se vendo convencido a adotar um gato, o Gruguenildo, que estava em situação de rua. “Depois da doação, ele acabou virando o xodó da casa”. A Petz destaca que, de acordo com o levantamento feito, 38% das pessoas consideram seus animais como uma das coisas mais importantes da vida.

        O jornalista explicou que, tempos depois, Gruguenildo havia sido atacado por um grupo de cães da região onde mora, que conseguiu tirar o gato do meio dos cachorros, mas que assustado, ele acabou se escondendo em um bueiro próximo de onde estavam. Em uma tentativa desesperada de resgatar seu pet, Leonardo levantou a tampa do bueiro e acabou rompendo o tendão do bíceps. “Na hora não pensei que a tampa seria 60 quilos. Ele foi para o veterinário e eu para o hospital, ele quebrou a pata e eu rompi o tendão. Infelizmente ele veio a falecer dois dias depois”.

        “Foi o primeiro gato que tive e foi uma paixão muito forte, nunca pensei que fosse gostar tanto de um gato. Ele dormia na minha cama, ele escutava eu chegando e já ia para a porta, então é um verdadeiro filho… é um filho” definiu Leonardo ao ser questionado sobre o amor por seu animal de estimação. Tempos depois, o jornalista adotou o gato Dudenildo.

        Rosana Baiocô, servidora pública, mãe de sete gatos e simpatizante das causas animais, revela que seu amor pelos bichinhos é algo que veio de família, uma vez que, desde pequena, ela era acostumada a criar gatos. Ela explica que gosta de contribuir para algumas ONGs independentes que possuem projetos de custeio de castração, já que ajudam a evitar ninhadas e reduzir o abandono, ou de reciclagem para montar casinhas de animais em situação de rua.

Opiniões profissionais

        Fabiano Morais, médico veterinário, vê essa tendência como algo positivo para os animais de estimação, uma vez que, segundo ele, antes as pessoas não se preocupavam tanto com o bem-estar de pets. “Para a gente é ótimo, pois estão cuidando mais de seus bichinhos em relação a exames, raio-X, ultrassom. Assumir essa responsabilidade de cuidar deles, não apenas ter, mas cuidar também, acho isso excelente”.

        Cleber Pires, psicólogo clínico, explica que os seres humanos buscam uma vida reforçada positivamente com prazeres e satisfação e isso pode ser através dos pets, já que os mesmos, por convivência, são capazes de despertar em seus tutores sentimentos de amor, carinho e bem-estar, a ponto de serem tratados como filhos humanos, “Sem contar que eles nos oferecem lealdade, segurança, contribuindo, assim, para que tenhamos comportamentos psicologicamente saudáveis como ajudando a combater a ansiedade, estresse, depressão e nos fazem companhia” .

        Para Aline Nerissa, estagiária de um pet shop há mais de um ano, a tendência é benéfica para os negócios voltados a esse nicho, já que são procurados por pessoas que querem cuidar da saúde de seu animal, comprar brinquedos, roupinhas, e vários outros mimos. “Creio que pet shop, hospitais veterinários etc. se mantêm por conta disso, pois se as pessoas não tivessem tanto apego pelos bichinhos e não os considerassem ‘filhos`, não cuidariam tanto deles”, opinou sobre o assunto.

(ADAPTADO. Maria Eduarda Antunes, postado em 22/05/2024. Disponível em: https://jornalismo.iesb.br/destaque3/tal-pai-tal-pet/)
A partir das falas do médico veterinário e do psicólogo clínico no texto, qual inferência discursiva mais adequada pode ser construída sobre o papel dos pets na vida contemporânea?
Alternativas
Q3867599 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão.

Tal pai, tal pet

Segundo pesquisa realizada pela a empresa Petz, 88% dos entrevistados consideram seus pets como membros da família

        O tema “pais de pet” é algo que está em evidência atualmente nas redes sociais, propondo debates para descobrir se os tutores podem ou não serem considerados pais, afinal, cuidar de um animalzinho não seria o mesmo que cuidar de um filho humano. No entanto, Leonardo Costa, jornalista e pai do gato Dudenildo e do cachorro Theobaldo, discorda disso. Para ele, os amores são semelhantes, já que ser tutor requer dar amor, carinho, cuidados com saúde, higiene, educação e alimentação. De acordo com a pesquisa realizada pela Petz, com 753 pessoas foram ouvidas, 88% dessas pessoas consideram seus animais de estimação como membros da família.

        Leonardo conta que decidiu ser pai de pet após passar a conviver com Theobaldo, o cachorrinho de sua esposa, que na época era apenas namorada, e acabou se vendo convencido a adotar um gato, o Gruguenildo, que estava em situação de rua. “Depois da doação, ele acabou virando o xodó da casa”. A Petz destaca que, de acordo com o levantamento feito, 38% das pessoas consideram seus animais como uma das coisas mais importantes da vida.

        O jornalista explicou que, tempos depois, Gruguenildo havia sido atacado por um grupo de cães da região onde mora, que conseguiu tirar o gato do meio dos cachorros, mas que assustado, ele acabou se escondendo em um bueiro próximo de onde estavam. Em uma tentativa desesperada de resgatar seu pet, Leonardo levantou a tampa do bueiro e acabou rompendo o tendão do bíceps. “Na hora não pensei que a tampa seria 60 quilos. Ele foi para o veterinário e eu para o hospital, ele quebrou a pata e eu rompi o tendão. Infelizmente ele veio a falecer dois dias depois”.

        “Foi o primeiro gato que tive e foi uma paixão muito forte, nunca pensei que fosse gostar tanto de um gato. Ele dormia na minha cama, ele escutava eu chegando e já ia para a porta, então é um verdadeiro filho… é um filho” definiu Leonardo ao ser questionado sobre o amor por seu animal de estimação. Tempos depois, o jornalista adotou o gato Dudenildo.

        Rosana Baiocô, servidora pública, mãe de sete gatos e simpatizante das causas animais, revela que seu amor pelos bichinhos é algo que veio de família, uma vez que, desde pequena, ela era acostumada a criar gatos. Ela explica que gosta de contribuir para algumas ONGs independentes que possuem projetos de custeio de castração, já que ajudam a evitar ninhadas e reduzir o abandono, ou de reciclagem para montar casinhas de animais em situação de rua.

Opiniões profissionais

        Fabiano Morais, médico veterinário, vê essa tendência como algo positivo para os animais de estimação, uma vez que, segundo ele, antes as pessoas não se preocupavam tanto com o bem-estar de pets. “Para a gente é ótimo, pois estão cuidando mais de seus bichinhos em relação a exames, raio-X, ultrassom. Assumir essa responsabilidade de cuidar deles, não apenas ter, mas cuidar também, acho isso excelente”.

        Cleber Pires, psicólogo clínico, explica que os seres humanos buscam uma vida reforçada positivamente com prazeres e satisfação e isso pode ser através dos pets, já que os mesmos, por convivência, são capazes de despertar em seus tutores sentimentos de amor, carinho e bem-estar, a ponto de serem tratados como filhos humanos, “Sem contar que eles nos oferecem lealdade, segurança, contribuindo, assim, para que tenhamos comportamentos psicologicamente saudáveis como ajudando a combater a ansiedade, estresse, depressão e nos fazem companhia” .

        Para Aline Nerissa, estagiária de um pet shop há mais de um ano, a tendência é benéfica para os negócios voltados a esse nicho, já que são procurados por pessoas que querem cuidar da saúde de seu animal, comprar brinquedos, roupinhas, e vários outros mimos. “Creio que pet shop, hospitais veterinários etc. se mantêm por conta disso, pois se as pessoas não tivessem tanto apego pelos bichinhos e não os considerassem ‘filhos`, não cuidariam tanto deles”, opinou sobre o assunto.

(ADAPTADO. Maria Eduarda Antunes, postado em 22/05/2024. Disponível em: https://jornalismo.iesb.br/destaque3/tal-pai-tal-pet/)
Considerando a tipologia textual predominante no texto apresentado, assinale a alternativa que apresenta uma interpretação adequada. 
Alternativas
Q3867598 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão.

Tal pai, tal pet

Segundo pesquisa realizada pela a empresa Petz, 88% dos entrevistados consideram seus pets como membros da família

        O tema “pais de pet” é algo que está em evidência atualmente nas redes sociais, propondo debates para descobrir se os tutores podem ou não serem considerados pais, afinal, cuidar de um animalzinho não seria o mesmo que cuidar de um filho humano. No entanto, Leonardo Costa, jornalista e pai do gato Dudenildo e do cachorro Theobaldo, discorda disso. Para ele, os amores são semelhantes, já que ser tutor requer dar amor, carinho, cuidados com saúde, higiene, educação e alimentação. De acordo com a pesquisa realizada pela Petz, com 753 pessoas foram ouvidas, 88% dessas pessoas consideram seus animais de estimação como membros da família.

        Leonardo conta que decidiu ser pai de pet após passar a conviver com Theobaldo, o cachorrinho de sua esposa, que na época era apenas namorada, e acabou se vendo convencido a adotar um gato, o Gruguenildo, que estava em situação de rua. “Depois da doação, ele acabou virando o xodó da casa”. A Petz destaca que, de acordo com o levantamento feito, 38% das pessoas consideram seus animais como uma das coisas mais importantes da vida.

        O jornalista explicou que, tempos depois, Gruguenildo havia sido atacado por um grupo de cães da região onde mora, que conseguiu tirar o gato do meio dos cachorros, mas que assustado, ele acabou se escondendo em um bueiro próximo de onde estavam. Em uma tentativa desesperada de resgatar seu pet, Leonardo levantou a tampa do bueiro e acabou rompendo o tendão do bíceps. “Na hora não pensei que a tampa seria 60 quilos. Ele foi para o veterinário e eu para o hospital, ele quebrou a pata e eu rompi o tendão. Infelizmente ele veio a falecer dois dias depois”.

        “Foi o primeiro gato que tive e foi uma paixão muito forte, nunca pensei que fosse gostar tanto de um gato. Ele dormia na minha cama, ele escutava eu chegando e já ia para a porta, então é um verdadeiro filho… é um filho” definiu Leonardo ao ser questionado sobre o amor por seu animal de estimação. Tempos depois, o jornalista adotou o gato Dudenildo.

        Rosana Baiocô, servidora pública, mãe de sete gatos e simpatizante das causas animais, revela que seu amor pelos bichinhos é algo que veio de família, uma vez que, desde pequena, ela era acostumada a criar gatos. Ela explica que gosta de contribuir para algumas ONGs independentes que possuem projetos de custeio de castração, já que ajudam a evitar ninhadas e reduzir o abandono, ou de reciclagem para montar casinhas de animais em situação de rua.

Opiniões profissionais

        Fabiano Morais, médico veterinário, vê essa tendência como algo positivo para os animais de estimação, uma vez que, segundo ele, antes as pessoas não se preocupavam tanto com o bem-estar de pets. “Para a gente é ótimo, pois estão cuidando mais de seus bichinhos em relação a exames, raio-X, ultrassom. Assumir essa responsabilidade de cuidar deles, não apenas ter, mas cuidar também, acho isso excelente”.

        Cleber Pires, psicólogo clínico, explica que os seres humanos buscam uma vida reforçada positivamente com prazeres e satisfação e isso pode ser através dos pets, já que os mesmos, por convivência, são capazes de despertar em seus tutores sentimentos de amor, carinho e bem-estar, a ponto de serem tratados como filhos humanos, “Sem contar que eles nos oferecem lealdade, segurança, contribuindo, assim, para que tenhamos comportamentos psicologicamente saudáveis como ajudando a combater a ansiedade, estresse, depressão e nos fazem companhia” .

        Para Aline Nerissa, estagiária de um pet shop há mais de um ano, a tendência é benéfica para os negócios voltados a esse nicho, já que são procurados por pessoas que querem cuidar da saúde de seu animal, comprar brinquedos, roupinhas, e vários outros mimos. “Creio que pet shop, hospitais veterinários etc. se mantêm por conta disso, pois se as pessoas não tivessem tanto apego pelos bichinhos e não os considerassem ‘filhos`, não cuidariam tanto deles”, opinou sobre o assunto.

(ADAPTADO. Maria Eduarda Antunes, postado em 22/05/2024. Disponível em: https://jornalismo.iesb.br/destaque3/tal-pai-tal-pet/)
Com base nas informações da pesquisa realizada pela Petz, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
I. O fato de 88% dos entrevistados considerarem seus pets como membros da família permite inferir que a relação afetiva entre tutores e animais está se tornando mais valorizada socialmente.
II. Se 38% das pessoas consideram seus animais como uma das coisas mais importantes da vida, é possível deduzir que, para essa parcela, os pets ocupam papel central no bem-estar emocional.
III. Como a pesquisa ouviu 753 pessoas, é possível afirmar que toda a sociedade brasileira pensa da mesma forma em relação aos pets.
Alternativas
Q3867597 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão.

Tal pai, tal pet

Segundo pesquisa realizada pela a empresa Petz, 88% dos entrevistados consideram seus pets como membros da família

        O tema “pais de pet” é algo que está em evidência atualmente nas redes sociais, propondo debates para descobrir se os tutores podem ou não serem considerados pais, afinal, cuidar de um animalzinho não seria o mesmo que cuidar de um filho humano. No entanto, Leonardo Costa, jornalista e pai do gato Dudenildo e do cachorro Theobaldo, discorda disso. Para ele, os amores são semelhantes, já que ser tutor requer dar amor, carinho, cuidados com saúde, higiene, educação e alimentação. De acordo com a pesquisa realizada pela Petz, com 753 pessoas foram ouvidas, 88% dessas pessoas consideram seus animais de estimação como membros da família.

        Leonardo conta que decidiu ser pai de pet após passar a conviver com Theobaldo, o cachorrinho de sua esposa, que na época era apenas namorada, e acabou se vendo convencido a adotar um gato, o Gruguenildo, que estava em situação de rua. “Depois da doação, ele acabou virando o xodó da casa”. A Petz destaca que, de acordo com o levantamento feito, 38% das pessoas consideram seus animais como uma das coisas mais importantes da vida.

        O jornalista explicou que, tempos depois, Gruguenildo havia sido atacado por um grupo de cães da região onde mora, que conseguiu tirar o gato do meio dos cachorros, mas que assustado, ele acabou se escondendo em um bueiro próximo de onde estavam. Em uma tentativa desesperada de resgatar seu pet, Leonardo levantou a tampa do bueiro e acabou rompendo o tendão do bíceps. “Na hora não pensei que a tampa seria 60 quilos. Ele foi para o veterinário e eu para o hospital, ele quebrou a pata e eu rompi o tendão. Infelizmente ele veio a falecer dois dias depois”.

        “Foi o primeiro gato que tive e foi uma paixão muito forte, nunca pensei que fosse gostar tanto de um gato. Ele dormia na minha cama, ele escutava eu chegando e já ia para a porta, então é um verdadeiro filho… é um filho” definiu Leonardo ao ser questionado sobre o amor por seu animal de estimação. Tempos depois, o jornalista adotou o gato Dudenildo.

        Rosana Baiocô, servidora pública, mãe de sete gatos e simpatizante das causas animais, revela que seu amor pelos bichinhos é algo que veio de família, uma vez que, desde pequena, ela era acostumada a criar gatos. Ela explica que gosta de contribuir para algumas ONGs independentes que possuem projetos de custeio de castração, já que ajudam a evitar ninhadas e reduzir o abandono, ou de reciclagem para montar casinhas de animais em situação de rua.

Opiniões profissionais

        Fabiano Morais, médico veterinário, vê essa tendência como algo positivo para os animais de estimação, uma vez que, segundo ele, antes as pessoas não se preocupavam tanto com o bem-estar de pets. “Para a gente é ótimo, pois estão cuidando mais de seus bichinhos em relação a exames, raio-X, ultrassom. Assumir essa responsabilidade de cuidar deles, não apenas ter, mas cuidar também, acho isso excelente”.

        Cleber Pires, psicólogo clínico, explica que os seres humanos buscam uma vida reforçada positivamente com prazeres e satisfação e isso pode ser através dos pets, já que os mesmos, por convivência, são capazes de despertar em seus tutores sentimentos de amor, carinho e bem-estar, a ponto de serem tratados como filhos humanos, “Sem contar que eles nos oferecem lealdade, segurança, contribuindo, assim, para que tenhamos comportamentos psicologicamente saudáveis como ajudando a combater a ansiedade, estresse, depressão e nos fazem companhia” .

        Para Aline Nerissa, estagiária de um pet shop há mais de um ano, a tendência é benéfica para os negócios voltados a esse nicho, já que são procurados por pessoas que querem cuidar da saúde de seu animal, comprar brinquedos, roupinhas, e vários outros mimos. “Creio que pet shop, hospitais veterinários etc. se mantêm por conta disso, pois se as pessoas não tivessem tanto apego pelos bichinhos e não os considerassem ‘filhos`, não cuidariam tanto deles”, opinou sobre o assunto.

(ADAPTADO. Maria Eduarda Antunes, postado em 22/05/2024. Disponível em: https://jornalismo.iesb.br/destaque3/tal-pai-tal-pet/)
No texto apresentado, por que o autor escolhe usar frases ditas diretamente pelos personagens (discurso direto)? 
Alternativas
Q3867596 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão.

Tal pai, tal pet

Segundo pesquisa realizada pela a empresa Petz, 88% dos entrevistados consideram seus pets como membros da família

        O tema “pais de pet” é algo que está em evidência atualmente nas redes sociais, propondo debates para descobrir se os tutores podem ou não serem considerados pais, afinal, cuidar de um animalzinho não seria o mesmo que cuidar de um filho humano. No entanto, Leonardo Costa, jornalista e pai do gato Dudenildo e do cachorro Theobaldo, discorda disso. Para ele, os amores são semelhantes, já que ser tutor requer dar amor, carinho, cuidados com saúde, higiene, educação e alimentação. De acordo com a pesquisa realizada pela Petz, com 753 pessoas foram ouvidas, 88% dessas pessoas consideram seus animais de estimação como membros da família.

        Leonardo conta que decidiu ser pai de pet após passar a conviver com Theobaldo, o cachorrinho de sua esposa, que na época era apenas namorada, e acabou se vendo convencido a adotar um gato, o Gruguenildo, que estava em situação de rua. “Depois da doação, ele acabou virando o xodó da casa”. A Petz destaca que, de acordo com o levantamento feito, 38% das pessoas consideram seus animais como uma das coisas mais importantes da vida.

        O jornalista explicou que, tempos depois, Gruguenildo havia sido atacado por um grupo de cães da região onde mora, que conseguiu tirar o gato do meio dos cachorros, mas que assustado, ele acabou se escondendo em um bueiro próximo de onde estavam. Em uma tentativa desesperada de resgatar seu pet, Leonardo levantou a tampa do bueiro e acabou rompendo o tendão do bíceps. “Na hora não pensei que a tampa seria 60 quilos. Ele foi para o veterinário e eu para o hospital, ele quebrou a pata e eu rompi o tendão. Infelizmente ele veio a falecer dois dias depois”.

        “Foi o primeiro gato que tive e foi uma paixão muito forte, nunca pensei que fosse gostar tanto de um gato. Ele dormia na minha cama, ele escutava eu chegando e já ia para a porta, então é um verdadeiro filho… é um filho” definiu Leonardo ao ser questionado sobre o amor por seu animal de estimação. Tempos depois, o jornalista adotou o gato Dudenildo.

        Rosana Baiocô, servidora pública, mãe de sete gatos e simpatizante das causas animais, revela que seu amor pelos bichinhos é algo que veio de família, uma vez que, desde pequena, ela era acostumada a criar gatos. Ela explica que gosta de contribuir para algumas ONGs independentes que possuem projetos de custeio de castração, já que ajudam a evitar ninhadas e reduzir o abandono, ou de reciclagem para montar casinhas de animais em situação de rua.

Opiniões profissionais

        Fabiano Morais, médico veterinário, vê essa tendência como algo positivo para os animais de estimação, uma vez que, segundo ele, antes as pessoas não se preocupavam tanto com o bem-estar de pets. “Para a gente é ótimo, pois estão cuidando mais de seus bichinhos em relação a exames, raio-X, ultrassom. Assumir essa responsabilidade de cuidar deles, não apenas ter, mas cuidar também, acho isso excelente”.

        Cleber Pires, psicólogo clínico, explica que os seres humanos buscam uma vida reforçada positivamente com prazeres e satisfação e isso pode ser através dos pets, já que os mesmos, por convivência, são capazes de despertar em seus tutores sentimentos de amor, carinho e bem-estar, a ponto de serem tratados como filhos humanos, “Sem contar que eles nos oferecem lealdade, segurança, contribuindo, assim, para que tenhamos comportamentos psicologicamente saudáveis como ajudando a combater a ansiedade, estresse, depressão e nos fazem companhia” .

        Para Aline Nerissa, estagiária de um pet shop há mais de um ano, a tendência é benéfica para os negócios voltados a esse nicho, já que são procurados por pessoas que querem cuidar da saúde de seu animal, comprar brinquedos, roupinhas, e vários outros mimos. “Creio que pet shop, hospitais veterinários etc. se mantêm por conta disso, pois se as pessoas não tivessem tanto apego pelos bichinhos e não os considerassem ‘filhos`, não cuidariam tanto deles”, opinou sobre o assunto.

(ADAPTADO. Maria Eduarda Antunes, postado em 22/05/2024. Disponível em: https://jornalismo.iesb.br/destaque3/tal-pai-tal-pet/)
A divisão do texto em duas partes — uma contendo relatos e dados sociais sobre a relação afetiva com os pets e outra com opiniões de profissionais — atende a qual finalidade discursivo-argumentativa predominante?
Alternativas
Q3845827 Direitos Humanos
"Dados do Disque Direitos Humanos, o Disque 100, serviço oferecido pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), dão a dimensão do problema aqui tratado. Em 2023, por exemplo, foram registradas 2.124 denúncias de violações de liberdade de religião ou crença provenientes de diversas regiões do Brasil. Tal número, na comparação com 2022, quando foram compilados 1.184 registros, representa um aumento de 80% no número de denúncias dessa natureza, segundo as quais as religiões de Matriz Africana são as mais afetadas. Considerando que representam uma fração dos casos de violações de direitos que afetam as religiões afro-brasileiras, os números apresentados permitem afirmar a importância de se incluir a questão racial na agenda pública do Brasil e de se encorajar mais pessoas a buscarem o sistema de justiça para denunciar essas violações" (BRASIL. Guia de orientação para denúncias de racismo religioso [...], 2024, p. 13-14). 
De acordo com o trecho do "Guia de orientação para denúncias de racismo religioso”, existe a violação de um direito fundamental em destaque e a motivação para a realização das denúncias deve ser:
Alternativas
Q3845826 Pedagogia
Para o cientista e fenomenólogo da religião Mircea Eliade (1992, p.14), "O sagrado sempre se manifesta como uma realidade inteiramente diferente das realidades "naturais", ou seja, diferente das realidades profanas. 
Na visão de Eliade, o sagrado e o profano são categorias: 
Alternativas
Q3845825 Pedagogia
Segundo Mercante, no artigo "Barquinha: religião ayahuasqueira, afro-brasileira ou afro-amazônica? [...], 2015, p. 100-101, "A ayahuasca é uma bebida psicoativa largamente utilizada por diversas etnias em toda a Amazônia e é obtida após o cozimento, por longas horas, de pedaços do cipó "Jagube" (Banisteriopsis caapi) com folhas de "rainha" (Psychotria viridis)". A ayahuasca é uma bebida usada por vários povos originários e está na base ritual de algumas religiões surgidas na Amazônia brasileira. Entre essas religiões pode-se destacar:
Alternativas
Q3845824 Pedagogia
As religiões chinesas têm suas raízes na Antiguidade, com destaque para o Confucionismo e o Taoísmo e mais recentemente, o Budismo, originário da Índia. Essas religiões, embora suas especificidades, são bastante expressivas na China, ao lado de outras religiões, como a Religião Popular Chinesa, o Cristianismo e o Islamismo. Uma das características perenes na Religião  Popular Chinesa é: 
Alternativas
Respostas
41: B
42: A
43: A
44: B
45: D
46: E
47: C
48: C
49: B
50: A
51: B
52: A
53: E
54: C
55: A
56: D
57: C
58: C
59: D
60: C