Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de divino das laranjeiras - mg

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Q3642789 Pedagogia
Amanda estudou em uma instituição de ensino em que o essencial eram as formas de descoberta e aplicação dos conteúdos. A educação era encarada como um instrumento de promoção do desenvolvimento econômico pela qualificação da mão de obra, pela redistribuição da renda, pela maximização da produção e, ao mesmo tempo, pelo desenvolvimento da 'consciência política' indispensável à manutenção do Estado autoritário". Pelas características, essa escola era adepta a uma concepção de ensino: 
Alternativas
Q3642788 Pedagogia
Uma inovação da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, é a valorização da flexibilidade e ampliação do conceito do educativo, que valoriza não apenas o saber sistematizado da educação formal, mas busca o desenvolvimento de uma cultura pedagógica que destaque o patrimônio cultural que o alunosujeito constrói fora e dentro da escola através de sua vivência social mais ampla. Trata-se do princípio de:
Alternativas
Q3642787 Pedagogia
Os Parâmetros Curriculares Nacionais, referenciais que sugeriram uma renovação da proposta curricular, para que a melhoria da qualidade da educação resultasse da corresponsabilidade entre todos os educadores, trouxeram os conteúdos programáticos abordados em três grandes categorias. Uma dessas categorias, enfatiza que é necessário:
“fazer com que os alunos construam instrumentos para analisar, por si mesmos, os resultados que obtêm e os processos que colocam em ação para atingir as metas a que se propõem. Por exemplo: para realizar uma pesquisa, o aluno pode copiar um trecho da enciclopédia, embora esse não seja o procedimento mais adequado. [...] É preciso que o aluno aprenda a pesquisar em mais de uma fonte, registrar o que for relevante, relacionar as informações obtidas para produzir um texto de pesquisa. Dependendo do assunto a ser pesquisado, é possível orientá-lo para fazer entrevistas e organizar os dados obtidos, procurar referências em diferentes jornais, em filmes, comparar as informações obtidas para apresentálas num seminário, produzir um texto.” (BRASIL, 1997, p.52)
A essa categoria de conteúdos dá-se o nome de:
Alternativas
Q3641270 Português

E a solidão, sua companheira de sempre, esperava no sofá, de braços cruzados e com uma xícara de café.” Quanto ao termo destacado, temos:

Alternativas
Q3641269 Português

Atente para os conceitos a seguir.



I. Frase é todo enunciado com sentido completo, podendo esta ser nominal ou verbal;


II. Oração é todo enunciado em torno de um verbo, podendo ou não ter sentido;


III. Período é toda frase verbal contendo uma ou mais orações, podendo este ser simples ou composto.



Analisando o texto “Vazio”, pode-se afirmar que: 

Alternativas
Q3641266 Português

Leia o texto a seguir.


Vazio


    Abriu os olhos para mais um dia igual aos outros. A mesma cama vazia, o mesmo banho corrido, o mesmo café da manhã – sem gosto e sem ninguém. A mesma lágrima fugidia teimando em estragar sua maquiagem e arruinar sua máscara. O mesmo dia de trabalho e competência. O mesmo retorno ao lar frio.

    E a solidão, sua companheira de sempre, esperava no sofá, de braços cruzados e com uma xícara de café.


Carolina Nunes

O tema global do conto é:

Alternativas
Q3641265 Português

Leia o texto a seguir.


Estações


    Peguei o trem. O trem da vida. Lento, tranquilo, feito reticências. A vida, voraz, intrépida, repleta de exclamações e interrogações. Só sei que iniciei a viagem, num dia qualquer. Qualquer? Não. No meu dia, ou melhor, naquele dia em que deixei aquela casa escondida no ventre de minha mãe, naquele planetinha tão pequeno que, aos poucos, parecia que estava ficando menor do que a mim. Contudo aquele até então ínfimo planetinha carregava consigo uma imensidão de palavras de anseios, de amor, palavras de afeto, por pontuações diversas. Todas em um único cômodo, apertado, escuro, no entanto sentia-me protegido e ao mesmo tempo querendo conhecer o que estava lá fora.

    Olhar quem sussurrava para que eu ouvisse. "Mamãe já te ama antes mesmo de nascer." Isso. Nascer. Nasci. Agora eu era aquele menino, era aquele menino travesso, tinha fantasias, meus cabelos em cachos castanhos. No trem. No trem da vida. Não percebo mais fantasias, já não tão travesso. Agora quase um homem feito, feito Sabino em busca daquele menino no espelho, pois os sonhos de criança ficaram guardados na gaveta das memórias. Memórias de outros tempos, outros vagões, outras paisagens.     Entretanto continuava naquele trem. O trem da vida. A paisagem já meio obscura, repleta de interrogações, interpelações que me levava num viver intenso, pois o agora que me importava. Ao mesmo tempo, aquela paisagem levava-me a um vulcão em erupção, num apocalipse de emoções, num despertador em descontrole a me convidar para um ""Carpi Diem". Por quê? Do nada já estava em outro vagão.

    Porém no mesmo trem. O trem da vida. Agora já era um homem feito. Era mesmo? Só sei que a paisagem era não tão voraz, ainda que audaz, pois o dia se chamava responsabilidade, o sol era o cartão de ponto de meus afincos, a fim de realmente me tornar um homem feito. Sim, não era um homem feito. Agora eu que conduzia a ordem naquele vagão. Eu era passageiro, mas também bilheteiro, até maquinista. Por quê? A paisagem era mais completa e complexa do que se podia imaginar. Outros estavam ali, outros dependiam de mim. Outros me fizeram amar, pois impulsionavam-me a não parar. Por quê? Porque estávamos todos no trem.

    O trem da vida. Agora já me sentia um homem feito, mas ao mesmo tempo desfeito, desfazendo-me aos poucos sem me preocupar tanto com o tempo. Na paisagem, a noite, o dia, tudo se tornara grisalho, distante, nostálgico... o olhar mais distante a contar aqueles vagões por onde passara. A poltrona, o teto, o piso, tudo naquele vagão tinha uma história, lembranças de melancolias, mas também de regozijos, pelos momentos vividos, por todas emoções que o destino me propusera. Agora os ombros mais cansados, os pés, às vezes, mais inchados. Sem problema que me trouxessem quaisquer frustrações. De um andarilho nos vagões do destino, tornei-me um contador de histórias. Por quê? Porque os vagões escreveram minha história. Ou melhor, a história do trem. O trem da vida.

Ao fazer referência a “Sabino em busca daquele menino no espelho”: 

Alternativas
Q3641264 Português

Leia o texto a seguir.


Estações


    Peguei o trem. O trem da vida. Lento, tranquilo, feito reticências. A vida, voraz, intrépida, repleta de exclamações e interrogações. Só sei que iniciei a viagem, num dia qualquer. Qualquer? Não. No meu dia, ou melhor, naquele dia em que deixei aquela casa escondida no ventre de minha mãe, naquele planetinha tão pequeno que, aos poucos, parecia que estava ficando menor do que a mim. Contudo aquele até então ínfimo planetinha carregava consigo uma imensidão de palavras de anseios, de amor, palavras de afeto, por pontuações diversas. Todas em um único cômodo, apertado, escuro, no entanto sentia-me protegido e ao mesmo tempo querendo conhecer o que estava lá fora.

    Olhar quem sussurrava para que eu ouvisse. "Mamãe já te ama antes mesmo de nascer." Isso. Nascer. Nasci. Agora eu era aquele menino, era aquele menino travesso, tinha fantasias, meus cabelos em cachos castanhos. No trem. No trem da vida. Não percebo mais fantasias, já não tão travesso. Agora quase um homem feito, feito Sabino em busca daquele menino no espelho, pois os sonhos de criança ficaram guardados na gaveta das memórias. Memórias de outros tempos, outros vagões, outras paisagens.     Entretanto continuava naquele trem. O trem da vida. A paisagem já meio obscura, repleta de interrogações, interpelações que me levava num viver intenso, pois o agora que me importava. Ao mesmo tempo, aquela paisagem levava-me a um vulcão em erupção, num apocalipse de emoções, num despertador em descontrole a me convidar para um ""Carpi Diem". Por quê? Do nada já estava em outro vagão.

    Porém no mesmo trem. O trem da vida. Agora já era um homem feito. Era mesmo? Só sei que a paisagem era não tão voraz, ainda que audaz, pois o dia se chamava responsabilidade, o sol era o cartão de ponto de meus afincos, a fim de realmente me tornar um homem feito. Sim, não era um homem feito. Agora eu que conduzia a ordem naquele vagão. Eu era passageiro, mas também bilheteiro, até maquinista. Por quê? A paisagem era mais completa e complexa do que se podia imaginar. Outros estavam ali, outros dependiam de mim. Outros me fizeram amar, pois impulsionavam-me a não parar. Por quê? Porque estávamos todos no trem.

    O trem da vida. Agora já me sentia um homem feito, mas ao mesmo tempo desfeito, desfazendo-me aos poucos sem me preocupar tanto com o tempo. Na paisagem, a noite, o dia, tudo se tornara grisalho, distante, nostálgico... o olhar mais distante a contar aqueles vagões por onde passara. A poltrona, o teto, o piso, tudo naquele vagão tinha uma história, lembranças de melancolias, mas também de regozijos, pelos momentos vividos, por todas emoções que o destino me propusera. Agora os ombros mais cansados, os pés, às vezes, mais inchados. Sem problema que me trouxessem quaisquer frustrações. De um andarilho nos vagões do destino, tornei-me um contador de histórias. Por quê? Porque os vagões escreveram minha história. Ou melhor, a história do trem. O trem da vida.

O último parágrafo é marcado por um desfecho em que o narrador se demonstra:

Alternativas
Q3641262 Português

Leia o texto a seguir.


Estações


    Peguei o trem. O trem da vida. Lento, tranquilo, feito reticências. A vida, voraz, intrépida, repleta de exclamações e interrogações. Só sei que iniciei a viagem, num dia qualquer. Qualquer? Não. No meu dia, ou melhor, naquele dia em que deixei aquela casa escondida no ventre de minha mãe, naquele planetinha tão pequeno que, aos poucos, parecia que estava ficando menor do que a mim. Contudo aquele até então ínfimo planetinha carregava consigo uma imensidão de palavras de anseios, de amor, palavras de afeto, por pontuações diversas. Todas em um único cômodo, apertado, escuro, no entanto sentia-me protegido e ao mesmo tempo querendo conhecer o que estava lá fora.

    Olhar quem sussurrava para que eu ouvisse. "Mamãe já te ama antes mesmo de nascer." Isso. Nascer. Nasci. Agora eu era aquele menino, era aquele menino travesso, tinha fantasias, meus cabelos em cachos castanhos. No trem. No trem da vida. Não percebo mais fantasias, já não tão travesso. Agora quase um homem feito, feito Sabino em busca daquele menino no espelho, pois os sonhos de criança ficaram guardados na gaveta das memórias. Memórias de outros tempos, outros vagões, outras paisagens.     Entretanto continuava naquele trem. O trem da vida. A paisagem já meio obscura, repleta de interrogações, interpelações que me levava num viver intenso, pois o agora que me importava. Ao mesmo tempo, aquela paisagem levava-me a um vulcão em erupção, num apocalipse de emoções, num despertador em descontrole a me convidar para um ""Carpi Diem". Por quê? Do nada já estava em outro vagão.

    Porém no mesmo trem. O trem da vida. Agora já era um homem feito. Era mesmo? Só sei que a paisagem era não tão voraz, ainda que audaz, pois o dia se chamava responsabilidade, o sol era o cartão de ponto de meus afincos, a fim de realmente me tornar um homem feito. Sim, não era um homem feito. Agora eu que conduzia a ordem naquele vagão. Eu era passageiro, mas também bilheteiro, até maquinista. Por quê? A paisagem era mais completa e complexa do que se podia imaginar. Outros estavam ali, outros dependiam de mim. Outros me fizeram amar, pois impulsionavam-me a não parar. Por quê? Porque estávamos todos no trem.

    O trem da vida. Agora já me sentia um homem feito, mas ao mesmo tempo desfeito, desfazendo-me aos poucos sem me preocupar tanto com o tempo. Na paisagem, a noite, o dia, tudo se tornara grisalho, distante, nostálgico... o olhar mais distante a contar aqueles vagões por onde passara. A poltrona, o teto, o piso, tudo naquele vagão tinha uma história, lembranças de melancolias, mas também de regozijos, pelos momentos vividos, por todas emoções que o destino me propusera. Agora os ombros mais cansados, os pés, às vezes, mais inchados. Sem problema que me trouxessem quaisquer frustrações. De um andarilho nos vagões do destino, tornei-me um contador de histórias. Por quê? Porque os vagões escreveram minha história. Ou melhor, a história do trem. O trem da vida.

Pode-se afirmar que o “trem da vida”, o qual se repete no texto: 

Alternativas
Q3641255 Engenharia Ambiental e Sanitária

Nos sistemas de tratamento de efluentes, a filtração é utilizada quando se pretende a remoção de sólidos em suspensão, cor, ferro trivalente e até mesmo DBO. Os processos de tratamento por membranas se aplicam à remoção de sólidos suspensos, cujo tamanho das partículas são superiores a 0,001 µm. A remoção de sólidos coloidais, sólidos em suspensão, óleos e graxas, silicatos e proteínas, bem como alguns microorganismos como coliformes, bactérias, vírus e algas, é realizada por meio do seguinte processo:

Alternativas
Q3641252 Redes de Computadores

Cabeamento estruturado é a instalação de cabos constituindo uma rede caracterizada pela capacidade de transmissão de dados em alto volume, interligando dispositivos de comunicação em uma edificação ou conjunto de edificações. A função de interligar todos os armários de telecomunicação instalados nos andares de um edifício comercial é do(a): 

Alternativas
Q3641243 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais

A questão deverá ser respondidas com base no Código de Posturas do Município de Divino das Laranjeiras – Lei Complementar 001/2019 Municipal. 

Avalie as afirmativas acerca do corte de árvores em terrenos particulares e assinale a INCORRETA:

Alternativas
Q3641241 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais

A questão deverá ser respondidas com base no Código de Posturas do Município de Divino das Laranjeiras – Lei Complementar 001/2019 Municipal. 

Analise as alternativas abaixo e assinale a INCORRETA

Alternativas
Q3640656 Português

Leia o texto a seguir.


Amor proibido



    Fernanda, bela, carismática, filha de uma família muito rica.

    Ele, belo, sem nome, simples, de uma família pobre. Pobre não tem nome; tem apelido.

    Conheceram-se na praça. Apaixonaram-se na praça.

    Começaram a escrever uma história de amor. Todavia, foram vistos pelo irmão dela e, este ao contar para os pais, aquela história foi dada como ponto final. Para os dois, fez-se em reticências............

    Reticências estas que denunciaram, em fuga, a continuação daquela história de amor.



Fabiana e Otávio – Alunos do Ensino Médio de uma escola pública.

Todavia, foram vistos pelo irmão dela (...)” – O termo destacado exerce a função:

Alternativas
Q3640650 Português

Pode-se afirmar que são características desse miniconto, EXCETO

Alternativas
Q3640649 Português

Analisando as palavras destacadas, pode-se afirmar que a repetição delas consiste em reforçar, quanto à vida da protagonista: 

Alternativas
Q3640642 Enfermagem

M. L. D. 32 anos, gestante, 36 semanas, Peso: 82,700, PA: 137x82 mmhg, veio para consulta de pré-natal. Durante o atendimento o enfermeiro realiza medida do útero fita, ausculta dos BCFs e avaliação de edema. Em relação às etapas da sistematização de assistência de enfermagem, as ações do enfermeiro compreendem qual etapa: 

Alternativas
Q3640641 Enfermagem

A pressão arterial (PA) é um parâmetro que deve ser avaliado continuamente, mesmo em face de resultados iniciais normais. Em pacientes com PA elevada é necessário realizar estratificação de risco dos órgãos alvos. Para realizar essa estratificação o enfermeiro deve utilizar: 

Alternativas
Q3640640 Enfermagem

O Programa Saúde na Escola constitui estratégia para a integração e a articulação permanente entre as políticas e ações de educação e de saúde, com a participação da comunidade escolar, envolvendo as equipes de saúde da família e da educação básica. Em relação a avaliação oftalmológica, o enfermeiro deverá utilizar:

Alternativas
Q3640639 Enfermagem

A prevalência da pressão arterial elevada (PAE) e da hipertensão arterial (HA) em crianças e adolescentes vem aumentando nos últimos anos. A medida da PA em crianças é recomendada em toda avaliação clínica. De acordo com a Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial de 2020, a medida da PA deverá seguir as seguintes recomendações: 

Alternativas
Respostas
101: D
102: D
103: B
104: C
105: D
106: B
107: A
108: C
109: A
110: A
111: A
112: A
113: C
114: C
115: A
116: B
117: A
118: C
119: B
120: A