Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de carrancas - mg

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Q3703852 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


FIM DO MUNDO


Carlos Drummond de Andrade


Não se sabe ainda se o mundo acabou realmente no sábado, como fora anunciado. Pode ser que sim, e não seria a primeira vez que isso acontece. A falta de sinais estrondosos e visíveis não é prova bastante da continuação. Muitas vezes o mundo acaba em silêncio, ou fazendo um barulho leve de folha. Tempos depois é que se percebe, mas já estamos vivendo em outro mundo, com sua estrutura e seus regulamentos próprios, e ninguém leva lenço aos olhos pelo falecido.


O mundo primitivo dos répteis, o mundo neolítico, o egípcio, o persa, o grego, o romano, o maia... todos esses acabaram, e muitos outros ainda. A história é cemitério de mundos, notando-se que uns tantos acabaram de morte tão acabada que nem sequer figuram lá com uma tabuleta; não se sabe que fim levaram as cinzas.


Pessoas que aí estão vivas assistiram à morte do mundo em agosto de 1914, mas estavam lendo jornal e não compreenderam no momento. Era apenas mais uma guerra na Europa, mas acabou com a belle époque, a douceur de vivre, a respeitabilidade vitoriana, o franco, a supremacia da libra, os suspensórios, o rapé, os conceitos econômicos, políticos e éticos do século XIX − mundo que parecia eterno. Pedaços dele andam por aí, vagando, como o colonialismo, a opressão de grupos financeiros, a servidão civil da mulher, mas pertencem a um contexto liquidado, rabo de lagartixa vibrando depois que o corpo foi abatido.


 (...)


Aos sete anos de idade imaginei que ia presenciar a morte do mundo, ou antes, que morreria com ele. Um cometa mal-humorado visitava o espaço. Em certo dia de 1910, sua cauda tocaria a Terra; não haveria mais aula de aritmética, nem missa de domingo, nem obediência aos mais velhos. Essas perspectivas eram boas. Mas também não haveria mais geleia, Tico-Tico, a árvore de moedas que um padrinho surrealista preparava para o afilhado que ia visitá-lo. Ideias que aborreciam. Havia ainda a angústia da morte, o tranco final, com a cidade inteira (e a cidade, para o menino, era o mundo) se despedaçando − mas isso, afinal, seria um espetáculo. Preparei-me para morrer, com terror e curiosidade.


O que aconteceu à noite foi maravilhoso. O cometa Halley apareceu mais nítido, mais denso de luz airosamente deslizou sobre nossas cabeças sem dar confiança de exterminar-nos. No ar frio, o véu dourado baixou ao vale, tornando irreal o contorno dos sobrados, da igreja, das montanhas. Saíamos para a rua banhados de ouro, magníficos e esquecidos da morte, que não houve. Nunca mais houve cometa igual, assim terrível, desdenhoso e belo. (...)


Nem todas as concepções de fim material do mundo terão a magnificência desta que liga a desintegração da Terra ao choque com a cabeleira luminosa de um astro. Concepção antiquada, concordo. Admitia a liquidação do nosso planeta como uma tragédia cósmica que o homem não tinha poder de evitar. Hoje, o excitante é imaginar a possibilidade dessa destruição por obra e graça do homem. A Terra e os cometas devem ter medo de nós.


(Fonte: A bolsa e a vida. Rio de Janeiro: Record, 2008.)

Assinale a alternativa em que a palavra destacada período NÃO possui nenhum sentido específico e nenhuma função sintática definida, integrando uma expressão que serve apenas para realçar o sentido de uma parte da sentença.          
Alternativas
Q3703851 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


FIM DO MUNDO


Carlos Drummond de Andrade


Não se sabe ainda se o mundo acabou realmente no sábado, como fora anunciado. Pode ser que sim, e não seria a primeira vez que isso acontece. A falta de sinais estrondosos e visíveis não é prova bastante da continuação. Muitas vezes o mundo acaba em silêncio, ou fazendo um barulho leve de folha. Tempos depois é que se percebe, mas já estamos vivendo em outro mundo, com sua estrutura e seus regulamentos próprios, e ninguém leva lenço aos olhos pelo falecido.


O mundo primitivo dos répteis, o mundo neolítico, o egípcio, o persa, o grego, o romano, o maia... todos esses acabaram, e muitos outros ainda. A história é cemitério de mundos, notando-se que uns tantos acabaram de morte tão acabada que nem sequer figuram lá com uma tabuleta; não se sabe que fim levaram as cinzas.


Pessoas que aí estão vivas assistiram à morte do mundo em agosto de 1914, mas estavam lendo jornal e não compreenderam no momento. Era apenas mais uma guerra na Europa, mas acabou com a belle époque, a douceur de vivre, a respeitabilidade vitoriana, o franco, a supremacia da libra, os suspensórios, o rapé, os conceitos econômicos, políticos e éticos do século XIX − mundo que parecia eterno. Pedaços dele andam por aí, vagando, como o colonialismo, a opressão de grupos financeiros, a servidão civil da mulher, mas pertencem a um contexto liquidado, rabo de lagartixa vibrando depois que o corpo foi abatido.


 (...)


Aos sete anos de idade imaginei que ia presenciar a morte do mundo, ou antes, que morreria com ele. Um cometa mal-humorado visitava o espaço. Em certo dia de 1910, sua cauda tocaria a Terra; não haveria mais aula de aritmética, nem missa de domingo, nem obediência aos mais velhos. Essas perspectivas eram boas. Mas também não haveria mais geleia, Tico-Tico, a árvore de moedas que um padrinho surrealista preparava para o afilhado que ia visitá-lo. Ideias que aborreciam. Havia ainda a angústia da morte, o tranco final, com a cidade inteira (e a cidade, para o menino, era o mundo) se despedaçando − mas isso, afinal, seria um espetáculo. Preparei-me para morrer, com terror e curiosidade.


O que aconteceu à noite foi maravilhoso. O cometa Halley apareceu mais nítido, mais denso de luz airosamente deslizou sobre nossas cabeças sem dar confiança de exterminar-nos. No ar frio, o véu dourado baixou ao vale, tornando irreal o contorno dos sobrados, da igreja, das montanhas. Saíamos para a rua banhados de ouro, magníficos e esquecidos da morte, que não houve. Nunca mais houve cometa igual, assim terrível, desdenhoso e belo. (...)


Nem todas as concepções de fim material do mundo terão a magnificência desta que liga a desintegração da Terra ao choque com a cabeleira luminosa de um astro. Concepção antiquada, concordo. Admitia a liquidação do nosso planeta como uma tragédia cósmica que o homem não tinha poder de evitar. Hoje, o excitante é imaginar a possibilidade dessa destruição por obra e graça do homem. A Terra e os cometas devem ter medo de nós.


(Fonte: A bolsa e a vida. Rio de Janeiro: Record, 2008.)

"Aos sete anos de idade imaginei(1) que ia presenciar a morte do mundo, ou antes, que morreria(2) com ele. Um cometa mal-humorado visitava(3) o espaço."


Analise as formas verbais destacadas no trecho acima, devidamente identificadas por números. A seguir, associe cada forma verbal ao tempo e ao sentido expressos nas colunas abaixo, assinalando a alternativa que apresenta a correspondência CORRETA.



Coluna 1 (tempos verbais):


(a) Futuro do pretérito do indicativo


(b) Pretérito imperfeito do indicativo


(c) Pretérito perfeito do indicativo



Coluna 2 (sentidos):


(I) Ação que transcorreu num passado indeterminado.


(II) Ação que transcorreu num passado determinado.


(III) Ação futura presa a alguma condição ou hipótese.

Alternativas
Q3703850 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


FIM DO MUNDO


Carlos Drummond de Andrade


Não se sabe ainda se o mundo acabou realmente no sábado, como fora anunciado. Pode ser que sim, e não seria a primeira vez que isso acontece. A falta de sinais estrondosos e visíveis não é prova bastante da continuação. Muitas vezes o mundo acaba em silêncio, ou fazendo um barulho leve de folha. Tempos depois é que se percebe, mas já estamos vivendo em outro mundo, com sua estrutura e seus regulamentos próprios, e ninguém leva lenço aos olhos pelo falecido.


O mundo primitivo dos répteis, o mundo neolítico, o egípcio, o persa, o grego, o romano, o maia... todos esses acabaram, e muitos outros ainda. A história é cemitério de mundos, notando-se que uns tantos acabaram de morte tão acabada que nem sequer figuram lá com uma tabuleta; não se sabe que fim levaram as cinzas.


Pessoas que aí estão vivas assistiram à morte do mundo em agosto de 1914, mas estavam lendo jornal e não compreenderam no momento. Era apenas mais uma guerra na Europa, mas acabou com a belle époque, a douceur de vivre, a respeitabilidade vitoriana, o franco, a supremacia da libra, os suspensórios, o rapé, os conceitos econômicos, políticos e éticos do século XIX − mundo que parecia eterno. Pedaços dele andam por aí, vagando, como o colonialismo, a opressão de grupos financeiros, a servidão civil da mulher, mas pertencem a um contexto liquidado, rabo de lagartixa vibrando depois que o corpo foi abatido.


 (...)


Aos sete anos de idade imaginei que ia presenciar a morte do mundo, ou antes, que morreria com ele. Um cometa mal-humorado visitava o espaço. Em certo dia de 1910, sua cauda tocaria a Terra; não haveria mais aula de aritmética, nem missa de domingo, nem obediência aos mais velhos. Essas perspectivas eram boas. Mas também não haveria mais geleia, Tico-Tico, a árvore de moedas que um padrinho surrealista preparava para o afilhado que ia visitá-lo. Ideias que aborreciam. Havia ainda a angústia da morte, o tranco final, com a cidade inteira (e a cidade, para o menino, era o mundo) se despedaçando − mas isso, afinal, seria um espetáculo. Preparei-me para morrer, com terror e curiosidade.


O que aconteceu à noite foi maravilhoso. O cometa Halley apareceu mais nítido, mais denso de luz airosamente deslizou sobre nossas cabeças sem dar confiança de exterminar-nos. No ar frio, o véu dourado baixou ao vale, tornando irreal o contorno dos sobrados, da igreja, das montanhas. Saíamos para a rua banhados de ouro, magníficos e esquecidos da morte, que não houve. Nunca mais houve cometa igual, assim terrível, desdenhoso e belo. (...)


Nem todas as concepções de fim material do mundo terão a magnificência desta que liga a desintegração da Terra ao choque com a cabeleira luminosa de um astro. Concepção antiquada, concordo. Admitia a liquidação do nosso planeta como uma tragédia cósmica que o homem não tinha poder de evitar. Hoje, o excitante é imaginar a possibilidade dessa destruição por obra e graça do homem. A Terra e os cometas devem ter medo de nós.


(Fonte: A bolsa e a vida. Rio de Janeiro: Record, 2008.)

"Havia ainda a angústia da morte, o tranco final, com a cidade inteira (e a cidade, para o menino, era o mundo) se despedaçando − mas isso, afinal, seria um espetáculo."

O trecho acima foi reescrito de várias maneiras. Assinale a alternativa em que a forma reescrita se mantém DE ACORDO com a norma padrão da língua portuguesa.         
Alternativas
Q3703849 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


FIM DO MUNDO


Carlos Drummond de Andrade


Não se sabe ainda se o mundo acabou realmente no sábado, como fora anunciado. Pode ser que sim, e não seria a primeira vez que isso acontece. A falta de sinais estrondosos e visíveis não é prova bastante da continuação. Muitas vezes o mundo acaba em silêncio, ou fazendo um barulho leve de folha. Tempos depois é que se percebe, mas já estamos vivendo em outro mundo, com sua estrutura e seus regulamentos próprios, e ninguém leva lenço aos olhos pelo falecido.


O mundo primitivo dos répteis, o mundo neolítico, o egípcio, o persa, o grego, o romano, o maia... todos esses acabaram, e muitos outros ainda. A história é cemitério de mundos, notando-se que uns tantos acabaram de morte tão acabada que nem sequer figuram lá com uma tabuleta; não se sabe que fim levaram as cinzas.


Pessoas que aí estão vivas assistiram à morte do mundo em agosto de 1914, mas estavam lendo jornal e não compreenderam no momento. Era apenas mais uma guerra na Europa, mas acabou com a belle époque, a douceur de vivre, a respeitabilidade vitoriana, o franco, a supremacia da libra, os suspensórios, o rapé, os conceitos econômicos, políticos e éticos do século XIX − mundo que parecia eterno. Pedaços dele andam por aí, vagando, como o colonialismo, a opressão de grupos financeiros, a servidão civil da mulher, mas pertencem a um contexto liquidado, rabo de lagartixa vibrando depois que o corpo foi abatido.


 (...)


Aos sete anos de idade imaginei que ia presenciar a morte do mundo, ou antes, que morreria com ele. Um cometa mal-humorado visitava o espaço. Em certo dia de 1910, sua cauda tocaria a Terra; não haveria mais aula de aritmética, nem missa de domingo, nem obediência aos mais velhos. Essas perspectivas eram boas. Mas também não haveria mais geleia, Tico-Tico, a árvore de moedas que um padrinho surrealista preparava para o afilhado que ia visitá-lo. Ideias que aborreciam. Havia ainda a angústia da morte, o tranco final, com a cidade inteira (e a cidade, para o menino, era o mundo) se despedaçando − mas isso, afinal, seria um espetáculo. Preparei-me para morrer, com terror e curiosidade.


O que aconteceu à noite foi maravilhoso. O cometa Halley apareceu mais nítido, mais denso de luz airosamente deslizou sobre nossas cabeças sem dar confiança de exterminar-nos. No ar frio, o véu dourado baixou ao vale, tornando irreal o contorno dos sobrados, da igreja, das montanhas. Saíamos para a rua banhados de ouro, magníficos e esquecidos da morte, que não houve. Nunca mais houve cometa igual, assim terrível, desdenhoso e belo. (...)


Nem todas as concepções de fim material do mundo terão a magnificência desta que liga a desintegração da Terra ao choque com a cabeleira luminosa de um astro. Concepção antiquada, concordo. Admitia a liquidação do nosso planeta como uma tragédia cósmica que o homem não tinha poder de evitar. Hoje, o excitante é imaginar a possibilidade dessa destruição por obra e graça do homem. A Terra e os cometas devem ter medo de nós.


(Fonte: A bolsa e a vida. Rio de Janeiro: Record, 2008.)

"Nem todas as concepções de fim material do mundo terão a magnificência desta que liga a desintegração da Terra ao choque com a cabeleira luminosa de um astro."



As palavras destacadas no trecho acima, na mesma ordem em que se encontram, são SINÔNIMAS de         

Alternativas
Q3703848 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


FIM DO MUNDO


Carlos Drummond de Andrade


Não se sabe ainda se o mundo acabou realmente no sábado, como fora anunciado. Pode ser que sim, e não seria a primeira vez que isso acontece. A falta de sinais estrondosos e visíveis não é prova bastante da continuação. Muitas vezes o mundo acaba em silêncio, ou fazendo um barulho leve de folha. Tempos depois é que se percebe, mas já estamos vivendo em outro mundo, com sua estrutura e seus regulamentos próprios, e ninguém leva lenço aos olhos pelo falecido.


O mundo primitivo dos répteis, o mundo neolítico, o egípcio, o persa, o grego, o romano, o maia... todos esses acabaram, e muitos outros ainda. A história é cemitério de mundos, notando-se que uns tantos acabaram de morte tão acabada que nem sequer figuram lá com uma tabuleta; não se sabe que fim levaram as cinzas.


Pessoas que aí estão vivas assistiram à morte do mundo em agosto de 1914, mas estavam lendo jornal e não compreenderam no momento. Era apenas mais uma guerra na Europa, mas acabou com a belle époque, a douceur de vivre, a respeitabilidade vitoriana, o franco, a supremacia da libra, os suspensórios, o rapé, os conceitos econômicos, políticos e éticos do século XIX − mundo que parecia eterno. Pedaços dele andam por aí, vagando, como o colonialismo, a opressão de grupos financeiros, a servidão civil da mulher, mas pertencem a um contexto liquidado, rabo de lagartixa vibrando depois que o corpo foi abatido.


 (...)


Aos sete anos de idade imaginei que ia presenciar a morte do mundo, ou antes, que morreria com ele. Um cometa mal-humorado visitava o espaço. Em certo dia de 1910, sua cauda tocaria a Terra; não haveria mais aula de aritmética, nem missa de domingo, nem obediência aos mais velhos. Essas perspectivas eram boas. Mas também não haveria mais geleia, Tico-Tico, a árvore de moedas que um padrinho surrealista preparava para o afilhado que ia visitá-lo. Ideias que aborreciam. Havia ainda a angústia da morte, o tranco final, com a cidade inteira (e a cidade, para o menino, era o mundo) se despedaçando − mas isso, afinal, seria um espetáculo. Preparei-me para morrer, com terror e curiosidade.


O que aconteceu à noite foi maravilhoso. O cometa Halley apareceu mais nítido, mais denso de luz airosamente deslizou sobre nossas cabeças sem dar confiança de exterminar-nos. No ar frio, o véu dourado baixou ao vale, tornando irreal o contorno dos sobrados, da igreja, das montanhas. Saíamos para a rua banhados de ouro, magníficos e esquecidos da morte, que não houve. Nunca mais houve cometa igual, assim terrível, desdenhoso e belo. (...)


Nem todas as concepções de fim material do mundo terão a magnificência desta que liga a desintegração da Terra ao choque com a cabeleira luminosa de um astro. Concepção antiquada, concordo. Admitia a liquidação do nosso planeta como uma tragédia cósmica que o homem não tinha poder de evitar. Hoje, o excitante é imaginar a possibilidade dessa destruição por obra e graça do homem. A Terra e os cometas devem ter medo de nós.


(Fonte: A bolsa e a vida. Rio de Janeiro: Record, 2008.)

"Não se sabe ainda se o mundo acabou realmente no sábado, como fora anunciado."


Em relação às palavras destacadas no trecho acima, na mesma ordem em que se encontram, qual é a função que elas exercem no período?

Alternativas
Q3703838 Fisioterapia
Com base em conhecimentos sobre avaliação ortopédica e considerando as descrições dos testes abaixo, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3703406 Administração Pública
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As próximas cinco questões devem ser respondidas de acordo com o PLANO DIRETOR DO MUNICÍPIO DE CARRANCAS 
Considerando as regras do Art. 26, são ações prioritárias para assegurar a Política de Proteção do Patrimônio Cultural de Carrancas:

I - Assegurar a conservação adequada e a preservação dos bens municipais inventariados e tombados.
II - Promover a proteção da Igreja Matriz, solicitando ao Conselho de Patrimônio a elaboração de dossiê com vistas ao seu tombamento.
III - Enviar pedido de avaliação para tombamento estadual da Igreja Matriz pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais - IEPHA/MG.
IV - Promover o controle de altimetria das novas edificações do entorno da Igreja Matriz, do adro e da praça, para uma escala compatível com a fruição do monumento religioso, do arvoredo, do paisagismo da praça, dos exemplares arquitetônicos remanescentes e das visadas da serra.

Estão CORRETAS:
Alternativas
Q3703403 Meio Ambiente
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As próximas cinco questões devem ser respondidas de acordo com o PLANO DIRETOR DO MUNICÍPIO DE CARRANCAS 
Considerando as regras do Art. 39, são diretrizes para a Política de Meio Ambiente de Carrancas:

I - A manutenção do equilíbrio ecológico, considerando o meio ambiente como patrimônio privado e apenas explorado por empresas com sede no Município.
II - A proteção dos ambientes de serra e cachoeiras do Município.
III - O respeito às áreas de preservação permanente existentes no Município.
IV - O incentivo à criação de reservas particulares do patrimônio natural, parques municipais e unidades de conservação.

Estão CORRETAS:
Alternativas
Q3703398 Matemática
Considere a seguinte situação: uma família partiu da sua cidade em viagem de férias, de carro, num dia às 22 horas. O carro andou durante 57 minutos e fez uma parada de 8 minutos. Retomaram a viagem, andando mais 42 minutos. Fizeram nova parada de 11 minutos e, finalmente, andaram mais 21 minutos e chegaram ao destino. Nessa situação, é CORRETO afirmar que a família chegou 
Alternativas
Q3703246 Administração Pública
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As próximas cinco questões devem ser respondidas de acordo com o PLANO DIRETOR DO MUNICÍPIO DE CARRANCAS 
De acordo com o Art. 6º, constituem diretrizes gerais para o desenvolvimento municipal, EXCETO:
Alternativas
Q3703245 Turismo
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As próximas cinco questões devem ser respondidas de acordo com o PLANO DIRETOR DO MUNICÍPIO DE CARRANCAS 
De acordo com o Art. 34, a Política de Turismo de Carrancas, visando a compatibilizar-se com a Política Territorial, a proteção ambiental e o desenvolvimento econômico do Município, tem como diretrizes:

I - O investimento no turismo como alternativa de desenvolvimento sustentável do Município.
II - A implementação de uma política de turismo ecológico, promovendo o aproveitamento dos recursos naturais do Município.
III - O fortalecimento e articulação institucional para o planejamento e a gestão do turismo.
IV - A criação e estruturação de atrativos e roteiros turísticos.
V - O apoio ao desenvolvimento de serviços e equipamentos turísticos.

Estão CORRETAS:
Alternativas
Q3703244 Administração Pública
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As próximas cinco questões devem ser respondidas de acordo com o PLANO DIRETOR DO MUNICÍPIO DE CARRANCAS 
Considerando as regras do Art. 26, são ações prioritárias para assegurar a Política de Proteção do Patrimônio Cultural de Carrancas:

I - Assegurar a conservação adequada e a preservação dos bens municipais inventariados e tombados.
II - Promover a proteção da Igreja Matriz, solicitando ao Conselho de Patrimônio a elaboração de dossiê com vistas ao seu tombamento.
III - Enviar pedido de avaliação para tombamento estadual da Igreja Matriz pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais - IEPHA/MG.
IV - Promover o controle de altimetria das novas edificações do entorno da Igreja Matriz, do adro e da praça, para uma escala compatível com a fruição do monumento religioso, do arvoredo, do paisagismo da praça, dos exemplares arquitetônicos remanescentes e das visadas da serra.

Estão CORRETAS
Alternativas
Q3703240 Matemática
Na sequência dos números inteiros de 1 a 100, existem quantos algarismos 2?
Alternativas
Q3703232 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


 O LOBO E O CORDEIRO

Maria Alice Mendes de Oliveira Armelin

Quando a razão não convence,

A força se torna razão

E, sem querer ouvir não,

O forte ao mais fraco vence.

Assim se deu certo dia,

Quando um tenro cordeirinho,

Feliz, bebia tranquilo

Num riacho cristalino.

Eis que chega um feroz lobo

À margem do tal riacho

E, vendo o pobre a beber,

Pensou como seria bom

Matar a sede e comer.

E sem demora ergueu a voz,

Surpreendendo o coitado:

"Por que turvas minha água?

Quem te fez assim ousado

Pra te indispores comigo?

Tua temeridade merece castigo!"

E o cordeiro com humildade

Contestou o lobo num aparte:

"Se estou vinte passos abaixo

E a água corre para cá,

Perdão, então como posso

A vossa água sujar?"

"Mas sujas", disse o malvado.

"E até pior: me contaram

que falaste mal de mim

durante o ano passado!"

"Eu, senhor?! Não pode ter sido.

No ano passado, nem era nascido!"

"Então foi teu irmão, teu pai

ou algum outro parente!",

retrucou o lobo impaciente.

E, antes que o outro replicasse,

o lobo resolveu o impasse:

saltou ágil e num golpe só

abateu o cordeiro e devorou sem dó!


(Fonte: Entre na roda: oficina 2. São Paulo: Cenpec/FVW, 2006, p. 52)
"Eis(1) que chega um feroz lobo / À margem do tal(2) riacho"

Em relação às palavras destacadas e identificadas por números no trecho acima, apresenta-se CORRETA a seguinte afirmativa:
Alternativas
Q3703230 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


 O LOBO E O CORDEIRO

Maria Alice Mendes de Oliveira Armelin

Quando a razão não convence,

A força se torna razão

E, sem querer ouvir não,

O forte ao mais fraco vence.

Assim se deu certo dia,

Quando um tenro cordeirinho,

Feliz, bebia tranquilo

Num riacho cristalino.

Eis que chega um feroz lobo

À margem do tal riacho

E, vendo o pobre a beber,

Pensou como seria bom

Matar a sede e comer.

E sem demora ergueu a voz,

Surpreendendo o coitado:

"Por que turvas minha água?

Quem te fez assim ousado

Pra te indispores comigo?

Tua temeridade merece castigo!"

E o cordeiro com humildade

Contestou o lobo num aparte:

"Se estou vinte passos abaixo

E a água corre para cá,

Perdão, então como posso

A vossa água sujar?"

"Mas sujas", disse o malvado.

"E até pior: me contaram

que falaste mal de mim

durante o ano passado!"

"Eu, senhor?! Não pode ter sido.

No ano passado, nem era nascido!"

"Então foi teu irmão, teu pai

ou algum outro parente!",

retrucou o lobo impaciente.

E, antes que o outro replicasse,

o lobo resolveu o impasse:

saltou ágil e num golpe só

abateu o cordeiro e devorou sem dó!


(Fonte: Entre na roda: oficina 2. São Paulo: Cenpec/FVW, 2006, p. 52)
"E, sem querer ouvir não, / O forte ao mais fraco vence ."

Analisando a oração destacada no período acima, fica CORRETA a seguinte alternativa: 
Alternativas
Q3703228 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


 O LOBO E O CORDEIRO

Maria Alice Mendes de Oliveira Armelin

Quando a razão não convence,

A força se torna razão

E, sem querer ouvir não,

O forte ao mais fraco vence.

Assim se deu certo dia,

Quando um tenro cordeirinho,

Feliz, bebia tranquilo

Num riacho cristalino.

Eis que chega um feroz lobo

À margem do tal riacho

E, vendo o pobre a beber,

Pensou como seria bom

Matar a sede e comer.

E sem demora ergueu a voz,

Surpreendendo o coitado:

"Por que turvas minha água?

Quem te fez assim ousado

Pra te indispores comigo?

Tua temeridade merece castigo!"

E o cordeiro com humildade

Contestou o lobo num aparte:

"Se estou vinte passos abaixo

E a água corre para cá,

Perdão, então como posso

A vossa água sujar?"

"Mas sujas", disse o malvado.

"E até pior: me contaram

que falaste mal de mim

durante o ano passado!"

"Eu, senhor?! Não pode ter sido.

No ano passado, nem era nascido!"

"Então foi teu irmão, teu pai

ou algum outro parente!",

retrucou o lobo impaciente.

E, antes que o outro replicasse,

o lobo resolveu o impasse:

saltou ágil e num golpe só

abateu o cordeiro e devorou sem dó!


(Fonte: Entre na roda: oficina 2. São Paulo: Cenpec/FVW, 2006, p. 52)
"Por que turvas minha água? / Quem te fez assim ousado / Pra te indispores comigo? / Tua temeridade merece castigo!"

As palavras destacadas acima, na mesma ordem em que são apresentadas, são SINÔNIMAS de
Alternativas
Q3703007 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As próximas cinco questões devem ser respondidas de acordo com o PLANO DIRETOR DO MUNICÍPIO DE CARRANCAS
"Art. 8º. A educação, direito de todos e ________________, é promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho."

Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE a lacuna do texto acima: 
Alternativas
Q3703003 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As próximas cinco questões devem ser respondidas de acordo com o PLANO DIRETOR DO MUNICÍPIO DE CARRANCAS
De acordo com o Art. 6º, constituem diretrizes gerais para o desenvolvimento municipal, EXCETO:
Alternativas
Q3702774 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O LOBO E O CORDEIRO

Maria Alice Mendes de Oliveira Armelin

Quando a razão não convence,

A força se torna razão

E, sem querer ouvir não,

O forte ao mais fraco vence.

Assim se deu certo dia,

Quando um tenro cordeirinho,

Feliz, bebia tranquilo

Num riacho cristalino.

Eis que chega um feroz lobo

À margem do tal riacho

E, vendo o pobre a beber,

Pensou como seria bom

Matar a sede e comer.

E sem demora ergueu a voz,

Surpreendendo o coitado:

"Por que turvas minha água?

Quem te fez assim ousado

Pra te indispores comigo?

Tua temeridade merece castigo!"

E o cordeiro com humildade

Contestou o lobo num aparte:

"Se estou vinte passos abaixo

E a água corre para cá,

Perdão, então como posso

A vossa água sujar?"

"Mas sujas", disse o malvado.

"E até pior: me contaram

que falaste mal de mim

durante o ano passado!"

"Eu, senhor?! Não pode ter sido.

No ano passado, nem era nascido!"

"Então foi teu irmão, teu pai

ou algum outro parente!",

retrucou o lobo impaciente.

E, antes que o outro replicasse,

o lobo resolveu o impasse:

saltou ágil e num golpe só

abateu o cordeiro e devorou sem dó!


(Fonte: Entre na roda: oficina 2. São Paulo: Cenpec/FVW, 2006, p. 52)
Em relação ao texto "O lobo e o cordeiro", é CORRETO afirmar que se trata de um texto
Alternativas
Q3702773 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O LOBO E O CORDEIRO

Maria Alice Mendes de Oliveira Armelin

Quando a razão não convence,

A força se torna razão

E, sem querer ouvir não,

O forte ao mais fraco vence.

Assim se deu certo dia,

Quando um tenro cordeirinho,

Feliz, bebia tranquilo

Num riacho cristalino.

Eis que chega um feroz lobo

À margem do tal riacho

E, vendo o pobre a beber,

Pensou como seria bom

Matar a sede e comer.

E sem demora ergueu a voz,

Surpreendendo o coitado:

"Por que turvas minha água?

Quem te fez assim ousado

Pra te indispores comigo?

Tua temeridade merece castigo!"

E o cordeiro com humildade

Contestou o lobo num aparte:

"Se estou vinte passos abaixo

E a água corre para cá,

Perdão, então como posso

A vossa água sujar?"

"Mas sujas", disse o malvado.

"E até pior: me contaram

que falaste mal de mim

durante o ano passado!"

"Eu, senhor?! Não pode ter sido.

No ano passado, nem era nascido!"

"Então foi teu irmão, teu pai

ou algum outro parente!",

retrucou o lobo impaciente.

E, antes que o outro replicasse,

o lobo resolveu o impasse:

saltou ágil e num golpe só

abateu o cordeiro e devorou sem dó!


(Fonte: Entre na roda: oficina 2. São Paulo: Cenpec/FVW, 2006, p. 52)
"E, sem querer ouvir não, / O forte ao mais fraco vence."

Analisando a oração destacada no período acima, fica CORRETA a seguinte alternativa: 
Alternativas
Respostas
201: D
202: D
203: D
204: D
205: B
206: E
207: C
208: C
209: A
210: A
211: D
212: E
213: D
214: C
215: C
216: A
217: C
218: E
219: D
220: D