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Q3772903 Pedagogia
O Artigo 3º das Diretrizes Operacionais para a Educação de Jovens e Adultos preceitua que a EJA deve ser organizada: 
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Q3772902 Legislação dos Municípios do Estado de Alagoas
Em conformidade com o artigo 2º da Lei Municipal nº 3094/2015, constitui uma das diretrizes do Plano Municipal de Educação do Município de Arapiraca:  
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Q3772901 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
O Artigo 2º da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) estabelece que o conceito de deficiência não se limita apenas a impedimentos de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, mas envolve também a:  
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Q3772900 Pedagogia
“O sucesso das políticas públicas de Estado, institucionais e pedagógicas, visando a reparações, reconhecimento e valorização da identidade, da cultura e da história dos negros brasileiros depende necessariamente de condições físicas, materiais, intelectuais e afetivas favoráveis para o ensino e para aprendizagens; em outras palavras, todos os alunos negros e não negros, bem como seus professores, precisam sentir-se valorizados e apoiados.”

Essa é a caracterização do que se denomina: 
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Q3772899 Pedagogia
A organização da Educação Básica é concebida pelas Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica sob três dimensões fundamentais: organicidade, sequencialidade e articulação.

A dimensão da organicidade manifesta-se no currículo e na gestão quando: 
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Q3772897 Pedagogia
Pedro é um jovem de 25 anos de idade. Estudou apenas até a primeira série do Ensino Médio. Ele deseja voltar à escola, mas precisa estudar à noite, pois trabalha durante o dia. Ao se informar sobre oferta de vagas, recebeu a informação de que as redes de ensino só têm obrigação de oferecer o Ensino Fundamental àqueles que não o concluíram na idade própria.

À luz da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB, essa informação está:
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Q3772896 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Segundo o art. 4º do Estatuto da Crianças e do Adolescente, “é dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária”.

A garantia de prioridade a que a Lei faz referência compreende, entre outras:
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Q3772895 Português
Texto I

I.A., uma inteligência que não pensa. Já pensou nisso?

Por Raphael Conceição

    O assombroso avanço tecnológico dos diversos modelos de linguagem existentes no mundo de hoje deixa à margem um debate importante acerca do que se convencionou denominar “Inteligência Artificial”.
    A discussão que tenho proposto em inúmeras palestras, oficinas e workshops sobre o tema trata de uma região que figura entre a imprecisão e o engano do uso do termo “inteligência” para um tipo de tecnologia que não pensa, não intui, não dispõe de consciência e, se tanto, simula a atividade cerebral humana.
    É indubitável que os bots que conversam de maneira tão natural com as pessoas transmitem uma sensação de proximidade.
    Meu ponto, porém, é que essa “pessoalidade”, por assim dizer, é tão legítima quanto a “mágica” de um ilusionista que prende nossa atenção em uma de suas mãos enquanto, com a outra, realiza processos cujo resultado nos encantará com lenços que lhe saem da boca ou uma carta de baralho rasgada que volta a aparecer em um dos bolsos de seu fraque.
    É divertido ver, admito. Mas não é mágica. Assim como conversar com um sistema também me entretém. Mas não é conversa. Sob essa ótica, desmistificamos questões que inclusive atrapalham as pessoas a usufruírem mais e melhor da tecnologia de que hoje dispomos.
    Quando nos damos conta de que tudo aquilo que perguntamos, demandamos ou pesquisamos, cujas respostas nos chegam em segundos de maneira impressionante, decorre de uma precisão estatística, matemática e padronizada, compreendemos melhor que o caminho a trilhar não é um embate IA x Humano, e sim um viés em que a dita Inteligência Artificial potencializa o que nós, pessoas, somos.
    Se de melhor ou pior, bom, o critério e a decisão ficam à nossa conta. 
    De todo modo, medos de que as máquinas algum dia se revoltem contra nós como nas telas de cinema – ou no streaming que parece adivinhar a melhor série que combina com o meu perfil – podem ser minimizados quando aceitamos a IA tal qual ela é: poderosa em cálculo e correlação, mas desprovida de consciência ou compreensão semântica.
    A máquina avança pela nossa real inteligência e nos ajuda a automatizar tarefas repetitivas, calcular cenários em dimensões e magnitudes que há pouco pareciam impossíveis e até mesmo predizer possibilidades com alta taxa de acertos. Tudo isso sem tirar nem ameaçar o papel que nos cumpre: decisores sobre qual impacto queremos que a IA tenha em nossas vidas.
    A TV interferiu no rádio. O digital no impresso. O CD no vinil. A IA, claro, vai transformar muitos aspectos da nossa vida, e nossa relação com ela moldará nosso futuro.
    A pergunta que não quer calar (Como?), porém, não deve ser direcionada ao ChatGPT ou correlatos. Quem vai respondê-la seremos nós, enquanto sociedade, dentro das classes, castas e divisões a que nos submetemos (ou impomos).
    Quem sabe a gente não escolhe usar a tecnologia para um futuro mais inclusivo e menos desigual. Se é possível sonhar? Eu creio que sim.
    Mas esse papo é para um próximo texto.
    Um abraço, enter, e até lá.


Fonte:
https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2025/10/10 57224-i-a-uma-inteligencia-que-nao-pensa-ja-pensounisso.html. Acesso em 31/10/2025. Excerto

É indubitável que os bots que conversam de maneira tão natural com as pessoas transmitem uma sensação de proximidade” (3º parágrafo).


A oração em destaque pode ser classificada como:

Alternativas
Q3772893 Português
Texto I

I.A., uma inteligência que não pensa. Já pensou nisso?

Por Raphael Conceição

    O assombroso avanço tecnológico dos diversos modelos de linguagem existentes no mundo de hoje deixa à margem um debate importante acerca do que se convencionou denominar “Inteligência Artificial”.
    A discussão que tenho proposto em inúmeras palestras, oficinas e workshops sobre o tema trata de uma região que figura entre a imprecisão e o engano do uso do termo “inteligência” para um tipo de tecnologia que não pensa, não intui, não dispõe de consciência e, se tanto, simula a atividade cerebral humana.
    É indubitável que os bots que conversam de maneira tão natural com as pessoas transmitem uma sensação de proximidade.
    Meu ponto, porém, é que essa “pessoalidade”, por assim dizer, é tão legítima quanto a “mágica” de um ilusionista que prende nossa atenção em uma de suas mãos enquanto, com a outra, realiza processos cujo resultado nos encantará com lenços que lhe saem da boca ou uma carta de baralho rasgada que volta a aparecer em um dos bolsos de seu fraque.
    É divertido ver, admito. Mas não é mágica. Assim como conversar com um sistema também me entretém. Mas não é conversa. Sob essa ótica, desmistificamos questões que inclusive atrapalham as pessoas a usufruírem mais e melhor da tecnologia de que hoje dispomos.
    Quando nos damos conta de que tudo aquilo que perguntamos, demandamos ou pesquisamos, cujas respostas nos chegam em segundos de maneira impressionante, decorre de uma precisão estatística, matemática e padronizada, compreendemos melhor que o caminho a trilhar não é um embate IA x Humano, e sim um viés em que a dita Inteligência Artificial potencializa o que nós, pessoas, somos.
    Se de melhor ou pior, bom, o critério e a decisão ficam à nossa conta. 
    De todo modo, medos de que as máquinas algum dia se revoltem contra nós como nas telas de cinema – ou no streaming que parece adivinhar a melhor série que combina com o meu perfil – podem ser minimizados quando aceitamos a IA tal qual ela é: poderosa em cálculo e correlação, mas desprovida de consciência ou compreensão semântica.
    A máquina avança pela nossa real inteligência e nos ajuda a automatizar tarefas repetitivas, calcular cenários em dimensões e magnitudes que há pouco pareciam impossíveis e até mesmo predizer possibilidades com alta taxa de acertos. Tudo isso sem tirar nem ameaçar o papel que nos cumpre: decisores sobre qual impacto queremos que a IA tenha em nossas vidas.
    A TV interferiu no rádio. O digital no impresso. O CD no vinil. A IA, claro, vai transformar muitos aspectos da nossa vida, e nossa relação com ela moldará nosso futuro.
    A pergunta que não quer calar (Como?), porém, não deve ser direcionada ao ChatGPT ou correlatos. Quem vai respondê-la seremos nós, enquanto sociedade, dentro das classes, castas e divisões a que nos submetemos (ou impomos).
    Quem sabe a gente não escolhe usar a tecnologia para um futuro mais inclusivo e menos desigual. Se é possível sonhar? Eu creio que sim.
    Mas esse papo é para um próximo texto.
    Um abraço, enter, e até lá.


Fonte:
https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2025/10/10 57224-i-a-uma-inteligencia-que-nao-pensa-ja-pensounisso.html. Acesso em 31/10/2025. Excerto
No encerramento do texto, ao afirmar “Quem sabe a gente não escolhe usar a tecnologia para um futuro mais inclusivo e menos desigual” (12º parágrafo), a função da linguagem que se destaca é a: 
Alternativas
Q3772892 Português
Texto I

I.A., uma inteligência que não pensa. Já pensou nisso?

Por Raphael Conceição

    O assombroso avanço tecnológico dos diversos modelos de linguagem existentes no mundo de hoje deixa à margem um debate importante acerca do que se convencionou denominar “Inteligência Artificial”.
    A discussão que tenho proposto em inúmeras palestras, oficinas e workshops sobre o tema trata de uma região que figura entre a imprecisão e o engano do uso do termo “inteligência” para um tipo de tecnologia que não pensa, não intui, não dispõe de consciência e, se tanto, simula a atividade cerebral humana.
    É indubitável que os bots que conversam de maneira tão natural com as pessoas transmitem uma sensação de proximidade.
    Meu ponto, porém, é que essa “pessoalidade”, por assim dizer, é tão legítima quanto a “mágica” de um ilusionista que prende nossa atenção em uma de suas mãos enquanto, com a outra, realiza processos cujo resultado nos encantará com lenços que lhe saem da boca ou uma carta de baralho rasgada que volta a aparecer em um dos bolsos de seu fraque.
    É divertido ver, admito. Mas não é mágica. Assim como conversar com um sistema também me entretém. Mas não é conversa. Sob essa ótica, desmistificamos questões que inclusive atrapalham as pessoas a usufruírem mais e melhor da tecnologia de que hoje dispomos.
    Quando nos damos conta de que tudo aquilo que perguntamos, demandamos ou pesquisamos, cujas respostas nos chegam em segundos de maneira impressionante, decorre de uma precisão estatística, matemática e padronizada, compreendemos melhor que o caminho a trilhar não é um embate IA x Humano, e sim um viés em que a dita Inteligência Artificial potencializa o que nós, pessoas, somos.
    Se de melhor ou pior, bom, o critério e a decisão ficam à nossa conta. 
    De todo modo, medos de que as máquinas algum dia se revoltem contra nós como nas telas de cinema – ou no streaming que parece adivinhar a melhor série que combina com o meu perfil – podem ser minimizados quando aceitamos a IA tal qual ela é: poderosa em cálculo e correlação, mas desprovida de consciência ou compreensão semântica.
    A máquina avança pela nossa real inteligência e nos ajuda a automatizar tarefas repetitivas, calcular cenários em dimensões e magnitudes que há pouco pareciam impossíveis e até mesmo predizer possibilidades com alta taxa de acertos. Tudo isso sem tirar nem ameaçar o papel que nos cumpre: decisores sobre qual impacto queremos que a IA tenha em nossas vidas.
    A TV interferiu no rádio. O digital no impresso. O CD no vinil. A IA, claro, vai transformar muitos aspectos da nossa vida, e nossa relação com ela moldará nosso futuro.
    A pergunta que não quer calar (Como?), porém, não deve ser direcionada ao ChatGPT ou correlatos. Quem vai respondê-la seremos nós, enquanto sociedade, dentro das classes, castas e divisões a que nos submetemos (ou impomos).
    Quem sabe a gente não escolhe usar a tecnologia para um futuro mais inclusivo e menos desigual. Se é possível sonhar? Eu creio que sim.
    Mas esse papo é para um próximo texto.
    Um abraço, enter, e até lá.


Fonte:
https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2025/10/10 57224-i-a-uma-inteligencia-que-nao-pensa-ja-pensounisso.html. Acesso em 31/10/2025. Excerto
Em “[...] a dita Inteligência Artificial potencializa o que nós, pessoas, somos” (6º parágrafo), ocorre figura de linguagem denominada: 
Alternativas
Q3772891 Português
Texto I

I.A., uma inteligência que não pensa. Já pensou nisso?

Por Raphael Conceição

    O assombroso avanço tecnológico dos diversos modelos de linguagem existentes no mundo de hoje deixa à margem um debate importante acerca do que se convencionou denominar “Inteligência Artificial”.
    A discussão que tenho proposto em inúmeras palestras, oficinas e workshops sobre o tema trata de uma região que figura entre a imprecisão e o engano do uso do termo “inteligência” para um tipo de tecnologia que não pensa, não intui, não dispõe de consciência e, se tanto, simula a atividade cerebral humana.
    É indubitável que os bots que conversam de maneira tão natural com as pessoas transmitem uma sensação de proximidade.
    Meu ponto, porém, é que essa “pessoalidade”, por assim dizer, é tão legítima quanto a “mágica” de um ilusionista que prende nossa atenção em uma de suas mãos enquanto, com a outra, realiza processos cujo resultado nos encantará com lenços que lhe saem da boca ou uma carta de baralho rasgada que volta a aparecer em um dos bolsos de seu fraque.
    É divertido ver, admito. Mas não é mágica. Assim como conversar com um sistema também me entretém. Mas não é conversa. Sob essa ótica, desmistificamos questões que inclusive atrapalham as pessoas a usufruírem mais e melhor da tecnologia de que hoje dispomos.
    Quando nos damos conta de que tudo aquilo que perguntamos, demandamos ou pesquisamos, cujas respostas nos chegam em segundos de maneira impressionante, decorre de uma precisão estatística, matemática e padronizada, compreendemos melhor que o caminho a trilhar não é um embate IA x Humano, e sim um viés em que a dita Inteligência Artificial potencializa o que nós, pessoas, somos.
    Se de melhor ou pior, bom, o critério e a decisão ficam à nossa conta. 
    De todo modo, medos de que as máquinas algum dia se revoltem contra nós como nas telas de cinema – ou no streaming que parece adivinhar a melhor série que combina com o meu perfil – podem ser minimizados quando aceitamos a IA tal qual ela é: poderosa em cálculo e correlação, mas desprovida de consciência ou compreensão semântica.
    A máquina avança pela nossa real inteligência e nos ajuda a automatizar tarefas repetitivas, calcular cenários em dimensões e magnitudes que há pouco pareciam impossíveis e até mesmo predizer possibilidades com alta taxa de acertos. Tudo isso sem tirar nem ameaçar o papel que nos cumpre: decisores sobre qual impacto queremos que a IA tenha em nossas vidas.
    A TV interferiu no rádio. O digital no impresso. O CD no vinil. A IA, claro, vai transformar muitos aspectos da nossa vida, e nossa relação com ela moldará nosso futuro.
    A pergunta que não quer calar (Como?), porém, não deve ser direcionada ao ChatGPT ou correlatos. Quem vai respondê-la seremos nós, enquanto sociedade, dentro das classes, castas e divisões a que nos submetemos (ou impomos).
    Quem sabe a gente não escolhe usar a tecnologia para um futuro mais inclusivo e menos desigual. Se é possível sonhar? Eu creio que sim.
    Mas esse papo é para um próximo texto.
    Um abraço, enter, e até lá.


Fonte:
https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2025/10/10 57224-i-a-uma-inteligencia-que-nao-pensa-ja-pensounisso.html. Acesso em 31/10/2025. Excerto

“A discussão que tenho proposto em inúmeras palestras, oficinas e workshops sobre o tema trata de uma região que figura entre a imprecisão e o engano [...]” (2º parágrafo).

Em seu contexto de uso, os dois termos em destaque são classificados, respectivamente, como:  

Alternativas
Q3772890 Português
Texto I

I.A., uma inteligência que não pensa. Já pensou nisso?

Por Raphael Conceição

    O assombroso avanço tecnológico dos diversos modelos de linguagem existentes no mundo de hoje deixa à margem um debate importante acerca do que se convencionou denominar “Inteligência Artificial”.
    A discussão que tenho proposto em inúmeras palestras, oficinas e workshops sobre o tema trata de uma região que figura entre a imprecisão e o engano do uso do termo “inteligência” para um tipo de tecnologia que não pensa, não intui, não dispõe de consciência e, se tanto, simula a atividade cerebral humana.
    É indubitável que os bots que conversam de maneira tão natural com as pessoas transmitem uma sensação de proximidade.
    Meu ponto, porém, é que essa “pessoalidade”, por assim dizer, é tão legítima quanto a “mágica” de um ilusionista que prende nossa atenção em uma de suas mãos enquanto, com a outra, realiza processos cujo resultado nos encantará com lenços que lhe saem da boca ou uma carta de baralho rasgada que volta a aparecer em um dos bolsos de seu fraque.
    É divertido ver, admito. Mas não é mágica. Assim como conversar com um sistema também me entretém. Mas não é conversa. Sob essa ótica, desmistificamos questões que inclusive atrapalham as pessoas a usufruírem mais e melhor da tecnologia de que hoje dispomos.
    Quando nos damos conta de que tudo aquilo que perguntamos, demandamos ou pesquisamos, cujas respostas nos chegam em segundos de maneira impressionante, decorre de uma precisão estatística, matemática e padronizada, compreendemos melhor que o caminho a trilhar não é um embate IA x Humano, e sim um viés em que a dita Inteligência Artificial potencializa o que nós, pessoas, somos.
    Se de melhor ou pior, bom, o critério e a decisão ficam à nossa conta. 
    De todo modo, medos de que as máquinas algum dia se revoltem contra nós como nas telas de cinema – ou no streaming que parece adivinhar a melhor série que combina com o meu perfil – podem ser minimizados quando aceitamos a IA tal qual ela é: poderosa em cálculo e correlação, mas desprovida de consciência ou compreensão semântica.
    A máquina avança pela nossa real inteligência e nos ajuda a automatizar tarefas repetitivas, calcular cenários em dimensões e magnitudes que há pouco pareciam impossíveis e até mesmo predizer possibilidades com alta taxa de acertos. Tudo isso sem tirar nem ameaçar o papel que nos cumpre: decisores sobre qual impacto queremos que a IA tenha em nossas vidas.
    A TV interferiu no rádio. O digital no impresso. O CD no vinil. A IA, claro, vai transformar muitos aspectos da nossa vida, e nossa relação com ela moldará nosso futuro.
    A pergunta que não quer calar (Como?), porém, não deve ser direcionada ao ChatGPT ou correlatos. Quem vai respondê-la seremos nós, enquanto sociedade, dentro das classes, castas e divisões a que nos submetemos (ou impomos).
    Quem sabe a gente não escolhe usar a tecnologia para um futuro mais inclusivo e menos desigual. Se é possível sonhar? Eu creio que sim.
    Mas esse papo é para um próximo texto.
    Um abraço, enter, e até lá.


Fonte:
https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2025/10/10 57224-i-a-uma-inteligencia-que-nao-pensa-ja-pensounisso.html. Acesso em 31/10/2025. Excerto
No trecho “[...] quando aceitamos a IA qual ela é: poderosa em cálculo e correlação, mas desprovida de consciência ou compreensão semântica” (8º parágrafo), o verbo em destaque apresenta um valor semântico que: 
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Q3772888 Português
Texto I

I.A., uma inteligência que não pensa. Já pensou nisso?

Por Raphael Conceição

    O assombroso avanço tecnológico dos diversos modelos de linguagem existentes no mundo de hoje deixa à margem um debate importante acerca do que se convencionou denominar “Inteligência Artificial”.
    A discussão que tenho proposto em inúmeras palestras, oficinas e workshops sobre o tema trata de uma região que figura entre a imprecisão e o engano do uso do termo “inteligência” para um tipo de tecnologia que não pensa, não intui, não dispõe de consciência e, se tanto, simula a atividade cerebral humana.
    É indubitável que os bots que conversam de maneira tão natural com as pessoas transmitem uma sensação de proximidade.
    Meu ponto, porém, é que essa “pessoalidade”, por assim dizer, é tão legítima quanto a “mágica” de um ilusionista que prende nossa atenção em uma de suas mãos enquanto, com a outra, realiza processos cujo resultado nos encantará com lenços que lhe saem da boca ou uma carta de baralho rasgada que volta a aparecer em um dos bolsos de seu fraque.
    É divertido ver, admito. Mas não é mágica. Assim como conversar com um sistema também me entretém. Mas não é conversa. Sob essa ótica, desmistificamos questões que inclusive atrapalham as pessoas a usufruírem mais e melhor da tecnologia de que hoje dispomos.
    Quando nos damos conta de que tudo aquilo que perguntamos, demandamos ou pesquisamos, cujas respostas nos chegam em segundos de maneira impressionante, decorre de uma precisão estatística, matemática e padronizada, compreendemos melhor que o caminho a trilhar não é um embate IA x Humano, e sim um viés em que a dita Inteligência Artificial potencializa o que nós, pessoas, somos.
    Se de melhor ou pior, bom, o critério e a decisão ficam à nossa conta. 
    De todo modo, medos de que as máquinas algum dia se revoltem contra nós como nas telas de cinema – ou no streaming que parece adivinhar a melhor série que combina com o meu perfil – podem ser minimizados quando aceitamos a IA tal qual ela é: poderosa em cálculo e correlação, mas desprovida de consciência ou compreensão semântica.
    A máquina avança pela nossa real inteligência e nos ajuda a automatizar tarefas repetitivas, calcular cenários em dimensões e magnitudes que há pouco pareciam impossíveis e até mesmo predizer possibilidades com alta taxa de acertos. Tudo isso sem tirar nem ameaçar o papel que nos cumpre: decisores sobre qual impacto queremos que a IA tenha em nossas vidas.
    A TV interferiu no rádio. O digital no impresso. O CD no vinil. A IA, claro, vai transformar muitos aspectos da nossa vida, e nossa relação com ela moldará nosso futuro.
    A pergunta que não quer calar (Como?), porém, não deve ser direcionada ao ChatGPT ou correlatos. Quem vai respondê-la seremos nós, enquanto sociedade, dentro das classes, castas e divisões a que nos submetemos (ou impomos).
    Quem sabe a gente não escolhe usar a tecnologia para um futuro mais inclusivo e menos desigual. Se é possível sonhar? Eu creio que sim.
    Mas esse papo é para um próximo texto.
    Um abraço, enter, e até lá.


Fonte:
https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2025/10/10 57224-i-a-uma-inteligencia-que-nao-pensa-ja-pensounisso.html. Acesso em 31/10/2025. Excerto
No trecho “um tipo de tecnologia que não pensa, não intui, não dispõe de consciência e, se tanto, simula a atividade cerebral humana” (2º parágrafo), o termo em destaque cumpre a função de:  
Alternativas
Q3772886 Português
Texto I

I.A., uma inteligência que não pensa. Já pensou nisso?

Por Raphael Conceição

    O assombroso avanço tecnológico dos diversos modelos de linguagem existentes no mundo de hoje deixa à margem um debate importante acerca do que se convencionou denominar “Inteligência Artificial”.
    A discussão que tenho proposto em inúmeras palestras, oficinas e workshops sobre o tema trata de uma região que figura entre a imprecisão e o engano do uso do termo “inteligência” para um tipo de tecnologia que não pensa, não intui, não dispõe de consciência e, se tanto, simula a atividade cerebral humana.
    É indubitável que os bots que conversam de maneira tão natural com as pessoas transmitem uma sensação de proximidade.
    Meu ponto, porém, é que essa “pessoalidade”, por assim dizer, é tão legítima quanto a “mágica” de um ilusionista que prende nossa atenção em uma de suas mãos enquanto, com a outra, realiza processos cujo resultado nos encantará com lenços que lhe saem da boca ou uma carta de baralho rasgada que volta a aparecer em um dos bolsos de seu fraque.
    É divertido ver, admito. Mas não é mágica. Assim como conversar com um sistema também me entretém. Mas não é conversa. Sob essa ótica, desmistificamos questões que inclusive atrapalham as pessoas a usufruírem mais e melhor da tecnologia de que hoje dispomos.
    Quando nos damos conta de que tudo aquilo que perguntamos, demandamos ou pesquisamos, cujas respostas nos chegam em segundos de maneira impressionante, decorre de uma precisão estatística, matemática e padronizada, compreendemos melhor que o caminho a trilhar não é um embate IA x Humano, e sim um viés em que a dita Inteligência Artificial potencializa o que nós, pessoas, somos.
    Se de melhor ou pior, bom, o critério e a decisão ficam à nossa conta. 
    De todo modo, medos de que as máquinas algum dia se revoltem contra nós como nas telas de cinema – ou no streaming que parece adivinhar a melhor série que combina com o meu perfil – podem ser minimizados quando aceitamos a IA tal qual ela é: poderosa em cálculo e correlação, mas desprovida de consciência ou compreensão semântica.
    A máquina avança pela nossa real inteligência e nos ajuda a automatizar tarefas repetitivas, calcular cenários em dimensões e magnitudes que há pouco pareciam impossíveis e até mesmo predizer possibilidades com alta taxa de acertos. Tudo isso sem tirar nem ameaçar o papel que nos cumpre: decisores sobre qual impacto queremos que a IA tenha em nossas vidas.
    A TV interferiu no rádio. O digital no impresso. O CD no vinil. A IA, claro, vai transformar muitos aspectos da nossa vida, e nossa relação com ela moldará nosso futuro.
    A pergunta que não quer calar (Como?), porém, não deve ser direcionada ao ChatGPT ou correlatos. Quem vai respondê-la seremos nós, enquanto sociedade, dentro das classes, castas e divisões a que nos submetemos (ou impomos).
    Quem sabe a gente não escolhe usar a tecnologia para um futuro mais inclusivo e menos desigual. Se é possível sonhar? Eu creio que sim.
    Mas esse papo é para um próximo texto.
    Um abraço, enter, e até lá.


Fonte:
https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2025/10/10 57224-i-a-uma-inteligencia-que-nao-pensa-ja-pensounisso.html. Acesso em 31/10/2025. Excerto
O autor critica o termo "inteligência artificial" principalmente por considerar que: 
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Q3772885 Biologia
“Muito popular em quase toda a América do Sul, a capivara (Hydrochoerus hydrochaeris) é um roedor herbívoro com hábitos semi-aquáticos que pode ser encontrado em áreas úmidas, savanas e selvas por quase toda esta parte das Américas.”

Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ Publicado em: julho de 2025

De acordo com a classificação dos seres vivos, “hydrochaeris” refere-se a:
Alternativas
Q3772884 Biologia
Na célula vegetal, observa-se a presença de uma estrutura que pode ocupar grande parte do volume celular e que tem, entre suas funções, o armazenamento de substâncias e a regulação do equilíbrio osmótico. Essa estrutura é denominada: 
Alternativas
Q3772883 Biologia
A interação ecológica desarmônica em que indivíduos da mesma espécie ou de espécies diferentes disputam recursos como abrigo ou alimento, resultando em prejuízo para, pelo menos, um dos envolvidos, é chamada de: 
Alternativas
Q3772882 Biologia
Durante uma gripe forte, muitas pessoas relatam dificuldade em perceber o sabor dos alimentos. Isso ocorre porque:  
Alternativas
Q3772881 Biologia
Os lipídios que possuem uma ou mais moléculas de açúcar ligadas à sua estrutura são denominados:  
Alternativas
Q3772880 Biologia
A vasectomia é um método cirúrgico de esterilização masculina. Durante o procedimento, a parte do sistema reprodutor masculino que é seccionada para impedir a passagem dos espermatozoides é: 
Alternativas
Respostas
241: A
242: B
243: D
244: D
245: D
246: B
247: A
248: B
249: A
250: A
251: B
252: C
253: D
254: C
255: D
256: A
257: D
258: D
259: A
260: A