Questões de Concurso
Comentadas para prefeitura de cuiabá - mt
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Leia a seguinte situação para responder à questão.
Durante uma conversa entre alunos ouvintes e surdos, um aluno afirma que a Libras é inferior à Língua Portuguesa, já que na Língua Brasileira de Sinais as frases são básicas, seguindo sempre a ordem SVO - Sujeito + Verbo + Objeto. Por exemplo: Eu gosto de estudar.
Leia a seguinte situação para responder à questão.
Durante uma conversa entre alunos ouvintes e surdos, um aluno afirma que a Libras é inferior à Língua Portuguesa, já que na Língua Brasileira de Sinais as frases são básicas, seguindo sempre a ordem SVO - Sujeito + Verbo + Objeto. Por exemplo: Eu gosto de estudar.
Leias as seguintes informações:


Considerando o quadro acima sobre as principais novas tecnologias da Quarta Revolução Industrial, tem-se o seguinte impacto:
Observe os mapas a seguir:


(Adaptado. Disponível em: https://geografalando.blogspot.com/2011/05/estudo-dirigido-cartografia.html. Acesso em 15/06/2018)
Comparando os mapas 1 e 2, e suas respectivas escalas cartográficas, pode-se concluir que:
A cerimônia de abertura da Copa do Mundo 2018 foi no dia 14 de junho, às 11h30, horário de Brasília (17h30 horário local), no Estádio Luzhniki, em Moscou, na Rússia. A apresentação aconteceu momentos antes da partida de inauguração da Copa, entre a anfitriã Rússia e Arábia Saudita.
(Adaptado. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/blogs/copa-2018/2018/06/04/abertura-copa-do-mundo-2018/ Acesso em 11/06/2018)
Em 1833, em um encontro da Sociedade Geodésica Internacional, em Roma (Itália), foi decidida a criação de um sistema internacional de marcação do tempo (UTC) e para isso foram definidos os fusos horários.
A diferença de horário em que a cerimônia de abertura da Copa foi transmitida em Brasília e em Moscou, deve-se ao fato de:
Um dos conceitos fundamentais da Geografia, sempre presente em currículos escolares e livros didáticos é o da região. Apesar de ainda ser tradicionalmente trabalhado em livros didáticos como uma "entidade autônoma, como uma área autossuficiente" (CAVALCANTI, 2013, p.102), o conceito de região é polissêmico.
Numa perspectiva marxista, o geógrafo Milton Santos (1994) apresenta o conceito de região como:
Alguns dos desafios internos enfrentados pelo país são: atrair mais investimentos estrangeiros, reduzir o controle absoluto do Estado sobre determinadas empresas públicas, estimular o mercado interno e fomentar o desenvolvimento de uma classe média consumidora. No âmbito de política externa, o país aposta na "diplomacia econômica", oferecendo financiamentos, realizando obras de infraestrutura em diversas partes do mundo e comprando matérias-primas. A mais ousada iniciativa nesse sentido é a chamada "Nova Rota da Seda", cujo objetivo é criar um corredor econômico, que irá conectar, por via marítima e terrestre, o país à Europa e à África.
O país em questão é a:
Se um professor de Geografia levar em conta a perspectiva do autor, abordará, com seus alunos, o desenvolvimento capitalista no campo como fruto de dois processos: um em que o capital se territorializa (territorialização de capital monopolista na agricultura) e outro quando o capital monopoliza o território sem se territorializar. Segundo essa abordagem, as consequências dos dois mecanismos seriam, respectivamente:
Ao longo da década de 1990, inúmeros conflitos ocorreram na Península Balcânica, onde outrora existiu a República Federativa da Iugoslávia. Croácia, Eslovênia, Bósnia-Herzegovia e a província do Kosovo, na Sérvia, têm sido o cenário de violentos enfrentamentos, com denúncias de crimes contra a Humanidade. Para todos esses conflitos, contribuiu de maneira decisiva: Em 2008, vinte anos após o lançamento de seu livro "1968: o ano que não terminou", Zuenir Ventura lançou "1968: o que fizemos de nós". Neste livro, o autor pergunta:
"1968 terminou ou não terminou? Que balanço se pode fazer hoje de um ano tão carregado de ambições e de sonhos? O que restou de tantos ideais? Muitos países que viveram a experiência estão tentando avaliar o seu legado... O que foi feito dessa herança?"
VENTURA, Zuenir, 1968: o que fizemos de nós.
São Paulo: Editora Planeta do Brasil. 2008. p. 11 (adaptado)
O ano de 1968 continua sendo lembrado pelas intensas manifestações políticas e culturais que ocorreram em diferentes países e continentes. São acontecimentos marcantes daquele ano:
No início do século XX, o historiador francês Ernest Lavisse assim definia o objetivo do ensino da História para os jovens franceses de sua época.
Ao ensino histórico cabe o dever de fazer amar e de fazer compreender a pátria... O verdadeiro patriotismo é ao mesmo tempo sentimento e a noção de um dever. Ora, todos os sentimentos são suscetíveis de uma cultura e toda nação, de um ensino. A história deve cultivar o sentimento e precisar a noção. (LAVISSE)
(citado por RODRIGUES, André Wagner.
História em perspectiva. Alexa Cultural. 2014. p. 26)
A visão marcadamente patriótica de Lavisse é uma demonstração do sentimento nacionalista que existia na França desde finais do século XIX. Esse nacionalismo agressivo dos franceses, conhecido como revanchismo, fator importante para a eclosão da I Guerra Mundial, nasceu em consequência:
Após o processo de independência, os países da América Latina sentiram de perto a influência dos interesses do capital inglês em suas nascentes e já frágeis economias. Ao longo do século XIX, no entanto, pouco a pouco se fez sentir a hegemonia dos EUA, por meio do seu poder econômico, de pressões políticas e militares.
Essas variadas formas de influência e imposição dos interesses estadunidenses correspondem a diferentes doutrinas que embasaram a ação diplomática e/ou militar do seu governo. O caso da intervenção estadunidense para a construção do Canal do Panamá no início do século XX é um exemplo emblemático da doutrina conhecida como: