Foram encontradas 755 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
O concerto grosso, largamente praticado no período barroco, é:
Claude Debussy (1862-1918), já na esteira dos novos rumos que a música de Wagner apontou, ao abandonar a tirania da nota sensível, aproxima-se do universo dos modos eclesiásticos da Idade Média e daqueles do extremo Oriente, como os da música javanesa, por exemplo. Segundo Barraud, ao criar a escala hexafônica, Debussy reduziu “o sistema tonal a mi - galhas”. (BARRAUD, Henry. Para compreender as músicas de hoje. São Paulo: Perspectiva, 1975).
Na perspectiva de Barraud, por que Debussy reduziu o sistema tonal a migalhas?
Ao se referir à música colonial, Kiefer questiona a contribuição irrelevante da tradição dos mulatos nesse período, conforme se pode observar: “por que não se nota em suas obras [dos compositores coloniais] a presença da terra? Por que não transparece uma influência, por discreta que fosse, dos ritmos africanos? Já que grande parte dos músicos eram mulatos, não seria o caso de se esperar uma contribuição maior de sua herança musical?” (KIEFER, Bruno. História da música brasileira, dos primórdios ao início do séc. XX. Porto Alegre: Movimento, 1977).
A herança africana não aparece nas músicas coloniais brasileiras porque:
Qual é o papel que o professor de artes assume quando seu objetivo é propiciar experiências de aprendizagem referentes à cultura visual?
Trabalhar com base nos estudos da cultura visual no espaço escolar significa considerar que:
Dias (2011) propõe pensar e abordar questões que envolvem currículo, arte/educação e educação da cultura visual a partir de uma mirada queer. O que significa essa proposta?
O tema da diversidade étnico-cultural vem sendo discutido nas diversas áreas do conhecimento escolar. A Lei nº 11.645, de 10 de março de 2008, que altera a Lei nº 10.639/2003, torna obrigatório o ensino da História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena na Educação Básica. A respeito dessa inclusão no currículo oficial da rede de ensino:
Franz chamou de “Educação para uma compreensão crítica da arte” a proposta desenvolvida em sua tese de doutorado em que analisa a pintura “Primeira Missa no Brasil”, de Victor Meirelles. Seu objetivo era conhecer, analisar e avaliar as compreensões que as pessoas manifestavam sobre tal obra. Para a autora, existem diferentes níveis de compreensão. Dessa forma, o nível de compreensão principiante caracteriza-se por:
Dias e Fernández defendem a ideia de que o evento artístico pode ser ao mesmo tempo um evento pedagógico. Para compreender o que é evento, os autores utilizam as reflexões de Dennis Atkinson que, por sua vez, defende que o evento é “como um distúrbio ou uma ruptura na forma de entender e atuar” (DIAS e FERNANDEZ, 2013, p. 139), mas que pode conduzir ao novo e/ou inesperado. Tendo como base a pedagogia cultural, os eventos artístico e pedagógico podem ser compreendidos como:
Para Aguirre (2009), os arte-educadores precisam pensar e atuar em sala de aula sob uma nova concepção das artes. O autor sugere que produtos artísticos sejam concebidos como relatos abertos, e isso pressupõe:
“P” é professora de arte de uma escola municipal no interior de Goiás. No início de cada ano letivo, quando planeja sua disciplina, busca diferentes estratégias para avaliar seus alunos/as. Neste ano, “P” deseja que seus alunos/as se engajem em ações que serão desenvolvidas a longo prazo e definidas com base em situações reais dos sujeitos no contexto cultural em que estão inseridos. Neste sentido, a avaliação não será concebida como um resgate de informações, mas “como meio de mapear caminhos intelectuais dos estudantes”
(BOUGHTON). BOUGHTON, Doug. Avaliação, da teoria a prática. In: Barbosa, Ana Mae, Arte/educação contemporânea: consonâncias internacionais. São Paulo: Cortez, 2005. p. 375-387.
A situação exposta refere-se a uma postura de avaliação defendida por Boughton (2005) como:
A utilização do portfólio como recurso de avaliação, conforme Hernández, permite:
A ideia de currículo integrado apresentada por Michael Parsons consiste:
No texto “Ensino de arte na internet: contexto e pontuações”, Callegaro explica que “a educação da arte na internet insere-se na mudança do paradigma da educação, da ciência, da arte, que sai da análise do objeto e vai para as suas relações e conexões com outros eventos e objetos da vida [...]”.
CALLEGARO, Tania. Ensino de Arte na internet: contexto e pontuações. In: Barbosa, Ana Mae. Inquietações e mudanças no ensino de arte. São Paulo: Cortez, 2003. p. 139-152.
O texto refere-se à mudança do
Leia o texto abaixo.
O modo como vivemos hoje – como vivem, em especial, nossos alunos eletronicamente conectados – é muito diferente do mundo retratado pela prática educacional artística convencional, que continua a enfocar elementos e princípios modernistas, bem como meios de comunicação tradicionais. |
DUNCUN, Paul. Por que a arte-educação precisa mudar e o que podemos fazer. In: MARTINS, R.; TOUTINHO, I. (Orgs.), Educação da cultura visual: conceitos e contextos. Santa Maria: Editora UFSM, 2011. p. 15-30.
Tendo por base a perspectiva da cultura visual e a reflexão apresentada, pode-se concluir que:
Pode-se compreender o conceito de visualidade como o processo de construção do olhar socializado. Qual ação compromete a construção do olhar socializado, no ambiente escolar?
Leia o texto a seguir.
A desterritorialização e a reterritorialização se cruzam no duplo devir. Não se pode distinguir o autóctone e o estrangeiro, porque o estrangeiro se torna autóctone no outro que não é, ao mesmo tempo que o autóctone se torna estrangeiro a si mesmo, […] (DELEUZE, GUATTARI, 1997, p. 142). |
A frase de Deleuze e Guattari, no livro O que é filosofia, remete à reflexão sobre as ocupações das paredes escolares tanto por cartazes e imagens propostas por professores como pelos trabalhos e inscrições realizados por alunos. As pichações, baseando-se neste texto, são formas de expressões
Edith Derdyk, em Formas de pensar o desenho (p. 23), escreve que “o desenho, em seu continente mais amplo, não é somente uma manifestação gráfica através de lápis e papel”. Partindo dessa premissa, qual das sequências de suportes, ferramentas e materiais está em desacordo pedagógico com uma aula de desenho para crianças?
Os materiais recicláveis podem ser utilizados artisticamente na escola para diferentes objetivos. Assim, seria o objetivo principal em um plano específico de artes visuais:
Leia o extrato do livro Performance como linguagem, de Renato Cohen.
[…] é impossível falar-se de uma linguagem pura para a performance. Ela é híbrida, funcionando como uma espécie de fusão e ao mesmo tempo como uma releitura, talvez a partir da sua própria ideia da arte total, das mais diversas – e às vezes antagônicas – propostas modernas de atuação, (COHEN, 2004, p.108). |
Com base neste texto, performance híbrida é a