O concerto grosso, largamente praticado no período barroco, é:

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Q2737842 Artes Visuais

O concerto grosso, largamente praticado no período barroco, é:

Alternativas

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Tema central: O tema trata da estrutura típica do concerto grosso, forma musical do período barroco, fundamental para a história da música ocidental.

Conceito-Chave: O concerto grosso caracteriza-se pelo contraste entre dois grupos instrumentais:
concertino (pequeno grupo de solistas) e ripieno (orquestra completa ou tutti). O diálogo sonoro entre esses grupos — alternando destaque e acompanhamento — é a essência dessa forma musical, especialmente em compositores como Arcangelo Corelli e Handel.

Justificativa da alternativa correta:
A alternativa D expõe com precisão a definição de concerto grosso: “um tipo de concerto em que dois grupos sonoros se contrastam. O primeiro, formado por solistas, chamado de concertino, e o segundo, que é o conjunto principal, chamado também de ripieno.”
O conceito-chave para resolver a questão é reconhecer o contraste estrutural entre concertino e ripieno, presente em toda literatura de referência sobre música barroca: por exemplo, História da Música Ocidental, de Grout & Palisca. Fique atento às palavras-chave "grupo de solistas", "grupo principal" e "contraste", que indicam exatamente o funcionamento do concerto grosso.

Análise das Alternativas Incorretas:

A) Apesar de mencionar concertino e ripieno corretamente, erra ao afirmar que o concerto grosso é precursor da forma sonata do período clássico. Ambas coexistiram e se desenvolveram de maneira independente no barroco.

B) Cita Palestrina (Renascença) como origem do concerto grosso, o que é incorreto — o concerto grosso é do século XVII, não do XVI, e não guarda relação com Palestrina, conhecido por música vocal sacra.

C) Generaliza e incorre em erro: o nome “concerto grosso” não está relacionado apenas a dinâmicas fortes e oposição às danças da Renascença, mas à própria estrutura dual (concertino x ripieno).

Estratégia de Prova: Atenção a trocas sutis de termos técnicos como “predecessor” x “estrutura dual”; cuidado com relações históricas forçadas (como associar à Renascença); busque sempre identificar palavras-chave que remetem ao funcionamento estrutural do conceito.

Conclusão: O conhecimento da estrutura concertino/ripieno é fundamental. Ao se deparar com questões de história da música, sempre verifique datas, contextos históricos e funções de grupos instrumentais para evitar pegadinhas.

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