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Q24198 Comunicação Social
Imagine uma matéria com cinco períodos. O primeiro situa o tema para o leitor, de forma direta; o segundo contextualiza o assunto e apresenta o problema; o terceiro analisa as causas e sua importância; o quarto dá a posição do jornal sobre o tema e o quinto conclui opinativamente, indicando um caminho segundo a visão do jornal. Estas são características de:
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Q24197 Jornalismo
Indique o inciso que está INCORRETAMENTE redigido, porque não atende o art. 2º do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros (aprovado em agosto de 2007). O referido artigo afirma que Como o acesso à informação de relevante interesse público é um direito fundamental, os jornalistas não podem admitir que ele seja impedido por nenhum tipo de interesse, razão por que:
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Q24196 Comunicação Social
A Primeira Guerra Mundial (1914-1918) foi responsável pelo surgimento da primeira teoria crítica da comunicação de massa. Os governantes dos países em guerra, principalmente dos EUA, usaram os canais de comunicação para convencer os seus governados de que a guerra era justa. Terminado o conflito, estudos sobre o comportamento das pessoas em relação à guerra mostraram que grande parte dos conteúdos exibidos pela mídia sobre o tema atingia os indivíduos de maneira uniforme fazendoos responder de maneira similar aos estímulos, sem questionar. A essa observação em relação à mídia deu-se o nome de
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Q24185 Português
Velocidade das imagens

Quem folheia um daqueles velhos álbuns de fotografias
logo nota que as pessoas fotografadas prepararam-se longamente
para o registro solene. As roupas são formais, os corpos
alinham-se em simetria, os rostos adotam uma expressão sisuda.
Cada foto corporifica um evento especial, grava um momento
que aspira à eternidade. Parece querer garantir a imortalidade
dos fotografados. Dificilmente alguém ri nessas fotos:
sobra gravidade, cerimônia, ou mesmo uma vaga melancolia.
Nada mais opostos a esse pretendido congelamento do
tempo do que a velocidade, o improviso e a multiplicação das
fotos de hoje, tiradas por meio de celulares. Todo mundo fotografa
tudo, vê o resultado, apaga fotos, tira outras, apaga, torna
a tirar. Intermináveis álbuns virtuais desaparecem a um toque
de dedo, e as pouquíssimas fotografias eventualmente salvas
testemunham não a severa imortalidade dos antigos, mas a
brincadeira instantânea dos modernos. As imagens não são feitas
para durar, mas para brilhar por segundos na minúscula tela
e desaparecer para sempre.

Cada época tem sua própria concepção de tempo e sua
própria forma de interpretá-lo em imagens. É curioso como em
nossa época, caracterizada pela profusão e velocidade das
imagens, estas se apresentem num torvelinho temporal que as
trata sem qualquer respeito. É como se a facilidade contemporânea
de produção e difusão de imagens também levasse a
crer que nenhuma delas merece durar mais que uma rápida
aparição.

(Bernardo Coutinho, inédito)
Quem não gosta de fotos antigas, não busque essas fotos nos velhos álbuns, nesses velhos álbuns nos quais nossos avós colecionavam aquelas fotos com todo o amor.
Evitam-se as viciosas repetições do texto acima substituindo- se os elementos sublinhados, na ordem dada, por:
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Q24184 Português
Velocidade das imagens

Quem folheia um daqueles velhos álbuns de fotografias
logo nota que as pessoas fotografadas prepararam-se longamente
para o registro solene. As roupas são formais, os corpos
alinham-se em simetria, os rostos adotam uma expressão sisuda.
Cada foto corporifica um evento especial, grava um momento
que aspira à eternidade. Parece querer garantir a imortalidade
dos fotografados. Dificilmente alguém ri nessas fotos:
sobra gravidade, cerimônia, ou mesmo uma vaga melancolia.
Nada mais opostos a esse pretendido congelamento do
tempo do que a velocidade, o improviso e a multiplicação das
fotos de hoje, tiradas por meio de celulares. Todo mundo fotografa
tudo, vê o resultado, apaga fotos, tira outras, apaga, torna
a tirar. Intermináveis álbuns virtuais desaparecem a um toque
de dedo, e as pouquíssimas fotografias eventualmente salvas
testemunham não a severa imortalidade dos antigos, mas a
brincadeira instantânea dos modernos. As imagens não são feitas
para durar, mas para brilhar por segundos na minúscula tela
e desaparecer para sempre.

Cada época tem sua própria concepção de tempo e sua
própria forma de interpretá-lo em imagens. É curioso como em
nossa época, caracterizada pela profusão e velocidade das
imagens, estas se apresentem num torvelinho temporal que as
trata sem qualquer respeito. É como se a facilidade contemporânea
de produção e difusão de imagens também levasse a
crer que nenhuma delas merece durar mais que uma rápida
aparição.

(Bernardo Coutinho, inédito)
É preciso corrigir, em nível estrutural, a redação da seguinte frase:
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Q24183 Português
Velocidade das imagens

Quem folheia um daqueles velhos álbuns de fotografias
logo nota que as pessoas fotografadas prepararam-se longamente
para o registro solene. As roupas são formais, os corpos
alinham-se em simetria, os rostos adotam uma expressão sisuda.
Cada foto corporifica um evento especial, grava um momento
que aspira à eternidade. Parece querer garantir a imortalidade
dos fotografados. Dificilmente alguém ri nessas fotos:
sobra gravidade, cerimônia, ou mesmo uma vaga melancolia.
Nada mais opostos a esse pretendido congelamento do
tempo do que a velocidade, o improviso e a multiplicação das
fotos de hoje, tiradas por meio de celulares. Todo mundo fotografa
tudo, vê o resultado, apaga fotos, tira outras, apaga, torna
a tirar. Intermináveis álbuns virtuais desaparecem a um toque
de dedo, e as pouquíssimas fotografias eventualmente salvas
testemunham não a severa imortalidade dos antigos, mas a
brincadeira instantânea dos modernos. As imagens não são feitas
para durar, mas para brilhar por segundos na minúscula tela
e desaparecer para sempre.

Cada época tem sua própria concepção de tempo e sua
própria forma de interpretá-lo em imagens. É curioso como em
nossa época, caracterizada pela profusão e velocidade das
imagens, estas se apresentem num torvelinho temporal que as
trata sem qualquer respeito. É como se a facilidade contemporânea
de produção e difusão de imagens também levasse a
crer que nenhuma delas merece durar mais que uma rápida
aparição.

(Bernardo Coutinho, inédito)
Está correto o emprego do elemento sublinhado na frase:
Alternativas
Q24182 Português
Velocidade das imagens

Quem folheia um daqueles velhos álbuns de fotografias
logo nota que as pessoas fotografadas prepararam-se longamente
para o registro solene. As roupas são formais, os corpos
alinham-se em simetria, os rostos adotam uma expressão sisuda.
Cada foto corporifica um evento especial, grava um momento
que aspira à eternidade. Parece querer garantir a imortalidade
dos fotografados. Dificilmente alguém ri nessas fotos:
sobra gravidade, cerimônia, ou mesmo uma vaga melancolia.
Nada mais opostos a esse pretendido congelamento do
tempo do que a velocidade, o improviso e a multiplicação das
fotos de hoje, tiradas por meio de celulares. Todo mundo fotografa
tudo, vê o resultado, apaga fotos, tira outras, apaga, torna
a tirar. Intermináveis álbuns virtuais desaparecem a um toque
de dedo, e as pouquíssimas fotografias eventualmente salvas
testemunham não a severa imortalidade dos antigos, mas a
brincadeira instantânea dos modernos. As imagens não são feitas
para durar, mas para brilhar por segundos na minúscula tela
e desaparecer para sempre.

Cada época tem sua própria concepção de tempo e sua
própria forma de interpretá-lo em imagens. É curioso como em
nossa época, caracterizada pela profusão e velocidade das
imagens, estas se apresentem num torvelinho temporal que as
trata sem qualquer respeito. É como se a facilidade contemporânea
de produção e difusão de imagens também levasse a
crer que nenhuma delas merece durar mais que uma rápida
aparição.

(Bernardo Coutinho, inédito)
Está adequada a correlação entre os tempos e os modos verbais na frase:
Alternativas
Q24181 Português
Velocidade das imagens

Quem folheia um daqueles velhos álbuns de fotografias
logo nota que as pessoas fotografadas prepararam-se longamente
para o registro solene. As roupas são formais, os corpos
alinham-se em simetria, os rostos adotam uma expressão sisuda.
Cada foto corporifica um evento especial, grava um momento
que aspira à eternidade. Parece querer garantir a imortalidade
dos fotografados. Dificilmente alguém ri nessas fotos:
sobra gravidade, cerimônia, ou mesmo uma vaga melancolia.
Nada mais opostos a esse pretendido congelamento do
tempo do que a velocidade, o improviso e a multiplicação das
fotos de hoje, tiradas por meio de celulares. Todo mundo fotografa
tudo, vê o resultado, apaga fotos, tira outras, apaga, torna
a tirar. Intermináveis álbuns virtuais desaparecem a um toque
de dedo, e as pouquíssimas fotografias eventualmente salvas
testemunham não a severa imortalidade dos antigos, mas a
brincadeira instantânea dos modernos. As imagens não são feitas
para durar, mas para brilhar por segundos na minúscula tela
e desaparecer para sempre.

Cada época tem sua própria concepção de tempo e sua
própria forma de interpretá-lo em imagens. É curioso como em
nossa época, caracterizada pela profusão e velocidade das
imagens, estas se apresentem num torvelinho temporal que as
trata sem qualquer respeito. É como se a facilidade contemporânea
de produção e difusão de imagens também levasse a
crer que nenhuma delas merece durar mais que uma rápida
aparição.

(Bernardo Coutinho, inédito)
O verbo entre parênteses deverá flexionar-se numa forma do plural para preencher corretamente a lacuna da frase:
Alternativas
Q24180 Português
Velocidade das imagens

Quem folheia um daqueles velhos álbuns de fotografias
logo nota que as pessoas fotografadas prepararam-se longamente
para o registro solene. As roupas são formais, os corpos
alinham-se em simetria, os rostos adotam uma expressão sisuda.
Cada foto corporifica um evento especial, grava um momento
que aspira à eternidade. Parece querer garantir a imortalidade
dos fotografados. Dificilmente alguém ri nessas fotos:
sobra gravidade, cerimônia, ou mesmo uma vaga melancolia.
Nada mais opostos a esse pretendido congelamento do
tempo do que a velocidade, o improviso e a multiplicação das
fotos de hoje, tiradas por meio de celulares. Todo mundo fotografa
tudo, vê o resultado, apaga fotos, tira outras, apaga, torna
a tirar. Intermináveis álbuns virtuais desaparecem a um toque
de dedo, e as pouquíssimas fotografias eventualmente salvas
testemunham não a severa imortalidade dos antigos, mas a
brincadeira instantânea dos modernos. As imagens não são feitas
para durar, mas para brilhar por segundos na minúscula tela
e desaparecer para sempre.

Cada época tem sua própria concepção de tempo e sua
própria forma de interpretá-lo em imagens. É curioso como em
nossa época, caracterizada pela profusão e velocidade das
imagens, estas se apresentem num torvelinho temporal que as
trata sem qualquer respeito. É como se a facilidade contemporânea
de produção e difusão de imagens também levasse a
crer que nenhuma delas merece durar mais que uma rápida
aparição.

(Bernardo Coutinho, inédito)
Considerando-se o contexto, traduz-se corretamente o sentido de um segmento em:
Alternativas
Q24179 Português
Velocidade das imagens

Quem folheia um daqueles velhos álbuns de fotografias
logo nota que as pessoas fotografadas prepararam-se longamente
para o registro solene. As roupas são formais, os corpos
alinham-se em simetria, os rostos adotam uma expressão sisuda.
Cada foto corporifica um evento especial, grava um momento
que aspira à eternidade. Parece querer garantir a imortalidade
dos fotografados. Dificilmente alguém ri nessas fotos:
sobra gravidade, cerimônia, ou mesmo uma vaga melancolia.
Nada mais opostos a esse pretendido congelamento do
tempo do que a velocidade, o improviso e a multiplicação das
fotos de hoje, tiradas por meio de celulares. Todo mundo fotografa
tudo, vê o resultado, apaga fotos, tira outras, apaga, torna
a tirar. Intermináveis álbuns virtuais desaparecem a um toque
de dedo, e as pouquíssimas fotografias eventualmente salvas
testemunham não a severa imortalidade dos antigos, mas a
brincadeira instantânea dos modernos. As imagens não são feitas
para durar, mas para brilhar por segundos na minúscula tela
e desaparecer para sempre.

Cada época tem sua própria concepção de tempo e sua
própria forma de interpretá-lo em imagens. É curioso como em
nossa época, caracterizada pela profusão e velocidade das
imagens, estas se apresentem num torvelinho temporal que as
trata sem qualquer respeito. É como se a facilidade contemporânea
de produção e difusão de imagens também levasse a
crer que nenhuma delas merece durar mais que uma rápida
aparição.

(Bernardo Coutinho, inédito)
Atente para as seguintes afirmações:

I. A melancolia é uma característica dos tempos antigos, por isso ganha tanto destaque nos velhos álbuns de fotografias.

II. A facilidade com que se tiram fotos em nossa época contrapõe-se à formalidade que caracterizava as antigas sessões de fotografia.

III. Os registros fotográficos não valem apenas pelas imagens que expõem, mas pelo modo como eles as interpretam em cada época.

Em relação ao texto, está correto o que se afirma em
Alternativas
Q24178 Português
Velocidade das imagens

Quem folheia um daqueles velhos álbuns de fotografias
logo nota que as pessoas fotografadas prepararam-se longamente
para o registro solene. As roupas são formais, os corpos
alinham-se em simetria, os rostos adotam uma expressão sisuda.
Cada foto corporifica um evento especial, grava um momento
que aspira à eternidade. Parece querer garantir a imortalidade
dos fotografados. Dificilmente alguém ri nessas fotos:
sobra gravidade, cerimônia, ou mesmo uma vaga melancolia.
Nada mais opostos a esse pretendido congelamento do
tempo do que a velocidade, o improviso e a multiplicação das
fotos de hoje, tiradas por meio de celulares. Todo mundo fotografa
tudo, vê o resultado, apaga fotos, tira outras, apaga, torna
a tirar. Intermináveis álbuns virtuais desaparecem a um toque
de dedo, e as pouquíssimas fotografias eventualmente salvas
testemunham não a severa imortalidade dos antigos, mas a
brincadeira instantânea dos modernos. As imagens não são feitas
para durar, mas para brilhar por segundos na minúscula tela
e desaparecer para sempre.

Cada época tem sua própria concepção de tempo e sua
própria forma de interpretá-lo em imagens. É curioso como em
nossa época, caracterizada pela profusão e velocidade das
imagens, estas se apresentem num torvelinho temporal que as
trata sem qualquer respeito. É como se a facilidade contemporânea
de produção e difusão de imagens também levasse a
crer que nenhuma delas merece durar mais que uma rápida
aparição.

(Bernardo Coutinho, inédito)
Expressa uma contradição interna a seguinte frase:
Alternativas
Q2930434 Arquitetura

O Dimensionamento Associativo é ferramenta poderosa dos softwares profissionais de desenho. Em relação à facilidade de se criar e editar dimensões ou cotas no Autocad 2000, é correto o que consta em:

Alternativas
Q2930433 Arquitetura
Um recurso importante para organização de desenhos elaborados no Autocad é o layer (camada). Camadas são como transparências em que se podem guardar vários tipos de informações de maneira separada. São características das opções de controle de visibilidade e de edição dos layers:

I. A opção freeze (congelar) não apenas torna as camadas invisíveis, mas também diz ao Autocad para ignorar o conteúdo dessas camadas quando se usa a resposta all (todas) ao prompt select objetcs.

II. A opção Lock (bloquear) permite que se criem novas entidades nas camadas bloqueadas, mas não permite que elas sejam editadas.

III. Desativar camadas economiza tempo quando se emite comandos que regeneram um desenho complexo, pois o Autocad ignora as entidades das camadas off (desativadas) durante as regenerações.


É correto o que consta em
Alternativas
Q2930432 Arquitetura
O Autocad 2000 permite a inserção de arquivos inteiros de desenho como Referências Externas (Xrefs), de forma semelhante à inserção de blocos. São características dos Blocos e dos Xrefs:

I. É possível editar Blocos e Xrefs diretamente no interior do arquivo que os contém, sem necessidade de explodir blocos ou abrir arquivos externos.

II. A utilização de Xrefs deixam o desenho mais pesado, pois tornam-se parte do banco de dados do arquivo, ampliando seu tamanho.

III. É possível recortar a exibição de um Xref ou de um bloco para qualquer forma desejada.


É correto o que consta em
Alternativas
Q2930431 Arquitetura

Em todas as áreas técnico-científicas do saber humano, sobre as quais o conhecimento jurídico do magistrado não é suficiente para emitir opinião técnica a respeito, faz-se necessária uma perícia para apurar circunstâncias e/ou causas relativas a fatos físicos reais, com vistas ao esclarecimento da verdade. As Perícias podem versar principalmente, sobre:

Alternativas
Q2930430 Arquitetura

Ao avaliar um imóvel urbano, o perito utilizou o método em que o valor do imóvel – ou de suas partes constitutivas – é obtido pela capitalização da sua renda líquida real ou prevista. Esse método é denominado:

Alternativas
Q2930429 Segurança e Saúde no Trabalho
Analise as afirmações abaixo, relativas às recomendações e medidas de proteção e segurança do trabalho em obras:

I. Em carpintaria a serra circular deverá ter a carcaça do motor aterrada eletricamente.

II. As escadas provisórias de uso coletivo têm de ser dimensionadas em função do fluxo de trabalhadores, respeitando a largura mínima de 90 cm, devendo ter pelo menos um patamar intermediário a cada 4,00 m de altura.

III. É obrigatória a instalação de proteção coletiva onde houver risco de queda de trabalhadores ou de projeção de materiais; a proteção contra quedas, quando constituída de anteparos rígidos, terá rodapé com altura de 20 cm.

IV. As torres de elevador devem ser dimensionadas em função das cargas a que estarão sujeitas; na utilização de torres de madeira, essas não poderão ter altura superior a 30 m.

V. A construtora é obrigada a fornecer aos trabalhadores, gratuitamente, EPI – equipamento de proteção individual – adequado ao risco do serviço; o cinto de segurança tipo pára-quedista, será utilizado em atividades a mais de 5 m de altura do piso, nas quais haja risco de queda do operário.


É correto o que consta APENAS em
Alternativas
Q2930428 Arquitetura
Analise as afirmações abaixo, relativas às fundações profundas.

I. Estaca cravada por percussão: aquela em que a própria estaca ou um molde é introduzido no terreno por golpes de martelo – ou pilão (de gravidade, de explosão, de vapor ou de ar comprimido).

II. Tubulão: elemento de fundação, cilíndrico, em que, pelo menos na sua etapa final de escavação, há descida de trabalhador; pode ser feito a céu aberto ou sob ar comprimido (pneumático), e ter ou não base alargada.

III. Sapata: elemento de fundação de concreto armado, dimensionado de modo que as tensões de tração nele produzidas não podem ser resistidas pelo concreto, de modo que resulta o emprego de armadura; pode ter espessura constante ou variável e sua base em planta é normalmente quadrada, retangular ou trapezoidal.

IV. Estaca mista: estaca constituída pela combinação de dois ou mais elementos de materiais diferentes (madeira, aço, concreto pré-moldado e concreto moldado in loco).

V. Radier: sapata associada que abrange todos os pilares da obra ou carregamentos distribuídos.


É correto o que consta APENAS em
Alternativas
Q2930427 Arquitetura
Analise as afirmações abaixo relativas ao assentamento com argamassa de ladrilhos cerâmicos com espessura de mais ou menos 5 mm.

I. A argamassa de assentamento é de cimento, cal hidratada, areia média e limpa no traço, para uso interno 1:1:6 e externo 1:0,5:5.

II. Há argamassas especiais, prontas para uso, com alta adesão, não sendo tóxicas nem inflamáveis.

III. Ladrilhos cerâmicos comuns, quando usadas argamassas comuns, não precisam ser deixados imersos em água limpa por 24 horas.

IV. O emboço antes do assentamento dos ladrilhos não deve ser umedecido, para se evitar perda de resistência da argamassa comum e destacamento.

V. Quando a parede é de blocos de concreto, os ladrilhos podem ser assentados com argamassa especial pronta, diretamente sobre eles.


É correto o que consta APENAS em
Alternativas
Q2930424 Arquitetura

Ao definir a rede de distribuição predial de água fria de um edifício, abastecida por distribuidor público, verificou-se que esse sistema de abastecimento público possui pressão suficiente para atender a todos os pavimentos, mas sem garantia de continuidade. Podemos concluir que o sistema de abastecimento correto e mais econômico a ser adotado será:

Alternativas
Respostas
1221: A
1222: D
1223: B
1224: E
1225: A
1226: D
1227: B
1228: E
1229: B
1230: D
1231: C
1232: D
1233: E
1234: C
1235: A
1236: D
1237: B
1238: C
1239: A
1240: A