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A Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP) ocorre anualmente. Algumas edições ficaram marcadas pelos acordos firmados durante essas reuniões, como as ocorridas em Kyoto e Paris. Em 2025, será a vez de o Brasil sediar a COP 30 na cidade de:
Grande parte da malha ferroviária do Brasil está concentrada nas regiões sul e sudeste, com predominância para o transporte de:
A supressão da(s) vírgula(s) altera o sentido da seguinte frase:
Considerando-se a regência nominal, analisar os trechos sublinhados nos itens abaixo:
I. O advogado está convicto de que seu cliente é inocente.
II. O comportamento mostrado pela criança condiz ao que é ensinado pelos pais.
III. Caminhei junto de você até a parada de ônibus.
Está(ão) CORRETO(S):
Considerando-se o sistema ortográfico da língua portuguesa, analisar os itens abaixo:
I. Ainda que muita gente escreva com “s”, a forma CORRETA de escrever a palavra catequeze é com ‘z’.
II. Embora com frequência a palavra apareça escrita como “aminésia”, sua forma CORRETA de escrita é “amnésia”.
III. A forma padrão de escrever a palavra é “losângulo”, e não “losango”.
Está(ão) CORRETO(S):
A frase “Muitas são as pessoas ilustres em cuja honestidade não acreditamos.” continuará GRAMATICALMENTE CORRETA caso se substitua o elemento sublinhado por:
Considerando-se o uso adequado dos porquês, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:
Você não comprou tudo o que pedI. Posso saber ________?
A casa ________ passamos há pouco parece com a casa da minha mãe.
Considerando-se as concordâncias verbal e nominal, analisar os itens abaixo:
I. Existem bastantes produtos de limpeza distintos para cada tipo de pele.
II. A mulher prontamente agradeceu: “Muito obrigada pela sua companhia”.
III. Fazem 5 anos que meu avô faleceu.
Está(ão) CORRETO(S):
Muitos foram os estudiosos que contribuíram para a definição do que é a moral humana. O filósofo e escritor Adolfo Sánchez Vázquez se acercou ao tema em seu livro Ética, publicado em 1984, no qual define a moral como um conjunto de normas aceitas — livre e conscientemente — que regulam o comportamento individual e social das pessoas.
O conceito de moral não deve, porém, ser confundido com o de ética, que é a teoria (ou a ciência) do comportamento moral das pessoas na sociedade.
O filósofo brasileiro Mário Sergio Cortella, doutor em Educação pela Pontifícia Universitária Católica de São Paulo (PUC-SP) e referência brasileira em discussões sobre o tema, explica que a ética é sempre coletiva, enquanto a moral pode ser individual.
“A ética é o conjunto de princípios e valores que usamos para decidir a nossa conduta social. Só se fala em ética porque homens, mulheres vivemos em coletividade. Se eu fosse sozinho, não existiria a questão da ética. A moral é a prática, portanto, existe moral individual. A ética é o conjunto de princípios de convivência, portanto, não existe ética individual”, explica Cortella, em artigo publicado no seu site oficial.
De acordo com a Enciclopédia Britânica (uma plataforma de dados voltada para a educação do Reino Unido), todas as sociedades têm regras morais que determinam ou proíbem certos tipos de ações. Essas proibições costumam vir acompanhadas de punições para garantir a obediência à norma.
Normalmente, são normas ligadas a questões como organização familiar, deveres individuais, liberdade sexual (a possibilidade de expressar a sua sexualidade), direitos de propriedade, verdade e o cumprimento de promessas.
Para o filósofo Sánchez Vázquez, o significado, a função e a validade dessas regras variam de acordo com o período da História e da sociedade em questão. Logo, a moral da Antiguidade é diferente da moral feudal ou da moral burguesa.
O autor diz que a moral tem um caráter social, fazendo com que os indivíduos se submetam a princípios, normas ou valores estabelecidos socialmente.
Além disso, a moral cumpre a função de regular as relações entre as pessoas para assegurar a ordem social.
Em resumo, ainda que a moral mude historicamente, ela cumpre um serviço comum a todas as épocas: fazer com que os atos dos indivíduos estejam de acordo com o que uma sociedade (ou um setor específico dela) enxerga como favorável ou positivo.
(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)
Em “Logo, a moral da Antiguidade é diferente da moral feudal ou da moral burguesa.” (7º parágrafo), o valor do termo sublinhado na oração é:
Muitos foram os estudiosos que contribuíram para a definição do que é a moral humana. O filósofo e escritor Adolfo Sánchez Vázquez se acercou ao tema em seu livro Ética, publicado em 1984, no qual define a moral como um conjunto de normas aceitas — livre e conscientemente — que regulam o comportamento individual e social das pessoas.
O conceito de moral não deve, porém, ser confundido com o de ética, que é a teoria (ou a ciência) do comportamento moral das pessoas na sociedade.
O filósofo brasileiro Mário Sergio Cortella, doutor em Educação pela Pontifícia Universitária Católica de São Paulo (PUC-SP) e referência brasileira em discussões sobre o tema, explica que a ética é sempre coletiva, enquanto a moral pode ser individual.
“A ética é o conjunto de princípios e valores que usamos para decidir a nossa conduta social. Só se fala em ética porque homens, mulheres vivemos em coletividade. Se eu fosse sozinho, não existiria a questão da ética. A moral é a prática, portanto, existe moral individual. A ética é o conjunto de princípios de convivência, portanto, não existe ética individual”, explica Cortella, em artigo publicado no seu site oficial.
De acordo com a Enciclopédia Britânica (uma plataforma de dados voltada para a educação do Reino Unido), todas as sociedades têm regras morais que determinam ou proíbem certos tipos de ações. Essas proibições costumam vir acompanhadas de punições para garantir a obediência à norma.
Normalmente, são normas ligadas a questões como organização familiar, deveres individuais, liberdade sexual (a possibilidade de expressar a sua sexualidade), direitos de propriedade, verdade e o cumprimento de promessas.
Para o filósofo Sánchez Vázquez, o significado, a função e a validade dessas regras variam de acordo com o período da História e da sociedade em questão. Logo, a moral da Antiguidade é diferente da moral feudal ou da moral burguesa.
O autor diz que a moral tem um caráter social, fazendo com que os indivíduos se submetam a princípios, normas ou valores estabelecidos socialmente.
Além disso, a moral cumpre a função de regular as relações entre as pessoas para assegurar a ordem social.
Em resumo, ainda que a moral mude historicamente, ela cumpre um serviço comum a todas as épocas: fazer com que os atos dos indivíduos estejam de acordo com o que uma sociedade (ou um setor específico dela) enxerga como favorável ou positivo.
(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)
A respeito da distinção entre moral e ética a partir do filósofo brasileiro Mário Sergio Cortella, apresentada no 4º parágrafo do texto, analisar os itens abaixo:
I. A convivência em sociedade é condição imprescindível para a existência da questão ética.
II. Observa-se a existência de moral individual, ao contrário da ética, que sempre envolve a dimensão coletiva.
III. A conduta social é guiada pela ética, sem que os indivíduos tenham poder de escolha.
Está(ão) CORRETO(S):
Muitos foram os estudiosos que contribuíram para a definição do que é a moral humana. O filósofo e escritor Adolfo Sánchez Vázquez se acercou ao tema em seu livro Ética, publicado em 1984, no qual define a moral como um conjunto de normas aceitas — livre e conscientemente — que regulam o comportamento individual e social das pessoas.
O conceito de moral não deve, porém, ser confundido com o de ética, que é a teoria (ou a ciência) do comportamento moral das pessoas na sociedade.
O filósofo brasileiro Mário Sergio Cortella, doutor em Educação pela Pontifícia Universitária Católica de São Paulo (PUC-SP) e referência brasileira em discussões sobre o tema, explica que a ética é sempre coletiva, enquanto a moral pode ser individual.
“A ética é o conjunto de princípios e valores que usamos para decidir a nossa conduta social. Só se fala em ética porque homens, mulheres vivemos em coletividade. Se eu fosse sozinho, não existiria a questão da ética. A moral é a prática, portanto, existe moral individual. A ética é o conjunto de princípios de convivência, portanto, não existe ética individual”, explica Cortella, em artigo publicado no seu site oficial.
De acordo com a Enciclopédia Britânica (uma plataforma de dados voltada para a educação do Reino Unido), todas as sociedades têm regras morais que determinam ou proíbem certos tipos de ações. Essas proibições costumam vir acompanhadas de punições para garantir a obediência à norma.
Normalmente, são normas ligadas a questões como organização familiar, deveres individuais, liberdade sexual (a possibilidade de expressar a sua sexualidade), direitos de propriedade, verdade e o cumprimento de promessas.
Para o filósofo Sánchez Vázquez, o significado, a função e a validade dessas regras variam de acordo com o período da História e da sociedade em questão. Logo, a moral da Antiguidade é diferente da moral feudal ou da moral burguesa.
O autor diz que a moral tem um caráter social, fazendo com que os indivíduos se submetam a princípios, normas ou valores estabelecidos socialmente.
Além disso, a moral cumpre a função de regular as relações entre as pessoas para assegurar a ordem social.
Em resumo, ainda que a moral mude historicamente, ela cumpre um serviço comum a todas as épocas: fazer com que os atos dos indivíduos estejam de acordo com o que uma sociedade (ou um setor específico dela) enxerga como favorável ou positivo.
(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)
A apresentação do posicionamento de autoridades no assunto foi uma estratégia utilizada no texto para:
Em relação ao processo legislativo, considerando-se as espécies de emendas, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Emenda aditiva é aquela apresentada como sucedânea a parte de outra proposição.
( ) Emenda modificativa é aquela que altera a proposição sem a modificar substancialmente.
( ) Emenda supressiva é aquela que manda erradicar qualquer parte de outra proposição.
( ) Emenda aglutinativa é aquela que se acrescenta a outra proposição.
A promulgação atesta a existência da lei. Sobre os efeitos básicos da promulgação, analisar os itens abaixo:
I. Reconhece os fatos e atos geradores da lei.
II. Suspende a transformação do projeto — ou de parte dele — em lei.
III. Indica que a lei é válida.
Estão CORRETOS:
O veto é o ato pelo qual o Chefe do Poder Executivo nega sanção ao projeto — ou a parte dele —, obstando à sua conversão em lei. Sobre os fundamentos para o veto, analisar os itens abaixo:
I. Inconstitucionalidade.
II. Contrariedade ao interesse público.
III. Excesso de exação.
Estão CORRETOS:
Ao realizar a conciliação da conta contábil caixa e suas contrapartidas, o responsável percebeu que o valor pago em uma conta de água com atraso, ou seja, com multa e juros, fora lançada em sua totalidade em despesas com água e esgoto. Para corrigir o lançamento no processo de conciliação, deverá:
As emendas ao projeto de lei do orçamento anual ou aos projetos que o modifiquem somente podem ser aprovadas se:
I. Forem compatíveis com o plano plurianual e com a Lei de Diretrizes Orçamentárias.
II. Forem relacionadas com a correção de erros ou omissões.
III. Indicarem os recursos necessários, admitidos apenas os provenientes de anulação de despesa, excluídas as que incidam sobre transferências tributárias constitucionais para Estados, Municípios e Distrito Federal.
Está(ão) CORRETO(S):
Os exercícios financeiros estão sujeitos a diferentes definições. Nos termos da Lei nº 4.320/1964 — Normas Gerais de Direito Financeiro, o exercício financeiro:
Em relação aos poderes administrativos, assinalar a alternativa CORRETA:
Em relação às formas de prestação dos serviços públicos, assinalar a alternativa CORRETA:
O julgamento da responsabilidade dos Prefeitos e Vereadores é um importante mecanismo de controle dos Poderes Executivo e Legislativo. Nos termos do Decreto-Lei nº 201/1967 — Responsabilidade dos Prefeitos e Vereadores, em relação à competência para o julgamento dos crimes de responsabilidade e das infrações político-administrativas do Prefeito Municipal, é CORRETO afirmar que: